<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?> <rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"> <channel> <title>Gforum -  Digital - Forum - Mercados de Capitais/Economia</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> <description /> <language>pt</language> <lastBuildDate>Mon, 20 May 2013 16:12:37 GMT</lastBuildDate> <generator>vBulletin</generator> <ttl>1</ttl> <image> <url>http://www.geralforum.com/board/images/misc/rss.png</url> <title>Gforum -  Digital - Forum - Mercados de Capitais/Economia</title> <link>http://www.geralforum.com/board/</link> </image> <item> <title><![CDATA[BCP e BES alertam para perigo de propagação de 'vírus de Chipre']]></title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=576008&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Mon, 20 May 2013 08:56:51 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357889_435x200.jpg?type=big  
 
*BCP e BES alertam para perigo de propagação de 'vírus de Chipre'* 
 
Os  presidentes do BCP e do Banco Espírito Santo apelaram aos líderes  europeus para que parem de "brincar com o fogo", em entrevista ao  Financial Times, alertando para a eventual propagação de um "vírus de  Chipre". 
Num artigo publicado ontem à tarde, na edição "online" do  jornal britânico, com o título "Bancos portugueses temem 'vírus de ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357889_435x200.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br /> <br /> <font size="4"><b>BCP e BES alertam para perigo de propagação de 'vírus de Chipre'</b></font><br /> <br />
Os  presidentes do BCP e do Banco Espírito Santo apelaram aos líderes  europeus para que parem de &quot;brincar com o fogo&quot;, em entrevista ao  Financial Times, alertando para a eventual propagação de um &quot;vírus de  Chipre&quot;.<br />
Num artigo publicado ontem à tarde, na edição &quot;online&quot; do  jornal britânico, com o título &quot;Bancos portugueses temem 'vírus de  Chipre'&quot;, o presidente da comissão executiva do Millennium BCP, Nuno  Amado, afirma que, &quot;se alguém tivesse desenhado um plano para danificar o  mercado europeu, teria sido difícil pensar em algo melhor&quot; do que a  solução aplicada em Chipre.<br />
Por seu lado, o presidente da comissão  executiva do BES, Ricardo Salgado, considera que &quot;os líderes  [políticos] precisam de moderar a sua linguagem&quot;, uma vez que &quot;isto pode  ser muito mau&quot;.<br />
Nuno Amado reconheceu que, na sequência do plano  aprovado para Chipre, houve &quot;imenso nervosismo&quot; em Portugal, com o  dirigente do BES e uma fonte ligada ao BPI, citada pelo Financial Times,  a afirmarem que os bancos sentiram uma série de clientes a querer  movimentar dinheiro de depósitos para cofres.<br />
&quot;A maior parte dos  clientes em Portugal não confia nas garantias dos depósitos e não tem  meios para abrir contas no estrangeiro. Prefere cofres, em vez disso&quot;,  disse fonte citada como sendo próxima do BPI.<br />
O plano de resgate  no valor de 10 mil milhões de euros, aplicado pela &quot;troika&quot; (Banco  Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional), em  Chipre, previu um corte nos depósitos acima de 100 mil euros, que  inicialmente chegou mesmo a abranger também quantias até esse montante.<br /> <br /> <b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=76353" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b><br /> </span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>florindo</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=576008</guid> </item> <item> <title>Portugueses trabalham até 4 de Junho só para pagar impostos</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=576006&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Mon, 20 May 2013 08:49:34 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357849_435x200.jpg?type=big  
 
*Portugueses trabalham até 4 de Junho só para pagar impostos* 
 
Os  portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até  ao dia 4 de Junho, para pagar impostos e só daí em diante o salário se  torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo. 
De acordo com o  "The tax burden of typical workers in the EU 27" ('O fardo fiscal dos  trabalhadores médios na Europa a 27'), relatório da...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357849_435x200.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br /> <br /> <font size="4"><b>Portugueses trabalham até 4 de Junho só para pagar impostos</b></font><br /> <br />
Os  portugueses vão precisar de trabalhar este ano mais de cinco meses, até  ao dia 4 de Junho, para pagar impostos e só daí em diante o salário se  torna verdadeiro rendimento líquido, segundo um estudo.<br />
De acordo com o  &quot;The tax burden of typical workers in the EU 27&quot; ('O fardo fiscal dos  trabalhadores médios na Europa a 27'), relatório da organização New  Direction - Fundação para a Reforma Europeia, o número de dias que os  portugueses têm de trabalhar para pagar os seus impostos tem vindo a  aumentar nos últimos anos.<br />
Em 2011, os portugueses tiveram de  trabalhar até 29 de Maio para cumprir as suas obrigações fiscais e, em  2012, até 03 de Junho, data em que puderam celebrar o Dia da Libertação  de Impostos, dia a partir da qual o rendimento ganho já é para encaixe  próprio e não para o Estado.<br />
No contexto europeu, Portugal é, este  ano, o 7.º país da União Europeia (UE) onde os cidadãos têm de  trabalhar menos dias, depois de, em 2012, ter ocupado a 9.ª posição  entre os 27 Estados-membros.<br />
Segundo o estudo, da autoria de James  Rogers e Cécile Philippe, Chipre é o país em que, este ano, os cidadãos  têm de trabalhar menos dias (14 de Março), seguindo-se a Irlanda (24 de  Abril) e Malta (29 de Abril).<br />
Por oposição, os belgas são os  europeus que mais dias têm de trabalhar para se &quot;libertarem&quot; dos  impostos: este ano, a Bélgica assinala o Dia da Libertação de Impostos a  08 de Agosto, três dias mais tarde do que em 2012.<br />
Os espanhóis, por exemplo, têm de trabalhar até 12 de Junho para chegarem à libertação de impostos e os gregos até 17 de Junho.<br />
Tomando  a economia europeia como um todo, &quot;os trabalhadores médios na UE viram a  sua taxa real de impostos aumentar novamente este ano, dos 44,89% em  2012 para os 45,06% em 2013&quot;, uma subida que é, &quot;em grande medida, uma  consequência do aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) em  16 Estados-membros&quot;, lê-se no documento.<br />
Portugal é um dos 16  países que aumentou o IVA, de 20% para 23% desde 2010, começou por dizer  à Lusa James Rogers, um dos autores do estudo.<br />
James Rogers  acrescentou que o total de impostos tidos em conta no estudo  (contribuições para a Segurança Social, impostos sobre o rendimento e  IVA) pagos por um trabalhador português médio &quot;aumentou de 40,9% para  42,2% nesse período, o que significa que tem de trabalhar mais cinco  dias para pagar impostos do que há quatro anos&quot;.<br />
A organização New  Direction --- Fundação para a Reforma Europeia, um 'think tank' (grupo  de reflexão) com sede em Bruxelas, realizou o estudo, em parceria com o  Instituto Económico Molinari.<br /> <br /> <b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=76347" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>florindo</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=576006</guid> </item> <item> <title>Portugal pode começar a exportar cereja para o Japão</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575893&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sun, 19 May 2013 11:49:52 GMT</pubDate> <description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357732_435x200.jpg?type=big  
 
*Portugal pode começar a exportar cereja para o Japão* 
 
A  ministra da Agricultura, Assunção Cristas, anunciou no sábado que o  Governo iniciou um processo negocial com o Japão para exportar cereja  portuguesa para aquele país do oriente. 
 
O processo foi desencadeado  recentemente durante uma visita do secretário de Estado da Alimentação  ao estrangeiro, a pedido dos produtores do Fundão, a região de Portugal...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357732_435x200.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br /> <br /> <font size="4"><b>Portugal pode começar a exportar cereja para o Japão</b></font><br /> <br />
A  ministra da Agricultura, Assunção Cristas, anunciou no sábado que o  Governo iniciou um processo negocial com o Japão para exportar cereja  portuguesa para aquele país do oriente.<br /> <br />
O processo foi desencadeado  recentemente durante uma visita do secretário de Estado da Alimentação  ao estrangeiro, a pedido dos produtores do Fundão, a região de Portugal  onde se concentra a maior produção nacional de cereja.  <br /> <br />
O  Governo ainda não sabe dentro de quanto tempo é que a cereja portuguesa  poderá ser consumida no Japão, mas Assunção Cristas prometeu “dar a  melhor atenção” para que o processo “seja rápido”, à margem de uma  sessão partidária em que participou, em Macedo de Cavaleiros, no  distrito de Bragança.  <br /> <br />
Assunção Cristas esteve presente na  qualidade de vice-presidente do CDS-PP par dar apoio ao candidato do  partido, Rui Costa, à Câmara local nas eleições autárquicas do final do  ano.  <br /> <br />
A sessão tinha como tema a agricultura e a ministra da  tutela apontou como exemplo da dinâmica do setor em Portugal o caso dos  produtores de cereja do Fundão e o trabalho do Governo para ajudar a  abrir o mercado do Japão a este produto.  <br /> <br />
Assunção Cristas  avisou que estes processos são, contudo, “complexos” e “têm regras  específicas”.  “Isto pressupõe um trabalho técnico relevante e também um  trabalho político, porque muitas vezes as coisas andam mais rápido e  desbloqueiam-se quando é possível ir ao local, falar com os dirigentes  políticos, sinalizar as questões, entender exatamente onde é que estão  as dificuldades, e é isso que temos feito em relação a muitos produtos e  estamos a fazer, neste momento, em relação ao Japão, porque houve essa  sinalização”, declarou.  <br /> <br />
Este trabalho para exportação da cereja  portuguesa será feito com os produtores e envolverá visitas ao local  dos potenciais compradores.  <br /> <br />
Assunção Cristas lembrou que ela  própria esteve há pouco tempo no Brasil a tratar de outras frutas  nacionais que poderão ser exportadas para aquele país e oficializou um  protocolo com o homólogo brasileiro, a que se seguirá a deslocação de  uma missão técnica brasileira a Portugal.  <br /> <br />
Segundo disse, o  Ministério da Agricultura tem em curso outros processos idênticos com  outros países como a China ou Marrocos.  Estes acordos poderão  contribuir para reduzir o défice agroalimentar de Portugal que, em 2012,  teve uma quebra de 15 %, segundo apontou, mas que continua a registar  uma diferença negativa de 30 % entre o que país importa e exporta.  <br /> <br />
A  ministra realçou ainda que a ”agricultura é o setor que, neste momento  mais cresce em Portugal”, indicando que, em 2012, “a recessão (da  economia portuguesa) foi de 3 % e o setor agroalimentar cresceu 2,8 %”.<br /> <br /> <b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=76325" target="_blank" rel="nofollow">Lusa / SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>florindo</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575893</guid> </item> <item> <title>Basta corte no orçamento do serviço para funcionários irem parar à mobilidade</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575832&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 18 May 2013 22:19:09 GMT</pubDate> <description>Os dirigentes dos serviços públicos vão poder passar, a partir de agora, a enviar funcionários para o sistema de requalificação (mobilidade especial) quando sofram cortes nos orçamentos. No modelo ainda em vigor, mas que o Governo quer alterar, a colocação no quadro de excedentários está dependente de um processo mais exigente, só podendo ocorrer na sequência de fusões, reestruturações ou extinções. 
 
 
Imagem:...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>Os dirigentes dos serviços públicos vão poder passar, a partir de agora, a enviar funcionários para o sistema de requalificação (mobilidade especial) quando sofram cortes nos orçamentos. No modelo ainda em vigor, mas que o Governo quer alterar, a colocação no quadro de excedentários está dependente de um processo mais exigente, só podendo ocorrer na sequência de fusões, reestruturações ou extinções.<br /> <br /> <br /> <div style="text-align: center;"><img src="http://images.dinheirovivo.pt/ECO/File?dDocName=CIECO076344&amp;fileName=gaspar7957676595323440909.jpg&amp;rendition=extra_wide&amp;SID=331184" border="0" alt="" /></div><br /> <br />
A reforma na administração pública integra o pacote de cortes estruturais que o Governo se comprometeu a fazer e que irá centrar as atenções da troika durante a oitava avaliação, que deveria iniciar-se na próxima semana, mas que foi adiada, não sendo ainda conhecida a nova data. O atraso nas conclusões do sétimo exame estão na origem deste adiamento, segundo avançou ontem o gabinete do comissário europeu Olli Rehn.<br /> <br />
Entre as mudanças que o Executivo quer impor na função pública está a mobilidade especial - que foi redenominada de requalificação. A par da definição de um limite de tempo de permanência pago a quem é colocado neste sistema, a proposta que está a ser negociada com os sindicatos altera ainda os critérios de reencaminhamento dos funcionários. Na leitura dos dirigentes sindicais, o que está em causa é o aligeiramento das regras da mobilidade e o reforço do poder dos dirigentes na realização de listas de excedentários.<br /> <br />
Na proposta em cima da mesa, estipula-se que “a racionalização de efetivos” pode ocorrer “por motivos de redução do orçamento do órgão ou do serviço decorrente da diminuição de transferências do Orçamento do Estado ou de receitas próprias”. Para José Abraão, do Sintap/Fesap, não restam dúvidas de que estão abertas as portas para que qualquer funcionário possa ira parar à requalificação e arrisque ficar sem emprego se não for recolocado. Basta ver, sublinha, a maratona de cortes orçamentais que aí vêm com o Orçamento Retificativo e os que se perspetivam para o futuro.<br /> <br />
Desempenho ou currículo<br /> <br />
Há ainda outra alteração que preocupa os sindicatos, porque entendem que esta abre caminho à discricionariedade total dos dirigentes na “escolha” de quem pode ou não ir parar à mobilidade. No atual regime prevê-se que para a reafetação ou colocação de pessoas nos excedentários “aplica-se um dos seguintes métodos: avaliação de desempenho ou avaliação profissional”. A opção por um ou outro está balizada pela lei, ou seja, “mede-se” o desempenho quando todo o pessoal da mesma carreira tenha sido alvo desta avaliação, podendo as chefias socorrer-se das competências profissionais quando seja impraticável utilizar os resultados do SIADAP.<br /> <br />
Mas no futuro, se o Governo conseguir avançar com este diploma, o dirigente do serviço passa a ter sempre a opção de escolher fazer a avaliação por via das competências profissionais. Ou seja, diz Alexandrino Saldanha, da Frente Comum, passa a ser possível que quem esteve fora do serviço mas tenha currículo para apresentar um mestrado, por exemplo, passe à frente do colega que se manteve em funções. Helena Rodrigues, do STE faz a mesma leitura: “Com este sistema, fica tudo na mão dos dirigentes”, precisa, enquanto José Abraão acrescenta que na prática se está a dar às chefias o poder “de usarem o método que lhes dá mais jeito”.<br /> <br />
Sabendo de antemão que vão ter de acomodar novos cortes, há serviços que estão já a calcular a ordem em que os respetivos trabalhadores ficarão em função da sua avaliação, e à qual irão recorrer assim que conhecerem com melhor detalhe os efeitos dos cortes orçamentais e de futuras restruturações. Ao Dinheiro Vivo todos os dirigentes sindicais referiram terem indícios de que há serviços a prepararem-se para a elaboração das futuras listas.<br /> <br />
Ligada a esta “arbitrariedade” junta-se o facto de a requalificação prever um limite de tempo máximo de permanência, findo o qual o funcionário entra em licença sem vencimento ou cessa o vínculo.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
dinheiro vivo</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>castrolgtx</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575832</guid> </item> <item> <title>China quer ajudar Europa a ultrapassar crise da dívida</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575812&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 18 May 2013 20:23:32 GMT</pubDate> <description><![CDATA[O responsável pelo Comité dos Negócios Estrangeiros do Congresso Nacional do Povo da China garantiu hoje que aquele país quer colaborar com a Europa na crise da dívida pública, para ajudar as "pessoas comuns". 
 
"A crise financeira não foi causada pela China. Mas, como parte do mundo, está empenhada em juntar-se à comunidade internacional para resolver este problema. Para que, especialmente as pessoas comuns, possam ter uma melhor vida", afirmou Li Zhaoxing, durante a iniciativa do "Concelho...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div>O responsável pelo Comité dos Negócios Estrangeiros do Congresso Nacional do Povo da China garantiu hoje que aquele país quer colaborar com a Europa na crise da dívida pública, para ajudar as &quot;pessoas comuns&quot;.<br /> <br />
&quot;A crise financeira não foi causada pela China. Mas, como parte do mundo, está empenhada em juntar-se à comunidade internacional para resolver este problema. Para que, especialmente as pessoas comuns, possam ter uma melhor vida&quot;, afirmou Li Zhaoxing, durante a iniciativa do &quot;Concelho de Estado&quot;, realizada em Arcos de Valdevez.<br /> <br />
&quot;A China está a fazer o seu melhor&quot;, enfatizou Zhaoxing, também ex-ministro dos Negócios Estrangeiros da República Popular da China.<br /> <br />
Acrescentou que Portugal e China &quot;têm muito em comum&quot;, em matéria de cooperação internacional, e &quot;ainda mais interesses em comum&quot; na cooperação económica.<br /> <br />
&quot;Queremos uma parceria benéfica para ambos. E temo-la&quot;, disse Li Zhaoxing, admitindo, questionado pela agência Lusa, que Portugal e China vivem hoje o &quot;melhor momento&quot; em 43 anos de relações económicas entre os dois países.<br /> <br />
&quot;A China e o Mundo&quot; é o tema da edição deste ano do &quot;Concelho de Estado&quot;, um projecto pioneiro em Arcos de Valdevez, de origem municipal, para reflexão e homenagem a figuras e estadistas de referência.<br /> <br />
Até domingo, a iniciativa aborda o papel internacional da China.<br /> <br />
Entre 2003 e 2007 Li Zhaoxing foi ministro dos Negócios Estrangeiros da China e destacou-se ainda como embaixador na ONU (1995) e nos Estados Unidos da América (1998), tendo sido também membro fundador da organização não-governamental &quot;The Elders&quot;, criada pelo antigo Presidente sul-africano Nélson Mandela.<br /> <br />
Esta terceira edição do &quot;Concelho de Estado&quot; envolve palestras, animação de rua, música e exposições, numa organização da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez.<br /> <br />
&quot;No início do século XXI é inegável que o centro da decisão se transferiu do Atlântico para o Pacífico. A presença de Li Zhaoxing, uma personalidade respeitada no seu país, dá uma dimensão global ao 'Concelho de Estado' na análise do mundo contemporâneo&quot;, afirmou Francisco Araújo, presidente da Câmara local e anfitrião do encontro.<br /> <br />
Segundo a organização, Li Zhaoxing será recebido no domingo, na Fundação Mário Soares, em Lisboa, pelo antigo Presidente da República português Mário Soares, encerrando desta forma a edição de 2013 do evento.<br /> <br />
Nas edições anteriores o &quot;Concelho de Estado&quot; prestou tributo à vida e obra de Mário Soares (2010) e de Mikhail Gorbachev (2011).<br /> <br />
Lusa/SOL</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575812</guid> </item> <item> <title>Fábrica em Sines vai produzir combustível a partir de resíduos de navios</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575713&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 18 May 2013 11:16:23 GMT</pubDate> <description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357540_435x199.jpg?type=big  
 
*Fábrica em Sines vai produzir combustível a partir de resíduos de navios* 
 
Uma  empresa com sede em França está a construir no porto de Sines uma  fábrica para produzir combustível naval a partir dos óleos residuais  recolhidos nos navios de carga, aproveitando material que actualmente é  incinerado.A unidade, que deverá estar pronta a funcionar em Outubro  deste ano, será a primeira a nível mundial com esta...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357540_435x199.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br /> <br /> <font size="4"><b>Fábrica em Sines vai produzir combustível a partir de resíduos de navios</b></font><br /> <br />
Uma  empresa com sede em França está a construir no porto de Sines uma  fábrica para produzir combustível naval a partir dos óleos residuais  recolhidos nos navios de carga, aproveitando material que actualmente é  incinerado.A unidade, que deverá estar pronta a funcionar em Outubro  deste ano, será a primeira a nível mundial com esta tecnologia, adiantou  hoje à agência Lusa o presidente e fundador da Ecoslops, Michel  Pingeot.<br />
O projecto representa um investimento superior a 14  milhões de euros, comparticipado em 55% das despesas elegíveis por  fundos comunitários, e irá criar 35 postos de trabalho directos e 25  indirectos, estimando-se que venha a gerar receitas na ordem dos 10  milhões de euros anuais, referiu o empresário.<br />
A Ecoslops Portugal  tem, desde o final do ano passado, o exclusivo da recolha dos óleos  residuais gerados pelos navios de carga no porto de Sines, por via de  uma subconcessão contratada com a Companhia Logística de Terminais  Marítimos (CLT), do grupo Galp Energia, concessionária do terminal de  granéis líquidos.<br />
Segundo Michel Pingeot, “todos os navios”  originam óleos residuais, quer devido ao armazenamento e utilização de  combustível para o seu funcionamento, quer, no caso dos cargueiros de  granéis líquidos, dos resíduos de produtos (crude e refinados, entre  outros) que ficam nos tanques.<br />
“Dependendo da dimensão do navio”, a quantidade de resíduos produzida pode chegar às 250 toneladas, explicou.<br />
O  lançamento destes resíduos para o mar tem representado um “problema  ambiental”, indicou o empresário, mas, mesmo a solução adoptada  actualmente tem consequências negativas, uma vez que a incineração  provoca a emissão de substâncias poluentes para a atmosfera.<br />
Na  fábrica em construção em Sines, por empresas locais, após a separação  dos óleos residuais em água, sedimentos e hidrocarbonetos, estes últimos  são submetidos a um processo que os transforma em combustível naval,  que será vendido aos fornecedores deste produto.<br />
Michel Pingeot  sublinhou o carácter “amigo do ambiente” deste combustível, não só pela  reciclagem dos resíduos, mas também porque todo o processo de produção,  desde a recolha ao fornecimento, se desenrola num espaço físico  limitado, dispensando transportes e reduzindo a “pegada ecológica” do  produto.<br />
De acordo com o responsável, a unidade terá uma  capacidade de produção de 100 toneladas de combustível naval por dia, o  que implica o processamento de cerca de 200 toneladas de óleos  residuais.<br />
O porto de Sines deverá ser o único a receber uma  fábrica da Ecoslops, já que, conforme adiantou o empresário francês,  esta será suficiente para processar a totalidade dos óleos residuais  produzidos no país.<br /> <br /> <b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=76281" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b><br /> </span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>florindo</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575713</guid> </item> <item> <title>Bill Gates volta a ser o mais rico do mundo</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575675&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Sat, 18 May 2013 00:01:24 GMT</pubDate> <description>Imagem: http://www.jn.pt/Storage/JN/2013/medium/ng2556666.jpg  
 
 
Bill Gates voltou a ser considerado o mais rico do mundo, posição que perdeu em 2007 para o mexicano Carlos Slim, devido às flutuações na bolsa dos seus investimentos, segundo o índice diário de Bloomberg de sexta-feira. 
 
A fortuna de Gates, fundador da Microsoft, está calculada em 56,5 mil milhões de euros e aumentou 16% no ano passado devido ao comportamento positivo dos mercados financeiros nos últimos meses. 
 
Carlos...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><div style="text-align: center;"><img src="http://www.jn.pt/Storage/JN/2013/medium/ng2556666.jpg" border="0" alt="" /></div><br /> <br />
Bill Gates voltou a ser considerado o mais rico do mundo, posição que perdeu em 2007 para o mexicano Carlos Slim, devido às flutuações na bolsa dos seus investimentos, segundo o índice diário de Bloomberg de sexta-feira.<br /> <br />
A fortuna de Gates, fundador da Microsoft, está calculada em 56,5 mil milhões de euros e aumentou 16% no ano passado devido ao comportamento positivo dos mercados financeiros nos últimos meses.<br /> <br />
Carlos Slim recebe &quot;apenas&quot; 56,1 mil milhões de euros, devido à queda do preço do mercado da sua empresa América Móvil, após a aprovação no México de um projeto de lei de reforma das telecomunicações.<br /> <br />
Em terceiro lugar está o investidor americano Warren Buffett, do fundo Berkshire Hathaway, com uma fortuna avaliada em 46,5 mil milhões de euros, que aumentou 24,6% num ano.<br /> <br />
De seguida encontra-se o espanhol Amancio Ortega, do grupo têxtil Inditex, que regista uma redução anual de 2,6% na sua fortuna pessoal até 43,6 milhões de euros.<br /> <br />
Muito perto está o sueco Ingvar Kamprad, fundador do Ikea (43,2 mil milhões de euros), com um aumento anual de 29,5% de sua fortuna.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
Jn</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>castrolgtx</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575675</guid> </item> <item> <title>Portugal com 4.ª maior queda da produção na construção da UE</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575654&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Fri, 17 May 2013 19:46:51 GMT</pubDate> <description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357307_435x200.jpg?type=big  
 
*Portugal com 4.ª maior queda da produção na construção da UE* 
 
A  produção na construção desceu 7,9% na zona euro e 7,2% na União  Europeia, em Março, relativamente ao mesmo mês de 2012, tendo Portugal  registado uma queda de 16,7%, a quarta maior, indicou hoje o Eurostat.  
Os  dados do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) indicam um  agravamento da situação da produção no sector da construção, uma...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357307_435x200.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br /> <br /> <font size="4"><b>Portugal com 4.ª maior queda da produção na construção da UE</b></font><br /> <br />
A  produção na construção desceu 7,9% na zona euro e 7,2% na União  Europeia, em Março, relativamente ao mesmo mês de 2012, tendo Portugal  registado uma queda de 16,7%, a quarta maior, indicou hoje o Eurostat. <br />
Os  dados do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) indicam um  agravamento da situação da produção no sector da construção, uma vez  que, em Fevereiro, havia sido registada uma subida homóloga (comparação  com o mesmo mês do ano anterior) de 1,7% na zona euro, apesar do recuo  de 0,6% no conjunto dos 27 Estados-membros.<br />
No caso de Portugal, a  queda de 16,7%, apesar de ser a quarta maior na UE – depois da  Eslovénia (31,8%), da República Checa (19%) e da Polónia (16,9%) –, foi a  menor desde Outubro de 2012, período durante o qual foram registadas  descidas sempre superiores a 18%.<br />
Entre os Estados-membros, as  maiores subidas homólogas pertenceram a Espanha (16,6%), que voltou aos  crescimentos depois de dois meses consecutivos de quebras, e à Hungria  (9,9%).<br />
Na comparação mensal, isto é, Março em relação a  Fevereiro, a produção no sector da construção recuou 1,7% entre os  países que partilham o euro e 1,1% na UE, tendo Portugal registado a  maior queda entre os Estados-membros: 10,7%.<br />
A descida verificada  em Portugal representa um agravamento em relação à queda de 0,6%  observada em Fevereiro e é o pior registo desde Outubro de 2012.<br />
O  segundo maior recuo mensal entre os Estados-membros pertenceu à  República Checa (7,6%), seguindo-se a Eslováquia (5%), enquanto os  maiores crescimentos foram observados na Roménia (2,8%) e em Espanha  (2,4%).<br /> <br /> <b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=76229" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>florindo</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575654</guid> </item> <item> <title>Juros da dívida a 5 e 10 anos em mínimos desde o verão de 2010</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575553&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Fri, 17 May 2013 10:59:21 GMT</pubDate> <description>*Anexo 117983 (http://www.geralforum.com/board/attachment.php?attachmentid=117983) 
 
Os juros da dívida soberana de Portugal estão esta sexta-feira a descer a dois, cinco e 10 anos e nos dois prazos mais longos a queda era mesmo para mínimos desde o verão de 2010. 
 
A cinco anos, os juros situam-se nos 4,009%, abaixo dos 4,046% de quinta-feira e um mínimo desde agosto de 2010, enquanto a dívida a 10 anos estava ser negociada a 5,260%, um mínimo desde setembro de 2010 e inferior aos 5,280% do...</description> <content:encoded><![CDATA[<div><i><b><a href="http://www.geralforum.com/board/attachment.php?attachmentid=117983&amp;d=1368788358"  title="Nome:      1.jpg
Visitas:     2
Tamanho:  23,6 KB">1.jpg</a><br /> <br />
Os juros da dívida soberana de Portugal estão esta sexta-feira a descer a dois, cinco e 10 anos e nos dois prazos mais longos a queda era mesmo para mínimos desde o verão de 2010.<br /> <br />
A cinco anos, os juros situam-se nos 4,009%, abaixo dos 4,046% de quinta-feira e um mínimo desde agosto de 2010, enquanto a dívida a 10 anos estava ser negociada a 5,260%, um mínimo desde setembro de 2010 e inferior aos 5,280% do fecho da sessão anterior.<br /> <br />
Os juros da dívida soberana portuguesa a dois anos estão, por seu turno, a negociar no mercado secundário a 2,420%, depois de terem fechado na quinta-feira a 2,433%.<br /> <br />
Os juros da dívida grega a 10 anos, o único prazo disponível, continuam a descer, mas hoje, pelo terceiro dia consecutivo, para níveis mínimos desde meados de 2010. Depois de terem fechado na quinta-feira a 8,553% na quinta-feira, os juros da dívida grega estavam hoje a 8,281%.<br /> <br />
Os juros das dívidas de Itália e de Espanha também estão a descer em todos os prazos.<br /> <br /> <br /> <br />
tvi24</b></i></div> <div style="padding:9px"> <fieldset class="fieldset"> <legend>Imagens Anexas</legend> <ul> <li> <img class="inlineimg" src="http://www.geralforum.com/board/images/attach/jpg.gif" alt="Tipo de Arquivo: jpg" /> <a href="http://www.geralforum.com/board/attachment.php?attachmentid=117983&amp;d=1368788358">1.jpg</a> 
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</li> </ul> </fieldset> </div>
]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>kokas</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575553</guid> </item> <item> <title>Desemprego UGT quer que PSD esclareça subsídios a funcionários na mobilidade</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575492&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 20:11:51 GMT</pubDate> <description>O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou hoje que o PSD não esclareceu a eventual atribuição de subsídios de desemprego a trabalhadores em mobilidade, que a estrutura sindical considera uma porta para despedimentos coletivos no Estado. 
 
“Essa questão foi colocada pela UGT, mas não obtivemos uma clarificação em relação à matéria. O PSD registou e esperemos que transmita a quem de direito as nossas preocupações”, disse Carlos Silva, à saída de uma reunião com o vice-presidente do PSD,...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou hoje que o PSD não esclareceu a eventual atribuição de subsídios de desemprego a trabalhadores em mobilidade, que a estrutura sindical considera uma porta para despedimentos coletivos no Estado.<br /> <br />
“Essa questão foi colocada pela UGT, mas não obtivemos uma clarificação em relação à matéria. O PSD registou e esperemos que transmita a quem de direito as nossas preocupações”, disse Carlos Silva, à saída de uma reunião com o vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva.<br /> <br />
O pedido de esclarecimento da UGT surge na sequência das declarações proferidas na terça-feira pelo secretário de Estado da Administração Pública, que no final de uma ronda negocial com as estruturas sindicais da função pública, reconheceu que a eventual atribuição de subsídio de desemprego aos funcionários públicos que forem colocados no regime de requalificação significa que haverá despedimentos no Estado.<br /> <br />
No entanto, no mesmo dia, o Ministério das Finanças esclareceu que não tinha sido intenção de Hélder Rosalino assumir a possibilidade de despedimentos na função pública, &quot;nem explícita nem implicitamente&quot;, acrescentando que a eventual atribuição de subsídios de desemprego a funcionários públicos não promove qualquer iniciativa que facilite demissões.<br /> <br />
O Governo comprometeu-se a enviar até a próxima terça-feira uma proposta de alteração ao documento inicial sobre o novo regime de mobilidade especial que pretende introduzir.<br /> <br />
A proposta apresentada há cerca de duas semanas previa que, na sequência de um processo de reestruturação, os trabalhadores seriam colocados no quadro de mobilidade durante um período máximo de 18 meses.<br /> <br />
Se, no final deste tempo não arranjassem nova colocação, teriam que optar por duas vias: ficar no Estado, com uma licença sem vencimento ou rescindir o contrato, levando a correspondente indemnização, sem direito a subsídio de desemprego.<br /> <br />
Durante a reunião com o PSD, a UGT manifestou a sua “desilusão e desencanto” com as políticas em euros e reafirmou que o momento que o país atravessa “exige uma inflexão das políticas de austeridade”, uma vez que estas não estão a conduzir o país ao crescimento nem ao emprego.<br /> <br />
No que diz respeito à reforma da Administração Pública, a delegação da UGT - que contava com o coordenador da FESAP, Nobre dos Santos - sublinhou ainda considerar “que não é com cortes cegos que se melhora ou se valorizam os trabalhadores, nomeadamente que estão neste momento com a espada em cima da cabeça”.<br /> <br /> <br /> <br />
  lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575492</guid> </item> <item> <title>Segurança Socia Regime de lay-off é aplicado em 228 empresas em Portugal</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575491&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 20:09:50 GMT</pubDate> <description><![CDATA[Um total de 228 empresas em Portugal estavam em situação de lay-off'em abril, um decréscimo face às 236 entidades nessa situação em março, indicam dados hoje divulgados. 
De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social (Sou Cidadão - Segurança Social (http://www.seg-social.pt)), em maio de 2012, um ano antes, havia 203 empresas na referida situação. 
 
O 'lay off' numa empresa refere-se à redução de horário e à suspensão de contrato de trabalho. 
 
De acordo com os...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div>Um total de 228 empresas em Portugal estavam em situação de lay-off'em abril, um decréscimo face às 236 entidades nessa situação em março, indicam dados hoje divulgados.<br />
De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social (<a href="http://www.seg-social.pt" target="_blank" rel="nofollow">Sou Cidadão - Segurança Social</a>), em maio de 2012, um ano antes, havia 203 empresas na referida situação.<br /> <br />
O 'lay off' numa empresa refere-se à redução de horário e à suspensão de contrato de trabalho.<br /> <br />
De acordo com os dados da Segurança Social, existiam em maio 1.165 trabalhadores com redução de horário de trabalho e 1.510 em regime de suspensão de contrato, de entre os quadros das 228 empresas em 'lay off'.<br /> <br /> <br /> <br />
   lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575491</guid> </item> <item> <title>Banca Ex-presidente da Caja Madrid preso por compra de banco dos EUA</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575487&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 19:59:18 GMT</pubDate> <description>Um tribunal madrileno decretou hoje a prisão preventiva para o ex-presidente da Caja Madrid, chamado a depor de urgência no âmbito do processo que investiga um empréstimo de 26,6 milhões de euros da entidade ao Grupo Marsans. 
 
Fontes judiciais citadas pela imprensa espanhola referem que a medida cautelar foi imposta pelo juiz que investiga o caso e que hoje tinha chamado Miguel Blesa para ser ouvido sobre a compra do City National Bank da Florida pela Caja Madrid. 
 
O magistrado Elpidio José...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>Um tribunal madrileno decretou hoje a prisão preventiva para o ex-presidente da Caja Madrid, chamado a depor de urgência no âmbito do processo que investiga um empréstimo de 26,6 milhões de euros da entidade ao Grupo Marsans.<br /> <br />
Fontes judiciais citadas pela imprensa espanhola referem que a medida cautelar foi imposta pelo juiz que investiga o caso e que hoje tinha chamado Miguel Blesa para ser ouvido sobre a compra do City National Bank da Florida pela Caja Madrid.<br /> <br />
O magistrado Elpidio José Silva, juiz instrutor do processo, tinha considerado num auto emitido em fevereiro haver claros &quot;indícios de criminalidade&quot; na gestão de Blesa à frente da Caja Madrid, o banco forte do PP em Espanha e, atualmente, integrada no Bankia, banco nacionalizado devido às elevadas perdas e alvo de assistência por parte da Europa.<br /> <br />
Especialistas da auditora KPMG confirmaram, na passada terça-feira, em tribunal a informação sobre Blesa, argumentando que a Caja Madrid, sob direção deste responsável, não cumpriu os requisitos legais ao autorizar o crédito de 26,6 milhões de euros ao antigo dono da Marsans.<br /> <br />
Recorde-se que a Marsans era controlada por Gerardo Díaz Ferrán, ex-presidente da patronal CEOE, que deixou o grupo com perdas e dívidas de centenas de milhões de euros.<br /> <br />
Blesa, por seu lado, foi hoje instado a comparecer no tribunal às 13:40 (12:40 de Lisboa) como arguido no processo, segundo o auto citado pela Efe.<br /> <br />
O auto investiga quer o crédito de 26,6 milhões de euros quer a compra do banco com sede em Miami.<br /> <br /> <br /> <br />
  lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575487</guid> </item> <item> <title>Parlamento Lei sobre resgate de PPR para pagar crédito votada amanhã</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575486&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 19:57:46 GMT</pubDate> <description>A nova lei que estipula as condições em que os PPR podem ser resgatados para permitir o pagamento do crédito à habitação, redigida pelos deputados PSD, PS, CDS-PP, PCP e BE, será vota na sexta-feira. 
 
Esta alteração surgiu depois de terem sido reportadas aos vários grupos parlamentares algumas dúvidas na aplicação da lei aprovada a 9 de novembro de 2012, que permite que os mutuários com contratos de crédito à habitação possam utilizar montantes que tenham subscrito em planos de poupança com o...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>A nova lei que estipula as condições em que os PPR podem ser resgatados para permitir o pagamento do crédito à habitação, redigida pelos deputados PSD, PS, CDS-PP, PCP e BE, será vota na sexta-feira.<br /> <br />
Esta alteração surgiu depois de terem sido reportadas aos vários grupos parlamentares algumas dúvidas na aplicação da lei aprovada a 9 de novembro de 2012, que permite que os mutuários com contratos de crédito à habitação possam utilizar montantes que tenham subscrito em planos de poupança com o objetivo de pagar prestações do crédito à habitação.<br /> <br />
Segundo a exposição de motivos para esta nova iniciativa legislativa, as dúvidas existentes quanto aos resgates de Planos Poupança Reforma (PPR) e Planos Poupança Educação (PPE), comprometiam a sua “eficácia”.<br /> <br />
Um dos pontos em destaque no novo projeto de lei é a “proibição de alteração das condições do contrato de crédito à habitação” por parte dos bancos que são confrontados com estas situações, nomeadamente no que toca ao aumento do ‘spread’ [taxa de lucro] cobrado ao consumidor.<br /> <br />
Também é regulamentada a “proibição de cobrança de comissões pelo reembolso” quer por parte do banco, quer por parte da seguradora.<br /> <br />
Estas novidades surgem depois de os grupos parlamentares terem realizado nos últimos meses um conjunto de audições a entidades do setor financeiro para identificar quais as dúvidas existentes e para recolher contributos para a melhoria da eficácia da lei.<br /> <br />
A nova legislação permitirá, segundo os deputados signatários da mesma, estabelecer “soluções legislativas que (…) permitem resolver dúvidas e ultrapassar as dificuldades na aplicação da lei, no sentido da proteção da habitação de mutuários com planos de poupança.<br /> <br />
Uma vez que esta iniciativa legislativa agrega todos os grupos parlamentares, deverá ser aprovada por unanimidade, na sessão plenária de sexta-feira.<br /> <br />
Os deputados são António Leitão Amaro, Carlos Santos Silva, Duarte Pacheco e Cristóvão Crespo (PSD), Duarte Cordeiro e Pedro Delgado Alves (PS), Cecília Meireles e João Almeida (CDS-PP), Paulo Sá e Honório Novo (PCP), e Pedro Filipe Soares (BE).<br /> <br /> <br /> <br />
   lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575486</guid> </item> <item> <title>Duarte Pacheco PSD quer reforço dos mecanismos intervenção do BCE</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575485&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 19:56:01 GMT</pubDate> <description><![CDATA[O deputado do PSD Duarte Pacheco defendeu hoje ser necessário um reforço dos mecanismos de intervenção do Banco Central Europeu e considerou que a consciência desta necessidade aumentou na União Europeia. 
 
"Vivemos hoje um contexto externo mais recessivo e, porventura, uma maior consciência europeia da necessidade de um reforço dos mecanismos de intervenção do Banco Central Europeu", declarou Duarte Pacheco, numa declaração política na Assembleia da República. 
 
Segundo o deputado do PSD,...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div>O deputado do PSD Duarte Pacheco defendeu hoje ser necessário um reforço dos mecanismos de intervenção do Banco Central Europeu e considerou que a consciência desta necessidade aumentou na União Europeia.<br /> <br />
&quot;Vivemos hoje um contexto externo mais recessivo e, porventura, uma maior consciência europeia da necessidade de um reforço dos mecanismos de intervenção do Banco Central Europeu&quot;, declarou Duarte Pacheco, numa declaração política na Assembleia da República.<br /> <br />
Segundo o deputado do PSD, devem ser reforçados os mecanismos de intervenção do Banco Central Europeu, &quot;seja no combate a ataques especulativos a dívidas soberanas, seja como mecanismo único de supervisão, na necessidade de uma união bancária, ou ainda na necessidade de reforçar a competitividade europeia e assim promover o crescimento económico e a criação de emprego&quot;.<br /> <br />
&quot;Esta maior sensibilidade europeia deve ser acompanhada pela nossa determinação no rumo traçado, nesta última fase do nosso processo de estabilização financeira&quot;, afirmou Duarte Pacheco, que na sua intervenção assinalou a passagem de dois anos desde a aprovação pelas instâncias internacionais do resgate financeiro a Portugal.<br /> <br />
Na resposta, o deputado do PS João Galamba considerou que &quot;a união bancária morreu com Chipre&quot;, numa alusão às condições impostas pela União Europeia para o resgate cipriota, pago em parte pelos depositários com contas em bancos deste país.<br /> <br /> <br /> <br />
 lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575485</guid> </item> <item> <title>INE Economia recua 3,9% no primeiro trimestre do ano</title> <link>http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575484&amp;goto=newpost</link> <pubDate>Thu, 16 May 2013 19:54:27 GMT</pubDate> <description>A economia portuguesa registou uma queda de 3,9% no primeiro trimestre de 2013 em relação a igual período do ano passado, segundo a primeira estimativa das contas nacionais trimestrais divulgadas esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 
 
Esta queda do Produto Interno Bruto (PIB) revela uma aceleração da degradação da economia, já que no último trimestre de 2012 a economia tinha registado uma queda de 3,8% face aos últimos três meses de 2011. 
 
Em termos de variação em...</description> <content:encoded><![CDATA[<div>A economia portuguesa registou uma queda de 3,9% no primeiro trimestre de 2013 em relação a igual período do ano passado, segundo a primeira estimativa das contas nacionais trimestrais divulgadas esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).<br /> <br />
Esta queda do Produto Interno Bruto (PIB) revela uma aceleração da degradação da economia, já que no último trimestre de 2012 a economia tinha registado uma queda de 3,8% face aos últimos três meses de 2011.<br /> <br />
Em termos de variação em cadeia, os dados hoje divulgados mostram que a economia portuguesa recuou 0,3% face ao último trimestre do ano passado, quando no último trimestre do ano passado tinha recuado 1,8% face ao trimestre imediatamente anterior.<br /> <br />
Nas previsões da primavera da Comissão Europeia, divulgadas a 03 de maio, era esperado que a economia portuguesa recuasse 0,1% no primeiro trimestre de 2013 face ao quarto trimestre de 2012 e 3,7% face a igual trimestre de 2012. Em ambos os casos, os dados revelados hoje na estimativa rápida do INE revelaram-se ligeiramente piores do que as previsões da Comissão Europeia.<br /> <br />
Os dados divulgados pelo INE permitem ainda verificar que a última vez que a economia teve um desempenho tão negativo ocorreu no primeiro trimestre de 2009, com uma queda homóloga de 4,1%, sendo que no conjunto desse ano, a economia nacional recuou 2,9%.<br /> <br />
Para 2013, as previsões do Governo e da troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) apontam para um recuo do PIB de 2,3%.<br /> <br />
&quot;De acordo com a estimativa rápida das Contas Nacionais Trimestrais, o PIB registou, em termos homólogos, uma diminuição de 3,9% em volume no 1.º trimestre de 2013 (variação de -3,8% no trimestre anterior)&quot;, lê-se no destaque hoje divulgado pelo INE.<br /> <br />
Segundo o mesmo documento, a justificar esta evolução da economia esteve o contributo &quot;mais negativo&quot; da procura interna &quot;em resultado da diminuição mais acentuada do investimento&quot;, com destaque para o comportamento do investimento em construção. Em sentido oposto, sublinha o INE, esteve a procura externa, cujo &quot;contributo positivo (...) aumentou, reflectindo principalmente a redução mais intensa das importações de Bens e Serviços&quot;.<br /> <br />
A confirmarem-se os resultados hoje divulgados pelo INE, o primeiro trimestre de 2013 será o nono trimestre consecutivo de queda do PIB em termos homólogos. O primeiro ocorreu nos três primeiros meses de 2011, com a economia a recuar 0,4%.<br /> <br />
A divulgação dos dados para a economia ocorreram no mesmo dia em que o Eurostat, o órgão estatístico da União Europeia (UE), divulgou as mesmas estimativas para os países da UE e da zona euro.<br /> <br />
Segundo o documento divulgado em Bruxelas, a economia da zona euro voltou a encolher no primeiro trimestre deste ano, com o PIB a cair 0,2% em relação aos três meses anteriores.<br /> <br />
De acordo com esta estimativa rápida, o PIB do conjunto dos 27 Estados-membros recuou 0,1% no mesmo período.<br /> <br />
No quarto trimestre de 2012, o PIB da zona euro havia recuado 0,6% e o da UE 0,5%.<br /> <br />
A queda do PIB registada em Portugal em termos homólogos foi apenas superada pelas verificadas na Grécia (-5,3%) e por Chipre (-4,1%).<br /> <br /> <br /> <br />
  lusa</div>

]]></content:encoded> <category domain="http://www.geralforum.com/board/forumdisplay.php?f=951">Mercados de Capitais/Economia</category> <dc:creator>delfimsilva</dc:creator> <guid isPermaLink="true">http://www.geralforum.com/board/showthread.php?t=575484</guid> </item> </channel> </rss>
