Na 55ª Conferência sobre Agricultura, lançou-se um alerta para o declínio das aves dependentes das explorações agrícolas europeias. Abetardas, grous, tarambolas e picanços, são algumas das aves ameaçadas.




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Na 55ª Conferência sobre Agricultura, realizada em Oxford, membros da Royal Society for the Protection of Birds, lançaram um alerta: as aves dependentes das explorações agrícolas europeias, estão em declínio. Tal dever-se-á aos métodos intensivos utilizados na agricultura moderna.

A agricultura, nomeadamente depois de 1970, prejudicou mais as aves da Europa do que os efeitos das alterações climáticas, a poluição ou a desflorestação. Os países que desenvolveram uma agricultura mais intensiva são os que viram as suas populações de aves diminuir mais rapidamente.

As aves dos países da Europa Ocidental continental são as que estão a sofrer um maior declínio, logo depois das populações ocorrentes na Grã-Bretanha. Abetardas, grous, tarambolas e picanços são apenas algumas das aves ameaçadas.




Teme-se que, com o alargamento da União Europeia aos países de Leste a situação se agrave, pois a conversão das estepes em terrenos agrícolas, em países como a Ucrânia, já levaram algumas espécies de aves a níveis muito próximos da extinção.

Segundo Graham Wynne, director executivo da Royal Society for the Protection of Birds, a opção por uma agricultura de menor escala, pode restabelecer o equilíbrio ecológico. Wynne acrescentou ainda que espécies como a a perdiz cinzenta, o pombo-bravo e a rola, viram as suas populações sofrer um declínio da ordem dos 40% entre 1970 e 1988.

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