<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?> <rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"> <channel> <title>Gforum -  Digital - Forum - Prevenção e Protecção</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> <description /> <language>pt</language> <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 00:35:18 GMT</lastBuildDate> <generator>vBulletin</generator> <ttl>1</ttl> <image> <url>http://www.geralforum.com/board/images/misc/rss.png</url> <title>Gforum -  Digital - Forum - Prevenção e Protecção</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> </image> <item> <title>Norte em aviso laranja</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=570250&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Wed, 10 Apr 2013 20:52:31 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Chuva resiste mais uns dias. Primavera chega entre sexta e sábado. 
 
Vai ser preciso esperar até sábado para que a chuva desapareça definitivamente e a Primavera se revele. Até à manhã de quinta-feira ainda vai chover com grande intensidade no Litoral Norte, ao ponto da meteorologia colocar Porto, Viana do Castelo e Braga sob aviso "laranja". 
 
Só a partir de sexta-feira é que o tempo começa a mudar, diz a meteorologista Maria João Frada. "A chuva forte vai ficar confinada essencialmente ao...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div>Chuva resiste mais uns dias. Primavera chega entre sexta e sábado.<br /> <br />
Vai ser preciso esperar até sábado para que a chuva desapareça definitivamente e a Primavera se revele. Até à manhã de quinta-feira ainda vai chover com grande intensidade no Litoral Norte, ao ponto da meteorologia colocar Porto, Viana do Castelo e Braga sob aviso &quot;laranja&quot;.<br /> <br />
Só a partir de sexta-feira é que o tempo começa a mudar, diz a meteorologista Maria João Frada. &quot;A chuva forte vai ficar confinada essencialmente ao Minho e Douro Litoral, poderá abranger os distritos de Vila Real e também de Aveiro. Noutros distritos será muito pontual e não será para aviso&quot;, refere.<br /> <br />
&quot;A Primavera começa a dar um ar da sua graça a partir de sexta, embora mais na região Sul, porque as regiões Norte e Centro vão ter ainda muita nebulosidade, alguns períodos de chuva fraco e aguaceiros. Com mais certeza a partir de sábado podemos todos ver o sol e vamos ter subida de temperatura&quot;, acrescenta Maria João Frada.<br /> <br />
Assim, no sábado o dia já será de sol em todo o país e com temperaturas mais altas, nalguns casos a rondar os 26 graus.<br /> <br /> <br /> <br />
  lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=570250</guid> </item> <item> <title>As cidades europeias que correm mais riscos de inundações (com MAPA)</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=569526&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Fri, 05 Apr 2013 22:06:54 GMT</pubDate> <description><![CDATA[*As cidades europeias que correm mais riscos de inundações (com MAPA)* 
 
Imagem: http://greensavers.sapo.pt/wp-content/themes/codistage/thumb.php?src=files/inundao_SAPO.jpg&w=570&h=280&zc=1&q=90  
 
Braga, Grande Porto, Grande Lisboa, Setúbal e Faro são algumas das áreas metropolitanas portuguesa com taxas de impermeabilização de solo entre os 50 e 74%, de acordo com um relatório da Comissão Europeia sobre a nova realidade das cheias no Velho Continente. E isso poderá ser um problema. É que o...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">As cidades europeias que correm mais riscos de inundações (com MAPA)</font></b><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://greensavers.sapo.pt/wp-content/themes/codistage/thumb.php?src=files/inundao_SAPO.jpg&amp;w=570&amp;h=280&amp;zc=1&amp;q=90" border="0" alt="" /></div><br />
Braga, Grande Porto, Grande Lisboa, Setúbal e Faro são algumas das áreas metropolitanas portuguesa com taxas de impermeabilização de solo entre os 50 e 74%, de acordo com um relatório da Comissão Europeia sobre a nova realidade das cheias no Velho Continente. E isso poderá ser um problema. É que o estudo diz que o aumento da ocorrência de cheias será um dos efeitos mais graves das alterações climáticas na Europa, ao longo das próximas décadas.<br /> <br />
Algumas das condições que podem contribuir para as inundações urbanas estão em destaque no mapa Eye on Earth, da Agência Europeia do Ambiente (EEA).<br /> <br />
Em épocas de chuvas fortes, as cidades podem facilmente ficar inundadas se a água não for rapidamente absorvida pelo solo e o sistema de escoamento não conseguir lidar com a quantidade de água existente. O Eye on Earth vem ajudar neste aspecto, mostrando a percentagem média de superfícies impermeáveis de cada cidade – zonas cimentadas ou com edifícios, onde o solo não permite absorção da água.<br /> <br /> <a href="http://eyeonearth.org/templates/eoebasicviewer/index.html?appid=25dbcdaecec84e7aa58b5b64519e7ba4" target="_blank" rel="nofollow"><b>Veja o mapa.</b></a><br /> <br />
O relatório divide as taxas de impermeabilização dos solos em quatro: entre 7 e 24%, entre 25 e 49%, entre 50 E 74% e, finalmente, entre 75 e 100%. Paris, Bucareste e Barcelona são algumas das cidades com mais de três quartos da sua área em superfície impermeável – o que significa que correm o risco de a água não dispersar devidamente quando há chuvas fortes. Na Península Ibérica, também a zona da Corunha tem uma taxa de impermeabilização entre os 75 e os 100%, um número claramente preocupante. Buzau e Salónica, na Roménia e Grécia, são as outras duas zonas europeias em perigo.<br /> <br />
A impermeabilização do solo é, contudo, apenas um dos factores que contribui para o aumento do risco de inundação urbana. Em 2011, as chuvas extremamente fortes registadas em Copenhaga causaram cheias e danos na cidade quando os esgotos não conseguiram lidar com o enorme volume de água.<br /> <br />
Uma grande quantidade de áreas artificiais também aumenta a temperatura nas cidades. Por sua vez, os espaços verdes podem ser úteis durante as ondas de calor, arrefecendo as áreas urbanas. Em algumas regiões da Europa, a quantidade e a duração das ondas de calor também devem aumentar, graças às alterações climáticas (visualmente representadas no mapa).<br /> <br />
O Eye on Earth é uma plataforma de mapeamento online e rede de informação pública, criada pela EEA e alguns parceiros. Trata-se de um fórum que reúne fornecedores de dados oficiais, investigadores, empresas e sociedade civil, de modo a construir uma imagem cada vez mais precisa do nosso meio ambiente.<br /> <br />
Espera-se que esta ferramenta sirva para ajudar na elaboração de estratégias e opções para o desenvolvimento sustentável e outros desafios globais.</font></span><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://greensavers.sapo.pt/files/Risco-cidades-europeias.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <div style="text-align: right;"><font size="1">GreenSavers</font></div></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=569526</guid> </item> <item> <title><![CDATA[Protecção Civil Habitações continuam "em risco" em Guimarães]]></title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=569225&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Wed, 03 Apr 2013 09:04:14 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Os trabalhos para remover "o monte" de terra da derrocada de terça-feira em Guimarães já recomeçaram, depois de terem sido suspensos às 03h00, ainda com o risco de as habitações na encosta ruírem, disse a Protecção Civil. 
Segundo fonte da Protecção Civil à agência Lusa no local, na manhã de hoje já houve "algum movimento de terras", pelo que a situação "ainda é perigosa". 
 
A protecção civil e os serviços da Câmara Municipal de Guimarães estão agora "a estudar" o local para onde será levada a...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div>Os trabalhos para remover &quot;o monte&quot; de terra da derrocada de terça-feira em Guimarães já recomeçaram, depois de terem sido suspensos às 03h00, ainda com o risco de as habitações na encosta ruírem, disse a Protecção Civil.<br />
Segundo fonte da Protecção Civil à agência Lusa no local, na manhã de hoje já houve &quot;algum movimento de terras&quot;, pelo que a situação &quot;ainda é perigosa&quot;.<br /> <br />
A protecção civil e os serviços da Câmara Municipal de Guimarães estão agora &quot;a estudar&quot; o local para onde será levada a massa de terra que está a ser removida &quot;por mais de uma dezena de camiões&quot;, explicou a fonte.<br />
Ao contrário do que chegou a ser equacionado na noite de terça-feira, &quot;depois de haver certezas que não haveria vítimas debaixo da terra&quot;, os trabalhos de remoção do entulho foram suspensos, tendo sido retomados por volta das 08h30 horas de hoje.<br /> <br />
&quot;Não há vítimas, é certo, mas a situação ainda é perigosa. Já houve mesmo algum movimento de terras esta manhã, pelo que a possibilidade das habitações [evacuadas após o deslize de terras] virem a ruir está em cima da mesa&quot;, admitiu a fonte.<br /> <br />
Alias, as fundações, pilares e estacaria do complexo habitacional &quot;de luxo&quot; situado na encosta que derrocou, com 20 focos habitacionais, é, agora à luz do dia, &quot;bem visível&quot;.<br /> <br />
Fonte dos bombeiros de Guimarães confirmou à Lusa que &quot;a situação continua delicada, pelo que a corporação está de alerta&quot;.<br /> <br /> <br /> <br />
  lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=569225</guid> </item> <item> <title>Quatro distritos sob aviso laranja devido ao mau tempo</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=568250&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 28 Mar 2013 18:09:01 GMT</pubDate> <description>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou, até sexta-feira, sob aviso laranja os distritos Porto, Viana do Castelo, Aveiro e Braga estão, devido à previsão de períodos de chuva forte e persistente . 
 
Segundo o IPMA, a maior parte de Portugal Continental e todas as ilhas do arquipélago dos Açores estão hoje sob aviso amarelo, o terceiro mais grave numa escala de quatro, devido à previsão de chuva, vento forte e agitação marítima. 
 
O alerta laranja para quatro distritos no...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou, até sexta-feira, sob aviso laranja os distritos Porto, Viana do Castelo, Aveiro e Braga estão, devido à previsão de períodos de chuva forte e persistente .<br /> <br />
Segundo o IPMA, a maior parte de Portugal Continental e todas as ilhas do arquipélago dos Açores estão hoje sob aviso amarelo, o terceiro mais grave numa escala de quatro, devido à previsão de chuva, vento forte e agitação marítima.<br /> <br />
O alerta laranja para quatro distritos no Norte termina na manhã de sexta-feira, mantendo-se o alerta amarelo em todos os casos, até sábado de manhã, devido à previsão de agitação marítima.<br /> <br />
Em Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real e Castelo Branco estão previstas, até sábado, rajadas de vento na ordem dos 95 quilómetros por hora e períodos de chuva por vezes forte.<br /> <br />
Para Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria etsá prevista queda de chuva por vezes forte e de rajadas de vento na ordem dos 70 quilómetros por hora, que podem ser de 95 quilómetros por hora nas terras altas. <br /> <br /> <br /> <br />
 lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=568250</guid> </item> <item> <title>Desastres Silenciosos</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563370&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sun, 03 Mar 2013 13:41:52 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Campanha "Desastres Silenciosos": história do Uganda 
 
Uganda: o poder da prevenção durante surtos epidémicos 
 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eilu6IszWSQ 
 
Victor Lacken, Uganda 
 
Quando se trata de Febre Hemorrágica Ébola, nunca se é cuidadoso demais. Continua a ser um dos vírus mais mortíferos até agora identificados e desconhece-se a cura. O facto de ser altamente infeccioso e contagioso significa que um surto da febre deve ser imediatamente identificado e...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3">Campanha &quot;Desastres Silenciosos&quot;: história do Uganda<br /> <br /> <font size="5">Uganda: o poder da prevenção durante surtos epidémicos</font><br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <iframe class="restrain" title="YouTube video player" width="640" height="390" src="//www.youtube.com/embed/eilu6IszWSQ?wmode=opaque" frameborder="0"></iframe> </div><br /> <font size="1">Victor Lacken, Uganda</font><br /> <br />
Quando se trata de Febre Hemorrágica Ébola, nunca se é cuidadoso demais. Continua a ser um dos vírus mais mortíferos até agora identificados e desconhece-se a cura. O facto de ser altamente infeccioso e contagioso significa que um surto da febre deve ser imediatamente identificado e isolado.<br /> <br />
Foi o que aconteceu em fins de 2012, no distrito de Luweero, na região centro do Uganda, quando surgiram relatos de um surto de Ébola. Assim que o primeiro caso foi confirmado - um motorista de táxi que adoeceu com os sintomas e que acabou por morrer - a Sociedade da Cruz Vermelha do Uganda interveio com uma campanha que visava informar as pessoas sobre como limitar ou prevenir melhor a propagação da doença.<br /> <br />
Tratou-se do segundo surto de Ébola no Uganda num período de três meses, sem que tenha sido estabelecida qualquer relação entre ambos.<br /> <br />
“Assim que se anunciou o surto no nosso distrito, os voluntários foram imediatamente destacados e iniciaram a sensibilização porta-a-porta das comunidades”, afirmou Annet Nampima, directora da representação da Cruz Vermelha do Uganda no distrito de Luweero. “Esta acção contribuiu de facto para a divulgação das mensagens sobre o Ébola e inclusivamente para mudar a atitude e os hábitos nas comunidades.”<br /> <br />
Os voluntários da Cruz Vermelha visitaram famílias na zona, afixando cartazes, distribuindo brochuras e dando conselhos práticos sobre o que fazer no caso de suspeita de infecção de um familiar. A reacção por parte das famílias visitadas foi na grande maioria positiva, mas alguns voluntários depararam-se em alguns bairros com uma certa resistência à prática de evitar o contacto físico com pessoas suspeitas de serem portadoras da doença.<br /> <br />
“Na sua cultura, por exemplo, existe o hábito de lavar os mortos, mas com este surto e na sequência da sensibilização, este hábito mudou. As pessoas começaram de facto a acreditar que precisam de vestuário e equipamento de protecção para estarem em contacto com cadáveres&quot;, afirmou Annet.<br /> <br />
As superstições e a crença na feitiçaria também representaram um desafio para os voluntários que procuravam ensinar às pessoas como prevenir a propagação do vírus. Porém, a sua mensagem manteve-se inalterada: há medidas práticas que podem reduzir os riscos.<br /> <br />
Em geral, os habitantes da província de Luweero não são abastados e a suspeita de que alguém possa estar infectado pelo Ébola pode ter efeitos devastadores, mesmo se posteriormente a suspeita não se confirmar. Isto porque a suposta vítima é isolada e muitos dos seus pertences – roupa, colchões, loiça e tachos – são destruídos como precaução contra a propagação do vírus.<br /> <br />
A Sociedade da Cruz Vermelha do Uganda interveio para ajudar estas pessoas depois de receberem alta do hospital, oferecendo-lhes colchões, artigos de cozinha, desinfectantes, recipientes para água e mosquiteiros para substituir o que tinha sido destruído.<br /> <br />
Infelizmente, os surtos epidémicos no Uganda são cada vez mais frequentes. Nos últimos 12 anos, o Uganda foi atingido por quatro surtos de Ébola. Ainda em 2012, enfrentou dois surtos de cólera e um surto de Marburgo. À semelhança do procedimento aquando dos surtos de Ébola, a Cruz Vermelha do Uganda divulgou informação essencial em matéria de higiene e saúde a quase 7 milhões de pessoas em todas as zonas afectadas do país para ajudar a travar a propagação das doenças.<br /> <br />
Estes surtos epidémicos no Uganda são prova da actual tendência crescente de emergências de saúde e desastres &quot;silenciosos&quot; recorrentes, de menor dimensões, em todo o mundo. Não são definitivamente silenciosos para as pessoas, famílias e comunidades afectadas.<br /> <br />
Nos recentes surtos epidémicos de 2012, a Cruz Vermelha ajudou 70 000 pessoas e respectivas famílias afectadas por estas doenças – e preveniu a propagação da epidemia a milhões de outras – com o apoio do serviço de Ajuda Humanitária e Protecção Civil da Comissão Europeia.</font></span><br /> <br /> <img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_4746.jpg" border="0" alt="" /><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_4807.jpg" border="0" alt="" /><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_4994.jpg" border="0" alt="" /><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_5053s.jpg" border="0" alt="" /><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_5157s.jpg" border="0" alt="" /><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/phocagallery/desastressilenciosos/uganda/thumbs/phoca_thumb_m_uganda%202012%20dsc_4966s.jpg" border="0" alt="" /><br /> <br /> <a href="http://www.cruzvermelha.pt/index.php" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://www.cruzvermelha.pt/images/yootheme/logo_cruz.jpg" border="0" alt="" /></a></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563370</guid> </item> <item> <title>Estudo do Risco Sismico e de Tsunamis do Algarve</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563362&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sun, 03 Mar 2013 12:58:30 GMT</pubDate> <description>*Estudo do Risco Sismico e de Tsunamis do Algarve* 
 
*Apresentação *	 
 
Os registos históricos demonstram que a região do Algarve é a que, ao longo dos tempos, tem registado maiores intensidades sísmicas em Portugal Continental, sendo esta uma região de características particulares, pois além da grande concentração urbana junto ao litoral, recebe sazonalmente um intenso fluxo populacional, nacional e internacional. 
 
O último grande sismo no continente português ocorreu em 28 de Fevereiro de...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><font size="4"><b>Estudo do Risco Sismico e de Tsunamis do Algarve</b></font><br /> <br /> <b><font size="4">Apresentação </font></b> <br /> <br />
Os registos históricos demonstram que a região do Algarve é a que, ao longo dos tempos, tem registado maiores intensidades sísmicas em Portugal Continental, sendo esta uma região de características particulares, pois além da grande concentração urbana junto ao litoral, recebe sazonalmente um intenso fluxo populacional, nacional e internacional.<br /> <br />
O último grande sismo no continente português ocorreu em 28 de Fevereiro de 1969. Embora não se tivessem registado intensidades muito elevadas, foi suficiente para causar danos materiais importantes na região do Algarve.<br /> <br />
Na eventualidade de ocorrer um evento semelhante é convicção da comunidade científica e dos agentes de protecção civil que nesta área poderão verificar-se danos muito elevados na estrutura urbana e baixas significativas na população. Particularmente, se um grande sismo ocorrer durante um período de grande concentração demográfica, como o mês de Agosto, a gestão da situação de emergência torna-se particularmente difícil.<br /> <br />
É pois importante que a população que a população aprenda a conviver com o risco e saiba como actuar individualmente, quando confrontada com uma situação real. Contudo, este trabalho de sensibilização que a protecção civil tem de conduzir, só será eficaz se a população “sentir” que o sistema de protecção civil também está preparado para a proteger.<br /> <br />
O Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (ERSTA) possibilitou o conhecimento aprofundado do risco sísmico e de tsunamis na região com vista ao desenvolvimento de um plano especial de emergência detalhado para estes riscos e, ainda, o desenvolvimento de políticas de prevenção e protecções adequadas para o Algarve.<br /> <br />
Com a conclusão deste Estudo, todos os resultados técnico-científicos, que cobrem uma vasta gama de temas, desde a geração de sismos credíveis à estimativa dos danos dos elementos vulneráveis da sociedade, foram implementados num simulador, que permite estimar e visualizar as previsões de danos, devidamente georreferenciadas. <br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.proteccaocivil.pt/PublishingImages/tsunami_algarve.png" border="0" alt="" /><br />
Zonas inundadas pelo Tsunami (Pormenor de Quarteira e Vilamoura)</div><br /> <b><font size="4">Enquadramento</font></b><br /> <br />
O ERSTA abrange 16 concelhos do Distrito de Faro, nomeadamente: Albufeira; Alcoutim; Aljezur; Castro Marim; Faro; Lagoa; Lagos; Loulé; Monchique; Olhão; Portimão; São Brás de Alportel; Silves; Tavira; Vila do Bispo; Vila Real de Santo António.<br /> <br />
O Distrito é limitado a norte com o Distrito de Beja, a leste com a Espanha, e a sul e a oeste com o Oceano Atlântico. Tem uma área de 4960 km². A população residente (censos 2001) é de 395 208. <br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.proteccaocivil.pt/RiscosVulnerabilidades/rset/PublishingImages/sismos2.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <b><font size="4">Objectivo</font></b><br /> <br />
Os sismos são fenómenos bem conhecidos em Portugal, tanto no Continente como na Região Autónoma dos Açores. Contudo, enquanto nos Açores os sismos se verificam com frequência, geralmente com moderada intensidade, e onde existe grande consciência para o problema, no Continente, a actividade sísmica caracteriza-se por episódios intensos, de grande impacto, separados por longos períodos de ausência.<br /> <br />
O problema sísmico no contexto da Europa Comunitária assume, hoje em dia, uma envolvente mais significativa, uma vez que os seus efeitos terão de ser partilhados no seio da comunidade, carecendo de um tratamento político mais global, quer a nível dos programas de investigação, quer ao nível das acções conjuntas de planeamento e de emergência ou de reforço das edificações.<br /> <br />
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) ciente dos efeitos que um sismo moderado ou de maior intensidade possa provocar na sociedade portuguesa, tem promovido o desenvolvimento de trabalhos com as entidades técnico-científicas sobre esta matéria.<br /> <br />
Durante dois anos, a ANPC coordenou a elaboração de um Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis no Algarve (ERSTA).<br /> <br />
O ERSTA teve como principais objectivos:<br /> <br />
    Estudar aprofundadamente o risco sísmico da região abrangida e as vulnerabilidades associadas; <br /> <br />
    Implementar em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) no simulador de ocorrência de sismos e danos associados que permita: desenvolver acções de planeamento de emergência para situações de catástrofe; realizar exercícios e promover acções de formação de agentes do sistema de protecção civil; <br /> <br />
    Adquirir maior conhecimento sobre as vulnerabilidades existentes na região, no sentido de sensibilizar as entidades competentes para desenvolverem acções que conduzam à sua redução.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.proteccaocivil.pt/RiscosVulnerabilidades/rset/PublishingImages/sismos3.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <b><font size="4">Temas</font></b><br /> <br />
Para se poderem alcançar os objectivos referidos, foi necessário considerar várias componentes a desenvolver durante o ERSTA, antes de se proceder à elaboração de um plano de emergência que permita a optimização do socorro na região. Assim, os temas a estudar foram:<br /> <br />
RISCO SÍSMICO E DE TSUNAMI NO ALGARVE<br /> <br />
    ·         Sismotectónica do Algarve<br /> <br />
    ·         Padrão de tensão tectónica na margem algarvia<br /> <br />
    ·         Teste de modelos numéricos de tsunamis<br /> <br />
    ·         Zonação da vulnerabilidade do litoral a tsunamis<br /> <br />
    ·         Cartografia de inundação provocada pelo sismo de 1755<br /> <br />
    ·         Perigosidade de tsunami<br /> <br />
    ·         Vulnerabilidade geotectónica a sismos<br /> <br />
    ·         Vulnerabilidade e instabilidade de arribas litorais<br /> <br />
    ·         Projecto-piloto de avaliação multi-risco<br /> <br />
CATÁLOGO SÍSMICO<br /> <br />
DEFINIÇÃO DE CENÁRIOS E CARACTERIZAÇÃO DA ENERGIA SÍSMICA<br /> <br />
    ·         Definição com base probabilística de cenários sísmicos<br /> <br />
              para o planeamento de emergência<br /> <br />
    ·         Caracterização da propagação da energia sísmica em rocha,<br /> <br />
              desde a fonte até ao local<br /> <br />
    ·         Efeitos de sítio – caracterização geotécnica<br /> <br />
    ·         Efeitos de sítio – (Fichas de caracterização geotécnica)<br /> <br />
ELEMENTOS VULNERÁVEIS (Identificação, Caracterização e Danos)<br /> <br />
    ·         Parque edificado habitacional<br /> <br />
    ·         Pontos vitais<br /> <br />
    ·         Parque hoteleiro<br /> <br />
IMPLEMENTAÇÃO DO SIMULADOR<br /> <br /> <font size="4"><b>Entidades Co-gestoras</b></font><br /> <br />
Com a finalidade de dar cumprimento ao objectivo fundamental da protecção civil de prevenção dos riscos colectivos resultantes de acidentes graves e catástrofes, foi celebrado no âmbito do Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve, no dia 1 de Março de 2006, no Algarve, “Protocolo de Cooperação e Gestão”.<br /> <br /> <b>Entidade Coordenadora</b><br /> <br />
    ·         Autoridade Nacional de Protecção Civil - ANPC<br /> <br /> <b> Entidades Co-gestoras</b><br /> <br />
     ·         Universidade do Algarve – ULAG;<br /> <br />
    ·         Associação Municípios do Algarve – AMAL;<br /> <br />
    ·         Comissão Coordenação e Desenvolvimento Regional do<br /> <br />
               Algarve – CCDR Alg.<br /> <br /> <br /> <font size="4"><b>Entidades Apoio-técnico</b></font><br /> <br />
Com a finalidade de dar forma ao cumprimento do objectivo da protecção civil, e tendo também como âmbito o processo de elaboração do Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve, foi celebrado no dia 1 de Março de 2006, no Algarve, protocolo que visou definir o enquadramento, o empenhamento e a organização dos aspectos de natureza técnica, designado “Protocolo de Apoio Técnico”.<br /> <br /> <b>Entidades de Acompanhamento </b><br /> <br />
    ·         Instituto de Meteorologia – IM<br /> <br />
    ·         Rede Ferroviária Nacional – REFER EP<br /> <br />
    ·         EP – Estradas de Portugal, E.P.E.<br /> <br />
    ·         ANA – Aeroportos de Portugal, SA<br /> <br />
    ·         Direcção-Geral da Autoridade Marítima – DGAM<br /> <br /> <br /> <b>Entidades Tec. científicas</b><br /> <br />
Iniciado em Janeiro de 2007 e com duração de dois anos, sob a coordenação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, foram assinados protocolos com 9 entidades técnico-científicas distribuídas pelas diferentes áreas de actividade, com o objectivo de se concretizarem as várias componentes do Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (ERSTA).<br /> <br /> <font size="4"><b>Entidades Técnico-científicas</b></font><br /> <br />
·         Universidade do Algarve (UALG) – “Protocolo específico sobre caracterização geotécnica e estudo de Vulnerabilidade a Tsunamis para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) – “Protocolo sobre caracterização e estudo de vulnerabilidades para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Instituto Superior Técnico (ICIST / IST) – “Protocolo sobre caracterização e estudo de vulnerabilidades das redes de infraestruturas para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Instituto de Ciências da Terra e do Espaço (ICTE) – “Protocolo sobre vulnerabilidade e instabilidade de arribas litorais, perigosidade de tsunamis e projecto-piloto de avaliação multi-risco para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) – “Protocolo sobre cartografia de inundação do sismo de 1755 para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Escola Superior de Tecnologia da Universidade do Algarve (EST / UALG) – “Protocolo sobre Efeitos de Sítio para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) – “Protocolo sobre sismotectónica do Algarve para o ERSTA”.<br /> <br />
·         Centro de Estudos Geográficos (CEG / UL) – “Protocolo sobre caracterização e estudo de vulnerabilidades humanas e orientações para o ordenamento do território para ao ERSTA”.<br /> <br />
·         Instituto de Meteorologia (IM) – “Protocolo sobre caracterização sismológica para o ERSTA”.<br /> <br /> <font size="4"><b>Simulador</b></font><br /> <br />
Todos os dados recolhidos e produzidos no âmbito do Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (ERSTA) estão organizados sob a forma de um SIG para permitir a modelação do risco sísmico, o que possibilita estimar e visualizar as previsões de danos, devidamente geo-referenciadas, para uma melhor e mais eficaz gestão da emergência.<br /> <br />
Este Simulador permite a simulação de cenários sísmicos credíveis sendo por isso, de extrema utilidade para o apoio à prevenção e ao planeamento da intervenção e apoio ao desenvolvimento de um plano especial de emergência detalhado para os riscos sísmico e de tsunami no Algarve. </font></span><br /> <br /> <img src="http://www.proteccaocivil.pt/SiteCollectionImages/ImgANPC/NovoLogotipo.gif" border="0" alt="" /></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=1648">Prevenção e Protecção</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563362</guid> </item> </channel> </rss>
