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  1. #16

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    Novo Capas de Jornais Economia

    - Nº26 Bimestral/Junho e Julho 2008






    06.06.2008
    Última edição por [email protected]; 11-06-2008 às 10:17.

  2. #17

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    Padrão Euribor a 6 meses acima dos 5% em máximos de 2000

    Todos os prazos disparam.

    As taxas euribor reagiram em forte alta ao discurso de ontem de Jean Claude Trichet, que abriu a possibilidade do BCE afectuar um aumento dos juros na Zona Euro já no próximo mês. A Euribor a 3 meses registou a maior subida desde 2001 e a Euribor a 6 meses está já acima dos 5%.

    A Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado nos créditos à habitação em Portugal, subiu hoje 3,54% para 5,113%, o nível mais alto desde Dezembro de 2000.

    A Euribor a 12 meses disparou 5,72% para 5,418%, atingindo também os níveis mais altos desde 2000.


    A Euribor a três meses registou a maior subida desde 2001 (2,08%) para 4,967%, o máximo desde Dezembro do ano passado.

    A subida das Euribor vai afectar muitas famílias portuguesas uma vez que estas taxas são os indexantes mais utilizados nos créditos à habitação.

    Jornal de Negócios

  3. #18

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    Novo 09.06.2008

    09.06.2008
    Última edição por [email protected]; 11-06-2008 às 10:18.

  4. #19

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    Padrão Taxas Euribor voltam a subir e renovam máximos de 2000

    As taxas Euribor voltaram a subir na sessão de hoje, nos prazos mais longos, para novos máximos de 2000. O Banco Internacional de Pagamentos, ou BIS, alerta para o facto dos mercados monetários deverem continuar a registar perturbações pois os bancos vão continuar a precisar de dinheiro e as perdas com o mercado de crédito deverão aumentar.

    A Euribor a seis meses, o indexante mais recorrente no crédito à habitação em Portugal, subiu hoje para os 5,12%, o que representa o valor mais elevado desde 2000. Esta tendência foi partilhada pela Euribor a 12 meses, que subiu para os 5,429%, o valor mais alto desde 2000. Já a Euribor a três meses contrariou esta tendência ao recuar hoje para os 4,961%.

    Estas taxas acentuaram a tendência de ganhos na semana passada, depois do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, ter alertado o mercado para a possibilidade de novos aumentos de juro na Zona Euro.

    O problema é que as taxas Euribor além de serem indexantes nos empréstimos à habitação são taxas interbancárias. Ou seja, são os juros que os bancos cobram entre si para se financiarem. E com a crise de crédito de elevado risco muitos bancos tiveram necessidade de se financiarem no mercado para fazer face a perdas.

    Com o risco associado aos empréstimo a aumentar, mesmo entre os bancos, as instituições financeiras com capital para emprestar, começaram a cobrar juros mais altos, o que fez disparar as taxas Euribor.

    Nesta altura, com os receios de novas subidas de juro por parte do BCE, as Euribor voltam a subir e o diferencial entre estas taxas e os juros praticados pela autoridade monetária (que costuma ser pequeno) continua elevado devido à instabilidade que vive no mercado financeiro.

    Ainda hoje o BIS alertou para o facto dos mercados financeiros provavelmente continuarem num cenário “severo” no futuro. Isto porque os bancos vão continuar a precisar de se financiarem e as perdas relacionadas com o mercado de crédito vão prolongar-se.

    Jornal de Negócios

  5. #20

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    Novo 10.06.2008

    10.06.2008
    Última edição por [email protected]; 11-06-2008 às 10:19.

  6. #21

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    Padrão Euribor volta a subir para novos máximos

    As taxas Euribor voltaram a subir na sessão de hoje e a renovar máximos. No caso da taxa a 12 meses o recorde é mesmo histórico. Os dados económicos e as declarações de responsáveis do Banco Central Europeu (BCE) apontam para subidas de juros na Zona Euro, o que está a impulsionar as Euribor.

    A Euribor a seis meses, o indexante mais recorrente no crédito à habitação em Portugal, subiu esta manhã para os 5,124%, o que representa o valor mais elevado desde Dezembro de 2000.

    Já a Euribor a 12 meses atingiu hoje os 5,432%, o nível mais elevado de sempre (1998).

    A contrariar esta tendência esteve a Euribor a três meses, que apesar de se manter próxima dos níveis de 2000, desceu para os 4,960%.

    As expectativas apontam para que o BCE decida aumentar mesmo o preço do dinheiro na Zona Euro, o que faz subir as taxas Euribor.

    O problema é que estas taxas são, além de indexantes nos empréstimos, taxa interbancárias, ou seja, são os juros cobrados entre os bancos para se financiarem. Num contexto de falta de liquidez por parte dos bancos estas taxas sobem, pois as instituições com dinheiro para emprestar acabam por cobrar juros mais elevados aos outros bancos.

    E este comportamento reflecte-se nos consumidores, que vêem os juros dos seus empréstimos subirem. Ainda ontem, a Morgan Stanley emitiu uma nota de análise onde revela que os países mais expostos a subidas de juros são Portugal, Espanha e Grécia, isto porque estes países estão mais expostos a taxas de curto-prazo.

    A maioria dos empréstimos à habitação contraídos em Portugal têm como indexante a Euribor a seis ou a três meses. E com estas taxas a subirem, os encargos com os créditos aumentam, o que torna mais difícil a vida das famílias, que acabam por ficar com orçamentos mais reduzidos.


    Fonte Inf.- Jornal de Negócios


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  7. #22
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    Padrão Euribor volta a subir para novos máximos

    tá lindo está para quem tem ops créditos

  8. #23

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    Novo 11.06.2008

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    Última edição por [email protected]; 12-06-2008 às 09:37.

  9. #24

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    Padrão Euribor a seis meses regista primeira queda em 17 sessões

    As taxas de referência do mercado monetário interbancário europeu registaram hoje uma descida nos prazos a seis meses, o indexante mais usado nos empréstimos à habitação, para o valor de segunda-feira, enquanto a maturidade a três meses, a mais utilizada para os créditos entre empresas, caiu para os 4,959%.

    Os especialistas recordam que, devido aos efeitos da crise de crédito, os bancos europeus continuam com bastante receio de emprestarem dinheiro entre si, cobrando juros cada vez mais elevados uns aos outros, já que temem que os activos que as instituições financeiras possuem e que garantem estes empréstimos poderão ter um valor bastante inferior ao estimado. Uma vez que as taxas Euribor são uma média das taxas praticadas entre os bancos, estas reflectem directamente estes receios.

    Como as taxas que o BCE pratica são aplicadas apenas aos empréstimos que este concede à banca, um corte de juros por parte do banco central da Zona Euro não iria reduzir os receios que os bancos têm de emprestar entre si, e por isso as taxas Euribor terão sempre tendência de subida enquanto durar a crise do crédito.

    Prazos.......Hoje

    1 mês..........4,472
    3 meses.....4,959
    6 meses.....5,120
    1 ano...........5,417

    (valores expressos em percentagem)

    Diário Económico

  10. #25

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    Novo 12.06.2008

    12.06.2008
    Última edição por [email protected]; 16-06-2008 às 07:49.

  11. #26
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    Padrão Brisa 'financia' acordo com os transportadores

    Mercadorias. O acordo que permitiu pôr fim à paralisação dos camionistas "foi bom" para o Estado. Essa foi a ideia deixada pelo ministro Mário Lino, que frisou o pouco impacto que o pacote de medidas terá nas contas públicas. A maior factura será paga pelas três concessionárias de auto-estrada, que suportarão os descontos nas portagens. A Brisa aceitou perder até 2,5 milhões de euros. Na gaveta ficou a exigência mais cara: o diesel profissional

    Concessionária suporta descontos até 2,5 milhões

    A Brisa, a maior concessionária do país, revelou ontem ter aceite contribuir para um desconto nas portagens aos veículos pesados (classes 3 e 4), desde que este não ultrapasse um máximo de 2,5 milhões de euros e um período de seis meses, a partir de 1 de Julho.

    A empresa, que é totalmente privada e tem como maior accionista o Grupo José de Mello, justifica esta posição com o objectivo de "garantir a normalidade do tráfego". As outras concessionárias de auto-estradas deverão também aderir a este acordo no sentido de garantir igualmente descontos para os pesados durante a noite. Mas ontem, nem a Aenor (do grupo Mota-Engil que é liderado por Jorge Coelho), nem a Lusoponte (concessionárias das pontes do Tejo), quiseram comentar ao DN esta questão, nem revelar valores.

    Quanto a contrapartidas, o DN sabe que o Governo tentou convencer as concessionárias de que a receita perdida com os descontos seria compensada por um aumento do tráfego de pesados. No entanto, a evolução de tráfego da Brisa mostra que os descontos aos transportadores, que já existiram no passado, não tiveram efeito no número de veículos a passar nas vias. Este foi, aliás, um dos pontos mais difíceis do acordo com a Antram (Associação Nacional dos Transportes Rodoviários de Mercadorias), porque as concessionárias queriam ser compensadas pela perda de receita como aconteceu no passado ou limitar a três meses o desconto.

    A Brisa deixa em aberto que se o tecto dos 2,5 milhões for superado, a empresa deixa de assumir os descontos. Ou seja, a factura passará para o Estado. Mas ontem o ministro Mário Lino realçou que os transportadores "acordaram isso, a expensas dos concessionários, que irão suportar o desconto durante seis meses". Depois haverá renegociação, mas o Governo não espera ter de compensar as empresas, acrescentou. A Brisa e o grupo Mota-Engil estão a concorrer a concessões rodoviárias e deverão apresentar proposta para as grandes obras públicas, como o aeroporto, terceira travessia e a alta velocidade. A Lusoponte vai renegociar o contrato com o Estado.

    O reduzido impacto nas contas do Estado do acordo que pôs fim à paralisação dos transportadores, quando já estavam a ser muito afectados o abastecimento de combustíveis e alimentos, foi um dos pontos mais realçados pelo ministro das Obras Públicas. Mário Lino, contudo, não revelou o seu custo. A medida mais cara, criação do gasóleo profissional, ficou uma vez mais na gaveta. No Parlamento, o primeiro-ministro, José Sócrates, disse que não há condições orçamentais para baixar o imposto petrolífero ou criar um gasóleo mais barato para os transportadores.

    Depois do acordo com a Antram ao final da tarde de quarta-feira, foi ao fim de pouco mais de duas horas de reunião, à porta fechada, os transportadores puseram termo à paralisação dos camiões. A decisão, não mereceu, no entanto, o apoio da generalidade dos cerca de 300 transportadores.

    "Adiou-se a paralisação por mais dois dias e o que ganhamos? A morte de uma pessoa e camiões vandalizados". A pergunta e resposta são de Jorge Lemos, um dos elementos da comissão que organizou o protesto à margem da Antram.

    Apesar do acordo, a associação que representa quatro mil empresas do sector saiu de certa forma fragilizada desta crise. O Governo aceitou conversar directamente com os porta-vozes do protesto e da Batalha saiu também a intenção de avançar com a criação de uma estrutura associativa alternativa à Antram.

    "DN"





    Quem é Zon esta ON!!!!!!!

  12. #27

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    Padrão Acções americanas encerram semana em alta

    mercados accionistas americanos terminaram a sessão de hoje em alta, com os números da inflação e a queda do preço do petróleo a reduzirem a pressão para uma subida das taxas de juro de referência.

    O índice S&P500 terminou a sessão nos 1360,01 pontos a subir 1,50%, com os títulos da banca em forte alta, depois de serem conhecidos os dados da inflação. O índice de preços excluindo a energia e os bens alimentares aumentou 0,2%, em linha com as estimativas.

    A quebra do preço do petróleo, que recuou mais de 1% em Nova Iorque e Londres para a casa dos 134 dólares, também contribuiu para desanuviar os receios de inflação.

    Factores que levam o mercado a acreditar que a Reserva Federal poderá prorrogar uma eventual subida dos juros, como Ben Bernanke, presidente da instituição, indiciou na terça-feira. Isto apesar de o dólar ter hoje apreciado contra o euro, com o mercado cambial a apostar num aumento das taxas.

    O Citigroup avançou 2,97% para os 20,48 dólares, o Goldman Sachs 6,92% para 178,29 dólares e o Morgan Stanley 6,93% para 41,04 dólares.

    As 30 maiores empresas cotadas, reunidas no índice Dow Jones, subiram 1,37% para os 12.307,35 pontos. O Nasdaq avançou 2,09% para os 2454,50 pontos.


    Fonte Inf.- Jornal de Negócios


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  13. #28

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    Smile Acções do Porto disparam mais de 22% com decisão da UEFA

    As acções do FC Porto disparam mais de 22% depois da Comissão de Apelo da UEFA ter decidido que o clube azul e branco pode participar na Liga dos Campeões de futebol 2008/09, dando provimento ao recurso do campeão nacional português.

    As acções seguem agora a valorizar 10,97% para os 1,72 euros, mas já disparam 22,58% para os 1,90 euros. Também o volume de títulos transaccionados é mais elevado do que o habitual. Na sessão de hoje o clube já negociou 32.497 acções quando a média diária dos últimos seis meses é de 1.600 acções.

    A 04 de Maio, a Comissão de Controlo e Disciplina da UEFA decidiu não admitir o FC Porto na Liga dos Campeões devido a dois actos de tentativa de corrupção na época de 2003/03 pelos quais a Liga portuguesa puniu o tricampeão nacional com perda de seis pontos.

    No entanto, e após recurso do clube em causa, o Porto vem informar, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que “a decisão de excluir a F.C. Porto – Futebol, SAD da edição 2008/09 da UEFA Champions League foi revogada. Ou seja, a equipa está incluída na mais importante competição de clubes do continente, na qual, de resto, detém o recorde de participações”.

    A mesma fonte sublinha que o Comité de Apelo da UEFA “concluiu que os factos que ditaram a não admissibilidade da F.C. Porto – Futebol, SAD não estão estabelecidos e que o recurso do Presidente do Conselho de Administração aproveita a F.C. Porto – Futebol, SAD”.

    “O júri entendeu, também, que o VSC e o SLB deveriam ter sido convidados a pronunciar-se desde o início do procedimento na qualidade de partes interessadas.

    Nesse sentido, o caso foi devolvido à primeira instância - Órgão de Controlo e

    Disciplina da UEFA – para instrução de acordo com estes novos condicionalismos”, conclui o comunicado.


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  14. #29

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    Padrão Electricidade: Clientes vão pagar dívidas incobráveis

    Electricidade. Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de euros

    Em 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidores

    Os custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Hoje, é a EDP Serviço Universal que assume os encargos totais dessas dívidas. Mas a proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para o próximo período regulatório de 2009/11 prevê que os encargos com esses compromissos passem a ser partilhados com os consumidores de electricidade a partir do próximo ano, nas tarifas de electricidade.

    Em causa estão valores relativamente pouco significativos, ou seja, nunca ultrapassam 0,2% a 0,3% do volume de negócios do serviço universal da EDP. As previsões para este ano, apontam para um montante de incobráveis de 13,6 milhões de euros, mais 9% do que no ano passado (12,5 milhões de euros). Se metade do valor for transferido para os cerca de seis milhões de consumidores de electricidade no próximo ano, o acréscimo na factura anual seria pouco superior a 1 euro (1,13 euros).

    No passado, a ERSE sempre considerou que o risco de cobrança teria que ser assumido pela empresa e que "os consumidores não deveriam suportar as dívidas dos maus pagadores. Por enquanto, apenas é permitido que os clientes financiem temporariamente as dívidas à EDP que são pagas. Mas a eléctrica alegava que os incobráveis são também um custo do sistema, que não é possível eliminar totalmente. O regulador, aceitando que esta realidade não depende apenas da actuação da empresa, mas também da conjuntura económica, aceitou passar a incluir nos proveitos permitidos para esta actividade, e que são constituídos pelas tarifas finais de electricidade, uma parcela associada ao risco de cobrança, que permite a partilha destes riscos com os consumidores. Haverá sempre contudo um limite aos encargos a passar para os clientes para que o operador seja estimulado a cobrar as dívidas.

    Mais opções para poupar

    Este é apenas um dos aspectos das regras para o novo período regulatório. Ao nível das tarifas eléctricas finais são criadas novas modalidades como a tarifa tri-horária, a juntar à bi-horária que vão permitir aos consumidores ajustarem os seus consumos aos horários de menor procura, com benefício na factura. São ainda criadas novas opções de qualidade de serviço que permitem ao cliente economizar no valor que paga se aceitar uma facturação trimestral, em vez de mensal ou se optar apenas por aceder à factura na Internet.

    DN

  15. #30
    Avatar de Dream54
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    Cambada de chulos,eu..se abrir uma empresa terei que sacrificar quem tem tudo em dia por aqueles que o não tem?
    Vão cavar batatas,espero bem que esta treta não vá avante.

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