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  1. #1

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    Arrow Arquivo das Notícias Mercados de Capitais ;

    Arquivo das Notícias Mercados de Capitais

    Como é existente esta secção de Arquivos para Notícias mais Antigas, Trancadas, etc.., vamos a partir desta data organizar o seu arquivo por Títulos, ou seja, neste tópico vão ser arquivados os Tópicos que dizem respeito ás Notícias Mercados de Capitais.
    Última edição por brunocardoso; 01-07-2008 às 19:41.
    Um abraço

    Bruno Cardoso



  2. #2

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    Padrão Crédito à Habitação

    9 de Maio de 2008
    Euribor volta a cair mas mantém-se acima dos 4,8%.

    As taxas Euribor voltaram a cair na sessão de hoje, depois do Banco Central Europeu (BCE) ter mantido os juros de referência na Zona Euro nos 4%. As taxas Euribor seguiam assim a aliviar das últimas subidas.

    A Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, desceu para os 4,872% e a taxa a 12 meses caiu para 4,941%. Já a taxa Euribor a três meses manteve-se inalterada nos 4,855%.

    As taxas Euribor, que se têm afastando da taxa de juro de referência da Zona Euro devido à instabilidade financeira, estão assim a aliviar dos ganhos sentidos nos últimos tempos, depois de Jean-Claude Trichet, presidente do BCE ter ontem mantido a taxa de juro de referência inalterada.

    No seu discurso, Trichet reiterou as suas preocupações com a inflação na Zona Euro, sendo essa a principal justificação para manter a taxa de juro nos 4%.

    Para o presidente da autoridade monetária da Zona Euro os fundamentais da economia estão sólidos, referindo que o principal risco para a economia pode surgir da instabilidade dos mercados financeiros.

    Trichet acrescentou que "vamos fazer, a qualquer momento, o que julgarmos apropriado para sermos féis ao nosso mandato", ou seja, o responsável diz que o BCE vai actuar de forma para cumprir o objectivo de controlo da inflação, que deveria rondar os 2% e encontra-se actualmente acima dos 3%.

    Jornal de Negócios
    Última edição por Hdi; 09-05-2008 às 13:53.

  3. #3

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    Padrão Euribor regressam aos ganhos

    12 Maio 2008

    As taxas Euribor regressaram aos ganhos, invertendo a tendência registada na semana passada depois do Banco Cetral Europeu ter mantido inalterada a taxa de juro de referência na Zona Euro. A euribor a 6 meses subiu hoje, após três sessões a descer.

    A Euribor a seis meses subiu hoje para os 4,877%, depois de ter descido nas últimas três sessões. A taxa a três meses subiu para os 4,857% e a Euribor a 12 meses voltou a subir, depois de duas sessões a cair, para os 4,948%.

    O BCE decidiu, na semana passada, manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro inalterada nos 4%.

    A decisão levou as euribor, taxa que é o indexante mais utilizado nos créditos à habitação, a aliviar das valorizações registadas no final do mês de Abril.

    Jornal de Negócios

  4. #4

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    Padrão Taxas Euribor sobem nos prazos mais longos

    Com excepção do mês, as maturidades do mercado monetário interbancário registaram hoje uma progressão generalizada, estando a Euribor a três meses a aproximar-se de novos máximos dos últimos cinco meses.

    Para os peritos, os números da inflação na Zona Euro hoje divulgados, combinados com o forte crescimento da economia alemã no primeiro trimestre do ano, significam que o Banco Central Europeu (BCE) não deverá baixar a sua taxa de juro de referência no curto prazo.

    Os especialistas recordam que, devido aos efeitos da crise de crédito, os bancos europeus continuam com bastante receio de emprestarem dinheiro entre si, cobrando juros cada vez mais elevados uns aos outros, já que temem que os activos que as instituições financeiras possuem e que garantem estes empréstimos poderão ter um valor bastante inferior ao estimado. Uma vez que as taxas Euribor são uma média das taxas praticadas entre os bancos, estas reflectem directamente estes receios.

    Prazos.......Hoje.......Quarta-feira

    1 mês..........4,377....... 4,382
    3 meses.......4,860....... 4,859
    6 meses.......4,899....... 4,892
    1 ano..........4,989....... 4,971

    (valores expressos em percentagem)

  5. #5

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    Padrão Governo revê em alta Euribor a 3 meses para 4,3%

    O Governo reviu hoje em alta a taxa interbancária Euribor a três meses para um valor médio de 4,3%, contra os 4,2% previstos no OE2008.

    A Euribor a três meses tem negociado em níveis máximos desde 2006 e hoje já tocou nos 4,86%.

    Esta taxa é influenciada pela liquidez no sistema financeiro e pela política monetária dos bancos centrais e tem principal peso sobre os créditos concedidos pelos bancos aos seus clientes, com especial peso nos créditos à habitação, e beneficia quem tem depósitos em contas a prazo.

    Jornal de Negócios

  6. #6

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    Mar 2007
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    Padrão Vamos Fazer A DiferenÇa!

    Vamos fazer a diferença!
    Isto tem que começar por algum lado!

    Vamos passar a palavra e não ser indiferentes, temos que fazer com que as coisas mudem!

    A subida vertiginosa do preços dos combustíveis tem que parar e temos que fazer com que baixem!

    Para tal vamos combinar três dias nacionais seguidos de

    NÃO ABASTECIMENTO NA BP, GALP, REPSOL!

    Esses dias serão o 1 -2 -3 de Junho que vem!

    VAMOS FAZER A DIFERENÇA!

    Nesses dias abasteçam em outros postos de combustíveis tais como a Esso, Total, Continente (antigo Carrefour), Intermarché, Jumbo e Eleclerc!

    Juntos teremos força para baixar os lucros destes gigantes!

    Agora é só passar a palavra com urgência!

    Estou farto de ser levado na hora de pagar!

    CHEGA!

    SEJAMOS UNIDOS PORTUGUESES E TODOS OS QUE TENTAM SOBREVIVER EM PORTUGAL!

    NÃO ESQUEÇAM 1 - 2 - 3 de JUNHO que vem Não Abasteçam na BP, GALP e REPSOL!

    FORÇAPORTUGAL!


    Imprime isto e coloca em cafés da tua zona ..

  7. #7
    Avatar de Scorpion
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    Eu abasteço onde é mais barato, e que actualmente na minha zona está no posto do Jumbo-Gondomar a 1.295€ litro...

  8. #8

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    Padrão Taxas do crédito habitação voltam a aumentar

    Taxas do crédito habitação voltam a aumentar

    As taxas Euribor a 12 meses, indexantes utilizados no crédito à habitação, registaram esta sexta-feira o valor mais elevado dos últimos oito anos. As prestações da casa ficam assim mais pesadas para os portugueses
    Os portugueses vão voltar a pagar mais pelo crédito à habitação, visto que a Euribor a 12 meses alcançou os 5%.

    «Há um efeito de curto prazo que pode implicar novas subidas. O que se está a passar com o petróleo aumenta a expectativas de inflação e, por isso, o mercado monetário poderá estar a reflectir ou a antecipar uma possibilidade de subir as taxas de juro e dai o juro de mercado poder subir no curto prazo. No conjunto de 2008 as taxas de juro vão estar mais elevadas do que estiveram em 2007», afirmou o economista-chefe do Banco Espírito Santo (BES), Carlos Andrade.

    Em declarações à Rádio Renascença, Carlos Andrade acrescentou ainda que existe um «efeito de curto prazo» que pode originar novos aumentos.

    O coordenador do Gabinete de Orientação dos Consumidores, João Calado, reconhece que no actual quadro económico não é fácil encontrar soluções. «A orientação é uma orientação de contenção e gestão mais cuidada do seu orçamento. O problema é que para fazer essa gestão mais cuidada as pessoas têm que ter alguma margem para poderem fazer os ajustamentos e hoje em dia com a subida dos preços generalizada, com a taxa de inflação acima do que era previsto, com a subida de alguns bens essenciais, com a subida dos combustíveis, com a subida das taxas de juro, cada vez é mais difícil», refere.

    Fonte: SOL
    Um abraço

    Bruno Cardoso



  9. #9

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    Padrão Euribor volta a subir para máximo de mais de sete anos

    26 Maio 2008 - 11:41

    A Euribor a seis meses voltou a subir hoje e atingiu o valor mais elevado desde Dezembro de 2000. Esta é a quinta subida consecutiva desta taxa, que é o indexante mais utilizado nos créditos à habitação em Portugal.

    A Euribor a seis meses subiu hoje para os 4,922%, superando já os valores verificados em Dezembro de 2007, altura em que estas taxas subiram para máximos de sete anos e depois voltaram a recuar. Após as subidas recentes esta taxa voltou hoje a tocar no nível mais alto desde Dezembro de 2000.

    A Euribor a 12 meses continua a negociar acima dos 5%, tendo hoje subido pela quinta sessão consecutiva para os 5,045%, o que representa o nível mais elevado desde Dezembro de 2000.

    Já a Euribor a três meses estabilizou hoje nos 4,857% e é a única que tem escapado a novos máximos.

    As taxas Euribor são os indexantes mais recorrentes nos empréstimos à habitação em Portugal, pelo que estas subidas representam novas dores de cabeça para as famílias nacionais. Com a subida das Euribor as prestações dos empréstimos deverão voltar a aumentar na próxima revisão.

    Jornal de Negócios

  10. #10

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    Padrão Publicado decreto-Lei que fixa os 360 dias como base de referência para os juros

    Publicado decreto-Lei que fixa os 360 dias como base de referência para os juros no crédito à habitação.

    Foi hoje publicado no Diário da República o decreto-Lei que estabelece que a taxa de juro no crédito ou construção de habitação passa a ter como referência dos 360 dias, e 30 dias por mês, e que irá entrar em vigor dentro de 30 dias.

    Na nova legislação, citada pela Lusa, esta mudança "será aplicável aos contratos em execução, a partir da primeira revisão da taxa de juro que ocorra após a sua data de entrada em vigor".

    É também fixado em 10 dias úteis o prazo de envio de informação e documentação entre instituições de crédito, quando o cliente decida transferir o seu empréstimo entre bancos.

    São também alterados outros decretos, como o que regulava a "constituição de depósitos", bem como o que regulamenta o "arredondamento da taxa de juro nos contratos de 'leasing', aluguer de longa duração, 'factoring' e outros".

    Diário Económico

  11. #11

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    Padrão Mensalidades do crédito à habitação diminuem em Julho

    Mensalidades do crédito à habitação diminuem em Julho com nova regra de contagem de juros.

    Decreto-lei publicado ontem em DR entra em vigor a 30 de Junho.

    As famílias com crédito à habitação vão passar a sentir uma melhoria nas prestações mensais que pagam ao banco a partir de Julho face à entrada em vigor do diploma que obriga a que a contagem de juros seja feita a 360 dias, quer sejam juros de depósitos, quer sejam de empréstimos.

    O decreto-lei que impõe esta obrigação à banca, publicado ontem em Diário da República, entra em vigor no próximo dia 30 de Junho e vem corrigir uma situação criada por outro diploma publicado há um ano, que estabeleceu a contagem dos juros nos empréstimos à habitação tendo por base 365 dias, o prazo que já era utilizado pelos bancos nos depósitos a prazo. Perante esta imposição, os bancos - à excepção do BPI e do Montepio Geral -, passaram a utilizar a Euribor calculada a 365 dias, que é ligeiramente mais alta do que a de 360 dias, de forma a manter 12 prestações iguais de capital e juros. Os dois outros bancos mantiveram a prática anterior, por considerarem mais favorável para os clientes, aguardando uma clarificação da situação, que acabou por ser feita através do novo diploma.

    O impacto da alteração num empréstimo à habitação pode parecer pouco significativo em termos mensais, mas atinge uma soma considerável num período longo, como são habitualmente os contratos de crédito à habitação. Uma simulação feita pela Deco/Proteste revela que num empréstimo de 150 mil euros, a 30 anos, utilizando a média de Euribor a seis meses de Abril passado, a 365 dias, implica uma mensalidade de 857,53 euros. O mesmo empréstimo, mas com a Euribor a 360 dias, implica uma prestação mensal de 851,21 euro. Ou seja, há uma diferença mensal de 6,32 euros, que num ano é de 75,84 euros. A manter-se a situação por um prazo de 30 anos, implica uma poupança de 2275 euros.

    A alteração agora introduzida também é benéfica para os depositantes, que passam a receber um pouco mais, uma vez que a taxa de juro é dividida por menos dias. Isto se os bancos não corrigirem em baixa as taxas de remuneração, o que, a acontecer, mantém a situação actual para os depositantes.

    Há cerca de dois meses, quando foi aprovado o diploma em Conselho de Ministros, o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, disse ao PÚBLICO que "o processo acabou por terminar bem". A associação de defesa do consumidor Deco/Proteste também se congratula com "a correcção da legislação".

    O diploma aplica-se aos novos empréstimos e depósitos. Nos já existentes, a alteração é feita a partir da próxima revisão de taxa (empréstimos) ou da renovação do depósito.

    Público

  12. #12

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    Padrão Novo crédito da casa com juros a 6,5%

    As taxas de juro do crédito à habitação continuam a sua escalada mensal, tendo aumentado em Maio cerca de 2% face ao mês anterior. Os portugueses que forem negociar um novo empréstimo em Junho contam com juros perto dos 5% e dificilmente vão conseguir que a sua taxa final, já com o spread, fique abaixo dos 6,5%. Valores que se traduzem em agravamentos da ordem dos 8% na prestação de um novo empréstimo, quando comparado com igual crédito contraído ao longo do mês de Maio.

    Quando hoje os bancos forem calcular a média do mês de Maio da Euribor a seis meses, o indexante mais usado em Portugal, o valor deverá ficar em torno dos 4,9%. O cálculo da média deste indexante até ao dia de ontem indicava um valor de 4,895%, contra 4,795% em Abril. Já no que respeita à Euribor a três meses, a média registada até ontem era de 4,857%, contra 4,783% no mês passado.

    Desde que atingiu o seu pico mínimo, em Agosto e Setembro de 2005 - situando-se nos 2,16% -, a Euribor a seis meses já aumentou 126,3%. E está próxima do valor mais alto de sempre, de Agosto de 2000, quando as taxas estavam nos 5,2% e os portugueses pagavam a sua casa (juros mais spread) com taxas perto dos 7%.

    E a tendência aponta para que o valor actual destes indexantes, a três e a seis meses, se aproxime progressivamente dos 5%. Basta verificar que a Euribor a 12 meses, que perspectiva o valor dos juros a um ano, já está acima daquele patamar, mais precisamente nos 5,063%, a cotação de ontem.

    Assim, de acordo com uma simulação feita pelo DN no site Portal do Cliente Bancário, a prestação de um novo empréstimo poderá subir 7,7% entre Maio e Junho. Se no corrente mês um cliente contraísse um crédito de 150 mil euros, com uma taxa anual nominal de 5,8% (possível com um spread de um ponto percentual), ficaria a pagar 880 euros por mês. Se para o mesmo empréstimo o cliente só conseguir uma taxa de 6,5% (que já incorpora um spread de 1,5 pontos), a prestação passa para 948 euros, mais 68 euros, um aumento de 7,7%.

    Para quem já tem um crédito, a próxima revisão da sua taxa, que já incorpore as médias de Abril e Maio, terá uma subida na sua prestação.

    Negociação mais difícil

    Quem contraiu um novo empréstimo nestes dois últimos meses depara-se com uma negociação difícil, a começar pelo spread. Segundo o DN apurou, alguns bancos estão a negociar empréstimos com margens financeiras aplicadas sobre a Euribor que chegam aos 1,8 pontos percentuais, fruto de um custo acrescido no preço do dinheiro de um maior risco do lado do cliente. Em média, os spreads estão actualmente em torno de 1,5 pontos e conseguir uma margem de um ponto percentual já não é tarefa fácil. Um agravamento verificado especialmente nos últimos dois meses, quando as Euribor intensificaram as subidas.

    É curioso verificar que alguns bancos, nomeadamente dois estrangeiros a operar em Portugal - o Deutsche Bank e o Banco Popular -, estão a oferecer spreads de 0,35 e 0,24 pontos, respectivamente. Trata-se de produtos destinados a um reduzido número de clientes, que preencham um conjunto de condições muito específicas. Para o grosso dos portugueses, a realidade é bem diferente: acabaram os spreads baixos.

    DN

  13. #13

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    Padrão Juntar créditos acaba por sair caro mais tarde

    Valor pago em juros é maior.

    Uma única linha de crédito pode solucionar alguns problemas financeiros mensais, mas sai muito caroPagar os empréstimos da casa, do carro e outros bens de consumo através de uma única linha de crédito pode solucionar alguns problemas financeiros mensais, alargando os prazos de pagamento. Mas saldar o empréstimo de um carro em 30 anos sai muito mais caro, de acordo com as contas do «Jornal de Negócios». Por isso, o melhor é recorrer a esta solução apenas se estiver com a «corda na garganta».

    Pagar a casa, o carro, um crédito pessoal e um crédito «rápido» através de um só empréstimo, representa menos 400 euros de prestação mensal. Mas no final do contrato o montante adicional pago cresce em 99 mil euros. A consolidação baixa a «mensalidade» em 30%, no entanto, no total paga mais 41%. Um bom negócio, para o banco.

    Diz o «JdN» que, apesar de partir de um capital total igual nas duas situações, no final as contas são bem diferentes. O problema é que paga créditos de curto prazo, num período mais longo. E quanto maior for o prazo do contrato, mais juros vai pagar. Tal como acontece com o alargamento dos contratos de credito à habitação. O banco empresta dinheiro por mais tempo e os juros são cobrados sobre o capital em dívida. Com a diluição do crédito por mais anos, a fatia de amortização do empréstimo é menor. Logo, o valor pago em juros é maior.

    Agência Financeira

  14. #14

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    Padrão Taxas Euribor mantêm tendência de ganhos e renovam máximos de mais de sete anos

    04 Junho 2008 - 12:17

    As taxas Euribor voltaram a subir na sessão de hoje, com a excepção dos prazos mais curtos. Estas taxas, que são indexantes nos créditos à habitação, estão a negociar em máximos de 2000.

    A Euribor a seis meses subiu hoje para os 4,934%, o que representa o nível mais alto desde Dezembro de 2000. Esta tendência foi partilhada pela taxa a 12 meses que tocou hoje nos 5,107%, o valor mais elevado também desde Dezembro de 2000.

    Já a Euribor a três meses estabilizou nos 4,864% e a Euribor a um mês desceu para os 4,460%.

    Estas taxas têm subido, a reflectir a instabilidade que se tem vivido no seio do sector financeiro, com os bancos a terem mais dificuldades em se financiarem, o que faz com que as Euribor subam, já que estas também são taxas interbancárias, ou seja, são os juros cobrados entre os bancos para se financiarem.

    Jornal de Negócios

  15. #15

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    Padrão BCE pode subir “os juros no próximo mês”

    05 Junho 2008 - 14:19

    A decisão de manter os juros inalterados nos 4% na reunião de hoje não foi consensual, de acordo com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. O responsável disse que alguns membros consideraram que se deveria subir o preço do dinheiro e não exclui a possibilidade de no próximo mês aumentar os juros.

    Trichet revelou que “não está excluído que o BCE possa subir as taxas de juro no próximo mês”.

    Na reunião de hoje os governadores conseguiram chegar a uma decisão de consenso, mantendo o preço do dinheiro nos 4%, mas Trichet revelou que alguns membro do conselho consideraram que a solução seria “aumentar os juros”, outros colocaram como cenário uma subida do preço do dinheiro “mais tarde” e outros consideraram ainda que não vêem necessidade de aumentar os juros.

    “Riscos para a estabilidade de preços aumentaram significativamente”

    Jean-Claude Trichet afirmou que “os riscos para a estabilidade de preços, no médio prazo, aumentaram significativamente” e que a autoridade monetária vai “actuar de forma firme e atempada” para tentar controlar uma inflação elevada.

    O responsável reiterou esta tarde que “a estabilidade de preços é o principal objectivo do BCE”, numa altura em que os números que têm sido divulgados superam o nível desejado pela autoridade monetária. O conselho de governadores “está num estado de alerta elevado”, sublinhou Jean-Claude Trichet que reiterou que o BCE vai “actuar de forma firme e atempada”.

    Trichet salientou que os “fundamentais económicos da Zona Euro estão saudáveis” e que a “taxa de inflação permanece elevada”, com os “riscos para a estabilidade de preços a aumentarem mais”.

    O responsável justifica a inflação, que permanece acima dos 3%, com o petróleo, que este ano tem registados subidas acentuadas, e com os preços dos alimentos, que também têm disparado.

    Trichet diz que a inflação deverá permanecer “acima dos 3% por mais algum tempo”, um cenário que não é visto com bons olhos pela autoridade monetário cujo nível desejado para a inflação ronda os 2%.

    Os economistas do BCE reviram mesmo em alta as estimativas para a inflação considerando que este ano a inflação vai fixar-se entre 3,2% e 3,6% este ano.

    Apesar dos fundamentais económicos estarem “saudáveis” e do crescimento económico da Zona Euro ter sido superior, no primeiro trimestre, ao esperado, Trichet considera que “o crescimento do primeiro trimestre pode ser anulado pela expansão económica do segundo trimestre”.

    Jornal de Negócios

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