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Tópico: Mamiferos da Letra G

  1. #1
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    Padrão Mamiferos da Letra G

    Mamiferos da Letra G
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  2. #2
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    Padrão Girafa


    Nome científicoGiraffa camelopardalis
    As girafas podem ser encontradas em todo o território do Centro e do Sul do continente africano.

    Gosta de viver nas estepes e savanas, em amplos espaços, onde pode usar a sua maior arma, a velocidade. Para se defender só pode dar coices que, apesar de serem mortais se acertarem em alguém ou algum animal, são difíceis de aplicar quando corre em debandada.

    O facto de ter de se agachar para conseguir beber água, faz com que a girafa seja extremamente vulnerável nessa altura e então os seus predadores, os leões, não perdem a oportunidade. Por esse motivo, as girafas vivem em grupos familiares que podem ter até 10 elementos e, destes, um dos adultos está sempre alerta enquanto os outros descansam, bebem água ou se alimentam, e estes animais têm um olfacto e visão dignos do seu tamanho!

    Os longos pescoços e patas da girafas permitem que estes herbívoros comam só as folhas das copas das árvores, que são inacessíveis para outros animais, podendo aí escolher as folhas mais verdes e tenras.

    Nas girafas, o macho é significativamente maior e mais robusto que as fêmeas, sendo por isso relativamente fácil distingui-los.

    O tempo de gestação das girafas ronda os 420 dias, nascendo posteriormente uma única cria, que é amamentada pela mãe. Ao resto do grupo cabe o papel de proteger a cria dos predadores, e as pequenas girafas têm alguns, entre eles o leão, a chita, a hiena e os cães selvagens africanos.

    Uma girafa adulta pode medir 4,00 m de comprimento, 6,00 m de altura e pesar cerca de 1200 kg.


  3. #3
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    Padrão Gnu


    Nome científicoConnochaetes taurinus
    Também conhecido como boi cavalo, o gnu habita uma grande região que vai da zona central do continente africano até ao extremo sul do mesmo.

    É dos animais mais bem sucedidos da savana africana. Existem às centenas de milhar, espalhados por vários países, e nem as guerras, que durante dezenas de anos martirizaram esta zona, conseguiram pôr em risco a sua sobrevivência.

    Os gnus são herbívoros e vivem em grades manadas, que pastam livremente pela savana. São uma das presas mais apetecíveis para leões, hienas e cães selvagens africanos, mas são também um dos adversários mais temidos por estes predadores. Um coice ou uma cornada podem ser fatais para o predador, motivo pelo qual os leões respeitam estes animais e, se são mal sucedidos numa primeira investida, evitam atacar segunda vez, pois sabem que o gnu está alerta e que se vai defender ferozmente.
    Os predadores optam quase sempre por observar uma manada de gnus e escolher os que são mais vulneráveis, para não correrem riscos. Normalmente, optam pelos animais mais velhos, pelas crias, ou por aqueles que estão feridos.

    Todos os anos os gnus sentem o apelo da grande viagem pelo Serengueti. Quando chega a altura desse empreendimento, juntam-se às centenas de milhar e, juntamente com as zebras, partem para a grande caminhada mais para norte em busca de água e pastos mais verdes, onde podem comer em quantidade e melhor alimentar as suas crias.
    Pelo caminho ficam muitos, alguns, vítimas dos predadores terrestres, outros, vítimas da longa viagem. Ao passar os rios, os crocodilos, avisados pelo troar de milhares de animais em aproximação, estão em alerta, e se os gnus sentem o perigo e evitam saltar para a água, a pressão exercida sobre os animais da frente pelos que estão atrás é enorme e, sem alternativa, têm de avançar. Aí começa o grande banquete anual dos crocodilos, e logo aí morrem centenas de gnus.

    Apesar de todas estas baixas, os gnus conseguem manter as suas populações estáveis, dado o sucesso reprodutivo da espécie.

    A fêmea gnu tem uma gestação de aproximadamente 260 dias, da qual nasce, por norma, uma única cria. Só muito raramente acontecem partos múltiplos.

    Um gnu pode medir 2,50 m, ter 1,50 m de altura e pesar mais de 250 kg. A sua esperança de vida ronda os 20 anos.


  4. #4
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    Padrão Gorila


    Nome científicoGorilla gorilla e Gorilla beringei
    Distribuição: Os gorilas já são encontrados em poucos locais, muito isolados uns dos outros. Nas florestas tropicais da Bacia do Congo, ao longo do rio com o mesmo nome, anteriormente Rio Zaire, habitam zonas de planície e montanha. Noutras zonas, nomeadamente Uganda, Ruanda, Gabão e Camarões, vivem em altitude, acima dos 3000 metros. Os gorilas comuns da planície, Gorilla gorilla , também chamados gorilas ocidentais, habitam as zonas ribeirinhas de floresta densa, enquanto os gorilas orientais, Gorilla beringei, preferem viver nas encostas das montanhas. As diferenças entre as duas espécies é muito pequena, basicamente é apenas a pelagem que faz a diferença.

    Os gorilas vivem em grupos, que podem ser pequenos, com 5/6 animais, ou grandes, com mais de 30 indivíduos.
    Em cada grupo existe sempre um macho dominante, que vive com o harém de fêmeas e com os juvenis. Se o grupo for grande, existem subgrupos com lideres próprios que respeitam sempre o macho dominante, mas que têm o seu próprio harém. Estes grupos maiores permitem um sentimento de maior confiança entre os membros, já que existem sempre, de forma rotativa, alguns animais alerta, enquanto os outros se alimentam ou tratam da vida social.

    Alimentação: A base da sua alimentação são frutos e bagas, que seleccionam com todo o cuidado. Também comem muitos tipos de folhas, raízes e capim e, ocasionalmente, comem insectos.

    Estado de conservação: Em perigo crítico. Os gorilas têm sido dizimados para alimentação humana e para fazer amuletos que os feiticeiros locais usam na medicina tradicional. Também as guerras acabaram com muitos grupos destes animais, e hoje os gorilas da montanha já são poucos, parecendo os das planícies manter-se em números mais elevados e estáveis. Para complicar as contas e baralhar os investigadores, os gorilas parecem ser muito atreitos a vírus mortais como o Ébola, que também tem provocado muitas baixas.

    Gestação e maturidade sexual: A maturidade sexual das fêmeas acontece por volta dos 10 anos, e a dos machos por volta dos 15 anos.
    O tempo de gestação de uma fêmea gorila é igual aos das mulheres, 9 meses, passados os quais nasce por norma apenas uma cria. Muito raramente nascem gémeos, mas quando assim é, um deles acaba por morrer ao fim de poucas horas ou dias.

    Tamanho: Um gorila macho adulto pode atingir 1,75 metros de altura e pesar mais de 250 kg.

    Longevidade: Em liberdade, um gorila pode viver cerca de 40 anos, sendo que em cativeiro pode viver um pouco mais e atingir os 50 anos.


  5. #5
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    Padrão Golfinho


    Nome científicoTursiops truncatus
    O golfinho é o mamífero marinho que maior simpatia recolhe junto dos humanos.

    Ao longo da Costa Portuguesa, é possível encontrar algumas espécies destes animais com alguma facilidade. No entanto, a única colónia permanente que existe é unicamente composta por Roazes-Corvineiros, e vive no estuário do Sado. Este grupo, composto por cerca de 40 elementos, começa a sentir algumas dificuldades de sobrevivência, já que grande número de crias não consegue sobreviver para além das primeiras semanas. Julga-se que o principal factor desta grande mortalidade de juniores é o elevado nível de poluição do rio Sado.
    Os insecticidas utilizados na agricultura podem também ser a causa destas mortes.

    Esta colónia é monitorizada em permanência, pelo que se espera, a longo prazo, maior colaboração e bons resultados deste trabalho.

    O Tejo já teve a sua colónia, mas em meados dos anos sessenta do sec. XX esses animais deixaram o rio definitivamente, devido ao elevado grau de poluição que, então, foi atingido.Por vezes, aparecem fugazmente nas águas do Tejo, principalmente na foz, mas nunca estabeleceram nova colónia.Em 1998, um grupo de cerca de 30 golfinhos, incluindo alguns juniores, subiu até ao Mar da Palha, tendo sido, nessa altura, motivo de espanto para quem os viu e ouviu.

    Os golfinhos estabelecem comunicação entre eles através de assobios, que podem ser audíveis pela ouvido humano.

    Nos mares circundantes as regiões autónomas dos Açores e da Madeira ,existem várias outra espécies.
    Um golfinho pode atingir os 4 m, pesar 250 kg e viver cerca de 40 anos.


  6. #6
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    Padrão Grandes Felinos em Detalhes


    Tigre

    Família: Panthera tigris

    Espécie: tigre-de-Bengala (Panthera tigris tigris) tigre siberiano (Panthera tigris altaica) tigre-da-China (Panthera tigris amoyensis) tigre-da-Indochina (Panthera tigris corbetti) tigre-de-Sumatra (Panthera tigris sumatrae)

    Tamanho máximo: 4m/350kg

    Reprodução: 2-4 filhotes, após uma gestação de 104 dias.

    Vida social: Os tigres são caçadores solitários. Os filhotes permanecem perto da mãe durante os dois primeiros anos de vida e depois partem para criar seus próprios territórios. Ao crescer, os machos abandonam o local onde nasceram, mas as fêmeas normalmente ficam próximas ao território de suas mães.

    Dieta: Cervos, porcos selvagens e búfalos.

    Status: Em perigo de extinção – Os tigres siberianos e os da China correm grande risco de extinção.

    Com sua inconfundível pelagem listrada, a maioria dos tigres vive em selvas e pastagens. Os tigres são exímios nadadores e podem ser vistos banhando-se em lagos e rios.

    Oito subespécies diferentes de tigres existiram há algumas décadas. Agora, apenas cinco espécies sobrevivem – e agora o do tigre-da-China corre grande risco de extinção.

  7. #7
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    Padrão Genetta



    Reino: Animalia
    Filo: Chordata
    Classe: Mammalia
    Ordem: Carnivora
    Família: Viverridae
    Género: Genetta

    Geneta, a elegância das noites mediterrânicas
    Características e ecologia de um belo e elegante carnívoro de origem africana, que em tempos desempenhou o papel que hoje o gato desempenha nas nossas casas.

    Identificação e características

    A Geneta Genetta genetta é um carnívoro de médio porte da família dos viverrídeos, família que tem apenas mais um representante na nossa fauna - o Sacarrabos Herpestes ichneumon. Tem um corpo alongado com 52-60 cm de comprimento, uma cauda comprida com cerca de 45 cm e pesa entre 1-2,2 Kg. As patas são curtas, as orelhas compridas e o focinho afilado. A sua pelagem é em tons de cinzento com 4 a 5 linhas longitudinais de manchas negras em cada flanco. A cauda tem 9-12 anéis negros e termina num pincel de pêlos claros.


    Distribuição e abumdância

    Tem origem africana existindo actualmente na África sub-sahariana, na África do Norte, Península Ibérica, França e Arquipélago das Baleares (ilhas Maiorca, Cabrera e Ibiza). Em Portugal está presente de Norte a Sul do país e embora não existam estimativas populacionais é considerada uma espécie comum.


    Estatuto de conservação

    Não ameaçada. Está incluída na lista das espécies cinegéticas mas encontra-se protegida por lei estando a sua captura sujeita a restrições. As principais ameaças, para lá das de carácter geral que ameaçam os carnívoros como a distribuição de habitat e falta de presas, são a sua captura pelo valor da sua pele e a mortalidade causada por atropelamentos e controlo de predadores. Este último factor será porventura o mais relevante, pois tem vindo a aumentar com as zonas de caça de regime especial, não é selectivo e as genetas são animais facilmente capturáveis.


    Habitat

    Está presente na maioria dos habitats mediterrânicos que lhe proporcionem abrigo e alimentação. Prefere áreas de cobertura vegetal densa, bosques fechados e zonas rochosas, geralmente próximos de pontos de água (rios, ribeiras, albufeiras, lagoas).


    Alimentação

    É um predador omnívoro, oportunista e generalista. As suas presas principais são os micromamíferos, nomeadamente os pequenos roedores. A dieta é mais variada na Primavera podendo consumir coelhos, aves, répteis, insectos, peixes, escorpiões e algumas plantas, revelando assim uma grande plasticidade na alimentação.


    Reprodução

    O período de acasalamento tem dois picos distintos, Janeiro-Fevereiro e Maio-Junho, sendo o tempo de gestação de 11 semanas. Nascem então, numa toca abandonada ou em buracos de troncos ou rochas, 2-3 crias (máx. 5), que ficam a viver com o grupo familiar durante 1 ano, atingindo a maturidade sexual aos 2 anos de idade. Em liberdade vivem cerca de 10 anos podendo chegar aos 18 em cativeiro.


    Movimentos

    Percorrem cerca de 3,5 Km por dia nas suas áreas vitais que variam entre 1-5 Km2. As distâncias a que se dispersam dependem da disponibilidade e qualidade dos territórios, sendo conhecido o caso de uma fêmea que se dispersou 50 Km.


    Curiosidades

    Até ao século IX, altura em que o gato foi trazido do Egipto para a Europa, a geneta era utilizada como animal doméstico nas casas europeias, tendo um papel importante no controlo dos roedores.


    Locais favoráveis de observação

    Os aspectos da biologia da raposa que tornam difícil a sua observação são igualmente válidos para o caso da geneta. O facto de esta última ser um trepador ágil dificulta ainda mais a sua observação pois acrescenta outra dimensão às hipóteses de esconderijos para a espécie. No campo, a sua presença é relativamente fácil de detectar pois têm o hábito de depositar os dejectos em lugares conspícuos formando latrinas, tendo estas uma grande importância na comunicação intra-especifica. Para a observação dos animais são válidas as dicas fornecidas na ficha da raposa. Refira-se ainda que existem no país alguns Parques Ecológicos como o de Gaia, Gouveia, ou Silves, que permitem um contacto com espécies da fauna portuguesa. Podem ainda ser observadas na Tapada de Mafra, existindo aí tanto em liberdade como em cativeiro.



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    "Se eu podia viver sem o Gforum? Podia, mas não era a mesma coisa."



    [Desaparecidos]

    www.ruipedro.net (Menino de Lousada, raptado dia 4 de Março de 1998)
    www.findmadeleine.com (Menina desaparecida na praia da Luz, no Algarve)

  8. #8
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    Padrão girafa

    Acredita-se que a lingua da girafa tem cor escura para que nao se queime ao sol.
    E que ela come durante quase todo o dia.

  9. #9
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    Padrão

    Amigos só para confirmarem aqui vai uma foto


  10. #10
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    Padrão Gato-bravo

    O gato-bravo europeu é semelhante ao gato-doméstico listado ou malhado, distinguindo-se deste pela sua estatura, em geral superior, robustez dos membros, coloração e comprimento da pelagem, e pela cauda cilíndrica, espessa e truncada na extremidade. A coloração da pelagem é variável, podendo distinguir-se três tipos: cinzenta, castanho-claro ou, mais raramente, melânica. Possui uma ou mais bandas dorsais negras de extensão variável; cauda com anéis pretos, normalmente completos, em número variável; quatro ou cinco riscas negras na cabeça e duas outras paralelas de cada lado da face. A pelagem dos flancos apresenta um desenho riscado ou manchas negras muito imprecisas e frequentemente ausentes. A almofada do nariz é cor-de-rosa, circundada de negro, e os olhos são cor de âmbar. Os machos pesam em média 5 kg, para 50 cm de comprimento sem a cauda, e as fêmeas, mais pequenas, pesam em média 3,5 kg.

    O gato-bravo, à semelhança de outros felídeos, é um animal solitário, silencioso, discreto e de hábitos predominantemente nocturnos, embora em locais preservados da perturbação humana tenha também actividade diurna. Trepa bem às árvores, por onde se desloca com frequência. Roedores, coelhos e lebres são as suas principais presas.
    Abriga-se em cavidades das árvores, em fendas nas rochas, tocas de coelho ou texugo e sob detritos caídos. Foge da presença do homem, e prefere sobretudo os bosques isolados.

    Acasala no início do Inverno e, após um período de gestação é de 63 a 68 dias, nascem as crias, entre dois e seis indivíduos (média 3). As crias ficam com a mãe até aos 4-5 meses, mas podem não se tornar independentes antes dos 10 meses. Os machos são sexualmente activos entre Dezembro e Julho, mas as fêmeas só excepcionalmente têm duas ninhadas num ano.

    Vive um máximo de 11 anos, tendo como principais predadores as aves de rapina, como a águia-real, que pode capturar crias de gatos bravos. Mais raramente, o lobo poderá ser também um predador do gato-bravo. Estudos revelam uma elevada mortalidade por causas humanas, como por exemplo caça ilegal e atropelamento. Outro risco para a preservação da espécie é o cruzamento com o gato-doméstico.






    cumpts


    pintas

  11. #11
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    Padrão Gamo

    Gamo



    Descrição geral


    Morfologia Geral -Cervídeo de porte médio, apresenta uma pelagem castanho-claro com manchas brancas espalhadas pelo dorso durante o verão e, castanho-acinzentado sem quaisquer manchas, no inverno. O escudo anal é branco, bem definido e ladeado por duas faixas negras. As crias nascem com o corpo coberto de manchas esbranquiçadas, que mantêm até aos seis meses de idade aproximadamente.

    Dimorfismo Sexual - Os machos apresentam sempre hastes, de forma cilíndricas na parte proximal e espalmadas na parte distal, formando uma pá, que os distingue dos outros dois cervídeos do nosso país - corço e veado. A queda das armações verifica-se anualmente nos meses de Março e Abril.

    Peso e Dimensões
    - comprimento total do corpo, 140-160 cm nos machos e 120-140 cm nas fêmeas; altura ao garrote, 80-100 cm nos machos, 70-80 cm nas fêmeas; peso, 40-80 Kg nos machos e 25-45 Kg nas fêmeas.

    Habitat
    O gamo ocupa uma grande variedade de habitats, desde florestas de coníferas e caducifólias, matagais, montados de sobro e/ou azinho, áreas agrícolas, até dunas litorais. Raramente se encontra em altitudes superiores a 800 metros. Em Portugal prefere zonas de pinhal ou de montado, intercalados por matagais.

    Indícios de Presença
    Trilhos - caminhos abertos na vegetação arbustiva e herbácea. Pegadas - a impressão da almofada digital ocupa quase metade do comprimento total que, no caso dos machos, pode atingir 8 cm. Camas - zonas com erva acamada, geralmente de forma oval. Marcações - essencialmente feitas em arbustos, podendo também abranger pequenas árvores, isoladas ou em grupo. Dejectos - de cor negra, afilados numa das extremidades, agrupados ou dispersos ao longo de trilhos, podendo aparecer aglutinados durante o verão. Apresentam um comprimento de 1 a 1,5 cm.

    Actividades/Hábitos
    O gamo é um animal eminentemente social, vivendo a maior parte do ano em rebanhos constituídos por machos adultos por um lado e fêmeas com crias e jovens do ano anterior, por outro. Na época do cio (ou brama) os machos adultos delimitam (marcações olfactivas e visuais) e defendem activamente um território, onde se instalam com um grupo de fêmeas. Os combates entre machos que então ocorrem com certa regularidade são, regra geral, pouco violentos.

    Alimentação
    Animal herbívoro, apresenta uma dieta alimentar composta essencialmente por espécies arbustivas e herbáceas recorrendo também à rama de algumas árvores, frutos (desde bolotas e castanhas até peras e maçãs), plantas hortículas, cogumelos, musgos e por vezes, em épocas de maior carência, casca de árvores.

    Reprodução
    As fêmas reproduzem-se a partir do segundo ano de vida, dando à luz uma cria (raramente duas) após uma gestação de cerca de oito meses. Os nascimentos ocorrem em Portugal de finais de Maio a princípios de Julho. A época do cio (ou brama) ocorre em Portugal essencialmente no mês de Outubro.

    Predadores/Competidores
    Como predadores potenciais refiram-se em primeiro lugar o lobo e os cães vadios, seguidos pelo javali, raposa e eventualmente o lince.

  12. #12
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    Padrão Gambá-de-orelha-branca

    Gambá-de-orelha-branca



    O gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris) é um marsupial encontrado no Brasil inteiro. No Nordeste do Brasil, mormente em Pernambuco, é conhecido por Timbu.

    É encontrado em vários tipos de ecossistema, como o cerrado, a caatinga, os banhados e o pantanal, vivendo em capoeiras, capões, matas e áreas de lavoura, além de se adaptar muito bem à zona urbana, onde encontra farta e variada alimentação.

    Como todo gambá, o timbu também emite líquido fétido das glândulas axilares, que utiliza como defesa e na fase do cio, para chamar o parceiro.

    Reino: Animalia
    Filo: Chordata
    Classe: Mammalia
    Infraclasse: Marsupialia
    Ordem: Didelphimorphia
    Família: Didelphidae
    Subfamília: Didelphinae
    Género: Didelphis
    Espécie: D. albiventris

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