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Tópico: Ataques de Animais Selvagens a Humanos

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    Padrão Ataques de Animais Selvagens a Humanos

    Elefantes Assassinos

    Quatro elefantes descontrolados destruíram as ruas da cidade indiana de Mysore, no dia 8 de Junho de 2011, e acabaram matando um homem. De acordo com notícias locais, eles se separaram do seu rebanho após moradores terem atirado pedras contra eles. Um desses elefantes escapou para as ruas da cidade, onde pisou um homem, além de matar várias vacas. Esse é considerado um comportamento invulgar, já que os elefantes costumam ser dóceis. O que pode ter acontecido? De acordo com Mike Keele, que cuida de elefantes no Jardim Zoológico de Oregon (E.U.A.), os elefantes eram jovens do sexo masculino que tinham sido separados de seu bando. "Jovens machos às vezes formam esses grupos que são como pequenos gangues", compara. Keele, porém, acrescenta que os seres humanos também possuem uma parcela de culpa nessa história. Como os elefantes são pressionados pelos seres humanos a viver em espaços cada vez menores, muitas vezes eles acabam invadindo lugares habitados por humanos apenas para sobreviver – à procura de comida e água. Se os habitantes de uma vila perseguiram mesmo os animais no seu habitat, os elefantes podem muito bem ter ficado com medo e saído em desespero pelas ruas de uma cidade. "Numa situação em que um elefante está agitado e com medo, qualquer coisa que se mova representa uma ameaça", explica Keele. Outros especialistas pensam que o conflito do homem com o elefante seja algo mais profundo. "Incidentes como esse mostram a extensão em que os elefantes estão sendo levados à loucura pela violência humana", defende Gay Bradshaw, especialista em comportamento de elefantes. Bradshaw diz que os elefantes estão simplesmente reagindo aos ataques feitos por humanos, da mesma forma que nós mesmo reagiríamos em situações extremas de cerco ou genocídio. Parte do conflito é simplesmente por causa do espaço. Na Ásia, há entre 35 e 50 mil elefantes. A população humana ultrapassa bem a barreira de um bilião de pessoas. Em comparação, por mais que a África possua um número significativamente maior de elefantes (600 mil), a população humana é infinitamente inferior à da Ásia. Os elefantes precisam de um grande espaço para viver, com muita vegetação e água abundante. Quando áreas com essas características são ocupadas por plantações humanas, os elefantes ficam felizes em incluir em sua dieta milho ou outros alimentos plantados para o consumo de pessoas. E é aí que mora o perigo: às vezes os animais se tornam mais do que felizes com as comidas descobertas a ponto de invadir aldeias e destruir barracas ou casas ao sentir o cheiro desses alimentos. O investigador Marshall Jones analisou o número de mortes de humanos e de elefantes nas zonas de conflito. Ele estima que na Índia, 300 pessoas morram por ano, contra cerca de 200 elefantes. Segundo especialistas, a harmonia depende dos humanos. Uma ideia, de acordo com Keele, é colocar cercas ao redor das aldeias humanas, em vez de confinar a área dos elefantes: conter as pessoas, e não os animais.


    Seres humanos e Animais Selvagens Lutam pela Sobrevivência

    O conflito entre seres humanos e animais selvagens na comuna do Licua, município de Mavinga, na Angola, está no auge. As feras destroem os campos e estão na origem da fome que assola a região. Semanalmente, o Licua regista vítimas mortais de ataques de leões, jacarés, elefantes, hipopótamos e cobras venenosas. As vítimas são atacadas nos campos e quando vão ao rio para tomar banho ou buscar água. Por causa dos ataques de animais selvagens, várias famílias que residiam nos arredores do Licua foram forçadas a abandonar as suas residências. No Licua, o cenário é preocupante. Casas abandonadas e campos destruídos. Quanto mais isolada a casa, maior é a facilidade dos animais selvagens atacarem. O cenário é mais preocupante com o aproximar da época das chuvas. Todos temem o pior. "Se na época seca é assim, no tempo da chuva vai ser pior", diz Samuel Domingos, ex-militar, que reside na comuna do Licua desde os anos 90 e vive da pastorícia e da criação de animais domésticos. Andar pelo mato com os rebanhos faz parte do seu dia-a-dia. Agora, tem medo de levar o gado a pastar. Recentemente Samuel Domingos foi atacado por leões: "fui atacado mas consegui escapar com vida porque os leões preferiram matar um dos animais". Por isso, nos últimos dias, circular com o gado distante da comuna é uma aventura. Muitos pastores saem com o gado e já não regressam vivos. Os animais selvagens têm tirado o sono aos habitantes do Licua. Há pouco tempo um jacaré matou uma menina. A irmã esperou durante uma semana, no leito do rio, até o jacaré aparecer e matou-o. A carne foi distribuída pela comunidade. Um camponês regressava do campo com galinhas do mato que apanhou nas armadilhas. Uma pantera atacou-o. As unhas da fera causaram ferimentos graves na face e na cabeça do homem. Licua é uma zona onde as comunicações não existem e as estradas são precárias. Por isso, as notícias de que os animais atacaram ou mataram levam semanas e por vezes meses a chegar. Na época das chuvas, o caudal dos rios sobe e a vegetação fica mais densa. O perigo para as pessoas aumenta. "A nossa grande preocupação é o tempo das chuvas. Os leões e os elefantes, por causa do capim alto, montam emboscadas mesmo próximo das zonas habitadas. Quando não encontram os animais no curral, tudo lhes serve para comer", refere Samuel Domingos. As mulheres são presas fáceis para os animais ferozes porque vão trabalhar todos os dias para as plantações. Eunice Junju, 28 anos, explica que as feras têm lançado o medo e o pânico no seio dos moradores que vivem na periferia de Licua: "Nenhuma mulher aceita ir trabalhar para o campo sozinha". Eunice Junju refere que as mulheres são apanhadas com os seus bebés às costas: "Recentemente tivemos óbito no bairro da Boa Esperança, onde os leões comeram a mãe e o seu bebé de meses", disse Eunice Junju. Uma das suas vizinhas, no bairro do Biete, foi apanhada de surpresa por um jacaré à beira do rio, quando estava a lavar roupa. Ficou gravemente ferida. José Pelembe, ex-militar, disse que já existiu um programa de abate selectivo de algumas espécies de animais ferozes: "Como serviam também de alimentação, eram abatidos. Por isso, fugiam para as matas, distantes do olhar dos homens", afirmou. Nos dias que correm, os animais tendem a aproximar-se das zonas onde as pessoas cultivam. O ex-militar afirma que a explicação está no longo conflito armado que o país viveu. As espécies multiplicaram-se, o que tem complicado a vida aos habitantes do Licua. José Pelembe pediu à administração comunal para acautelar a situação. "É verdade que a paz é uma realidade e as marcas da guerra ficaram para atrás, mas os animais ferozes tiram o sono a qualquer habitante desta localidade", disse. Para observar de perto a realidade da população, esteve na região a assessora para área social do Presidente da República, Rosa Pacavira. Acompanhada por representantes e técnicos de vários ministérios e do comando-geral da Polícia Nacional, Rosa Pacavira auscultou os problemas da região, ofereceu roupa usada, material de carpintaria, sapataria, alfaiataria, moinhos, sementes e ferramentas profissionais. Nestas paragens do extremo sudoeste anoitece muito cedo. De noite, o Licua fica às escuras. António Mundjanga, administrador comunal do Licua, é um homem humilde. Recebeu a equipa de reportagem do Jornal de Angola em sua casa, uma das poucas que tem luz eléctrica. O Licua de hoje já não guarda as marcas do passado. "Notamos uma mudança significativa. Antigamente não havia desenvolvimento e o povo estava fora do controlo do governo. Hoje, a realidade é diferente. A mudança permitiu que a comuna ganhasse infra-estruturas e serviços sociais", afirmou. Constituída pelos bairros 4 de Abril, Boa Esperança, Paz, Tchulo, Biete, Munhe 1, Munhe 2 e Licua sede, a comuna tem novos equipamentos sociais: a nova residência do administrador comunal, as instalações da administração, esquadra da policia, uma escola com três salas de aulas e um centro médico. O Licua deixou de ser um aglomerado de casas de capim. Das obras em construção, num esforço do Executivo angolano, destaque para a construção de 24 casas para professores e oficiais superiores das Forças Armadas Angolanas (FAA). Do Licua à sede municipal de Mavinga, são 140 km. A via está degradada. Durante mais de 20 anos, a estrada foi invadida pela areia e até árvores cresceram no meio da faixa de rodagem. Até as viaturas todo-o-terreno têm dificuldade para ultrapassar as barreiras. A viagem de carro do Licua a Mavinga chega a durar um dia. Para os habitantes da comuna viajar de carro é uma utopia. O administrador comunal disse que os habitantes viajam em carroças puxadas por animais. Com estas carroças a viagem do Licua a Mavinga dura, no mínimo, uma semana: "A população sofre muito com a falta de estradas", realçou o administrador António Mundjanga. A situação tem afectado o escoamento dos produtos agrícolas, sobretudo o milho. As áreas da saúde e educação apresentam igualmente sérios problemas. Há na comuna 22 técnicos de saúde. Mas há oito anos que não recebem salários. No domínio da educação, 820 alunos frequentam a escola, onde leccionam 45 professores. Apenas o director recebe o seu salário. Os restantes, trabalham com promessas de salários. Mas a esperança dos funcionários nasce, morre e renasce todos os dias. Só assim se justifica a sua persistência. A comuna do Licua fica a Sul do município de Mavinga e faz fronteira com a comuna do Mucusso e com o município do Dirico, o chamado "bico de Angola". A zona é rica em fauna e em terrenos férteis. A população trabalha a terra essencialmente nas margens dos rios. Cultiva particularmente arroz, milho, mandioca e cana-de-açúcar. De Janeiro a Julho de 2010, as culturas ficaram gravemente afectadas pelos estragos feitos por hipopótamos, elefantes, javalis e jacarés. Das plantações pouco resta para colher. A situação é agravada pelo isolamento quase extremo, além da fome.


    Ataques de Tigres e Elefantes

    Nas ilhas Sundarban, em Bengala Ocidental (Índia), um número alarmante e anormal de pessoas têm sido atacadas, algumas mortas e até devoradas por tigres. Seres humanos não são presas naturais destes animais. Porém, em alguns lugares do país há relatos de hordas de elefantes que avançam sobre os povoados destruindo casas e magoando os residentes. Em 2010, 200 pessoas morreram, vítimas desses ataques. Em outros casos, os tigres parecem ter desenvolvido um especial apetite por carne humana. Ainda em 2010, esses poderosos felinos, somente numa aldeia, chacinaram 14 pessoas. Dave Salmoni, zoólogo e treinador de animais especializado em predadores, apresentador de programa de TV sobre vida selvagem, comenta: «Em geral, tigres não são comedores de homens. Quando um animal como esse decide começar a atacar para comer as pessoas, isso é uma anomalia». Um tigre pode chegar a pesar 300 kg e medir até 3,3 metros de comprimento. Fisicamente, os tigres estão no topo da cadeia alimentar e agora, parece que estão expandindo seus territórios ou migrando para novos habitats. No caso, as feras estão se apoderando das ilhas Sundarban. Dave Salmoni está acostumado com o ambiente das selvas e proximidade com animais ferozes, mas em Sundarban ele confessa: «É o único lugar no mundo em que, estando na mata, senti que estava sendo perseguido». A World Wildlife Fund estima que existem apenas 3200 tigres no mundo. Ao mesmo tempo a incidência de ataques destes felinos em regiões da Índia aumentou 30% em 10 anos. Alguns especialistas acreditam que, de facto, trata-se de uma luta por espaço. Uma reacção dos animais ao rápido crescimento populacional nas aldeias. Os homens se espalham, com as suas casas, campos, sua caça e pastoreio. Ocupam áreas cada vez maiores reduzindo, em proporção, o habitat natural das feras e ainda aniquilando suas fontes de alimento. No caso de Bengala, um outro factor está produzindo o avanço das feras: a elevação do nível do mar deverá engolir 17% da região do litoral de Bangladesh até 2050. Florestas de mangue serão inundadas empurrando animais para o interior.


    Elefante Canibal

    Os elefantes, normalmente pacatos, sofrem de stress. Salmoni conta que manadas inteiras têm testemunhado seus habitats a ser destruídos para dar lugar às lavouras. Os grupos são forçados a dividir-se. Os animais ficam cada vez mais exaustos e agressivos. Na região de Bengala, um elefante fêmea, matou numerosas pessoas. Os moradores conseguiram abater o paquiderme. A seguir, biólogos que examinaram o animal fizeram uma descoberta macabra: o conteúdo do estômago do bicho continha carne humana, conforme ficou comprovado pelo teste de DNA, foram 17 vítimas humanas diferentes. Ocorre que aquela elefante fêmea tinha um motivo bem definido para agir com tamanha fúria: vingança. A sua cria tinha sido morta pelos homens.


    Tanzânia: leões devoraram 563 pessoas em 15 anos

    Segundo a revista "Nature" de 17 de Agosto de 2005, pelo menos 563 tanzanianos foram devorados por leões em 15 anos, e outros 308 ficaram feridos no mesmo período de tempo. A pesquisa foi realizada para explicar o "aumento dramático" dos ataques de leões contra os humanos desde 1990. Cerca de 40% deles aconteceram na época de colheitas, e em um a cada quatro casos, nos campos, constataram. Uma das explicações para o problema está na evolução demográfica da Tanzânia, cujo número de habitantes passou de 23,1 milhões, em 1998, para 34,6 milhões, em 2002, reduzindo, com isto, a alimentação disponível. Este aumento diminuiu o número de presas para os leões, acreditam os especialistas. O trabalho foi dirigido por Craig Packer, do Centro de Pesquisa de Leões da Universidade de Minnesota (E.U.A.). A Tanzânia possui o maior número de leões de toda a África.


    Ataques de Leopardos

    De 1918 a 1926, um assassino em série fez vítimas entre os aldeões de uma região remota no Himalaia, na Índia. Na área com 1,3 mil km2, 125 pessoas morreram, e os seus corpos foram selvaticamente destroçados e devorados. Todos os anos, os moradores da região se trancavam voluntariamente nas suas casas ao anoitecer, apavorados diante da perspectiva de encontrar o cruel assassino. A despeito de precauções como essas, o matador ainda assim conseguiu invadir uma casa e levar uma criança. O culpado terminaria conhecido como "O leopardo devorador de homens de Rudraprayag". O animal, que havia desenvolvido um apetite especial por vítimas humanas, foi por fim descoberto e abatido pelo caçador Jim Corbett. O feito de Corbett foi tão apreciado pelo governo indiano que um parque nacional do país foi baptizado em sua homena-
    gem. Como no caso dos leões, leopardos que se alimentam de humanos são excepção e não regra. Em 2004, moradores de Bombaim, Índia, registaram pelo menos 12 ataques supostamente realizados por leopardos. Surpreendentemente, os responsáveis pelo controle da fauna não atribuíram a responsabilidade aos grandes felinos sanguinários. Em lugar disso, afirmaram que os incidentes eram causados pela presença de excesso de moradores nas cercanias do Parque Nacional Sanjay Gandhi, que abriga cerca de 30 leopardos. Quando as populações humanas e as populações de leopardos se chocam, as primeiras podem naturalmente se tornar presas. Normalmente, os leopardos preferem-se alimentar de gazelas, antílopes, e outros ungulados (animais dotados de cascos). Encontrados em diferentes habitats, de florestas tropicais a montanhas, os leopardos apresentam distribuição mais ampla no sul da África e sudeste da Ásia. Mas devido à caça e a desfloração, todas as subespécies de leopardos são consideradas como em risco ou ameaçadas. Esses grandes felinos são os menores da família Felidae. Com peso da ordem de 59 kg, em média, os leopardos têm metade do tamanho dos leões e tigres. Em comparação, os tigres adultos, os maiores dos grandes felinos, pesam cerca de 226 quilos. Mas o que falta em tamanho aos leopardos lhes sobra em força. Com sentidos especializados e anatomia específica para a caça, eles podem ocasionalmente abater animais com até três vezes o seu tamanho


    Ataques de Ursos no Japão

    Segundo a imprensa japonesa, pelo menos quatro pessoas morreram e 80 pessoas foram feridas por ursos no país no período entre Abril e Setembro de 2010. Além disso, cerca de 400 ursos foram mortos por terem invadido áreas urbanas apenas na ilha de Hokkaido. Em Fukushima, no nordeste de Tóquio, 150 ursos foram mortos pelos mesmos motivos, todos encontrados em áreas residenciais. Especialistas afirmam que as mudanças climáticas e o calor extremo no Japão foram os responsáveis por alterar o comportamento dos ursos, fazendo com que eles precisassem encontrar alimentos em áreas residenciais. A destruição dos habitats dos ursos também está fazendo com que eles não tenham escolha a não ser invadir as cidades.


    Ataque dos Ursos Polares

    A cidade que hospeda a maior parte dos ursos polares do mundo, Churchill, Manitoba, teve duas pessoas mortas por ursos polares em quase 300 anos. O primeiro ataque ocorreu depois que vários adolescentes surpreenderam um urso e começaram a atirar pedras nele. O segundo ataque foi contra um homem que tinha carne nos bolsos e aconteceu de se aproximar de um urso com fome. Nos últimos 30 anos, oito pessoas foram mortas por ursos polares nos Estados Unidos e Canadá. Em todos os registos históricos da Rússia, ursos polares mataram apenas 19 pessoas. Na cidade de Svalbard, na Noruega, que cobre uma área do tamanho aproximado de Maryland, a população consiste de 2300 pessoas e 3000 ursos polares. A cidade afixa avisos de perigo de urso polar como em outras áreas colocam de travessia de cervos. Com tal proximidade, houve apenas quatro ataques fatais nos últimos 35 anos. Quando os ursos se aventuram a se aproximar dos seres humanos, os habitantes tentam espantá-los acelerando motores de snowmobiles, descolando com helicópteros ou disparando pistolas de sinalização. Como último recurso, se os ursos não deixarem a área, eles atirarão neles para evitar um ataque. Os habitantes de Svalbard tiveram que matar 24 ursos entre 1998 e 2005. Com apenas 25.000 ursos polares restantes, 24 perdidos em uma única cidade no intuito de proteger seres humanos, realmente é um número regular. À medida que o alimento e a região de caça continuarem a escassear, as interacções entre ursos polares e seres humanos irão aumentar, exigindo mais tiros. É um círculo vicioso que se inicia com a mudança climática e pode terminar com uma espécie extinta nos próximos 40 anos.
    Última edição por mjtc; 24-08-2011 às 09:56.

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