Derrames e Varizes são patologias que afectam muitas pessoas porém tem maior incidência nas mulheres do que nos homens. Isto devido a uma postura menos correcta, aos saltos altos, à realização de tarefas domésticas e oscilações do fluxo sanguíneo durante o ciclo menstrual, gravidez, o peso excessivo. No entanto, existe outros factores que contribuem para essas patologias, a hereditariedade e a profissão.


A sensação de pernas pesadas, cansadas, doridas e inchadas são os primeiros sintomas da insuficiência venosa, podendo também surgir cãibras.

Elas são muito mais do que uma questão estética. Se não forem tratadas a tempo, podem evoluir para situações mais sérias a nível da saúde. Trata-se de uma questão de saúde que se deve tratar com maior urgência, não devendo deixar agravar. Logo a prevenção é necessária e fundamental.

O ideal seria praticar exercício físico com regularidade, uma alimentação rica em fibras e variada, não se deve utilizar vestuário apertado nem saltos altos, evitar o calor em excesso e viagens longas.

Existem dois tipos de varizes:

•Telangiectasias conhecidas por derrames que são pequenas veias surgem debaixo da pele e semelham-se a pequenas linhas avermelhadas ramificadas
•Veias varicosas conhecidas por varizes são veias dilatadas e alongadas, com pequena ou grande profundidade, que surgem com uma cor azul cinza e que são originadas da falência valvular e perca de elasticidade e tonicidade.



Dicas de Ervanárias :

Castanha da Índia – reduz a sensação de dor e o cansaço das pernas.
Centelha Asiática – indicaca para insuficiência venosa e varizes.
Ginkgo Biloba – bom impulsionador para a circulação, melhora o flixo para o coração e é indicado para as varizes.
Gengibre – activante circulatório. Estimula todos os tecidos do corpo.
Hamamélia – pode ser aplicada em varizes e pernas cansadas.
Mirtilo – tem uma acção adstringente e tónica. Reforça as paredes dos vasos sanguíneos.
Videira – tónico venoso e de capilares sanguíneos.

Podem ser encontradas em forma de chás, cremes, cápsulas ou gotas.

Dicas Tratamentos :

Drenagem Linfática (Massagem) ; Hidroterapia (Balneoterapia); Acupunctura (técnica oriental)

Porém, o tratamento das varizes tem evoluído nos ultimos anos. Para além da cirugia convencional, que tem duas técnicas de actuação, a laqueação e o stripping, bem como outros métodos não cirugícos.

O inverno é a melhor época para realizar estes tratamentos. Estes serviços estão presentes em Clinicas de Estética e em Medical Spas.

Primeiro é necessário avaliar a situação de cada pessoa, localizar a existência das varizes e também dos derrames nos membros inferiores. E de que forma afectam, ou seja, se tem sintomas subjacentes ao problema, nomeadamente cansaço, inchaço, dores. Depois devem ser realizados exames complementares de diagnóstico como um Angiodinografia e ainda análises.

Depois de analisar todos os dados, pde ser planeada uma intervenção cirúgica ou não cirúgica.

Quando chega a fase de decidir qual o melhor método, é preciso ter em conta as expectativas dos pacientes, em que é necessário perceber quais os possíveis resultados e no caso das cirugias quais os riscos de uma anastesia e da própria cirugia. A cirugia só se justifica para retirar as veias que estão em más condições ou varicosas. A cirugia, no entanto, deixa sempre cicatrizes. Porém as cicatrizes poderão ser uma opção mais viável do que as préoprias varizes. Os médicos devem sempre tentar remover o mínimo possível, procurando não remover as safenas.

No que se refere ao laser, este é um tratamento mais actual para retirar os derrames e varicosidades com 3 a 5 milímetros de largura. O laser elimina os derrames pelo aquecimento e coagulação dos tecidos, ocorrendo assim uma cauterização. Em que o tecido coagulado é reabsorvido pelo organismo. Os sinais de recuperação são notórios, num período de tempo de 6 a 12 meses.

Existe ainda no mercado a Escleroterapia, que consiste na injecção de esclorosantes que danificam os capilares. Porém tem mais complicações que o laser, porque os vasos saudáveis também podem ser afectados.Enquanto que o laser restringe a área afectada. E diversas vezes por Escleroterapia surgem mais derrames como também zonas avermelhadas e manchas.

A melhor decisão cabe a cada paciente devidamente informado.