<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?> <rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"> <channel> <title>Gforum -  Digital - Forum - Instrumentos Astronómicos/Outros</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> <description /> <language>pt</language> <lastBuildDate>Sat, 25 May 2013 02:19:52 GMT</lastBuildDate> <generator>vBulletin</generator> <ttl>1</ttl> <image> <url>http://www.geralforum.com/board/images/misc/rss.png</url> <title>Gforum -  Digital - Forum - Instrumentos Astronómicos/Outros</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> </image> <item> <title>Novo foguete europeu dá show de versatilidade</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575074&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Mon, 13 May 2013 21:42:11 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Novo foguete europeu dá show de versatilidade 
 
 
Imagem: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130513-foguete-vega.jpg  
A missão múltipla exigiu cinco acionamentos dos motores do foguete, que tem 30 metros de altura, 3 metros de diâmetro, pesa 137 toneladas e pode levar uma carga útil de até 1.500 kg. [Imagem: ESA/J.Huart] 
 
 
O segundo voo do novo foguete VEGA, da ESA (Agência Espacial Europeia) foi um sucesso, completando uma missão tríplice, que colocou três...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial Black"><font size="4"><span style="font-family: Arial Black"><font size="5">Novo foguete europeu dá show de versatilidade</font></span><br /> <br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130513-foguete-vega.jpg" border="0" alt="" /><br />
A missão múltipla exigiu cinco acionamentos dos motores do foguete, que tem 30 metros de altura, 3 metros de diâmetro, pesa 137 toneladas e pode levar uma carga útil de até 1.500 kg. [Imagem: ESA/J.Huart]</div></font><br /> <br />
O segundo voo do novo foguete VEGA, da ESA (Agência Espacial Europeia) foi um sucesso, completando uma missão tríplice, que colocou três satélites em três órbitas diferentes.<br /> <br />
Foram lançados dois satélites de observação da terra, o Proba-V, da ESA e o VNREDSat-1A, do Vietnam.<br /> <br />
A seguir, foi lançado o primeiro satélite científico da Estônia, o inovador ESTCube-1, que vai testar uma nova tecnologia de propulsão espacial, chamada vela solar-elétrica.<br /> <br /> <b>Foguete multiuso</b><br /> <br />
Essa missão múltipla exigiu cinco acionamentos dos motores do foguete.<br /> <br />
Depois da queima dos dois primeiros estágios de combustível sólido, o Proba-V foi liberado em uma órbita circular a uma altitude de 820 km, na costa oeste da Austrália, 55 minutos após o início do voo.<br /> <br />
O principal objetivo da missão é monitorar a cobertura vegetal do Planeta Terra.<br /> <br />
Depois de liberar o Proba-V, o módulo superior fez uma terceira queima, após o que a parte superior do Vega, em forma de ovo, foi ejetada.<br /> <br />
Depois de uma quarta queima, em uma órbita a uma altitude de 704 km, o VNREDSat-1A foi liberado 1 hora e 57 minutos depois do lançamento.<br /> <br />
O ESTCube-1 foi ejetado três minutos mais tarde.<br /> <br />
Uma quinta e última queima pôs o foguete em uma trajetória que garante sua reentrada na atmosfera, de acordo com a nova regulamentação do lixo espacial.<br /> <br />
O lançamento marcou o início da transição da ESA para a Arianespace como operador de lançamento do Vega. A Arianespace fez a análise do voo, a preparação e as operações, e o marketing que permitiu que o lançamento contasse com uma carga comercial.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130513-sonda-proba.jpg" border="0" alt="" /><br />
A sonda espacial Proba é a primeira missão espacial a usar a eletrônica à base de nitreto de gálio em lugar do silício. [Imagem: ESA/ATG Medialab]</font></div><br /> <b>Satélite da vegetação</b><br /> <br />
A carga primária do Proba-V é um minissatélite de 160 kg construído pela Qinetiq Space Belgium.<br /> <br />
O Proba-V baseia-se na plataforma que suportou duas anteriores missões da ESA e transporta o equipamento Vegetation, que irá mapear o coberto vegetal global a cada dois dias, seguindo-se à primeira geração de captadores de imagem a bordo dos satélites franceses Spot 4 e 5.<br /> <br />
O Proba-V está na mesma órbita que o Spot-5, de forma a tomar o seu lugar que ele se aposentar no próximo ano.<br /> <br />
O equipamento Vegetation é uma sofisticada tecnologia de captação de imagem, concebida para fornecer imagens com 350 metros de resolução, em quatro bandas no visível e no infravermelho, com uma largura de banda muito elevada, permitindo a cobertura de todas as áreas entre os 35-75ºN e 35-56ºS.<br /> <br />
Além deste instrumento principal, o Proba também transporta uma série de cargas tecnológicas, tais como um receptor para detectar aeronaves em voo, um amplificador de comunicações baseado na última tecnologia de semicondutores de nitreto de gálio, um novo par de monitores de radiação e uma experiência de fotônica, para testar as fibras ópticas no espaço.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130513-navegacao-eletrica.jpg" border="0" alt="" /><br />
A vela solar-elétrica é composta por longos fios metálicos, lembrando um guarda-chuvas sem o tecido. Esses fios são mantidos energizados por um canhão de elétrons. [Imagem: Alexandre Szames]</div></font><br /> <br /> <b>Vela solar-elétrica</b><br /> <br />
Outra missão de grande interesse é o ESTCube-1.<br /> <br />
Este picossatélite, pesando apenas 1,3 kg, foi projetado e construído por estudantes da Universidade de Tartu, com uma contribuição do Instituto Meteorológico Finlandês.<br /> <br />
A sua missão consiste em soltar um cabo de 10 metros no espaço para realizar manobras aproveitando o fluxo de plasma, o que contribuirá para o desenvolvimento de velas solares electroestáticas que poderiam permitir realizar viagens interplanetárias sem combustível.<br /> <br />
Ao contrário das velas solares normais, que possuem um fino tecido reflexivo para receber o impacto do vento solar, a vela solar-elétrica se parece mais a armação de um guarda-chuva - imagine um guarda-chuva sem o pano.<br /> <br />
Esses fios são mantidos energizados por um pequeno canhão de elétrons, a bordo da espaçonave.<br /> <br />
É a interação entre esses fios energizados e o vento solar que gera o empuxo para empurrar a espaçonave - o potencial dos fios repele os prótons do vento solar, ganhando impulso a partir desse choque.<br /> <br />
Pelo menos essa é a teoria - o ESTCube-1 irá dizer se ela está correta ou não e se a eficiência do mecanismo merecerá testes maiores.</font></span><br /> <br /> <font size="1"><div style="text-align: right;">Redação do Site Inovação Tecnológica </div></font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575074</guid> </item> <item> <title>Telescópio espacial quase colide com satélite espião russo</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=574192&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Tue, 07 May 2013 19:55:50 GMT</pubDate> <description>Telescópio espacial quase colide com satélite espião russo 
	 
Uma manobra espacial de emergência feita pela NASA evitou que o telescópio espacial Fermi, de 690 milhões de dólares, se chocasse contra um velho satélite russo desativado. O evento ocorreu em 2012, mas só agora foi revelado pelas autoridades americanas. 
 
Imagem: http://www.apolo11.com/imagens/2013/colisao_fermi_cosmo_abr_2012_20130502-100810.jpg ...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial Black"><font size="4"> Telescópio espacial quase colide com satélite espião russo<br /> <br />
Uma manobra espacial de emergência feita pela NASA evitou que o telescópio espacial Fermi, de 690 milhões de dólares, se chocasse contra um velho satélite russo desativado. O evento ocorreu em 2012, mas só agora foi revelado pelas autoridades americanas.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><a href="http://www.apolo11.com/display.php?imagem=imagens/2013/colisao_fermi_cosmo_abr_2012_20130502-100810_big.jpg" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://www.apolo11.com/imagens/2013/colisao_fermi_cosmo_abr_2012_20130502-100810.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Risco de Colisão entre telescópio fermi e satpelite russo<br />
Clique para ampliar</div></font><br /> <br />
No dia 29 de março de 2012, os controladores da missão detectaram uma aproximação extremamente perigosa entre o antigo satélite COSMOS 1805 e o telescópio espacial Fermi. De acordo com os dados, ambos estavam a apenas 213 metros de distância um do outro e se nada fosse feito, em poucos dias cruzariam o mesmo ponto no espaço com uma diferença de apenas 30 milissegundos.<br /> <br />
Na ocasião, o satélite russo viajava no espaço a 44 mil km/h com relação ao telescópio Fermi. Seu peso é superior a 1500 quilos e o choque produziria uma explosão capaz de liberar o equivalente a 2500 toneladas de TNT, aumentando ainda mais a quantidade de lixo espacial na orbita da Terra.<br /> <br />
&quot;Minha reação imediata foi de espanto. Aquilo era totalmente diferente de tudo que já tínhamos visto&quot;, disse a cientista Julie McEnery, cientista da missão Fermi junto à NASA. &quot;Era claro que tínhamos que fazer alguma coisa e tirar o telescópio dali&quot;, disse a pesquisadora.<br /> <br />
Imediatamente, McEnery alertou a equipe de dinâmica de voo e após uma série de cálculos foi dado início ao plano de manobra do telescópio. O plano era disparar os foguetes usados normalmente para as pequenas correções, permitindo que o telescópio mudasse para uma altitude suficiente para se livrar do risco de colisão.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <iframe class="restrain" title="YouTube video player" width="640" height="390" src="//www.youtube.com/embed/8nunNVzC_qc?wmode=opaque" frameborder="0"></iframe> </div><br />
&quot;O trabalho é semelhante à previsão de chuva para um determinado lugar em uma hora específica com uma semana de antecedência&quot;, disse Eric Stoneking, engenheiro-chefe para o controle de atitude do telescópio junto ao Goddard Space Flight Center, da Nasa. Atitude, que não deve ser confundido com altitude, é o termo usado para descrever a posição física de um satélite dentro da órbita.<br /> <br />
&quot;À medida que a data da manobra se aproxima as incertezas na previsão diminuem, mas os fatores levados em conta inicialmente podem mudar totalmente&quot;, explicou Stoneking.<br /> <br />
A operação foi realizada com sucesso e em 3 de abril de 2012 os dois satélites se cruzaram com mais de 9 km de distância.<br /> <br />
&quot;A manobra foi feita com base em procedimentos que desenvolvemos há muito tempo. Era muito simples, basta disparar todos os propulsores por apenas um segundo. O problema é que essa operação é sempre cheia de suspense e tensão e só dá para respirar aliviado quando vemos que tudo correu bem&quot;, disse Stoneking.<br /> <br />
A quantidade de lixo espacial é uma das maiores preocupações das autoridades espaciais em todo o mundo. Estima-se que pelo menos 17 mil objetos maiores que 10 centímetros estejam em órbita ao redor da Terra e apenas 7% deles são satélites ativos.<br /> <br /> <i><br />
Artes: No topo, gráfico mostra a quase colisão entre o telescópio espacial Fermi e o satélite russo desativado Cosmos 1805. O vídeo apresenta detalhes da manobra de desvio. </i></font></span><br /> <br /> <font size="1">Créditos: NASA,Apolo11.com.<br /> <a href="http://www.apolo11.com/" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://www.apolo11.com/imagens/divulga/logo_apolo11_licenciamento.gif" border="0" alt="" /></a><br />
[Apolo11.com]<br />
Direitos Reservados </font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=574192</guid> </item> <item> <title>Chuva de meteoros é o espetáculo das madrugadas</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=574191&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Tue, 07 May 2013 19:51:06 GMT</pubDate> <description>*Olho no céu: chuva de meteoros é o espetáculo das madrugadas* 
	 
 
Nas próximas madrugadas, diversos fragmentos incandescentes estarão cruzando o céu. Trata-se da espetacular chuva de meteoros Eta Aquarídea, formada pelo rastro de partículas deixadas pela passagem do cometa Halley. 
 
Imagem: http://www.apolo11.com/imagens/etc/chuva_meteoroes_esquema.jpg  
 
O Halley descreve uma volta ao redor do Sol a cada 76 anos e a última vez que isso aconteceu foi em 1986, quando deixou para trás uma...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial Black"><font size="4"> <b><font size="5">Olho no céu: chuva de meteoros é o espetáculo das madrugadas</font></b><br /> <br /> <br />
Nas próximas madrugadas, diversos fragmentos incandescentes estarão cruzando o céu. Trata-se da espetacular chuva de meteoros Eta Aquarídea, formada pelo rastro de partículas deixadas pela passagem do cometa Halley.<br /> <div style="text-align: center;"><br /> <img src="http://www.apolo11.com/imagens/etc/chuva_meteoroes_esquema.jpg" border="0" alt="" /></div><br />
O Halley descreve uma volta ao redor do Sol a cada 76 anos e a última vez que isso aconteceu foi em 1986, quando deixou para trás uma enorme trilha de poeira gelada. Duas vezes por ano a Terra cruza essa esteira de fragmentos, criando uma verdadeira chuva de meteoros.<br /> <br />
Quando esse encontro acontece no mês de maio a chuva produzida é chamada de Eta Aquarídea e quando acontece em outubro se chama Orionídea.<br /> <br />
Eta Aquarídea, ou Eta de Aquário é o nome de uma estrela de magnitude 4 da constelação de Aquário. A estrela nada tem a ver com a chuva de meteoros, exceto pelo fato de que o fenômeno parece surgir visualmente próximo a essa estrela. Eta de Aquário se localiza a 156 anos-luz da Terra e seu brilho é 44 vezes mais intenso que o Sol.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.apolo11.com/imagens/2013/carta_celeste_chuva_meteoros_eta_aquaridea_20130504-094544.jpg" border="0" alt="" /><br />
Carta Celeste - Chuva de Meteororos Eta Aquarídea</div><br />
A chuva de meteoros acontece quando os fragmentos penetram na atmosfera da Terra em velocidades supersônicas e entram em combustão, formando o que popularmente é chamado de estrelas cadentes. Isso ocorre a aproximadamente 100 km de altitude e produzem o típico rastro no céu.<br /> <br />
A maior parte dos fragmentos é formada por grãos menores do que um grão de areia, por isso quase sempre se desintegram e não chegam a atingir a superfície.<br /> <br /> <br /> <b>Vendo a chuva</b><br /> <br />
A chuva Eta Aquarídea ocorre entre os dias 21 de abril e 12 de maio, com seu ponto máximo entre os dias 5 e 6 de maio. Portanto, quem esteve observando os céus nestes dias já pode ter presenciado alguns fragmentos.<br /> <br />
A Eta Aquarídea pode ser vista nos dois hemisférios, mas os observadores ao sul do equador são os mais privilegiados. Normalmente são esperados entre 20 e 60 meteoros por hora, mas não espere um espetáculo semelhante aos fogos de artifício, principalmente nas grandes cidades e locais mais claros. Além disso, a presença da Lua pode atrapalhar um pouco as observações.<br /> <br />
Para ver a chuva, localize a constelação de Aquário com a ajuda da carta celeste mostrada no topo da página. A chuva pode ser vista a partir das 02h00 da madrugada no quadrante Leste, aquele em que nasce o Sol.<br /> <br />
A melhor maneira para se ver os meteoros é ir até um local escuro, sentar confortavelmente em uma cadeira reclinável e admirar o céu relaxadamente. Como as noites estão mais frias, é sempre bom ter à mão um cobertor. Os meteoros devem aparecer em qualquer local do céu, mas as trilhas deixadas por eles vão parecer apontar para Eta de Aquário.<br /> <br />
É isso. As dicas estão dadas. Agora é só torcer os dedos para o tempo colaborar e o sono não chegar antes da hora.<br /> <br />
Bons céus!<br /> <br /> <br /> <font size="1">Autor: Rogério Leite</font></font></span><font size="4"><br /> <br /> <a href="http://www.apolo11.com/" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://www.apolo11.com/imagens/divulga/logo_apolo11_licenciamento.gif" border="0" alt="" /></a><br /> <font size="1">[Apolo11.com]<br />
Direitos Reservados</font></font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=574191</guid> </item> <item> <title>Llixo espacial põe satélites em risco</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=572552&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 27 Apr 2013 11:27:51 GMT</pubDate> <description>*Cada vez maior, lixo espacial põe satélites em risco* 
 
Imagem: http://www.dw.de/image/0,,15746096_303,00.jpg  
 
Satélites desativados, fragmentos de foguetes: milhares de detritos espaciais circundam o planeta e oferecem riscos de colisão para satélites ainda em funcionamento. 
 
Satélites de observação terrestre podem parar de funcionar – ou porque acabou o combustível ou porque foram atingidos por detritos espaciais, como, por exemplo, peças de dispositivos fora de uso ou perdidos. No...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial Black"><font size="4"><b>Cada vez maior, lixo espacial põe satélites em risco</b><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,15746096_303,00.jpg" border="0" alt="" /></div><br />
Satélites desativados, fragmentos de foguetes: milhares de detritos espaciais circundam o planeta e oferecem riscos de colisão para satélites ainda em funcionamento.<br /> <br />
Satélites de observação terrestre podem parar de funcionar – ou porque acabou o combustível ou porque foram atingidos por detritos espaciais, como, por exemplo, peças de dispositivos fora de uso ou perdidos. No espaço, as chances de que colisões são grandes por causa do lixo espacial. Por esse motivo, especialistas de todo o mundo se encontraram esta semana na Agência Espacial Europeia (ESA), na cidade alemã de Darmstadt, para a sexta conferência mundial sobre lixo espacial. Durante quatro dias, eles discutiram estratégias para combater o volume crescente de entulhos em torno da Terra.<br /> <br /> <b>&quot;Colisões não são nenhuma surpresa&quot;</b><br /> <br />
Em fevereiro de 2009, pela primeira vez na história da exploração do espaço, dois satélites ainda intactos colidiram em órbita. O Iridium-33 e o Kosmos-2251, satélites comerciais das potências espaciais EUA e Rússia, chocaram-se enquanto sobrevoavam a Sibéria, a uma altura de 790 quilômetros.<br /> <br />
&quot;Era realmente de se esperar que isso acontecesse um dia&quot;, disse Heiner Klinkrad, chefe do departamento de lixo espacial da ESA. Pois cada missão no espaço também deixa lixo para trás – desde chaves de fenda perdidas até destroços inteiros de satélite, passando por motores de foguetes descartados. Tudo isso está incluído no conceito de lixo espacial, explicam Klinkrad e Frank-Jürgen Diekmann, chefe da missão dos satélites de observação Envisat.<br /> <br />
&quot;São principalmente as peças maiores que causam problemas a longo prazo&quot;, diz Klinkrad. Pois elas podem provocar reações em cadeia, ou seja, colisões catastróficas de satélites que ameaçam, por sua vez, outros satélites. Mas até mesmo pequenos destroços podem ser perigosos, observa o especialista. &quot;Se um satélite é atingido por um objeto de um centímetro, podemos partir do princípio que encerrou sua função.&quot; O impacto tem a força da explosão de uma granada de mão.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,16602255_401,00.jpg" border="0" alt="" /><br />
Satélite brasileiro SCD-2<br /> </div><b>Lista pouco popular</b><br /> <br />
No catálogo da rede norte-americana de observação espacial Space Surveillance Network estão listados 13 mil destroços espaciais de grande porte. Segundo estimativas, o número de objetos inferiores a um centímetro pode chegar a mais de 700 mil. A maioria dos fragmentos provém de explosões. Surge então, para o leigo, a pergunta se, algum dia, toda essa montanha de lixo também poderá nos atingir.<br /> <br />
Balançando a cabeça, Diekmann responde: &quot;A probabilidade de que algo chegue até aqui embaixo sem ter se consumido em chamas ao entrar na atmosfera não é igual a zero, mas é muito, muito pequena.&quot;<br /> <br />
Então, por enquanto não há que se contar com uma chuva de restos de satélite ou foguete. Ainda assim, de acordo com os cálculos de Klinkrad, a cada semana pelo menos dois &quot;gigantes&quot; de um metro conseguem penetrar a atmosfera terrestre. A atenção dos pesquisadores, no entanto, concentra-se na proteção dos satélites de maior custo.<br /> <br />
Desde 1957, mais de 6 mil satélites foram lançados no espaço, dos quais cerca de mil estão atualmente em funcionamento para fins de pesquisa, militares ou telecomunicações. &quot;Pelo que se sabe, apenas cerca de 6% a 7% de todos os objetos lá em cima são satélites em operação&quot;, diz Klinkrad.<br /> <br />
Para se evitar colisões com um dos satélites europeus de pesquisa, muitos cálculos são realizados no centro de controle de Darmstadt: as órbitas dos satélites são cotejadas com o catálogo de detritos do serviço norte-americano de observação. Disso resulta um calendário de riscos com uma semana de antecedência, por meio do qual se planejam manobras de desvio.<br /> <br /> <b>Podendo ver toda a sucata</b><br /> <br />
Contudo, esse calendário possui lacunas, já que para acompanhar todos os destroços localizados entre 260 e 36 mil quilômetros acima da superfície terrestre exige-se mais do que o domínio do cálculo. Também é preciso décadas de know-how e sofisticados radares de medição, e somente os pioneiros espaciais EUA e Rússia dispõem de ambas as coisas na medida necessária. Também por esse motivo, os viajantes espaciais europeus sonham com um sistema próprio de vigilância do lixo espacial, comenta Klinkrad. &quot;Sem esse know-how, não é possível realizar manobras de desvio confiáveis com nossos satélites.&quot;<br /> <br />
Por mais de 20 anos, a ESA vem se ocupando do tema. Mas somente há pouco tempo a organização composta por 18 associações europeias passou a abordar a questão também do ponto de vista político. Já em breve serão desenvolvidos os primeiros componentes para um sistema próprio de observação. Mas levará anos até a ESA poder realizar previsões tão exatas como as dos norte-americanos e russos. E pelo menos até lá todo operação espacial de resgate permanecerá um risco.<br /> <br />
A maioria das manobras é realizada para proteger os satélites de objetos de um centímetro voando em sua direção. Mas cada mudança de órbita custa combustível, o que pode encurtar consideravelmente o tempo de vida útil da atual geração de satélites (10 a 12 anos). Em março de 2009, a própria Estação Espacial Internacional (ISS) teve de ser girada em 180 graus. A manobra demorou várias horas e foi motivada pelos destroços de um satélite meteorológico chinês, que se aproximavam perigosamente da estação tripulada.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,16763218_401,00.jpg" border="0" alt="" /><br />
Provável lixo espacial, que antes fazia parte de um foguete</div><br /> <b>Brincadeira espacial com consequências</b><br /> <br />
A origem dos destroços foi um teste realizado pela China, nação que ainda engatinha na era espacial. Sem querer, em 11 de janeiro de 2007, os chineses prejudicaram a segurança espacial ao destruir em grande altura um de seus satélites com um míssil de médio alcance. As razões para tal ainda são desconhecidas: &quot;Esse tiro ocorreu a cerca de 862 quilômetros de altura e resultou até hoje num total de cerca de 2.300 fragmentos&quot;, diz Klinkrad. A partir disso, ele deduz que 20% a 30% de todos os objetos que atualmente põem em risco os satélites provêm desse incidente.<br /> <br />
Cooperações internacionais tentam agora pôr um ponto final em tudo isso: 11 nações espaciais se reuniram no Comitê de Coordenação de Destroços Espaciais entre Agências (IADC, na sigla em inglês). O lixo espacial une, comenta Klinkrad. &quot;Não adianta manter em segredo coisas que acabarão caindo sobre a própria cabeça.&quot; Ele vê com ceticismo a atual falta de legislação no espaço sideral. &quot;No momento, ninguém proíbe ninguém de lançar o seu satélite – fora a própria sensatez, eu diria.&quot;<br /> <br /> <b>Cemitério de maravilhas da comunicação</b><br /> <br />
E como se livrar da sucata de satélites? Para a eliminação de satélites duas estratégias estão atualmente em uso. Se sua órbita for próxima à Terra, então é possível uma queda controlada. Quanto mais um satélite se aproxima da atmosfera terrestre, mais é freado pela resistência do ar. &quot;É possível cortar o combustível e fazer baixar o satélite, de forma que ele é apanhado pela atmosfera e se incendeia&quot;, explica Klinkrad.<br /> <br />
Esse método não é praticável para os numerosos satélites que giram em órbita geoestacionária, a 35.786 quilômetros da Terra. Como uma queda controlada seria muito dispendiosa, essas maravilhas da comunicação são catapultadas para ainda mais longe, explica Klinkrad: &quot;Retira-se o satélite desativado do anel geoestacionário para uma assim chamada órbita-cemitério.&quot; Ela se encontra a cerca de 300 quilômetros acima da principal rota de circulação de satélites. Até hoje, pelo menos mil objetos foram enterrados – ou estacionados – ali.<br /> <br />
Klinkrad e Diekmann conseguem imaginar a criação de uma espécie de serviço de reboque espacial. Mas algo assim ainda está muito distante. Para Klinkrad, no entanto, isso não é motivo de preocupação: &quot;Eu provavelmente não dormiria tranquilo, se estivesse num satélite. Mas aqui na Terra, ainda dá&quot;.</font></span><br /> <br /> <font size="1"><div style="text-align: right;">DW.DE</div></font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=572552</guid> </item> <item> <title>Maior telescópio do mundo é inaugurado em deserto no Chile</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=567622&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Tue, 26 Mar 2013 00:01:49 GMT</pubDate> <description>*Maior telescópio do mundo é inaugurado em deserto no Chile 
 
Imagem: http://www.dw.de/image/0,,16663321_303,00.jpg  
 
Projeto internacional de 1 bilhão de euros reúne 66 antenas no deserto do Atacama e visa ajudar astrônomos a desvendar as origens do universo*. 
 
São 66 antenas de alta tecnologia no meio do deserto – cada uma pesando mais de 100 toneladas. Um projeto de cerca de 1 bilhão de euros a 5 mil metros do nível do mar, onde a temperatura pode variar até 50 graus. Nesta quarta-feira...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><br /> <b><font size="4">Maior telescópio do mundo é inaugurado em deserto no Chile</font><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,16663321_303,00.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <i>Projeto internacional de 1 bilhão de euros reúne 66 antenas no deserto do Atacama e visa ajudar astrônomos a desvendar as origens do universo</i></b>.<br /> <br />
São 66 antenas de alta tecnologia no meio do deserto – cada uma pesando mais de 100 toneladas. Um projeto de cerca de 1 bilhão de euros a 5 mil metros do nível do mar, onde a temperatura pode variar até 50 graus. Nesta quarta-feira (13/03), no deserto do Atacama, no Norte do Chile, entra em pleno funcionamento o Alma, maior telescópio do mundo.<br /> <br />
Maior projeto de astronomia fixado em solo, o Alma – sigla para Atacama Large Millimeter Array – permitirá observar comprimentos de onda milimétricos e submilimétricos invisíveis a olho nu. Suas antenas são as mais avançadas já construídas. O telescópio é fruto do primeiro programa de astronomia verdadeiramente mundial, com orçamento dividido entre Europa, Estados Unidos e Japão.<br /> <br />
&quot;É comparável à transição do olho nu para o primeiro telescópio&quot;, explica Wolfgang Wild, diretor da parte europeia do projeto, que busca desvendar a origem do universo. &quot;A tarefa de ligar várias antenas representa um esforço enorme.&quot; Porém a ambição dos cientistas tampouco é pequena: descobrir o mistério da criação do cosmo.<br /> <br /> <b>De olho no passado</b><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://www.dw.de/image/0,,16083386_404,00.jpg" border="0" alt="" /><br />
Interferômetro gigante pode ajudar a desvendar o mistério da criação do universo</font></div><br />
A natureza produziu um variedade enorme, originada num longo processo cósmico de desenvolvimento. Custa acreditar que essa variedade de paisagens e biosferas se baseie em pouco mais de uma centena de elementos químicos.<br /> <br />
Elementos leves, como o carbono, são criados no interior das estrelas, enquanto metais como ouro ou titânio, só se formam quando elas explodem. As estrelas então lançam sua crosta exterior no espaço e espalham os elementos que acabam de se formar.<br /> <br />
A partir desses invólucros detonados formam-se nuvens, que, por sua vez, voltam a formar novas estrelas. Assim se cria o ciclo cósmico de nascimento e extinção. Mas como ele começou? Com o Alma, os astrônomos pretendem mirar e investigar as primeiras estrelas que desencadearam esse ciclo, há mais de 13 bilhões de anos.<br /> <br /> <b>No limite da tecnologia</b><br /> <br />
Para erguer o projeto, foi necessária toda precisão possível. O espelho do telescópio, de 12 metros de altura, não pode se deformar, mesmo sob temperaturas extremas. E as antenas têm todas que ter as mesmas características e altura. Só assim elas podem funcionar juntas como um único olho, o assim chamado interferômetro.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,16118900_404,00.jpg" border="0" alt="" /><br /> <font size="2">Algumas das 66 antenas do Alma no deserto do Atacama</font></div><br />
A primeira antena foi instalada em 2009, no planalto de Chajnantor, perto da aldeia de São Pedro de Atacama, local escolhido pela altitude, amplitude, extrema ausência de umidade no ar e proximidade da linha do Equador – o que oferece um ângulo privilegiado para observar grande parte do universo.<br /> <br />
&quot;O Almarepresenta uma verdadeira revolução. Poderemos fazer observações com uma resolução e uma sensibilidade bem melhores do que hoje e isso vai transformar completamente a nossa visão de uma parte do universo&quot;, destacou Massimo Tarengui, que integra o projeto.<br /> <br />
Astrofísicos de todo o mundo esperavam há anos que o telescópio finalmente entrasse em funcionamento. Parte das contribuições que ele trará ao mundo científico já está prevista, mas, segundo Wolfgang Wild, ainda haverá surpresas. &quot;É um pouco como com Galileu. Ele certamente não esperava descobrir as luas de Júpiter, mas acabou se surpreendendo.&quot;</font></span><br /> <br /> <font size="1">Autores: Andreas Neuhaus / Hannah Fuchs (rpr)<br />
Revisão: Augusto Valente<br />
DW.DE</font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=567622</guid> </item> <item> <title>Os cinco maiores telescópios terrestres de observação</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=567386&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sun, 24 Mar 2013 23:05:33 GMT</pubDate> <description>*Os cinco maiores telescópios terrestres de observação* 
 
Imagem: http://www.dw.de/image/0,,15991782_303,00.jpg  
 
*Telescópios modernos dispõem de espelhos com grande diâmetro, adaptados em estruturas práticas de manobrar, que permitem recolher a maior quantidade possível de luz.* 
 
Há mais de 400 anos, o cientista italiano Galileu Galilei teria desenvolvido o primeiro telescópio para observação espacial. O antigo tubo com lentes, que permitia observar alguns objetos e corpos no espaço,...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><font size="3"><span style="font-family: Arial"><font size="4"><b>Os cinco maiores telescópios terrestres de observação</b></font><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dw.de/image/0,,15991782_303,00.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <b><i>Telescópios modernos dispõem de espelhos com grande diâmetro, adaptados em estruturas práticas de manobrar, que permitem recolher a maior quantidade possível de luz.</i></b><br /> <br />
Há mais de 400 anos, o cientista italiano Galileu Galilei teria desenvolvido o primeiro telescópio para observação espacial. O antigo tubo com lentes, que permitia observar alguns objetos e corpos no espaço, evoluiu com os grandes avanços científicos.<br /> <br />
Hoje, os modernos telescópios de observação terrestre ganharam espelhos com enormes diâmetros, adaptados em estruturas práticas de se manobrar, que permitem recolher a maior quantidade possível de luz e, consequentemente, imagens do espaço, como buracos negros, planetas, estrelas e as galáxias mais distantes do universo. Conheça os cinco maiores observatórios terrestres:<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e2/The_E-ELT.jpg/800px-The_E-ELT.jpg" border="0" alt="" /><br /> <font size="2">Projeto do Telescópio Europeu Extremamente Grande (E-ELT), no Chile.</font></div><br />
1. European Extremely Large Telescope (E-ELT) – Apesar de seu funcionamento estar previsto apenas para 2021, o E-ELT ganha a primeira posição do nosso Top por ser a próxima geração de telescópios. O projeto, avaliado em 2,7 bilhões de reais, prevê um telescópio gigante com um conjunto de espelhos de 39,3 metros de diâmetro, medidas que superam quase quatro vezes as dos atuais telescópios ópticos. O observatório será construído a 3 mil metros de altitude, na montanha do Cerro Armazones, no deserto do Atacama, no Chile. O E-ELT fará imagens com mais precisão e qualidade do que o telescópio espacial Hubble, mesmo com o efeito de distorção causado pela atmosfera terrestre.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.aip.de/groups/lbt/images/Two-LBC2007s.jpg" border="0" alt="" /></div>2. Large Binocular Telescope (LBT)– O Grande Telescópio Binocular está localizado no Monte Graham, a 3.300 m de altitude, no sudeste do Arizona, nos Estados Unidos. O LBT é, atualmente, um dos mais avançados telescópios ópticos do mundo. Ele tem dois espelhos de 8,4 metros de diâmetro. O telescópio está em funcionamento desde 2007 e foi construído em parceria entre EUA, Alemanha e Itália.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://icc.ub.edu/images/GranTecan08_113.jpg" border="0" alt="" /></div>3. Gran Telescopio Canarias (GTC)– Esse telescópio tem uma tecnologia muito avançada. Seu espelho refletor tem 10,4 m de diâmetro e está situado em La Palma, nas Ilhas Canárias, Espanha, a mais de 2.200 m de altitude. Foi inaugurado, oficialmente, em 2009 pelo rei da Espanha. O projeto teve a parceria de Espanha, México e Estados Unidos.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/20/Kecknasa.jpg/250px-Kecknasa.jpg" border="0" alt="" /></div>4. Observatório W. M. Keck– Este observatório, situado no monte Mauna Kea, no Havaí, Estados Unidos, possui dois grandes telescópios: Keck 1 e Keck 2. Cada um tem um espelho com 10 m de diâmetro, que permite observar também em infravermelho. O Keck 1 foi inaugurado em 1993 e o Keck 2, em 1996.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.physics.rutgers.edu/ast/salt-winter.jpg" border="0" alt="" /></div>5. Southern African Large Telescope (SALT) – O Grande Telescópio Sul-Africano é o maior do hemisfério sul. O Salt é um enorme hexágono de 11 metros de diâmetro, preenchido com 91 espelhos hexagonais menores. Ele está localizado a 1,5 mil metros acima do nível do mar, perto da cidade de Sutherland, na região semidesértica do Karoo, na África do Sul. As condições de observação são ideais, pois há pouca poluição atmosférica e não há interferência de outras fontes de luz.</span></font><br /> <br /> <br /> <font size="1">    Autoria Antônio Netto<br />
    Edição Roselaine Wandscheer <br />
Fonte:DW</font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=567386</guid> </item> <item> <title>Os antigos astrónomos de Timbuktu</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=565982&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sun, 17 Mar 2013 00:59:57 GMT</pubDate> <description>*Os antigos astrónomos de Timbuktu* 
 
Escondida no extremo meridional do Saara encontramos a lendária cidade de Timbuktu, guardiã de milhares de manuscritos científicos antigos que prometem mudar o modo como olhamos para a história da astronomia. Depois de sobreviverem durante séculos à destruição e pilhagem, o perigo está agora na ponta das metralhadoras Kalashnikov, seguradas por fundamentalistas religiosos. 
 
Imagem:...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">Os antigos astrónomos de Timbuktu</font></b><br /> <br />
Escondida no extremo meridional do Saara encontramos a lendária cidade de Timbuktu, guardiã de milhares de manuscritos científicos antigos que prometem mudar o modo como olhamos para a história da astronomia. Depois de sobreviverem durante séculos à destruição e pilhagem, o perigo está agora na ponta das metralhadoras Kalashnikov, seguradas por fundamentalistas religiosos.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/01_02_astronomos_timbuktu_01.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Library of Congress...</div></font><br /> <br />
Fundada há quase 900 anos, por nómadas tuaregues, no Norte do actual Mali, Timbuktu acabou por se tornar num dos principais entrepostos comerciais para as caravanas que atravessavam o deserto do Saara, carregadas de ouro, sal, marfim e escravos. Entretanto, e ao longo das rotas comerciais que percorriam, também viajaram eruditos, académicos e estudiosos, todos eles munidos de livros, manuscritos e muitas ideias. O objectivo que os unia era o de trocar entre si os conhecimentos que traziam.<br /> <br />
Não tardou que inúmeras bibliotecas prosperassem pela cidade, com homens dedicados ao intricado processo de copiar à mão os livros que os viajantes traziam. Segundo algumas estimativas, o total de livros que a cidade chegou a acomodar foi um dos maiores que até então existiu, apenas superado pelos da antiga Biblioteca de Alexandria.<br /> <br />
Deste modo, e antes de o Renascimento deixar a sua marca na Europa, Timbuktu conseguiu ganhar renome, no mundo islâmico, como um dos grandes epicentros de conhecimento científico e de estudos religiosos. Tanto assim foi que, já no século XII, foram aí criadas três universidades de prestígio e cerca de 180 escolas corânicas. Só a principal universidade, durante o seu período de apogeu, chegou a acolher cerca de 25 mil estudantes, de origem africana ou árabe.<br /> <br />
Ouro, conhecimento e espiritualismo. Tudo isto, combinado entre si, deu origem, no século XV, a uma efervescência comercial, cultural e intelectual sem paralelo na região, colocando Timbuktu ao nível de algumas das grandes cidades da Europa ou Médio Oriente.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/02_01_astronomos_timbuktu_02.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Library of Congress.</font></div><br />
Mas a prosperidade acabou por ter um fim. Em 1591, um exército de tropas marroquinas, sob a liderança do paxá Mahmud ibn Zarqun, invadiu e pilhou Timbuktu, estripando-a de todas as suas riquezas. Só que o desastre não se ficou por aqui. As bibliotecas, onde estava a maior parte dos livros, acumulados ao longo de séculos, foram reduzidas a cinzas e apenas uma pequena parte do espólio se salvou. Os eruditos e os académicos que resistiram ao invasor foram chacinados e os sobreviventes deportados para as cidades de Fez e Marraquexe, para ficar ao serviço do paxá marroquino.<br /> <br />
Económica e intelectualmente arruinada, Timbuktu entrou paulatinamente em declínio, até cair no esquecimento. Em finais do século XIX foi colonizada pelos franceses, ficando em 1960 sob influência do recém-independente Mali. Longe vão os tempos em que uma fila indiana de camelos, carregados de produtos e riquezas, fluíam incessantemente pela cidade.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/03_03_astronomos_timbuktu_03.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Library of Congress.</font></div><br />
No total, estima-se que tenham sobrevivido cerca de 700 mil documentos, estando eles nas bibliotecas privadas de algumas famílias ou guardados na grande biblioteca pública de Timbuktu.<br /> <br />
Este espólio foi um dos primeiros a ser inscrito no Programa Memória do Mundo, da UNESCO, com o objectivo de identificar e preservar documentos e arquivos de grande valor histórico. Em 1998, a cidade acabou mesmo por ser reconhecida como Património Mundial da Humanidade.<br /> <br /> <b>Fez-se ciência na África Subsaariana</b><br /> <br />
Antes de se começar a estudar os manuscritos de Timbuktu, quase ninguém acreditava que a África Subsaariana tivesse estado, alguma vez, associada ao conhecimento astronómico que brotou, ao longo de milénios, em lugares como a antiga Mesopotâmia, a Índia, a China ou então nas cidades da Grécia Antiga. No Médio Oriente, entre os séculos VIII e XVI, os académicos islâmicos foram fortemente influenciados pelos textos gregos e pelas investigações desenvolvidas pelos cientistas do mundo árabe. O conhecimento aqui produzido, assim como os textos traduzidos do grego para o árabe, acabaram por dar aos cientistas europeus do Renascimento as bases de que tanto necessitavam para novos e revolucionários conhecimentos – incluindo a descoberta de que a Terra orbita o Sol e não o contrário –, abrindo as portas para uma nova forma de ver o Cosmos.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/04_04_astronomos_timbuktu_04.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Library of Congress.</div><br />
Em 2006, uma equipa composta por investigadores da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul) e da Universidade de Bamako (Mali) deu início a um projecto que tentou desmistificar a percepção (ocidental) de que as civilizações a sul do Saara nada construíram em termos de conhecimento científico. O objectivo passou por traduzir e analisar o conteúdo científico dos manuscritos de Timbuktu.<br /> <br />
Ao que tudo indica, os estudiosos e os intelectuais da antiga cidade conseguiram criar todo um conjunto de conhecimentos próprios, no campo da astronomia. E isto sem que tivessem estabelecido qualquer contacto com o desenvolvimento científico que entretanto desabrochava na Europa renascentista. A base para algumas das investigações, contudo, residia ainda nos antigos textos gregos, pelo que os modelos utilizados ainda tinham a Terra como centro do Universo. Mesmo assim, e em alguns dos manuscritos, datados de há mais de 600 anos, podemos encontrar diversos e belíssimos diagramas que nos mostram as órbitas dos planetas, os quais só puderam ser desenhados através de complexos cálculos matemáticos. Alguns fenómenos astronómicos, como é o caso de uma chuva de meteoritos em 1583, encontram-se igualmente descritos.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/05_05_astronomos_timbuktu_05.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Library of Congress.</font></div><br />
Mas a religiosidade também tinha o seu papel como fonte de saber e descoberta. Para onde tinham os crentes de se virar caso quisessem contemplar Meca durante as suas orações? Para que lado deveriam estar orientadas as suas mesquitas? A distância entre Timbuktu e a cidade santa do Islão é enorme, pelo que a tarefa obrigou ao desenvolvimento e utilização de diversos algoritmos e instrumentos, capazes de estabelecer as localizações dos dois lugares. A par disto, conseguiram também determinar quais os períodos exactos do dia em que deveriam ser feitas as orações. Neste caso – e uma vez que os relógios que hoje em dia usamos estavam muito longe de serem inventados –, o uso da trigonometria foi fundamental, permitindo descobrir a que período do dia correspondia determinada posição do Sol no céu.<br /> <br />
Para os mais esotéricos, havia ainda o contributo para as predições astrológicas. “O conhecimento sobre as movimentações dos planetas, a importância de prever onde eles iriam estar e onde estavam naquele momento, foi motivada pela astrologia”, referiu na altura o investigador Brian Warner, da Universidade da Cidade do Cabo, à revista New Scientist. Esta necessidade levou à construção de observatórios astronómicos na cidade e à compilação de muitos livros dedicados à astrologia.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/06_06_astronomos_timbuktu_06.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Wikipedia, manuscritos de astronomia e matemática, Timbuktu.</div></font><br /> <br />
Astronomia, botânica, medicina, biologia, química, matemática, climatologia, óptica, geografia, tratados políticos, jurisprudência e até astrologia. As áreas sobre os quais versam os antigos textos são várias. Mas os que se referem à astronomia são particularmente fascinantes, motivo pelo qual se coloca a questão sobre se não é legítimo inserir o nome de Timbuktu na história da ciência e da astronomia. Segundo o astrofísico Thebe Medupe, também da mesma universidade, “uma das razões para os africanos subsaarianos estarem sub-representados na ciência é porque não se revêem nos livros de ciência que lêem”. Um argumento forte e que deu alento à tarefa (nada fácil) de tradução e análise dos milhares de textos que existem.<br /> <br /> <b>O perigo vem agora do fundamentalismo</b><br /> <br />
Escritos em delicadas folhas de papel, o estado de conservação dos textos deteriorou-se ao longo dos séculos devido às flutuações climatéricas, à humidade, ao pó e aos grãos de areia. Algo perfeitamente normal tendo em conta que se tem como companhia, ali mesmo ao lado, o Saara. Neste momento, o mais importante é manter os documentos no estado em que se encontram, para mais tarde serem estudados.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/07_07_astronomos_timbuktu_07.jpg" border="0" alt="" /><br />
© Wikipedia, manuscritos de astronomia - tabelas, Timbuktu.</font></div><br />
Contudo, e nos últimos anos, os manuscritos estão à mercê de uma nova força destruidora: o fundamentalismo religioso. A ameaça é tão séria que a UNESCO colocou a cidade, em 2012, na lista negra do Património Mundial da Humanidade em Perigo.<br /> <br />
Muitos dos documentos, que ainda estão em Timbuktu, mantiveram-se escondidos em cavernas no deserto ou enterrados debaixo de algumas casas, num esforço, que tem durado várias gerações, para as proteger dos invasores marroquinos e europeus que por ali passaram ou de outros potenciais perigos. A tarefa tem ficado a cargo de algumas famílias da cidade, numa devoção titânica destinada a preservá-los para o futuro. E até agora, pode-se dizer que têm razão para desconfiar do futuro.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2012/12/30/08_08_astronomos_timbuktu_08.jpg" border="0" alt="" /><br />
Timbuktu, uma cidade exótica que figura na lista da UNESCO como Património Mundial da Humanidade (UNESCO, F. Bandarin).</div></font><br /> <br />
Em Abril de 2012, o grupo rebelde e islâmico Ansar Dine tomou de assalto Timbuktu. A acção de conquista ocorreu depois de vários meses de convulsão política, com o Norte do Mali, dominado pelos tuaregues, a pedir a secessão. O problema é que este grupo independentista, armado de metralhadoras Kalashnikov , decidiu seguir à regra uma versão mais austera do movimento Salafista, ligado ao Islão. O que significa que não são muito dados à tolerância religiosa e cultural.<br /> <br />
Um dos resultados foi a destruição dos mausoléus de diversos santos, muitos deles sob protecção da UNESCO. O motivo para a destruição, segundo o Ansar Dine? A idolatria.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <iframe class="restrain" title="YouTube video player" width="640" height="390" src="//www.youtube.com/embed/nzqhymaPDNs?wmode=opaque" frameborder="0"></iframe> </div><br />
A segurança dos manuscritos poderá estar em risco, o que levou as autoridades culturais do Mali a lançarem um alerta a todos os donos de colecções privadas, no sentido de esconderem os documentos. Por agora, os rebeldes que controlam a cidade tentam sossegar a população, afirmando que não têm intenção de destruir os textos antigos, incluindo as dezenas de milhares de exemplares que se encontram na biblioteca principal da cidade. De facto, essa pode ser a intenção, embora se suspeite de um outro intuito: o de vender os manuscritos a compradores do exterior, de modo a obter dinheiro que sustente a luta armada dos rebeldes.<br /> <br />
E dinheiro é mesmo aquilo que mais escasseia nesta região. O Mali é um dos países mais pobres do Mundo, com o actual conflito a agravar a situação. A falta de condições que permitam preservar os manuscritos agudiza-se a cada dia que passa. Mas em pior situação está a população. Com o caos e a miséria instalados, inclusive em Timbuktu, são os próprios donos dos manuscritos, desgastados por uma luta diária pela sobrevivência, que já pensam em vendê-los.<br /> <br />
Leia mais: <a href="http://obviousmag.org/archives/2013/01/os_antigos_astronomos_de_timbuktu.html#ixzz2Nkniy8I8" target="_blank" rel="nofollow">obvious</a></font></span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=565982</guid> </item> <item> <title>O incrível bailado de um telescópio espacial</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=565334&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Wed, 13 Mar 2013 14:22:04 GMT</pubDate> <description><![CDATA[*O incrível bailado de um telescópio espacial* 
 
Imagem: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130312-orbita-lat.jpg  
Este movimento do telescópio ao redor da Terra foi cuidadosamente planejado. [Imagem: NASA/DOE/Fermi LAT Collaboration] 
 
*Bailado espacial* 
 
O espirógrafo é um brinquedo que permite que crianças tracem curvas matemáticas muito complicadas, mas encantadoras. 
 
Cientistas da NASA deram-se conta de que o caro e moderníssimo telescópio de raios gama...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">O incrível bailado de um telescópio espacial</font></b><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130312-orbita-lat.jpg" border="0" alt="" /><br />
Este movimento do telescópio ao redor da Terra foi cuidadosamente planejado. [Imagem: NASA/DOE/Fermi LAT Collaboration]</font></div><br /> <b>Bailado espacial</b><br /> <br />
O espirógrafo é um brinquedo que permite que crianças tracem curvas matemáticas muito complicadas, mas encantadoras.<br /> <br />
Cientistas da NASA deram-se conta de que o caro e moderníssimo telescópio de raios gama Fermi parece brincar nos céus, conforme ele circunda a Terra a cada 95 minutos.<br /> <br />
Esta imagem compreende oito quadros individuais, de um filme mostrando 51 meses da posição do Fermi no espaço.<br /> <br />
Os traços geométricos mostram os movimentos do telescópio, incluindo sua órbita em torno da Terra, a precessão de seu plano orbital, a forma como ele passa pelo sul e pelo norte em órbitas alternadas, e muitas outras variáveis.<br /> <br /> <b>Este movimento está longe de ser aleatório.</b><br /> <br />
A órbita do telescópio Fermi foi determinada para que ele pudesse varrer os céus inteiros a cada três horas, capturando explosões de raios gama - a forma mais energética da luz - que podem acontecer em qualquer parte do Universo.<br /> <br />
E, como não se sabe onde, e nem quando, elas vão ocorrer, é melhor tentar estar de olhos na maior área possível - a repetição das observações das mesmas áreas permite acompanhar o andamento dessas explosões, geralmente oriundas de supernovas ou buracos negros engolindo estrelas.</font></span><br /> <br /> <font size="1">Fonte: Site Inovação Tecnológica </font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=565334</guid> </item> <item> <title>Herschel: maior telescópio espacial chega ao fim da missão</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564877&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Mon, 11 Mar 2013 13:59:08 GMT</pubDate> <description><![CDATA[*Herschel: maior telescópio espacial chega ao fim da missão* 
 
Com informações da ESA  
 
Imagem: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130309-Herschel-nebulosa-roseta.jpg  
Com um espelho de 3,5 metros de diâmetro, o Herschel é o maior e o mais poderoso telescópio de infravermelhos já lançado ao espaço. [Imagem: ESA/C. Carreau] 
 
 
*Universo frio*]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">Herschel: maior telescópio espacial chega ao fim da missão</font></b><br /> <br /> <font size="1">Com informações da ESA </font><br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130309-Herschel-nebulosa-roseta.jpg" border="0" alt="" /><br />
Com um espelho de 3,5 metros de diâmetro, o Herschel é o maior e o mais poderoso telescópio de infravermelhos já lançado ao espaço. [Imagem: ESA/C. Carreau]</div></font><br /> <br /> <b>Universo frio</b><br /> <br />
O telescópio espacial Herschel está prestes a deixar de funcionar.<br /> <br />
Depois de passar mais de três estudando o &quot;Universo frio&quot;, está-se esgotando a reserva de hélio líquido que mantém seus instrumentos em temperaturas criogênicas.<br /> <br />
O Herschel foi lançado em 14 de maio de 2009 e, com um espelho de 3,5 metros de diâmetro, é o maior e o mais poderoso telescópio de infravermelhos já lançado ao espaço.<br /> <br />
Ele foi o primeiro telescópio a varrer os céus na faixa de comprimento de onda desde o infravermelho longínquo até as ondas sub-milimétricas, tornando possível estudar regiões frias de gás e poeira até então inacessíveis, fornecendo novas pistas sobre a origem e a evolução das estrelas e galáxias.<br /> <br /> <b>Hélio líquido</b><br /> <br />
Para conseguir fazer observações na região do infravermelho longínquo, os sensores dos três instrumentos científicos têm de ser resfriados a -271 ºC, próximo do zero absoluto.<br /> <br />
Esses instrumentos ficam em cima de um tanque cheio de hélio líquido superfluido, armazenado no interior de uma garrafa térmica gigante chamada criostato.<br /> <br />
O hélio superfluido evapora ao longo do tempo, esvaziando gradualmente o tanque e determinando assim o fim da vida científica do Herschel.<br /> <br />
No lançamento, o criostato estava cheio até a borda, com mais de 2.300 litros de hélio líquido, pesando 335 quilogramas, suficiente para 3,5 anos de operações no espaço.<br /> <br />
Agora, conforme previsto, o hélio está prestes a se esgotar, enquanto os técnicos se apressam em coletar o máximo de imagens possível.<br /> <br />
Não é possível prever o dia exato em que o hélio vai finalmente se esgotar, mas a confirmação virá quando o Herschel começar o seu próximo período de comunicação de três horas diárias com estações terrestres.<br /> <br />
&quot;Não nos surpreende que isso vá acontecer, e quando o hélio se esgotar vamos ver as temperaturas de todos os instrumentos subirem vários graus em apenas algumas horas,&quot; explica Micha Schmidt, gerente de operações da missão Herschel, no Centro de Operações Espaciais Europeu da ESA em Darmstadt, Alemanha.<br /> <br /> <font size="2"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130130309-herschel-espelho.jpg" border="0" alt="" /><br />
Quando o hélio finalmente acabar, o Herschel usará o restante de seu combustível para se dirigir para a sua órbita de estacionamento definitivo, em volta do Sol. [Imagem: ESA]</div></font><br /> <br /> <b>Estacionamento espacial</b><br /> <br />
O programa científico foi cuidadosamente planejado para aproveitar ao máximo o tempo de vida da missão, com todas as observações de maior prioridade já concluídas.<br /> <br />
Além disso, o Herschel está realizando muitas outras observações interessantes, escolhidas especificamente para explorar o hélio até à última gota.<br /> <br />
&quot;Quando as observações chegarem ao fim, esperamos ter realizado mais de 22 mil horas de observações científicas, 10% a mais do que tínhamos previsto inicialmente. Por isso, a missão já superou as expectativas&quot;, diz Leo Metcalfe, gerente científico da missão.<br /> <br />
Na verdade, o fim da coleta de dados não significa o fim das novidades, já que os cientistas conseguiram analisar apenas uma pequena parte dos dados coletados.<br /> <br />
&quot;Na verdade, ainda não atingimos o pico de produtividade científica e a tarefa agora é fazer com que o manancial de dados do Herschel seja tão valioso quanto possível agora e no futuro,&quot; disse o cientista Goran Pilbratt, coautor de vários artigos científicos baseados nos dados do Herschel, incluindo um que mostrou que as estrelas realmente piscam e outro que revelou galáxias com surtos de formação estelar.<br /> <br />
O Herschel vai continuar se comunicando com as estações terrestres durante mais algum tempo depois de o hélio ter-se esgotado, o que permitirá realizar uma série de ensaios técnicos.<br /> <br />
Finalmente, no início de Maio, ele usará o restante de seu combustível para se dirigir para a sua órbita de estacionamento definitivo, em volta do Sol.</font></span><br /> <br /> <font size="1">Fonte: Inovação Tecnológica</font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564877</guid> </item> <item> <title>Cometa poderá colidir com Marte em 2014</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564226&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Fri, 08 Mar 2013 00:40:41 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Imagem: http://www.jn.pt/Storage/JN/2013/big/ng2423401.jpg  
 
 
 
Um cometa poderá vir a colidir com o planeta Marte em outubro do próximo ano. O alerta foi lançado pelo Programa de Objetos Próximos da Terra no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, em Pasadena, no estado da Califórnia, EUA. 
 
De momento, as últimas observações feitas pelos astrónomos indicam que o cometa "2013 A1", mais conhecido como "Siding Spring", passará a 50 mil quilómetros de Marte, ou seja, muito mais próximo do...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.jn.pt/Storage/JN/2013/big/ng2423401.jpg" border="0" alt="" /><br /> <br /> <br /> <br />
Um cometa poderá vir a colidir com o planeta Marte em outubro do próximo ano. O alerta foi lançado pelo Programa de Objetos Próximos da Terra no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, em Pasadena, no estado da Califórnia, EUA.<br /> <br />
De momento, as últimas observações feitas pelos astrónomos indicam que o cometa &quot;2013 A1&quot;, mais conhecido como &quot;Siding Spring&quot;, passará a 50 mil quilómetros de Marte, ou seja, muito mais próximo do que foi previsto inicialmente.<br /> <br />
A trajetória do cometa tem sido acompanhada e afinada desde outubro de 2012 e, à medida que novos dados vão sendo obtidos, a previsão da trajetória vai sendo corrigida.<br /> <br />
A NASA já fez saber que Marte está num dos vários caminhos que o cometa pode seguir e, portanto, a possibilidade de um impacto forte não é de excluir. Contudo, de momento, essa possibilidade representa uma em 600. As observações futuras e o acompanhamento da deslocação do cometa irão confirmar, mais tarde, se o cometa poderá ou não colidir com Marte.<br /> <br />
Em caso de choque, o cometa poderá provocar uma cratera de 500 quilómetros de diâmetro e dois quilómetros de profundidade sobre a superfície, segundo cálculos apresentados, recentemente, por astrónomos russos.<br /> <br />
A aproximação do cometa a Marte poderá ser suficientemente brilhante para ser vista no hemisfério sul, em meados de setembro de 2014, com binóculos ou telescópios pequenos.<br /> <br />
O cometa &quot;Siding Spring&quot; foi descoberto pelo astrónomo Rob McNaught em janeiro de 2013 no Observatório Siding Spring, na Austrália.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
JN</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>castrolgtx</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564226</guid> </item> <item> <title>Outro asteroide passa próximo da Terra neste sábado</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564220&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 07 Mar 2013 23:15:34 GMT</pubDate> <description>*Outro asteroide passa próximo da Terra neste sábado* 
 
Mais um corpo celeste que não havia sido detectado anteriormente passa perto do planeta. 
 
Por Guilherme Haas em Megacurioso 
 
Imagem: http://ibxk.com.br/2013/3/megacurioso/super-imagem/superimagem-megacurioso-195404589005141329_mega.jpg  
Fonte da imagem: Reprodução/UFES  
 
Mais um asteroide recém-descoberto vai passar próximo da Terra neste sábado (09). Do tamanho de um campo de futebol, o asteroide 2013 ET cruzará o espaço a uma...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">Outro asteroide passa próximo da Terra neste sábado</font></b><br /> <br />
Mais um corpo celeste que não havia sido detectado anteriormente passa perto do planeta.<br /> <br /> <font size="1">Por Guilherme Haas em Megacurioso</font><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://ibxk.com.br/2013/3/megacurioso/super-imagem/superimagem-megacurioso-195404589005141329_mega.jpg" border="0" alt="" /><br /> <font size="1">Fonte da imagem: Reprodução/UFES </font></div><br />
Mais um asteroide recém-descoberto vai passar próximo da Terra neste sábado (09). Do tamanho de um campo de futebol, o asteroide 2013 ET cruzará o espaço a uma distância de 960 mil quilômetros, ou duas vezes e meia a distância entre o planeta e a Lua.<br /> <br />
Recentemente, outros asteroides também passaram perto da trajetória da Terra e pegaram de surpresa a comunidade científica. No caso do corpo que caiu na Rússia no dia 15 de fevereiro, os astrônomos desconheciam a existência do objeto até a massa de 17 metros vinda do espaço explodir na atmosfera terrestre.<br /> <br />
Apesar das surpresas, os cientistas da NASA afirmam que têm mapeado 95% dos asteroides com órbita próxima da Terra e que poderiam representar algum perigo caso entrassem em colisão com o planeta. Esses corpos teriam pelo menos 1 km de dimensão. O asteroide 2013 ET mede 100 metros. Em comparação, o astro que deve ter levado os dinossauros à extinção mediria 10 km.<br /> <br /> <b>Passagem transmitida pela web</b><br /> <br />
A passagem do asteroide 2013 ET poderá ser acompanhada através da internet pela transmissão do telescópio Project na Itália, comandada pelo astrofísico Gianluca Mais. O webcast terá início às 16 horas no horário de Brasília desta sexta-feira, dia 08, através do site <a href="http://www.virtualtelescope.eu/webtv/" target="_blank" rel="nofollow">astrowebtv.org</a>. O astro atinge a distância mais próxima do nosso planeta no sábado.<br /> </font></span><br /> <font size="1">Fonte Examiner Discovery News The Huffington Post NBC News</font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=564220</guid> </item> <item> <title>Missão de estudo do impacto de asteróides</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563620&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Mon, 04 Mar 2013 20:57:17 GMT</pubDate> <description>*Missão de estudo do impacto de asteróides já tem alvo definido* 
 
*Projecto interceptará o Didymos na altura da maior aproximação* 
 
Imagem: http://www.cienciahoje.pt/files/57/57105.jpg  
Missão AIDA enviará duas naves pequenas para interceptar um alvo duplo 
 
A missão proposta pela Agência Espacial Europeia (ESA), Asteroid Impact and Deflection Assessment (AIDA), tem agora um novo alvo: o asteróide Didymos. A recente passagem do meteorito russo e, no mesmo dia, o encontro imediato do nosso...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><font size="3"><b><font size="4">Missão de estudo do impacto de asteróides já tem alvo definido</font></b><br /> <br /> <b>Projecto interceptará o Didymos na altura da maior aproximação</b><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><font size="2"><img src="http://www.cienciahoje.pt/files/57/57105.jpg" border="0" alt="" /><br />
Missão AIDA enviará duas naves pequenas para interceptar um alvo duplo</font></div><br />
A missão proposta pela Agência Espacial Europeia (ESA), Asteroid Impact and Deflection Assessment (AIDA), tem agora um novo alvo: o asteróide Didymos. A recente passagem do meteorito russo e, no mesmo dia, o encontro imediato do nosso planeta com um pedaço ainda maior de detritos espaciais realça a necessidade de se aprender mais sobre estes objectos espaciais de alta velocidade.<br /> <br />
Nos últimos dois anos, a ESA tem trabalhado com parceiros internacionais no desenvolvimento da missão, chamada AIDA. Na última semana, os centros de investigação de cada lado do Atlântico concordaram que a nave teria como alvo o Didymos – um ‘binário’, com dois asteróides a rodar em conjunto – um tem cerca de 800 metros de diâmetro, o outro cerca de 150. Actualmente em estudo, a missão interceptará o asteróide na altura da sua maior aproximação, ficando a cerca de 11 milhões de quilómetros da Terra, em 2022.<br /> <br />
O projecto AIDA consiste num esforço internacional de baixo orçamento que enviará, caso seja aprovado, duas naves pequenas para interceptar um alvo duplo. Enquanto uma se destrói contra um asteróide a 6.25 quilómetros por segundo, a outra grava o que se está a passar.<br /> <br />
Um efeito seria uma alteração no ballet orbital dos dois objectos. O objectivo do projecto não será mostrar como podemos desviar um asteróide que ameace a Terra, mas seria um primeiro passo.<br /> <br />
As naves serão concebidas para trabalhar de forma independente e poderão atingir a maior parte dos seus objectivos sozinhos. O objecto de colisão é o Double Asteroid Redirection Test (DART), do Laboratório de Física Aplicada do Johns Hopkins, nos Estados Unidos. O equipamento da ESA, Asteroid Impact Monitor, ou AIM, iria analisar o Didymos em detalhe, antes e depois da colisão.<br /> <br />
O Didymos não representa qualquer risco para o nosso planeta, mas aproximar-se-á o suficiente para ser visível por telescópios de um a dois metros de diâmetro na Terra, antes e depois do ataque. A visão aproximada do AIM iria fornecer grande realismo, observando a dinâmica do impacto bem como a cratera resultante, permitindo observações em terra e a validação de modelos.<br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.cienciahoje.pt/files/57/57104.jpg" border="0" alt="" /><br />
Didymos é um ‘binário’, com dois asteróides a rodar em conjunto</div><br /> <b>ESA aceita propostas</b><br /> <br />
No início deste mês, a ESA pediu aos cientistas que propusessem experiências que poderiam ser levadas na missão ou feitas em terra, para aumentar o seu retorno. “O AIDA não é só uma missão a um asteróide, também se destina a ser uma plataforma de pesquisa aberta a todos os tipos de utilizadores da missão,” diz Andrés Gálvez, do grupo de estudos da ESA.<br /> <br />
“O projecto tem valor em muitas áreas”, concorda Andy Cheng, o responsável pelo AIDA no Laboratório de Física Aplicada no Johns Hopkins’, “das ciências aplicadas e exploração à utilização de recursos dos asteróides.”<br /> <br />
Os investigadores têm até ao dia 15 de Março para exprimir o seu interesse. As ideias para experiências podem ser qualquer coisa que esteja relacionada com impactos a hipervelocidade, ciências planetárias, defesa planetária, exploração humana ou inovação em operações espaciais.<br /> <br />
A energia libertada no impacto do AIDA, a vários quilómetros por segundo é semelhante à de um grande pedaço de lixo espacial a atingir um satélite. A missão poderia então ajudar a modelar danos severos nas naves causados pelo lixo espacial.</font></span><br /> <br />
Fonte:<a href="http://www.cienciahoje.pt/" target="_blank" rel="nofollow">Ciência Hoje</a></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563620</guid> </item> <item> <title>GIF de vulcão visto do espaço</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563225&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 02 Mar 2013 16:12:19 GMT</pubDate> <description>GIF mostra vulcão em erupção visto do espaço 
 
A Estação Espacial Internacional (ISS) estava passando bem em cima do pico do vulcão Sarychev, localizado nas Ilhas Kuril (Rússia), no dia 12 de junho de 2009. Por isso, os astronautas da ISS tiveram uma vista privilegiada do vulcão, que estava entrando em erupção naquele momento. 
 
Para a nossa sorte, eles aproveitaram a oportunidade e registraram a cena, que rendeu um GIF impressionante. Tão impressionante que o arquivo não coube aqui :( . Mas...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><font size="3"><span style="font-family: Arial">GIF mostra vulcão em erupção visto do espaço<br /> <br />
A Estação Espacial Internacional (ISS) estava passando bem em cima do pico do vulcão Sarychev, localizado nas Ilhas Kuril (Rússia), no dia 12 de junho de 2009. Por isso, os astronautas da ISS tiveram uma vista privilegiada do vulcão, que estava entrando em erupção naquele momento.<br /> <br />
Para a nossa sorte, eles aproveitaram a oportunidade e registraram a cena, que rendeu um GIF impressionante. Tão impressionante que o arquivo não coube aqui :( . Mas você pode vê-lo ao clicar na foto abaixo (que, por sinal, também impressiona):<br /> <br />
Segundo a NASA, os vulcanologistas ficaram animados com a imagem, já que ela mostra os primeiros estágios de uma erupção vulcânica.<br /> <br />
Via Dvice</span></font><br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://www.dvice.com/sites/dvice/files/volcano-erupting-from-space-GIF.gif" border="0" alt="" /></div></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=563225</guid> </item> <item> <title>Mapa mostra os locais onde caíram meteoritos</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=561669&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 21 Feb 2013 14:42:20 GMT</pubDate> <description><![CDATA[*Mapa mostra os locais onde caíram meteoritos nos últimos 2.300 anos 
 
Site apresenta 34.513 pontos diferentes de impacto espalhados por todo o planeta Terra. 
* 
Por Lucas Karasinski  
 
Imagem: http://www.tecmundo.com.br/imagens/2013/2/materias/41123383419144050.jpg  (http://osm2.cartodb.com/tables/meteoritessize/embed_map?title=true&description=true&search=true&shareable=true&cartodb_logo=true&sql=&zoom=2&center_lat=39.075375179558346&center_lon=0) 
Onde caíram os mais de 34 mil meteoritos...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial Black"><font size="4"><br /> <b>Mapa mostra os locais onde caíram meteoritos nos últimos 2.300 anos<br /> <br />
Site apresenta 34.513 pontos diferentes de impacto espalhados por todo o planeta Terra.<br /> </b><br /> <font size="1">Por Lucas Karasinski </font><br /> <br /> <a href="http://osm2.cartodb.com/tables/meteoritessize/embed_map?title=true&amp;description=true&amp;search=true&amp;shareable=true&amp;cartodb_logo=true&amp;sql=&amp;zoom=2&amp;center_lat=39.075375179558346&amp;center_lon=0" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://www.tecmundo.com.br/imagens/2013/2/materias/41123383419144050.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Onde caíram os mais de 34 mil meteoritos registrados (Fonte da imagem: Reprodução/Meteoritessize)<br /> <br />
Os meteoros são o assunto do momento em todo o planeta. A queda de um grande meteorito na Rússia, que causou muitos estragos e deixou cerca de mil pessoas feridas, além da passagem do Asteroid 2012 DA14, que chegou a ficar bem perto do nosso planeta, chamaram a atenção da população para um assunto que, segundo muitos especialistas, não ganha o destaque que deveria.<br /> <br />
Indo nessa onda, Javier de la Torre, cofundador de dois serviços muito conhecidos de geolocalização, o Vizzuality e o CartoDB, criou outro mapa interativo: o Meteoritessize. O site é capaz de mostrar o local em que caíram todos os meteoros conhecidos e documentados pela humanidade nos últimos 23 séculos.<br /> <br />
Para desenvolver a ideia, o empreendedor utilizou como base a interface da segunda ferramenta, o CartoDB. Em seguida, ele aplicou ali todas as informações reunidas pelo The Meteorological Society. O resultado? 34.513 pontos diferentes de impacto. <a href="http://osm2.cartodb.com/tables/meteoritessize/embed_map?title=true&amp;description=true&amp;search=true&amp;shareable=true&amp;cartodb_logo=true&amp;sql=&amp;zoom=2&amp;center_lat=39.075375179558346&amp;center_lon=0" target="_blank" rel="nofollow">Clique aqui</a> para acessar o mapa e aproveite para ver se algum já caiu perto da sua casa.</font></span><br /> <br /> <font size="1">Fonte: <a href="http://osm2.cartodb.com/tables/meteoritessize/embed_map?title=true&amp;description=true&amp;search=true&amp;shareable=true&amp;cartodb_logo=true&amp;sql=&amp;zoom=2&amp;center_lat=39.075375179558346&amp;center_lon=0#" target="_blank" rel="nofollow">Meteoritessize</a><br /> <br />
Retirado: <a href="http://www.tecmundo.com.br/ciencia/36735-mapa-mostra-os-locais-aonde-cairam-meteoritos-nos-ultimos-2-300-anos.htm#ixzz2LXpBN3dg" target="_blank" rel="nofollow">Mapa mostra os locais onde caram meteoritos nos ltimos 2.300 anos</a></font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>Satpa</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=561669</guid> </item> <item> <title>Qual seria as consequências do impacto do Asteróide 2012 DA14 sobre a Terra?</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=560526&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Fri, 15 Feb 2013 22:17:08 GMT</pubDate> <description>Na sexta-feira, dia 15 de Janeiro de 2013, um asteróide com o tamanho de meio campo de futebol passa próximo da Terra. Não vai atingir o planeta, mas se atingisse, a colisão criaria uma explosão grande o suficiente para derrubar 80 milhões de árvores, ou arrasar toda uma área equivalente à área de São Paulo. 
Imagem: http://upimagens.com/image-4A63_511EB129.jpg  
Sabemos disso por que impactos de objectos do tamanho do asteróide 2012 DA14 já aconteceram em tempos recentes. Em 1908, um pedaço de...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Na sexta-feira, dia 15 de Janeiro de 2013, um asteróide com o tamanho de meio campo de futebol passa próximo da Terra. Não vai atingir o planeta, mas se atingisse, a colisão criaria uma explosão grande o suficiente para derrubar 80 milhões de árvores, ou arrasar toda uma área equivalente à área de São Paulo.<br /> <img src="http://upimagens.com/image-4A63_511EB129.jpg" border="0" alt="" /><br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Sabemos disso por que impactos de objectos do tamanho do asteróide 2012 DA14 já aconteceram em tempos recentes. Em 1908, um pedaço de cometa ou meteoróide de 100 milhões de quilogramas explodiu na atmosfera sobre Tunguska, na Sibéria, colocando o céu em chamas e libertando a mesma energia de 185 bombas de Hiroshima.<br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Felizmente, o impacto aconteceu numa região remota com floresta, matando centenas de renas, mas nenhum humano. Com cerca de 40 metros de diâmetro, a rocha de Tunguska é semelhante à 2012 DA14, que se acredita ter 45 metros de diâmetro. Para comparar, é o mesmo tamanho da Casa Branca, explica Mark Boslough, um físico do Laboratório Nacional Sandia no Novo México (E.U.A.), que usou um modelo computadorizado para recriar o impacto de Tunguska.<br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">O asteróide 2012 DA14 passa a cerca de 27.700 km da Terra, aproximadamente às 15h00 pelo horário de verão brasileiro, sobre a Austrália, Ásia e leste da Europa, vindo do sul para o norte. </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Da mesma forma que o evento em Tunguska explodiu no ar, se o asteróide 2012 DA14 atingisse a Terra directamente, explodiria na atmosfera por ser feito de rocha. <br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Um asteróide deste tamanho e feito de ferro com certeza atingiria o solo, e criaria uma cratera semelhante a Cratera do Meteoro, do Arizona, E.U.A.<br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Mas o facto de explodir no ar não significa que não haveria danos:<br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">- A explosão criaria uma onda de choque e ventos de 582 m/s que destruiria edifícios e casas de madeira, e entortaria estruturas de aço. Pontes e passarelas ruiriam, todas as janelas na área quebrariam, e carros e camiões seriam arrastados e destruídos. A potência sonora da explosão chegaria a 116 dB.<br /> <br /> </span></font></font><font size="3"><font color="#000000"><span style="font-family: Calibri">Asteróides deste tamanho passam próximos da Terra a cada 40 anos, segundo estimativas da NASA, mas impactos só acontecem a cada 1000 ou 2000 anos. De qualquer forma, devem existir uns 500.000 objectos semelhantes em órbita próxima da Terra (menos de 1% foram descobertos) neste momento.<br /> <br /> <br /> <br /> </span></font></font></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=551">Instrumentos Astronómicos/Outros</category> <dc:creator>mjtc</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=560526</guid> </item> </channel> </rss>
