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Arquivo das Notícias Internacionais

  1. #1
    GForum Vip
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    Arrow Arquivo das Notícias Internacionais

    Arquivo das Notícias Internacionais ;

    Como é existente esta secção de Arquivos para Notícias mais Antigas, Trancadas, etc.., vamos a partir desta data organizar o seu arquivo por Títulos, ou seja, neste tópico vão ser arquivados os Tópicos que dizem respeito ás Notícias Internacionais.




    .
    Cumps
    Matapitosboss


    __________________________________________
    "Se eu podia viver sem o Gforum? Podia, mas não era a mesma coisa."



    [Desaparecidos]

    Rui Pedro (Menino de Lousada, raptado dia 4 de Março de 1998)
    www.findmadeleine.com (Menina desaparecida na praia da Luz, no Algarve)

  2. #2
    Gforum Veterano Avatar de levm
    Registo: Sep 2006
    Localização: Lepe (Huelva)
    Idade: 46
    Posts: 226

    Padrão Huelva: Menina de cinco anos desapareceu

    Desapareceu no Domingo à tarde quando foi comprar goluseimas a um quiosque ao lado de sua casa. Chama-se Mari Luz, tem 5 anos e quando desapareceu levava uma saia de ganga, collants rosa e camisola da mesma côr.
    Eu sei que é dificil conseguir alguma informaçao positiva nestes casos, mas tentar nao custa!
    Eu sou pai de uma menina de 2 anos e nem quero pensar se uma coisa assim acontecesse à minha filhota.
    Aqui deixo a foto da pequenita e um link com a noticia para quem quiser saber algo mais:[URL="h**p://www.huelvainformacion.es/article/huelva/29717/padre/la/nina/desaparecida/pide/la/devuelvan.html"]

    Qualquer informaçao util que posam ter, por favor comuniquem-na às autoridades locais que saberao como actuar.

    obrigado

    levm
    Imagens Anexas Imagens Anexas

  3. #3
    TIN
    Visitante

    Padrão Huelva: Menina de cinco anos desapareceu


    Se alguém levou a minha filha, devolva-a

    A mãe mostra uma foto da pequena Mari Luz
    O pai da menina de cinco anos que no domingo desapareceu em Huelva, Espanha, lançou um desesperado apelo: “Se alguém levou a Mari Luz por erro ou porque pensou que estava perdida, que a devolva que não acontecerá nada”.

    As autoridades espanholas lançaram uma ampla operação de busca que envolve mais de cem pessoas e pediram apoio da polícia portuguesa.

    Mari Luz saiu de casa, no bairro de Torrejón, com um euro, para comprar um pacote de batatas fritas numa loja perto. Segundo o jornal ‘El País’, o dono do estabelecimento, José Salazar, afirma que a menina chegou a levar as batatas

    fritas e foi-se embora.

    A família denunciou o desaparecimento à polícia duas horas e meia depois, após certificar-se de que a menina não estava em casa de familiares que moram perto. A polícia iniciou as buscas, que se estenderam ao Parque Moret.

    Juan José Cortés, o pai da menina, é pastor evangélico e um pequeno empresário da construção civil. Garante que não tem problemas com ninguém. O Clube Recreativo de Huelva, onde Cortés, de etnia cigana, foi treinador, lançou um apelo no seu site. A família espalhou cartazes com a fotografia da menina apelando à ajuda de todos.

    Correio da Manhã

  4. #4
    Girl Avatar de Satpa
    Registo: Sep 2006
    Localização: Portugal
    Idade: 51
    Posts: 9.473

    Padrão

    São estas noticias tristes, que me fazem perguntar que mundo é que vivemos....?!

    Espero que encontrem a menina..!!

    Abraços
    Satpa

  5. #5
    Gforum Veterano Avatar de sabata
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    Posts: 1.403

    Padrão "Por favor, entreguem a minha filha Mari Luz!"

    Família distribui cem mil folhetos em toda a região
    "Por favor, tenham misericórdia desta família e entreguem a minha filha o mais rápido possível! Não tenham medo de represálias, pois ninguém lhe vai fazer mal. Vamos desculpar quem quer que seja e compreender a situação. Toda a gente pode cometer um erro na vida. Se quiserem, entreguem a Mari Luz na polícia ou, então, deixem-na num local distante."

    Foi este o apelo lançado aos jornalistas, ontem à tarde, à porta de sua casa, por Juan José Cortes, pai da menina de cinco anos de etnia cigana desaparecida desde domingo no bairro El Torrejón, arredores de Huelva, no Sul de Espanha.

    Mari Luz tinha ido comprar batatas fritas a um quiosque a cerca de 30 metros do prédio, na Plaza Rosa, onde vive a família. Especula-se que a menina, "bastante tímida", mas também "alegre", teria sido vista a chorar com uma mulher num autocarro.

    O pai de Mari Luz - que, quando desapareceu, vestia uma minissaia de ganga e blusa e meias de lã rosas -, sublinhou que se trata de uma "família humilde, que nunca teve problemas" e diz confiar nas autoridades espanholas, a que se juntou agora a Polícia Judiciária, em Portugal.

    Numa conferência de imprensa de meia-hora, que reuniu um batalhão de jornalistas espanhóis e portugueses, Juan Cortes, acompanhado pela mulher, Irene Suarez, e os avós paternos, lembrou que a família necessita de meios para procurar Mari Luz. "Se alguém quiser abrir uma conta bancária, que o faça. Mas isso ajudar-nos-á apenas a pagar despesas", observou, ressalvando que não quer ter acesso ao dinheiro nem quer ver o seu nome nem os dos familiares na conta: "Quando via estes apelos, ficava desconfiado. Agora é que percebemos que só assim se poderá fazer alguma coisa."

    Em tom pausado, procurando controlar as emoções, Juan Cortes - que se dedica à venda ambulante e treina uma equipa de futebol satélite do Recreativo de Huelva, além de ter uma pequena empresa ligada à construção civil - respondeu a uma jornalista: "Só agora percebo o que sofrem os pais de Madeleine McCann" (desaparecida no Algarve há mais de oito meses). "Tenho muito pena. Mas acho que não há ligação entre os dois casos".

    Quem não escondeu a emoção foi a avó de Mari Luz, que repetiu o apelo: "Por favor, devolvam a minha neta! É a única que tenho e até tem o meu nome. Para que a querem? Tenham coração, tenham consciência!", gritou. Pouco depois, desmaiou, tendo sido assistida no Hospital de Huelva.

    O desaparecimento de Mari Luz está a provocar uma onda de solidariedade em Huelva, onde oito mil pessoas se manifestaram ontem. Para hoje, estão previstas outras demonstrações de apoio à família em várias cidades espanholas. Em apenas dois dias, um jovem diz ter distribuído 100 mil folhetos com fotos da criança em carros. Outros cartazes sugerem uma campanha bem estruturada que até já conta com um porta-voz para a família, um pastor da Igreja Evangélica.

    Enquanto isso, mais de 150 agentes da Guardia Civil e polícia local, com o apoio de bombeiros e Protecção Civil, passam a zona de Huelva a pente fino. Ontem, as buscas estenderam-se a uma ravina à entrada da cidade e área do sapal e hoje as margens do rio Rio Tinto serão também alvo de pesquisas. Vários populares garantiram ao DN que "Huelva é uma zona segura", mas, "a partir de agora, temos receio do que possa acontecer aos nossos filhos".

    "Vivo em Espanha há 15 anos e nunca senti insegurança. Mas o que se passou com Mari Luz pode acontecer com os meus filhos, ainda pequenos. É impensável que os deixe sair sozinhos à rua. Estou preocupado", disse ao DN o senegalês Makhtar Diop, de 27 anos, vendedor ambulante.

    DN

  6. #6
    TIN
    Visitante

    Padrão

    Citação Postado originalmente por sabata Ver Post
    Família distribui cem mil folhetos em toda a região
    "Por favor, tenham misericórdia desta família e entreguem a minha filha o mais rápido possível! Não tenham medo de represálias, pois ninguém lhe vai fazer mal. Vamos desculpar quem quer que seja e compreender a situação. Toda a gente pode cometer um erro na vida. Se quiserem, entreguem a Mari Luz na polícia ou, então, deixem-na num local distante."

    Foi este o apelo lançado aos jornalistas, ontem à tarde, à porta de sua casa, por Juan José Cortes, pai da menina de cinco anos de etnia cigana desaparecida desde domingo no bairro El Torrejón, arredores de Huelva, no Sul de Espanha.

    Mari Luz tinha ido comprar batatas fritas a um quiosque a cerca de 30 metros do prédio, na Plaza Rosa, onde vive a família. Especula-se que a menina, "bastante tímida", mas também "alegre", teria sido vista a chorar com uma mulher num autocarro.

    O pai de Mari Luz - que, quando desapareceu, vestia uma minissaia de ganga e blusa e meias de lã rosas -, sublinhou que se trata de uma "família humilde, que nunca teve problemas" e diz confiar nas autoridades espanholas, a que se juntou agora a Polícia Judiciária, em Portugal.

    Numa conferência de imprensa de meia-hora, que reuniu um batalhão de jornalistas espanhóis e portugueses, Juan Cortes, acompanhado pela mulher, Irene Suarez, e os avós paternos, lembrou que a família necessita de meios para procurar Mari Luz. "Se alguém quiser abrir uma conta bancária, que o faça. Mas isso ajudar-nos-á apenas a pagar despesas", observou, ressalvando que não quer ter acesso ao dinheiro nem quer ver o seu nome nem os dos familiares na conta: "Quando via estes apelos, ficava desconfiado. Agora é que percebemos que só assim se poderá fazer alguma coisa."

    Em tom pausado, procurando controlar as emoções, Juan Cortes - que se dedica à venda ambulante e treina uma equipa de futebol satélite do Recreativo de Huelva, além de ter uma pequena empresa ligada à construção civil - respondeu a uma jornalista: "Só agora percebo o que sofrem os pais de Madeleine McCann" (desaparecida no Algarve há mais de oito meses). "Tenho muito pena. Mas acho que não há ligação entre os dois casos".

    Quem não escondeu a emoção foi a avó de Mari Luz, que repetiu o apelo: "Por favor, devolvam a minha neta! É a única que tenho e até tem o meu nome. Para que a querem? Tenham coração, tenham consciência!", gritou. Pouco depois, desmaiou, tendo sido assistida no Hospital de Huelva.

    O desaparecimento de Mari Luz está a provocar uma onda de solidariedade em Huelva, onde oito mil pessoas se manifestaram ontem. Para hoje, estão previstas outras demonstrações de apoio à família em várias cidades espanholas. Em apenas dois dias, um jovem diz ter distribuído 100 mil folhetos com fotos da criança em carros. Outros cartazes sugerem uma campanha bem estruturada que até já conta com um porta-voz para a família, um pastor da Igreja Evangélica.

    Enquanto isso, mais de 150 agentes da Guardia Civil e polícia local, com o apoio de bombeiros e Protecção Civil, passam a zona de Huelva a pente fino. Ontem, as buscas estenderam-se a uma ravina à entrada da cidade e área do sapal e hoje as margens do rio Rio Tinto serão também alvo de pesquisas. Vários populares garantiram ao DN que "Huelva é uma zona segura", mas, "a partir de agora, temos receio do que possa acontecer aos nossos filhos".

    "Vivo em Espanha há 15 anos e nunca senti insegurança. Mas o que se passou com Mari Luz pode acontecer com os meus filhos, ainda pequenos. É impensável que os deixe sair sozinhos à rua. Estou preocupado", disse ao DN o senegalês Makhtar Diop, de 27 anos, vendedor ambulante.

    DN
    Amigo sabata,
    Coloca todas as noticias relacionadas com este tema aqui s.f.f.
    Obrigado.
    Tin.

  7. #7
    TIN
    Visitante

    Padrão Mari Luz foi raptada por conhecido

    A polícia espanhola acredita que o responsável ou responsáveis pe-lo desaparecimento de Mari Luz Cortez, a criança de cinco anos que está desaparecida de Huelva desde domingo, é “alguém conhecido da menina e da família”.

    Apesar de admitirem que continuam a ser investigados todos os cenários possíveis, as autoridades policiais que têm a seu cargo a investigação estão muito centradas na hipótese de ter acontecido um rapto. Ao que o CM apurou, a Polícia Nacional enviou já para Huelva uma equipa da Brigada Central especializada em delitos violentos, nomeadamente sequestros e homicídios.

    “A possibilidade mais forte que está a ser analisada é a de a menina ter sido levada por alguém conhecido e ter entrado num carro de livre vontade”, referiu ao CM José Maria Tocornal, inspector chefe da Polícia Nacional de Huelva. Este responsável diz, no entanto, que se trata de um caso “muito sensível” e que qualquer indicação sobre possíveis suspeitos pode “ser prejudicial para a investigação”.

    Os próprios pais acreditam que se trata de uma vingança para com a família. Juan José Cortez, pai de Mari Luz, reconhece mesmo que tem algumas suspeitas sobre o alegado rapto da sua filha, mas diz estar receoso. “Colocar um rosto nas minhas suspeitas pode ser um equívoco”, referiu ontem.

    Já foi detido e interrogado um indivíduo vizinho, que levantou suspeitas por ter deixado de ser visto no bairro El Torrejón (local onde mora a família de Mari Luz), um dia depois do desaparecimento. Foi libertado por “não existirem provas concretas que os liguem ao caso”, confirmou José Maria Tocornal. Durante a tarde, começou a circular o boato de que existia “um casal suspeito que estava a ser investigado”. No entanto, a polícia não confirma estas suspeitas.

    Uma hipótese que as autoridades já descartaram foi a de a menina ter sido levada de autocarro, depois de uma testemunha ter afirmado que tinha visto a criança a chorar na companhia de uma senhora. “Essa possibilidade foi colocada de parte porque já conseguimos falar com a pessoa em causa e trata-se de outra criança.”

    Não foi pedido qualquer resgate e, ao que foi possível apurar, as autoridades não têm qualquer dado que ligue o caso a uma rede de pedofilia, tendo em consideração “as características do bairro de onde desapareceu a criança”.

    El Torrejón é um dos bairros mais problemáticos de Huelva, onde existem várias carências, o que leva as autoridades a estarem atentas aos “movimentos de famílias vizinhas ou grupos com ligação ao tráfico de droga”.

    BUSCAS JÁ FORA DE HUELVA

    Desde domingo que decorrem buscas por toda a cidade de Huelva. Ontem durante todo o dia continuava a procura da criança com equipas formadas por mais de 200 elementos de voluntários, a grande maioria polícias e bombeiros vindos de Madrid.

    A atenção esteve centrada na zona do Dique Juan Carlos I, em Gibraleon, próximo de uma zona de salinas. O perímetro foi alargado para 30 quilómetros, já fora dos limites do município de Huelva. A Guardia Civil passou a integrar as buscas nas zonas rurais.

    BAIRRO PROBLEMÁTICO

    O bairro de El Torrejón – onde vive a família de Mari Luz – é um dos mais “problemáticos da cidade de Huelva”, admite José Maria Tocornal. “É habitado por famílias de classe média/baixa, mas essencialmente baixa”, explica o inspector chefe da Polícia Nacional, acrescentando que “existem muitos grupos com ligações ao tráfico de droga”. José Maria Tocornal revela que as autoridades já fizeram diversas buscas no bairro, tanto em casas como em garagens, armazéns e arrecadações. El Torrejón é formado por edifícios com diversos apartamentos lado a lado (alguns vazios) onde muitos moradores são familiares, o que torna a comunidade mais fechada e a entrada da polícia mais difícil.

    Refira-se que enquanto o Correio da Manhã esteve no local no chão foi encontrado um invólucro de uma bala.

    BUSCAS NÃO PODEM PARAR

    A campanha de solidariedade em torno de Mari Luz tem sido feita essencialmente por populares e amigos da família, que se têm juntado para manter viva a imagem da menina de cinco anos. Centenas de pessoas distribuem cartazes pelas ruas de Huelva, principalmente em El Torrejón. Raro é o veículo que não tem uma foto da menina colada no vidro. O próprio vice-coordenador provincial do Partido Socialista Espanhol (PSOE) pediu a colaboração de todos os cidadãos. Mas não é tudo. Ontem, o bispo de Huelva solidarizou-se com o caso, com uma mensagem à família. “Estando fora de Huelva uno-me de coração à inconsolável dor que sofrem pelo desaparecimento da vossa pequena filha”, escreveu o bispo. Também o Bétis de Sevilha disponibilizou o site oficial para colocar uma foto da pequena Mari Luz. E, mais alto do que todas as vozes, soa a de Juan José Cortez. “As buscas pela minha filha não podem parar”, apela.

    "NO JARDIM DE CASA FALTA UMA FLOR"

    Na conferência de imprensa de ontem Juan Cortez afirmou-se confiante no regresso da filha. “Se estou em pé é porque confio em vocês que continuam a procurar”. “No jardim de minha casa falta uma flor”, afirmou também o pai de Mari Luz, que voltou a afirmar que tem “uma suspeita” mas essa “não é uma realidade deste caso”. Já sobre as comparações com o caso de Madeleine McCann, Juan Cortez garantiu que a polícia espanhola não disse nada à família a esse respeito.

    RECORDADO CASO COM 17 ANOS

    Huelva viveu em 1991 um outro caso de desaparecimento de uma criança que deixou fortes marcas na população local. Ana Maria Cano, uma criança de 12 anos, desapareceu sem deixar rasto de um bairro central da cidade espanhola. Depois de muitos meses de buscas e investigação, a polícia conseguiu descodificar o desaparecimento e encontrou o corpo junto a uma margem do rio Tinto, em Marisma. A jovem foi violada e morta, tendo depois sido atirada para um terreno descampado fora do perímetro da cidade. O responsável pela morte brutal da criança foi um indivíduo com problemas psíquicos, que veio a ser descoberto e preso. O caso ainda está na memória de todos em Huelva, sendo agora revivido com o desaparecimento misterioso da pequena Mari Luz.

    RECREATIVO AO LADO DA FAMÍLIA

    “Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar”, disse ao CM Beto, jogador do Recreativo de Huelva, onde Juan José Cortez (pai de Mari) foi treinador das camadas jovens. Na quarta-feira a equipa entrou em campo na partida frente ao Villarreal com camisolas de solidariedade “e vamos fazer o mesmo no fim- -de-semana, no jogo com o Bétis de Sevilha”, garantiu o jogador que, com Carlos Martins e Varela compõe o trio de portugueses do Huelva. “Conheço bem o pai, falava bastante com ele e penso que cheguei a ver a filha”, continua Beto, “ele é muito boa pessoa e a equipa está toda com ele”.

    Correio da Manhã

  8. #8
    Gforum Veterano Avatar de sabata
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    Padrão Autoridades sem pistas procuram o corpo da menina de Huelva

    Igreja Evangélica promove manifestação na próxima terça-feira
    Quase uma semana após Mari Luz Cortés, de cinco anos, ter desaparecido do bairro de El Torrejón, nos arredores de Huelva, as autoridades espanholas continuam sem pistas sobre o paradeiro da criança de etnia cigana que tinha ido sozinha comprar um pacote de batatas fritas a um quiosque a cerca de 30 metros do prédio onde vive a família.

    Na terça-feira, a Igreja Evangélica promove manifestações de solidariedade para com Mari Luz, nas capitais das regiões espanholas e desde já pede forte adesão em Madrid. Enquanto os pais, que estão a receber apoio psicológico, invadem tudo quanto é sítio de cartazes com fotos da filha e em mais uma conferência de imprensa, ontem à tarde (a mãe acabou por abandonar o encontro a chorar) voltaram a apelar "a quem a tiver para a entregar".

    Agentes policiais, bombeiros, mergulhadores e dezenas de populares reforçaram, ao longo do dia, buscas nomeadamente em moitas, terrenos baldios, fossas e nas margens e nos leitos do rios El Tinto e Odiel na tentativa de encontrar o corpo da menina. Entretanto, a polícia de Huelva interrogou um indivíduo alegadamente envolvido em práticas pedófilas que vive na zona de onde Mari Luz foi levada, mas não existe acusação.

    Às 10.00 da manhã de ontem, San Isidro, na zona de Gibraleón, a nove quilómetros de Huelva, era sobrevoada por três parapentes a motor. Num terreno enlameado junta-se um camião da SOS Ayuda Sin Fronteras, que colabora nestas buscas com 40 voluntários. "A esperança é a última coisa a perder", desabafa Javier Rivas, presidente há dois anos daquela ONG sedeada no Sul de Espanha. Poucos metros adiante, três polícias de Sevilha aproveitam o dia de folga para vasculhar, com o apoio de troncos, arbustos e locais propícios para esconder alguma coisa. "Há anos desapareceram crianças em Málaga e nas Canárias. São casos raros. Temos esperança de que a Mari Luz se tenha perdido, caso contrário não estaria aqui para a tentar encontrar", nota ao DN Agostin Terromonta, de 27 anos.

    Já junto a um dos portos de Huelva, vários bombeiros de Sevilha fazem mais uma batida na zona dos molhes. "Infelizmente, há redes com dinheiro para sequestrar crianças, por exemplo, para violações e rituais satânicos. É um vício para algumas pessoas. Neste caso, nem quero pensar no que poderá ter acontecido", observa um dos voluntários. Pelo meio, surge a indicação de que os pais de Mari Luz pediram apoio ao Rei de Espanha para envolver o Exército nas buscas. Uma concentração marcada para o meio-dia junto ao Ayuntamento de Huelva acaba por juntar mais jornalistas do que populares. Em declarações ao DN, o alcalde Pedro Rodriguez garante que o desaparecimento da criança "não provocará" uma imagem de insegurança na região. "É a primeira vez em 40 anos que ocorre uma situação deste tipo em Huelva. Não sabemos o que de facto aconteceu e estamos num mar de confusões. Muitas hipóteses continuam em aberto."


    DN

  9. #9
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    Padrão Mari Luz Cortéz:Polícia espanhola vasculha lixo à procura de pistas

    A Polícia Nacional começou hoje às seis horas a vasculhar todo o lixo recolhido em Huelva desde domingo até quarta-feira, em busca de algum vestígio que possa conduzir à menina de cinco anos desaparecida no domingo, Mari Luz Cortés.Estão no Centro de Tratamento de resíduos Sólidos Urbanos e Industriais, a 40 quilómetros de Huelva, a ver minuciosamente 1500 toneladas de lixo.

    «Não estamos à procura de nada em particular, estamos só a descartar hipóteses», de acordo com um guarda que se identificou apenas como António. Por isso, estão atentos a qualquer coisa que possa conduzir à rapariga - «um corpo, uma peça de roupa ou qualquer coisa».

    Trabalham em turnos de quatro polícias. Cada dois polícias fica responsável por uma passadeira rolante que carrega o lixo. Estão de fato branco, máscara e uma faca na mão para ir abrindo saco a saco, vasculhando todo o lixo.

    Não há, contudo, qualquer previsão sobre o tempo que esta operação poderá levar ou quanto lixo já remexeram. «Demorará o tempo que for preciso», disse fonte policial.

    Entretanto, também têm andado a fazer buscas por Huelva com polícia a cavalo, em sítios acessíveis a carros ou pessoas. Ou seja, não entram locais vedados.

    SOL

  10. #10
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    Padrão Populares vão procurar Mari Luz contra a vontade da polícia

    Pais referem suspeitas sobre um carro de matrícula portuguesa
    Dezenas de moradores do Bairro de El Torrejón, em Huelva, na Andaluzia, com o apoio de outros voluntários, ao estilo de milícias populares, vão passar a pente fino, hoje e amanhã, a partir das 9.30 horas, casas, locais considerados suspeitos e toda a zona situada nas redondezas do edifício onde vive a família de Mari Luz Soárez, a menina de cinco anos desaparecida desde domingo.

    A iniciativa, que faz parte de um plano de acção traçado até à próxima terça-feira por familiares e amigos da criança, que inclui várias manifestações, nomeadamente em Huelva, não está porém a agradar nada à Polícia Nacional. "Essas buscas poderão certamente prejudicar as investigações das autoridades. Querem passar pelos mesmos sítios que já percorremos. É preferível, isso sim, que colaborem no trabalho coordenado pela polícia para tornar a situação mais eficaz", afirmou, ontem, ao DN, o inspector-chefe José Maria Tocornal, responsável da Polícia Nacional, em Huelva. As autoridades tentam, ainda, "reconduzir essa busca", também de forma a evitar possíveis problemas, mas os residentes não desistem, pelo que se aguarda com expectativa o que poderá acontecer.

    Por outro lado, o coordenador das operações para encontrar Mari Luz referiu terem sido já interrogados "dezenas de suspeitos". Contudo, ressalvou, "tal não significa que os vamos incriminar de concreto. São pessoas que apenas nos suscitam alguma dúvida e o objectivo é simplesmente esclarecê-las". Descartado está o suposto envolvimento de três vizinhos da criança, um dele pintor da construção civil que deixou de ser visto no bairro de El Torrejón desde o desaparecimento de Mari Luz.

    Numa altura em que as investigações se concentram num perímetro de mais de 30 km em redor de Huelva, Tocornal mantém em aberto todos os cenários. "Pode ser um sequestro, um homicídio ou um simples desaparecimento. Há várias linhas de investigação e todas as informações têm de ser valorizadas para as podermos, em seguida, descartar. Não existe nada de concreto", sublinhou, garantindo que Mari Luz "terá de ser encontrada de uma maneira ou de outra".

    Nas buscas já realizadas, a polícia recolheu roupa e outros objectos com marcas de sangue, que foram envidas para a Polícia Científica, em Sevilha, para análise de ADN. "Mas nada pertence a Mari Luz", disse.

    Por outro lado, o DN sabe que os pais da criança de etnia cigana contaram aos detectives da agência Método 3 (que investiga o desaparecimento de Madeleine McCann) ter sido visto um "carro de matrícula portuguesa" no bairro, na tarde em que Mari Luz foi levada. Uma criança ter-se-á apercebido da presença dessa viatura por se tratar de matrícula diferente, mas não tomou nota da mesma. Até agora não foi interrogado nenhum suspeito português.

    Ontem à noite, as autoridades retiraram água de um desnível de meio metro de altura de um prédio em construção, perto daquela zona, a fim de a Polícia Científica analisar todos os espaços interiores.

    DN

  11. #11
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    Padrão Polícia não afasta hipótese de Mari Luz ser vítima de vingança

    Psicólogos pedem para ser evitada a psicose colectiva
    "Não alimentem rumores, pois estes podem ser prejudiciais à investigação." É este o teor de um apelo lançado à população de Huelva pela Subdelegação do Governo de Espanha, numa altura em que se multiplicam falsas pistas. Já o especialista em psicologia clínica e professor da Universidade de Huelva Francisco Pérez diz ser necessário "controlar os rumores" para "evitar uma psicose colectiva que não beneficia absolutamente nada" as investigações em torno do desaparecimento da pequena Mari Luz Cortés.

    A polícia, que não descarta a possibilidade de o caso resultar de uma vingança entre famílias ciganas, continua a investigar, nomeadamente, nas zonas periféricas da cidade de Huelva "para saber se alguém viu 'circuladores' que pudessem ter abandonado a menina".

    "Sempre que surgir algo para 'mirar' vamos fazê-lo. As investigações estão a seguir passo a passo para obter resultados seguros que nos permitam levar à localização de Mari Luz e saber exactamente o que lhe aconteceu", explicou, num encontro com jornalistas portugueses, o inspector-chefe da Polícia Nacional, em Huelva, José María Tocornal. Em Portugal, a Polícia Judiciária vai recebendo toda a informação recolhida pelas autoridades espanholas.

    Por outro lado, no bairro de El Torrejón, ninguém aponta o dedo à família de Mari Luz por ter deixado a criança sair sozinha à rua. Tanto mais que no curto trajecto efectuado entre a casa e o quiosque, onde foi comprar batatas fritas, residem vários familiares e toda a gente a conhece. De resto, era hábito a criança de cinco anos "ir àquele estabelecimento só, embora sob vigilância discreta da mãe", conta um familiar.

    "É normal ver-se crianças sozinhas a brincar nesta zona, que é bastante segura. Nunca há assaltos nem problemas entre os residentes. Toda a gente se conhece e se respeita", conta ao DN o português Joaquim Baptista, de 47 anos, natural de Lisboa, casado com uma espanhola e proprietário de um café situado perto da casa da criança. Este emigrante, filho de um português e de uma espanhola natural de Huelva, lembra que "via às vezes Mari Luz sozinha" e conhece a sua família, a qual "é bastante respeitada e não se lhe conhece problemas". Na perspectiva de Joaquim Baptista, o desaparecimento de Mari Luz "é um caso sem consequências" para El Torrejón. A mesma opinião é partilhada por Flor Silva, de 50 anos e ali residente há 30, para quem "depois de passar este ambiente de emoção, tudo voltará à normalidade".

    Porém, crianças sozinhas sem familiares por perto é o que deixou de acontecer naquela zona de Huelva, como constatou o DN nos últimos dias. O impacto emocional provocado pelo desaparecimento de Mari Luz vai demorar tempo a passar, sobretudo para crianças da sua idade, que, mesmo entre conhecidos, não largam a mão do pai ou da mãe.

    DN

  12. #12
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    Padrão Mari Luz: Avô paterno rejeita hipótese de vingança entre ciganos

    Huelva, Espanha, 22 Jan (Lusa) - O avô paterno da menina desaparecida a 13 de Janeiro em Huelva, Espanha, refutou hoje que o desaparecimento da criança de cinco anos se possa dever a uma vingança entre ciganos.

    "Aconteceu com a minha neta, como poderia ter acontecido com outra menina qualquer", disse Juan Cortez Fernandez, avô paterno de Mari Luz à agência Lusa, à margem da manifestação que hoje juntou 10.000 pessoas nas ruas da capital de província.

    Reconheceu, contudo, que a família ainda tem suspeitas sobre dois romenos que quiseram alugar um espaço de venda na feira de El Portil, arredores de Huelva, onde os Cortez negociaram até às 15:00 daquele domingo.

    Os dois homens são suspeitos porque, de acordo com o avô paterno de Mari Luz, nunca mais apareceram na feira, nem sequer no passado domingo, uma semana depois do desaparecimento.

    "Foi o meu filho que lhes disse que o espaço não estava disponível e, portanto, poderia haver aqui um motivo de vingança, mas não tenho provas nenhumas de que seja assim e estar a chamar suspeitos àqueles homens é o mesmo que chamar a qualquer outra pessoa", afirmou.

    Juan Cortez Fernandez pediu ainda às pessoas que deixem de telefonar à família com pistas falsas, pois "todos estão esgotados" com esses telefonemas.

    Hoje ao fim da tarde, no final de uma manifestação muito emotiva, frente à Camara Municipal (Ayuntamento) de Huelva, um dirigente da Igreja Evangélica Filadélfia pediu ajuda a todas as pessoas, "independentemente das raças, credos ou cores políticas", na busca da pequena Mari Luz.

    Do primeiro andar do edifício municipal, ladeado pela família Cortez e por membros da sua igreja, o pastor Juan Herédia falou em nome do "direito à vida", pedindo que todos trabalhem para um final feliz.

    Na ocasião, foi libertada uma pomba que, segundo os organizadores, simbolizava o desejo de liberdade para a menina desaparecida, a paz na Terra e um apelo para que não cessem as buscas.

    A menina, de cinco anos, desapareceu no domingo dia 13 de Janeiro de um bairro social a Norte de Huelva, depois de comprar um pacote de batatas fritas com um euro, num quiosque a cerca de 100 metros da própria casa.

    JMC.

    Lusa

  13. #13
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    Padrão Família de Mari Luz contrata detectives privados espanhóis

    A família de Mari Luz Cortés vai contratar durante esta semana a agência de detectives privados espanhola Método 3 para tentar encontrar a menina de cinco anos e etnia cigana desaparecida há 11 dias perto de sua casa no bairro de El Torrejón, em Huelva. Isto numa altura em que as autoridades locais se mostram evasivas em relação às investigações, limitando-se a dizer "não existirem novidades".

    A garantia foi dada, ontem à tarde, ao DN, por um tio da criança, Diogo Cortés, durante a manifestação de solidariedade para com Mari Luz, que juntou mais de 20 mil pessoas no trajecto por várias artérias daquela cidade da região de Andaluzia. "A polícia só nos diz que não sabe de nada e que as investigações prosseguem. Mais de uma semana depois da niña ter desaparecido, ouvir isto é desesperante para os familiares", lamentou Diogo Cortés, que confia nos detectives privados para transmitir "uma outra dinâmica" às buscas.

    Contudo, para assegurar os serviços da agência Método 3 (a mesma que trabalha para o casal britânico McCann na procura da sua filha Madeleine), a família de Mari Luz necessita de dinheiro. A conta bancária criada no BBVA, em Huelva, na passada semana para financiar a campanha "começou com 400 euros e já tem cinco mil", referiu Diogo Cortés, para quem "precisamos cada vez mais de todo o apoio possível".

    Uma das ajudas que a família de Mari Luz esperava poder receber era a do Fundo criado na Internet pelos pais de Madeleine McCann, destinado a financiar a procura da menina inglesa. Estes, porém, já fizeram saber que, para já, não estão disponíveis a colaborar na campanha por Mari Luz. Só admitem fazê-lo quando estiverem esgotadas todas as possibilidades de Madeleine aparecer.

    Por outro lado, a polícia espanhola está a concentrar as investigações no itinerário efectuado por Mari Luz no dia em que desapareceu, a fim de clarificar situações em consequência de novos indícios recolhidos. Os testemunhos de uma vizinha sobre a matrícula de uma furgoneta branca e de outras pessoas que confirmam a presença dessa viatura "supostamente com três indivíduos" são também pistas seguidas.

    Enquanto isso, familiares e vizinhos da criança, além de outros populares, estenderam as buscas por iniciativa própria às zonas de Sevilha e Córdoba, na tentativa de encontrar qualquer sinal que conduza ao rasto de Mari Luz ou do seu corpo. "Viva ou morta haveremos de encontrar Mari Luz. Mas até agora só têm surgido boatos e disso já estamos saturados, pois há quem fale só por falar", observou Lisardo Silva, tio da criança mais procurada em Espanha.|

    DN

  14. #14
    TIN
    Visitante

    Padrão Mari Luz com site na Net

    Os pais de Mari Luz continuam a seguir os passos dados pela campanha dos McCann. Ontem foi criado um site na internet (www.mariluzcortes.es) onde além de fotografias e vídeos da menina de cinco anos, está o número da conta para onde podem ser feitos donativos de forma a ajudar à continuação das buscas. É ainda possível fazer o download dos cartazes que têm sido utilizados para divulgar a imagem de Mari Luz. A menina desapareceu na tarde de 13 de Janeiro do bairro de El Torrejon, em Huelva, depois de ter saído de casa para ir comprar um pacote de pipocas a um quiosque vizinho.

    Correio da Manhã

  15. #15
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    Padrão Apelo

    A todos que possam, divulguem este e-mail é um pedido desesperado de quem perde o que de melhor que um pai pode ter.
    Sotam
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