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  1. #496
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    Padrão Primeira vitória de Portugal no A1GP

    Filipe Albuqueque conquistou a primeira vitória do A1 Team Portugal no A1 Grand Prix, ao vencer a Corrida Feature na China, depois de um sexto lugar na Corrida Sprint.

    Portugal foi batido pela África do Sul no arranque para a primeira corrida, mas apesar de passar o resto da corrida a pressionar Adrian Zaugg, Albuquerque nunca conseguiu passar o sul-africano e teve que se contentar com o sexto lugar.

    Adam Carroll dominou a corrida para a Irlanda, com o estreante Robert Doornbos no segundo lugar para a Holanda, e o britânico Danny Watts a defender o terceiro lugar do suíço Neel Jani.

    Para a segunda corrida, Albuquerque teve uma excelente partida e subiu para o segundo lugar logo no arranque. Graças a uma excelente estratégia de boxes, passou para o primeiro lugar com uma vantagem confortável sobre a Inglaterra e a Irlanda, mas na segunda paragem Carroll saiu à frente de Watts e recuperou a distância para o carro português, mas Albuquerque defendeu-se habilmente, com cuidado no uso dos "power boosts", e manteve o comando para conquistar a sua primeira vitória.

    Danny Watts voltou a completar o pódio, não conseguindo ameaçar os dois primeiros mesmo depois de uma intervenção do "safety car", tendo depois que se defender de Neel Jani. Fairuz Fauzy recuperou até ao quinto lugar depois de ultrapassar o australiano John Martin.

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  2. #497
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    Padrão Filipe Albuquerque: "Foi fantástico! Toda a equipa está de parabéns"


    Espectacular é o mínimo que se pode dizer da exibição de Filipe Albuquerque esta madrugada em Chengdu, que permitiu ao A1 Team Portugal subir pela primeira vez ao lugar mais alto do pódio numa corrida do A1 GP Powered by Ferrari.

    O jovem piloto português já nos treinos tinha dado indicações que estava em condições de lutar pela vitória e depois do sexto lugar na Sprint Race, arrancou para a vitória na Feature, estando agora no sexto posto do campeonato, mas mais importante foi vencer a corrida mais longa, logo a que dá mais pontos, na primeira ronda a sério da temporada, depois do arranque complicado em Zandvoort.

    Naturalmente que o conimbricense não podia estar mais satisfeito por vencer uma corrida em que largou do terceiro lugar da grelha. "Foi fantástico. Arranquei muito bem e subi logo para segundo. Mantive sempre uma distância constante para o líder, procurando tirar melhor partido das paragens na boxe. Foi isso que sucedeu e após a primeira troca de pneus passei para o comando e ganhei alguma vantagem. Só que após a segunda mudança de pneus, as borrachas novas não funcionaram tão bem e a Irlanda com um ritmo forte aproximou-se. Tive de ter algumas cautelas, mas depois na parte final passámos a rodar no mesmo ritmo e consegui garantir a vitória. É extraordinário vencer logo na primeira jornada a sério, depois dos problemas que houve em Zandvoort e toda a equipa está de parabéns", explicou Filipe Albuquerque, que na Sprint Race ficou em sexto. "Um erro da organização na largada custou-me duas posições. Consegui recuperar uma, mas a tentar passar a África do Sul o Adrian Zaugg empurrou-me para a relva. Optei então por não correr riscos que colocassem em causa o sexto lugar e também a Feature Race", conclui.

    Quem também não conseguia esconder a alegria por esta vitória era Luís Vicente, o responsável máximo do A1 Team Portugal. "Pessoalmente foi uma grande emoção ouvir o hino depois de tantos anos de esforço nesta competição. Para este resultado hoje existiram dois factores muito importantes, a rapidez e regularidade do Filipe, e a estratégia da equipa que funcionou de forma perfeita. A corrida foi difícil, a vantagem nunca foi muito grande, mas foi uma excelente vitória e vamos continuar a trabalhar para conseguir ganhar mais vezes, a começar já pela Malásia dentro de duas semanas. Estamos em sexto do campeonato, mas gostava de chegar a Portimão em Abril na discussão do título e em condições de garantir aí o ceptro", afirmou.

    Classificação da Featrure Race:
    1º Portugal - Filipe Albuquerque, 51 voltas em 1h11m23,179s
    2º Irlanda - Adam Carroll, a 0,571s
    3º Grã-Bretanha - Danny Watts, a 4,802s

    Classificação da Sprint Race:
    1º Irlanda - Adam Carroll, 18 voltas em 22m58,470s
    2º Holanda - Robert Doornbos, a 2,037s
    3º Grã-Bretanha - Danny Watts, a 14,361s
    ...
    6º Portugal - Filipe Albuquerque, a 20,475s

    Classificação do Campeonato:
    1º Malásia, 28 pontos
    2ºs Irlanda e França, 23
    4ºs Holanda e Nova Zelândia, 20
    6º Portugal, 18

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  3. #498
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    Padrão Conchado e Araújo repartem vitórias na Fórmula Júnior Fr 2.0


    Ao vencer a primeira corrida da Fórmula Júnior, Marcel Conchado foi o vencedor da primeira corrida de automóveis oficialmente disputada no Autódromo Internacional do Algarve.

    Marcel Conchado e Gonçalo Araújo tiveram durante a maior parte da prova, um interessante o duelo pela liderança, o mesmo sucedendo pelo lugar mais baixo do pódio, entre entre Azor Duenas, Fábio Mota e Joffrey Didier, com as "decisões" a favorecerem Marcel Conchado (1º) e Azor Duenas (3º).

    Na segunda corrida os protagonistas foram Bruno Serra e Gonçalo Araújo, com este último a vencer, reforçando a liderança do "campeonato".

    Classificação

    Corrida 1: 1º Marcel Conchado, 14 voltas em 25m29,010s; 2º Gonçalo Araújo, a 1,062s; 3º Azor Duenas, a 12,784s; 4º Fábio Mota, a 13,572s; 5º Joffrey Didier, a 13,647s; 6º Bruno Serra, a 2 v.
    Volta mais rápida: B. Serra, a 1m47,734s, à média de 155,316 km/h.
    Pole position: 1º M. Conchado, 2m03,786s, à média de 135,874 km/h.
    Corrida 2: 1º G. Araújo, 14 voltas em 25m16,511s; 2º B. Serra, a 4,089s; 3º F. Sousa, a 14,438s; 4º A. Duenas, 18,876s; 5º A. Sicart, a 21,490s; 6º F. Mota, a 22,507s; 7º J. Didier, à 22,942s; 8º P. Rosell, a 38,396s; 9º M. Conchado, a 42,113s. AS

  4. #499
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    Padrão Matias e Ribeiro vencem Challenge Desafio Único


    Filipe Matias e Tiago Ribeiro confirmaram na última corrida do Challenge Desafio Único, o domínio exercido ao longo do o ano, ao vencerem com uma vantagem de 17,697s (no somatório das duas corridas) sobre a dupla Pedro Cerqueira e José Francisco, com Jorge Meireles e Vítor Ramos, a fecharem o pódio.

    Estes dois últimos venceram a segunda corrida, depois dos vencedores no somatório da duas contendas, terem feito o mesmo na primeira, confirmando logo aí a vitória final na competição.

    Classificação

    1º Filipe Matias/Tiago Ribeiro, 20 voltas em 53m35,808s; 2º Pedro Cerqueira/José Francisco, a 17,697s; 3º Jorge Meireles/Vítor Ramos, a 24,652s; 4º Paulo Magalhães/Ricardo Rocha, a 28,201s; 5º Pedro Amaral/José Ferreira, a 33,197s. Classificaram-se mais 32 concorrentes.
    Volta mais rápida: Filipe Matias, 2m37,396s, à média de 106,311 km/h.
    Pole-position: 2m53,205s.AS

  5. #500
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    Padrão César Campaniço é Campeão Nacional


    César Campaniço venceu a primeira corrida do PTCC no novo circuito do Algarve sagrando-se, desde logo, Campeão Nacional. Dois anos de de participação na disciplina "rainha" da velocidade nacional, e outros tantos títulos para César Campaniço, com o piloto a reconhecer que "o conquistado este ano tem um sabor especial, não só pelo facto de ser absoluto, mas porque foi um campeonato muito disputado".

    No final da primeira corrida do Circuito Automóvel do Algarve, o piloto do BMW 320si traduzia assim a satisfação pela conquista de mais um ceptro (o quarto da carreira, com dois conquistados no karting - sendo um europeu - e dois nos automóveis) depois de uma actuação em que ninguém ousou contrariar a sua superioridade. "Efectuei uma boa partida e nas primeiras voltas imprimi um ritmo forte, por beneficiar de partir com os pneus aquecidos. Como para além de rápido, o carro estava muito consistente, foi relativamente fácil manter a vantagem sobre os adversários, até por saber que podia rodar dois a três décimos de segundo mais rápido".

    Com o segundo lugar, João Figueiredo conquistou um resultado que serviu os interesses do campeonato, na medida em que ascendeu à vice-liderança provisória. "Não tive andamento para o César", começou por reconhecer, com salutar humildade, o piloto do Peugeot 407 S2000. "Agora só estou preocupado com a segunda corrida e com a luta que vou travar com os pilotos do SEAT pelo ´vice´, pelo que vamos a ver como as coisas correm".

    Na estreia no PTCC, Duarte Félix da Costa subiu ao derradeiro lugar do pódio, com o jovem piloto a ser o melhor entre os que utilizam os SEAT Leon Supercopa. "Honestamente estava à espera de um resultado mais positivo, mas não tive andamento para os dois primeiros. Julgo que não optámos pelas melhores afinações, mas em função do que fizeram os restantes SEAT, estou satisfeito com a classificação".

    Com problemas de sobreaquecimento no motor do SEAT, "a partir da quarta volta", Francisco Carvalho não conseguiu melhor do que o quarto lugar, precedendo Patrick Cunha, com quem travou interessante duelo na segunda metade da corrida. Nas posições imediatas classificaram-se Vítor Souto, Nuno Torres (com uma boa recuperação, depois de ter sido um dos mais rápidos em pista) e António João Silva.

    Na segunda prova com o Alfa Romeo 147 ex-Vasco Campos, Martine Pereira somou a segunda vitória da temporada na Categoria 3, precedendo Nuno Pina (em positivo regresso ao campeonato), Rui Alves e Vasco Campos, todos em Renault Clio RS.

    Uma referência final para os problemas de José Carlos Ramos e Jorge Areal.

    Corrida 1: 1º César Campaniço (BMW 320si), 11 voltas, em 21m47,759s, à média de 142,679 km/h; 2º João Figueiredo (Peugeot 407 S2000), a 9,646s; 3º Duarte Félix da Costa (SEAT Leon Supercopa), a 14,735s - 1º Categoria 2; 4º José Monroy (SEAT Leon Supercopa), a 20,332s; 5º Francisco Carvalho (SEAT Leon Supercopa), a 26,190s; 6º Patrick Cunha (SEAT Leon Supercopa), a 26,366s; 7º Vítor Souto (SEAT Leon Supercopa), a 31,907s; 8º Nuno Torres (Ford Focus ST 170), a 32,233s; 9º António João Silva (SEAT Leon Supercopa), a 34,619s; 10º Martine Pereira (Alfa Romeo 147), A 1m24,281s - 1º Categoria 3; 11º Nuno Pina (Renault Clio RS), a 1m25,972s; 12º Rui Alves (Renault Clio RS), a 1m45,832s; 13º Vasco Campos (Renault Clio RS), a 1 volta; 14º José Carlos Ramos (SEAT Leon Supercopa), a 2v;
    Não classificados: Pedro Costa (Renault Clio RS) e Jorge Areal (SEAT Leon Supercopa).AS

  6. #501
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    Padrão Cruz Martins vence, Sundberg é campeão

    Não era novidade para ninguém que a tarefa de Ricardo Bravo era muito difícil, e assim foi já que o título espanhol voltou a ficar nas mãos de Peter Sundberg, numa corrida ganha pela dupla Francisco Cruz Martins Richard Lietz.

    A regularidade de Peter Sundberg acabou por fazer pender para si os pratos da balança, pois Ricardo Bravo precisava vencer as duas mangas e esperar que o sueco ficasse abaixo do segundo lugar, pelo que no final da primeira manga se ficou a saber que o português não iria alcançar o seu objectivo: Foi oitavo, enquanto Sundberg era segundo e Pérez-Sala/Cerqueda, terceiros. Nessa altura já lideravam Richard Lietz e Francisco Cruz Martins, e assim se mantiveram até final, entrando novamente para a história da pista algarvia como vencedores da primeira prova internacional de automóveis.

    Miguel Pais do Amaral foi sexto, terminando na frente do outro carro da ASM, pilotado por Pedro Bastos e Renato della Noce. Na categoria GTS, António Gellweiler e Carlos Peres foram segundos, enquanto Mário Silva e Zagalo Lima subiram ao pódio nos GTB, garantindo o vice-Campeonato. Miguel Moreno, Num Porsche Boxter terminou a corrida com um carro bem menos performante que os dos seus rivais. Pedro Névoa debateu-se com problemas com a caixa de velocidades do Ferrari 430 da RSWV, falhando um lugar no pódio nos GTS, enquanto Ni Amorim (quebra da correia da direcção assistida) e António Nogueira/António Coimbra (transmissão, depois de despiste de Coimbra) foram obrigados a desistir.

    Classificação:

    1º Autorlando/Richard Lietz/Francisco Cruz Martins (Porsche 997 RSR), 70 voltas em 2h11m39,849s, à média de 148,269 km/h (1º GTA); 2º RSV Motorsport/Peter Sundberg/Sérgio Hernández (Ferrari 430 GT2), a 1m19,118s; 3º Sun RED/Juan Zapata/José Pérez-Aicart (Sun RED 21), a 1 v.; 4º Automobil Club d'Andorra/Manuel Cerqueda/Luís Pérez-Sala (Ferrari 430 GT2), a 1 v.; 5º ASM Team/Ricardo Bravo/Pedro Lamy (Ferrari 430 GT2), a 2 v.; 6º Detector Drivex Porsche/Miguel Pais do Amaral/Miguel Angel de Castro (Porsche 997 RSR), a 2 v.; 7º ASM Team/Renato della Noce/Pedro Bastos (Porsche 997 RSR), a 2 v.; 8º Motor Competición/Luís Villalba/Francesc Gutiérrez (Mosler MT900R), a 2 v.; 9º Josep Mayola/Marc Carol (Ferrari 430 GT2), a 2 v.; 10º MC Motorsport/António Torres/Ricardo Galiano (Lamborghini Gallardo), a 5 v. (1º GTS); 11º Detector Drivex Porsche/António Gellweiler/Carlos Peres (Porsche 997 GT3 Cup), a 5 v.; 12º Alfredo Palencia/António Puig (Ferrari 430 Challenge), a 5 v. (1º GTB); 13º Team LNT/Lawrence Tomlinson/Richard Dean (Ginetta G50), a 7 v.; 14º Escuderia Roger Racing/Mário Silva/Armando Zagalo Lima (Ferrari 430 Challenge), a 7 v.; 15º Marcos Racing/Cor Euser/Bermúdez de Castro (Marcos Mantis), a 7 v.; 16º Paco Martin/Erik Calvo (Ferrari 430 Challenge), a 7 v.; 17º Escuderia Roger Racing/Pedro Névoa/Henk van Zoest (Ferrari 430 GTS), a 8 v.; 18º Detector Drivex Porsche/Vicente Dasi/Miguel Moreno (Porsche Boxster), a 15 v.

    Pole position: R.Lietz/F. Cruz Martins, em 1m59,584s (média de 139,924 km/h)

    Melhor volta: R. Lietz, em 1m44,294s (média de 160,439 km/h)
    Campeonato - 1º P. Sundberg, 174 pontos; 2º M. Cerqueda/L. Pérez-Sala, 169; 3º R. Bravo, 146; 4º M. Amaral/M. Castro, 138

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  7. #502
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    Padrão Desafio Único também com Punto 85


    Depois do sucesso que foi colocar quase meia centena de Fiat Uno 45 S nas pistas portuguesas e reunir praticamente uma centena de pilotos por corrida durante dois anos, o Challenge Desafio Único prepara-se para, em 2009, virar uma nova página na sua curta vida.

    A FEUP, organizador da competição monomarca, já recebeu o aval para dividir o Desafio Único em duas categorias, mantendo os actuais Uno 45 S, mas dando também vida ao modelo que lhe sucedeu, o Punto, na sua versão de 85 cavalos. A ideia é, na perspectiva de Ferreira Duarte, principal responsável da competição, "permitir aos melhores pilotos do Uno terem a possibilidade de auferirem dum carro mais competitivo, com custos igualmente controlados uma vez que está em estudo a possibilidade do motor e a caixa de velocidades serem selados.

    Certo é que, por exemplo, o sistema de escape deverá ser igual para todos os concorrentes". Quanto ao formato do Challenge e da forma como irão co-habitar os Uno e os Punto nada está definido, sendo a única certeza aquela que dá como facto consumado os dois modelos nunca competirem entre si, logo, terem corridas independentes.
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  8. #503
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    Padrão Pedro Salvador vence Open do Algarve


    Pedro Salvador acabou por vencer o Open do Algarve, prova extra-campeonato, juntando a maioria dos carros do Campeonato de Portugal de Resistência, assim como alguns convidados especiais.

    O recém-coroado Campeão Nacional de Montanha foi ultrapassado no arranque por Francisco Gallego, que liderou a prova até sofrer uma penalização de quatro minutos. Mesmo com o seu principal adversário de fora, o piloto do Juno SSE nunca levantou o pé e venceu a prova com mais de 38 segundos sobre Bobby Verdon-Roe, a braços com um Lister Storm difícil de pilotar, devido a um problema com a direcção assistida.

    Gallego ainda conseguiu recuperar do último lugar para terceiro, enquanto António Nogueira/António Coimbra foram quartos no Porsche 911 GT2 e Pedro Marreiros/Tiago Magalhães quintos, os melhores entre os Caterham. Luís Martins ainda rodou durante várias voltas em terceiro, mas teve que deisistir com problemas mecânicos no CVO R02 da Rodrive.

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  9. #504
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    Padrão Francisco Cruz Martins: "Foi um fim-de-semana de sonho"

    A primeira grande corrida de automobilismo realizada no Autódromo Internacional de Portimão, teve um piloto português no lugar mais alto do pódio.

    Francisco Cruz Martins que obteve a quinta vitória da temporada, acompanhado pelo piloto austríaco Richard Lietz, levaram o Porsche 997 RSR da equipa Autorlando, a bater os recordes da nova pista, e cortaram a meta destacados.

    Francisco Cruz Martins, cumpriu mais um desafio ao ser também o melhor português: "Foi um fim-de-semana de sonho. Numa pista nova, que todos desconhecíamos, sem vantagens para ninguém, este resultado tem um valor muito especial. Gostei muito da pista, do carro e a equipa esteve sempre impecável. Foi uma excelente vitória com adversários de grande qualidade e tudo foi perfeito".

    Na corrida, foi importante cumprir a estratégia da equipa e as indicações dos engenheiros da Porsche Motorsport, que saíram de Portimão muito satisfeitos pelo trabalho realizado no fim-de-semana por Francisco Cruz Martins.

    Ricardo Bravo e Pedro Lamy, foram os segundos portugueses no final da corrida com o Ferrari F430, a duas voltas dos vencedores Francisco Cruz Martins/ Richard Lietz.


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  10. #505
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    Padrão Título para Joaquim Jorge


    Só uma verdadeira hecatombe impediria Joaquim Jorge de se sagrar campeão nos Clássicos, e na verdade bastou-lhe terminar por duas vezes na frente do homem do Porsche verde, o que foi, valha a verdade, facilitado pelos problemas que Rebelo teve no seu carro, que terminou a primeira prova em oitavo, e a segunda em quinto, depois de problemas mecânicos o obrigarem a partir das boxes. Dois quartos lugares bastaram a Joaquim Jorge para se sagrar campeão.

    Na primeira corrida, um acidente entre Kiko Mora José João Baptista, levou à interrupção da corrida, numa altura em que liderava Miguel Pais do Amaral. Após meia hora os carros regressaram à pista para três voltas em ritmo lento, atrás do "safety car", para que fosse cumprida a distância suficiente para os pontos serem totalmente atribuídos!

    Na segunda corrida, António Barros e Carlos Santos travaram um duelo empolgante, terminando por esta ordem, quase colados. António Nogueira foi terceiro.

    Classificação
    Corrida 1 - 1º Quifel-ASM Team/Miguel Pais do Amaral (Lola MK III), 8 voltas em 21m54,360s (média de 135,925 km/h); 2º Carlos Santos (Porsche 911 RSR), a 1,254s; 3º António Barros (Porsche 911 RSR), a 1,426s; 4º Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600), a 14,161s; 5º ASM Team/António Simões (Ford Escort RS), a 36,645s; 6º José Luís Moura (Ford Escort), a 37,332s; 7º António Nogueira (Ford Escort RS), a 41,561s; 8º Alexandre Rebelo (Porsche 911 RSR), a 48,727s; 9º Fábrica Italiana-TRSport/Manuel Neto (Ford Escort RS 1800), a 1m04,812s; 10º Francisco Pinto (BMW 2002), a 1m06,934s; 11º Fábrica Italiana-TRSport/Rufino Fontes (Alfa Romeo Giulia Super), a 1m11,670s; 12º João Matos (Porsche 914), a 1m20,660s; 13º Domingos Coutinho (BMW 2800 CS), a 1m22,598s; 14º Campos Costa (Lotus Europa), 1m23,959s; 15º José Perdigão (Datsun 240 Z), a 1m36,185s; 16º José Silva (Ford Escort), a 1m55,596s; 17º Francisco Abreu (Ford Capri RS), a 1 v.; 18º Jorge Guimarães (Volvo 122 S), a 1 v.; José Ferreira de Castro (VW 1392 S), a 1 v.
    Pole position: M. Pais do Amaral, em 1m59,580s (média de 139,930 km/h)
    Melhor volta: M. Pais do Amaral, em 1m57,615s (média de 142,389 km/h)

    Corrida 2 - 1º A. Barros, 10 voltas em 20m21,291s (média de 137,010 km/h; 2º C. Santos, a 0,247s; 3º A. Nogueira, a 18,174s; 4º J. Jorge, a 33,144s; 5º A. Rebelo, a 1m46,127s; 6º J. Moura, a 1m48,452s; 7º M. Neto, a 1 v.; 8º F. Pinto, a 1 v.; 9º J. Matos, a 1 v.; 10º D. Coutinho, a 1 v.; 11º J. Perdigão, a 1 v.; 12º Victor Rodrigues (VW Scirocco), a 1 v.; 13º J. Guimarães, a 1 v.; 14º R. Fontes, a 3 v.
    Melhor volta: A. Barros, em 2m00,322s (média de 139,067 km/h)
    Campeonato - 1º J. Jorge, 93 pontos; 2º A. Rebelo, 86; 3º A. Barros, 68,5; 4º D. Coutinho, 47,5; 5º K. Mora, 45
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  11. #506
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    Padrão Paulo Antunes campeão dos 1300 por eliminação


    Paulo Antunes sagrou-se vencedor do Campeonato de Portugal de Clássicos - 1300 de 2008 depois dos seus principais adversários, Alexandre Beirão e Luís Alegria terem tido problemas, que os impediram de dar mais luta na discussão do título.

    Alexandre Beirão, que chegou a estar na frente na primeira corrida teve problemas no motor do Alfa Romeo, o mesmo sucedendo a Luís Alegria, com o motor do seu Datsun a perder óleo, quando liderava. Assim, Antunes venceu, com Victor Araújo em segundo e Fernando Soares em terceiro.

    Na segunda corrida, Alegria arriscou mas o motor do seu Datsun voltou a levá-lo ao abandono. Beirão recuperou muitos lugares até terceiro, mas atrás de Antunes. A vitória foi para Victor Araújo.

    Classificação
    Corrida 1 - 1º Radical Seguros/Paulo Antunes (Datsun 1200 De Luxe), 8 v. em 18m02,916s (média de 123,613 km/h); 2º Victor Araújo (Datsun 1200), a 15,882s; 3º Fernando Soares (Austin Cooper S), a 17,059s; 4º Eurico Silva (Datsun 1200), a 25,357s; 5º Luís Alegria (Datsun 1200), a 36,767s; 6º Pedro Gaspar (Datsun 1200), a 44,136s; 7º César Leite (Mini 1275 GT), a 48,125s; 8º António Magalhães (Datsun 1200), a 51,545s; 9º João Carlos Torres (Austin Mini), a 1m08,203s; 10º Luís Nobre da Veiga (Morris Cooper S), a 1m19,362s; 11º Fábrica Italiana-TRSport/Carlos Abreu (Alfa Romeo Alfasud Ti), a 1m30,756s; 12º Ordemots/Fernando Becedas (Datsun 1200), a 1m52,738s; 13º Escuderia MG/Paulo Miguel (Austin Cooper S), a 1m52,743s; 14º Miguel Ferreira (Ford Escort 1.3 GT), a 1 v.; 15º Escuderia MG/António Paquete (MG Midget), a 1 v.; 16º Carlos Santos (Datsun 1200), a 1 v.; 17º Jorge Lobo (Alfa Romeo GTA Junior), a 1 v.; 18º José Mota Freitas (Austin Cooper S), a 1 v.; 19º José Fafiães (Datsun 1200); a 1 v.; 20º Veloso Amaral (Hillman Imp), a 1 v.; 21º Henrique Teixeira (Datsun 1200), a 1 v.; 22º Fábrica Italiana-TRSport/Alexandre Beirão (Alfa Romeo Alfasud Sprint), a 3 v.; 23º Fábrica Italiana-TRSport/José Manuel Lopes (Alfa Romeo Alfasud Sprint), a 3 v.; 24º João Braga (Datsun 1200), a 3 v.
    Pole position: A. Beirão, em 2m18,059s (média de 121,201 km/h)
    Melhor volta: L. Alegria, em 2m12,932s (média de 125,875 km/h)

    Corrida 2 - 1º V. Araújo, 8 voltas em 18m11,581s (média de 122,632 km/h); 2º P. Antunes, a 6,141s; 3º A. Beirão, a 10,534s; 4º M. Ferreira, a 19,830s; 5º E. Silva, a 17,395s; 6º A. Paquete, a 39,236s; 7º P. Gaspar, a 50,043s; 8º J. Braga, a 1m07,930s; 9º L. Veiga, a 1m09,011s; 10º A. Magalhães, a 1m12,585s; 11º C. Leite, a 1m15,885s; 12º P. Miguel, a 1m53,795s; 13º J. Lopes, a 2m01,263s; 14º Javier Méndez (Datsun 1200), a 1 v.; 15º J. Freitas, a 1 v.; 16º V. Amaral, a 1 v.; 17º H. Teixeira, a 1 v.; 18º J. Fafiães, a 1 v.; 19º F. Becedas, a 1 v.; 20º F. Soares, a 2 v.; 21º J. Torres, a 3 v.; 22º J. Lobo, a 3 v.; 23º C. Abreu, a 3 v.; 24º C. Santos, a 3 v.
    Melhor volta: A. Beirão, em 2m13,282s (média de 125,545 km/h)
    Campeonato - 1º P. Antunes, 92 pontos; 2º A. Beirão, 78; 3º L. Alegria, 73; 4º F. Soares, 60; 5º M. Ferreira, 45

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  12. #507
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    Padrão Bis de César Campaniço em dia de festa

    César Campaniço assegurou, hoje, o título do PTCC-Campeonato de Portugal de Circuitos.

    Afinal, o campeão apenas foi conhecido na derradeira jornada do calendário; ao longo da época, seis pilotos diferentes subiram ao lugar mais alto do pódio e, durante o ano, o campeonato foi alvo de uma exposição mediática sem precedentes, com oito das 16 corridas do calendário a serem alvo de cobertura televisiva integral.

    Com a disputa da derradeira prova do calendário, o PTCC-Campeonato de Portugal de Circuitos teve as honras de estrear o novo Autódromo Internacional do Algarve em competições automóvel. Cinco pilotos iniciaram o fim-de-semana com aspirações ao título absoluto, mas na prova de todas as decisões e a exemplo do ano passado, César Campaniço não permitiu quaisquer veleidades aos adversários, uma vez que arrebatou a "pole position" e venceu, de forma inequívoca, as duas corridas. Na hora de comemorar o título, o piloto do BMW 320si fez questão de sublinhar "o excelente trabalho efectuado pela equipa ao longo da época, nomedamente neste fim-de-semana. Numa pista nova para todos, o carro esteve perfeito, pelo que me limitei a pilotar o melhor possível".

    Mas na pista dos arredores de Portimão, as comemorações estenderam-se a João Figueiredo, com o piloto do Peugeot 407 S2000 a assegurar o "título" de vice-campeão absoluto, mas também o ceptro da Categoria 1; enquanto na Categoria 2, as contas do campeonato foram favoráveis a José Monroy. Recorde-se que Vasco Campos já tinha assegurado o título da Categoria 3.

    O Circuito Automóvel do Algarve foi o palco da última prova do calendário, com duas corridas pródigas em emoção.

    Bis de Campaniço na segunda corrida

    Em função da superioridade manifestada na corrida inaugural e pelo facto de não partir preocupado com as contas do título, César Campaniço partiu para a segunda corrida determinado em conquistar a oitava vitória da temporada. O piloto do BMW 320si foi paulatinamente recuperando desde o oitavo lugar da grelha e depois de consumar a ultrapassagem ao bracarense Vítor Souto (o líder das voltas iniciais) não mais foi ameaçado, terminando com uma vantagem de 5,479 segundos em relação ao segundo classificado. "Foi uma corrida muito interessante", começou por sublinhar o jovem lisboeta. "As primeiras voltas foram até bastante a animadas, devido à luta travada pelos pilotos dos SEAT, mas depois de ter chegado à liderança, só tive de me preocupar com o João Figueiredo, que esteve muito rápido".

    Na realidade e a exemplo da corrida inaugural, o jovem piloto de Coimbra assumiu-se como o mais directo opositor, pelo que ao vencer a luta com os pilotos dos SEAT, João Figueiredo não só assegurou o "título" de vice-campeão, como se sagrou campeão da Categoria 1. "Honestamente, para mim tem mais valor o ´vice´, mas claro que é importante o ceptro da categoria, porque premeia o trabalho e o esforço da equipa e a consistência revelada ao longo da época.

    Em bom plano, José Monroy terminou no derradeiro lugar do pódio, um resultado que lhe permitiu assegurar o ceptro da Categoria 2. "Um título merecido, depois de uma época que esteve longe de ser fácil".

    Tudo menos fáceis foram as corridas de Francisco Carvalho e Patrick Cunha, os quarto e quinto classificados finais. É que apesar de terem chegado ao Algarve como candidatos a dois títulos, saíram do complexo sem motivos para festejar, com os dois pilotos dos SEAT Leon Supercopa a lamentarem-se do "lamentável comportamento em pista do Duarte Félix da Costa".

    Na Categoria 3, excelente regresso de Nuno Pina, com o piloto do Renault Clio a conquistar a segunda vitória da temporada, à frente de Vasco Campos e Martine Pereira, com este a ser prejudicado por um toque que protaqonizou com o vencedor da categoria.

    Uma referência final para Vítor Souto, que apesar de ter liderado as voltas iniciais, foi obrigado a desistir, na sequência de um toque com Duarte Félix da Costa.

    Corrida 2: 1º César Campaniço (BMW 320si), 11 voltas, em 21m36,055s, à média de 142,017 km/h; 2º João Figueiredo (Peugeot 407 S2000), a 5,479s; 3º José Monroy (SEAT Leon Supercopa), a 16,435s - 1º Categoria 2;; 4º Francisco Carvalho (SEAT Leon Supercopa), a 18,929s; 5º Patrick Cunha (SEAT Leon Supercopa), a 21,717s; 6º Jorge Areal (SEAT Leon Supercopa), a 42,936s; 7º António João Silva (SEAT Leon Supercopa), a 43,126s; 8º Nuno Pina (Renault Clio RS), a 1m38,077s - 1º Categoria 3; 9º Vasco Campos (Renault Clio RS), a 1 volta; 10º Martine Pereira (Alfa Romeo 147), a 1v; 11º José Carlos Ramos (SEAT Leon Supercopa), a 2v; 12º Rui Alves (Renault Clio RS), a 3v.
    Volta mais rápida: a 9ª de César Campaniço, em 1m56,513s, à média de 143,614 km/h.
    Não classificados: Duarte Félix da Costa (SEAT Leon Supercopa), Vítor Souto (SEAT Leon Supercopa), Nuno Torres (Ford Focus ST 170) e Pedro Costa (Renault Clio RS).
    O Campeonato: 1º César Campaniço 111 pontos; 2º João Figueiredo, 91; 3º Francisco Carvalho, 87; etc...

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  13. #508
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    NASCAR: Johnson vence prova em Phoenix

    Jimmie Johnson conquistou, neste domingo, sua sétima vitória da
    temporada com muita tranquilidade em Phoenix. Com os resultados da
    prova ele se aproxima do terceiro título consecutivo na Sprint Cup.

    O atual bicampeão venceu sua terceira prova consecutiva no oval de 1
    milha, marcando o número máximo de pontos para aumentar sua diferença
    para Carl Edwards no campeonato. Um 36º lugar na etapa final da
    temporada será suficiente para que ele garanta o título na próxima
    semana, em Homestead.

    No final da corrida, Johnson foi bastante pressionado por Busch, mas o
    californiano teve ritmo suficiente para se defender do piloto da
    Penske e obter a 40ª vitória de sua carreira na categoria.

    Busch terminou em segundo lugar, disputando uma de suas melhores
    provas na temporada e liderando 60 voltas ao longo do evento. Ele foi
    seguido por McMurray, que, surpreendentemente, ficou à frente de seu
    companheiro de equipe na Roush Fenway, Carl Edwards, que o seguiu de
    perto nas duas últimas voltas da corrida.

    Agora, Edwards segue para a etapa final com uma pequena chance de
    desafiar Johnson na luta pelo título, mas ainda mantém suas esperanças
    depois de estar quase fora da disputa no começo da prova, quando não
    conseguia ganhar posições saindo do 15º lugar no grid. Seu quarto
    posto foi a melhor posição que ocupou durante toda a prova, e não
    conseguiu liderar uma volta pela primeira vez após três semanas.

    Denny Hamlin completou os cinco primeiros, após uma dura batalha pela
    posição com Dale Earnhardt Jr depois da penúltima bandeira amarela.

    O evento teve vários incidentes, com dez bandeiras amarelas e dois de
    bandeira vermelha durante as quase quatro horas de disputa. A primeira
    bandeira vermelha foi mostrada na volta 43 devido à chuva, paralisando
    a corrida durante 24 minutos. Outra interrupção ocorreu mais tarde, na
    volta 275, por 23 minutos, devido a uma batida envolvendo vários
    carros na curva 3.

    O incidente teve início quando Juan Pablo Montoya e Casey Mears se
    tocaram enquanto disputavam uma posição na entrada da curva 3. Nove
    carros se envolveram na confusão, incluindo Scott Speed, cujo carro
    acabou ficando embaixo do de David Gilliland, exigindo um trabalho
    intenso das equipes de segurança para separá-los. Todos os pilotos
    envolvidos foram examinados e liberados do centro médico do autódromo.

    Outro grande incidente aconteceu nos últimos metros da prova, quando
    Matt Kenseth tocou em A. J. Allmendinger na saída da curva 4 enquanto
    ambos lutavam pelo 15º lugar, jogando o californiano na direção de
    Montoya e fazendo com que batessem forte no muro interno. Pelo menos
    outros nove carros se envolveram na batida.

    » Veja abaixo os melhores classificados na prova:
    1. Jimmie Johnson - Chevrolet, 313 voltas
    2. Kurt Busch - Dodge, 313
    3. Jamie McMurray - Ford, 313
    4. Carl Edwards - Ford, 313
    5. Denny Hamlin - Toyota, 313
    6. Dale Earnhardt Jr - Chevrolet, 313
    7. Kevin Harvick - Chevrolet, 313
    8. Kyle Busch - Toyota, 313
    9. Jeff Burton - Chevrolet, 313
    10. David Ragan - Ford, 313
    11. Greg Biffle - Ford, 313
    12. Clint Bowyer - Chevrolet, 313
    13. Kasey Kahne - Dodge, 313
    14. Mark Martin - Chevrolet, 313
    15. Matt Kenseth - Ford, 313

    Fonte: Super SpeedWay

  14. #509
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    Padrão Álvaro Parente vai testar com Arden


    O piloto português Álvaro Parente vai efectuar um teste com um monolugar da Arden, já no próximo dia 12, durante uma sessão de testes em Paul Ricard, França.

    A oportunidade surgiu através de um convite da própria equipa da GP2, conhecida pela sua ligação à Red Bull, tendo já servido como plataforma de acesso à F1 para alguns pilotos inseridos no programa de jovens promessas da marca de bebidas energéticas, como recentemente o caso de Sebastien Buemi.

    Apesar de este ser um circuito que não agrada aos pilotos e equipas, este teste representa a ultima oportunidade para efectuar escolhas quanto a pilotos e equipas e servirá, certamente, para o piloto e a equipa se inteirarem das potencialidades conjuntas

    Em 2008 a Arden teve como pilotos Sebastien Buemi, o agora piloto de A1 GP, Yermer Buurman e o italiano Luca Fillipi, sendo Buemi o melhor classificado ao terminar no 6º lugar do campeonato.

    Depois do teste realizado em Jerez de La Frontera com a Racing Engineering e dos dados recolhidos após esta nova sessão com a Arden, inicia-se a fase de negociação com as equipas com vista ao melhor lugar para 2009.AS

  15. #510
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    Padrão Uma volta ao AIA com Pedro Lamy e Ricardo Bravo


    Passamos a linha de meta e, antes da travagem, que é feita mal se começa a descer, já vamos a mais de 260 km/h, em 6ª, que metemos no topo da subida que existe depois da última curva.

    A primeira curva, que parece mais rápida do que na verdade é, faz-se em 3ª, a 110 km/h. Depois, segue-se uma curva à direita muito rápida, em 4ª e a cerca de 150 km/h, com uma travagem forte para um gancho à direita, feito em 2ª, a 70 km/h e onde é preciso começar a antecipar a próxima curva, à esquerda, cega e em lomba, de 3ª, que se inicia a 90 km/h e de onde é preciso sair muito bem, por causa da recta seguinte. No final desta, onde chegamos perto dos 200 km/h, existe uma travagem forte, para outro gancho lento, em 2ª, de onde se sai em forte aceleração, a subir. A curva seguinte faz-se a fundo, sempre pelo lado esquerdo, a 160 km/h e em 4ª, por causa das duas direitas seguintes, a primeira feita ainda em 4ª, a uns 140 km/h e a seguinte bem mais lenta, de 2ª e a 80 km/h.

    Segue-se uma zona muito engraçada, com uma lomba cega feita a fundo, em 5ª, e uma curva à esquerda, onde vamos já a 180 km/h. Aqui, sobe-se para a curva mais complicada da pista - que, na verdade, são duas, à esquerda, a primeira a 150 km/h, em 4ª e a travar para a segunda, que é muito mais lenta. Começa-se então a descer e saímos de uma curva em 2º, que iniciamos a 70 km/h, mas em que temos que sair em aceleração forte, a 115 km/h na saída. Esta curva é muito curiosa, pois tem relevé ao contrário, diminuindo muito a aderência e a sua saída é muito importante para atacarmos a última curva, de acesso à recta da meta. Esta curva, à direita e tipo parabólica, é muito complicada e, para ser bem feita, tem que se ter bom grip dos pneus, um chassis muito afinado e bons "set ups".

    Neste carro é feita a cerca de 150 km/h, a acelerar, entrando na recta da meta já perto dos 190 km/h, sendo a sua saída muito importante para uma boa velocidade de ponta ao longo da recta, que tem quase um quilómetro.

    Pedro Lamy/Ricardo Bravo

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