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  1. #571
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    Padrão F.C. Porto em 12º na vitória surpresa do Borussia Dortmund

    James Walker, do Borussia Dortmund, obteve uma vitória surpresa na segunda corrida da Superleague, em Jerez de la Frontera, numa corrida marcada, uma vez mais, pelo grande equilíbrio.

    A vitória do carro amarelo e preto foi tanto mais surpreendente porque a equipa não previa correr em Jerez devido a problemas com o monolugar, com o próprio piloto a admitir no sábado que seria difícil participar. Falhando a qualificação e começando a primeira corrida das boxes, Walker ofereceu na segunda corrida uma grande recompensa à sua equipa pelo árduo trabalho na preparação do monolugar.

    A prova contou, no entanto, com duas partes distintas. Na primeira metade foi o Galatasaray, com Alessandro Pier Guidi ao volante, a brilhar, agarrando a liderança com autoridade e abrindo uma confortável vantagem para o grupo perseguidor, onde Tuka Rocha, do Flamengo, se mostrava impossível de ultrapassar, atrasando toda a gente atrás de si.

    Com as paragens nas boxes, e com a temperatura da pista a aumentar - chegou a ser de 30ºc -, os pneus do monolugar do italiano foram-se deteriorando, com a sua vantagem sobre António Pizzonia e Davide Rigon a ser reduzida de volta para volta.

    A dez minutos do final, um pião de Pier Guidi fê-lo perder a liderança, que ficou na posse do ex-piloto de Fórmula 1. Até ao fim, Pizzonia limitou-se a controlar a vantagem sobre Rigon (recentemente nomeado como piloto do simulador da Ferrari para a Fórmula 1), que obteve o terceiro lugar final.

    Tristan Gommendy, do FC Porto, não teve uma corrida fácil, já que partindo das últimas posições, não conseguiu subir muitos lugares, tanto mais que Jerez é uma pista onde ultrapassar não é tarefa fácil. Terminou em 12º, colado a Borja Garcia do Sevilha, mas sem o conseguir ultrapassar ao longo de oito voltas. A comprovar a dificuldade em ultrapassar está também a posição final de Robert Doornbos, vencedor da primeira prova e que nesta segunda não foi além do décimo posto.

    Nota ainda para o espectacular acidente de Max Wissel, do Basileia, que levantou voo após um toque na traseira do carro do Olympiakos, indo embater com violência no muro de pneus. Sem lesões sérias, o piloto saiu do carro bastante combalido, e queixoso de um dos braços.

    Classificação

    1. James Walker Borussia Dortmund 46:42.999
    2. Antonio Pizzonia Corinthians + 1.535
    3. Davide Rigon Beijing Guoan + 2.345
    4. Alessandro Pier Guidi Galatasaray + 25.500
    5. Franck Perera AS Roma + 25.731
    6. Ryan Dalziel Rangers + 30.622
    7. Bertrand Baguette Al Ain + 31.906
    8. Craig Dolby Anderlecht + 32.986
    9. Yelmer Buurman PSV Eindhoven + 34.756
    10. Robert Doornbos AC Milan + 38.723
    11. Borja Garcia Sevilla FC + 40.878
    12. Tristan Gommendy FC Porto + 41.205

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  2. #572
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    Padrão Francisco Cruz Martins no pódio nas 6 Horas de Vallelunga

    Convidado pela sua equipa para correr as 6 Horas de Vallelunga "Gold Cup", Francisco Cruz Martins dividiu os turnos de condução com dois gentlerman drivers Proietti e Spinelli, e concluiu a corrida no pódio, com o terceiro lugar da classe GT2.

    A prova de Francisco Cruz Martins correu bem apesar de algumas contrariedades, que impediram ir mais além na GT2. A caixa de velocidades do Porsche estragou os planos do piloto português quando este ocupava o terceiro lugar da classificação geral e dos GT2, sendo por isso forçado a entrar nas boxes, confiou o piloto: "Estávamos no ritmo certo e bem classificados, mas a caixa de velocidades avariou e fiquei sem possibilidade de fazer melhor. Comuniquei com a boxe e entrei na volta seguinte para tentar resolver a avaria."

    Depois de uma paragem de 12 minutos, com os mecânicos de Autorlando a confirmarem que não era possível intervir, o Porsche voltou à pista sem poder utilizar as 2ª e 3ª velocidades, caindo de terceiro para o quinto posto da geral, mantendo todavia o terceiro lugar na categoria GT2.

    Francisco Cruz Martins teve ainda de enfrentar a pista bastante húmida no início a corrida, devido à chuva que caiu durante a noite: "Guiar com a pista tão escorregadia e suja, sem poder utilizar a caixa de velocidades na sua plenitude, é um exercício muito complicado. Por isso, conseguir apesar de tudo terminar em terceiro nos GT2, é um bom resultado."

    Pela primeira vez na história desta clássica prova italiana, as 6 Horas de Vallelunga "Gold Cup", tiveram como vencedor um concorrente da GT2, o Ferrari 430 tripulado pelo trio Cioci/Perazzini/Mediani. AS

  3. #573
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    Padrão "FIA GT & GT3 Photo of the Year"


  4. #574
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    Padrão Título do Nacional de Resistência para Salvador

    Pedro Salvador e a Juno Racing Ibéria sagraram-se campeões no Campeoanto de Portugal de Resistência, após as duas últimas corridas, disputadas no Estoril, as quais estiveram envoltas em polémica no que diz respeito à atribuição do ceptro.

    Após a prova, tanto Pedro Estrela como Pedro Salvador reclamaram para si o título da categoria, graças a interpretações diferentes do regulamento, mas foi o segundo a sagrar-se vencedor do campeonato Sport e Protótipos 2008 (pelo menos até à palavra final da FPAK).

    Salvador, que pilotou o fiável e competitivo Juno SSE ao longo da temporada, começou por enaltecer o "excelente trabalho da Juno Racing Ibéria, equipa que merece este título por inteiro, fruto da sua dedicação, capacidade técnica e espírito de camaradagem sempre presente em todas as provas".

    Para o piloto de Chaves, "este título, o segundo que conseguimos em 2008, foi muitíssimo saboroso, não só porque provamos mais uma vez a grande competitividade do Juno SSE, mas também porque o conseguimos com todo o mérito, lutando em pista para o alcançar", explicou, lembrando que "este não foi um fim-de-semana de corridas fáceis, tivemos de andar muito depressa para vencer e se na primeira corrida as coisas até nem correram mal, na segunda optamos por ter mais cuidado e penso que só ganhamos porque o António Nogueira foi penalizado".

    Salvador recordou, ainda, que "os novos handicaps de paragem nas boxes introduzidos no regulamento antes desta prova, vieram penalizar-nos muito e como tal não tivemos a vida facilitada, antes pelo contrário".AS

  5. #575
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    Padrão Andretti Racing em destaque no A1GP


    A Andretti-Green Racing conquistou o seu primeiro grande resultado desde que assumiu o comando das operações do A1 Team USA, com Marco Andretti a subir ao pódio na Corrida Feature, no que foi apenas a sua segunda jornada na competição.

    Michael Andretti, director da equipa americana, havia justificado a aquisição da franchise ao antigo proprietário, Rick Weidinger, como uma oportunidade de oferecer mais quilómetros de testes aos pilotos regulares da sua equipa na IRL Indycar Series.

    O seu filho Marco justificou assim o investimento da equipa AGR neste projecto, pois apesar do acidente no início da Corrida Sprint, na Feature o Andretti mais novo manteve-se calmo, evitou erros e ganhou lugares à custa dos erros dos outros.

    Com Rick Weidinger no leme, o A1 Team USA já havia conhecido algum sucesso, nomeadamente com um triunfo de Jonathan Summerton, mas Michael Andretti espera conseguir melhor, não só em termos de resultados, mas também de imagem, apostando nas participações do seu filho Marco e da sempre colunável Danica Patrick para despertar interesse no A1GP no seu país.AS

  6. #576
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    Padrão Campeão do WTCC fará dupla com Loeb


    Yvan Muller confirma presença na Corrida dos Campeões
    Yvan Muller, recém-coroado campeão do WTCC, irá marcar presença na Corrida dos Campeões (Race of Champions) deste ano, no Estádio de Wembley, compondo ainda mais um leque de piloto que promete grande espectáculo.
    Yvan Muller confirma presença na Corrida dos Campeões -

    O piloto irá competir pela selecção francesa, na qual irá constituir uma dupla temível, já que a seu lado estará Sebastien Loeb, o piloto de ralis mais bem sucedido de sempre.

    "Quando se é convidado para participar na Corrida dos Campeões, diz-se que sim. É um grande evento e ser capaz de competir sem qualquer objectivo em especial, apenas proporcionar espectáculo aos adeptos é bom", começou por dizer Yvan Muller, que na passada semana garantiu o título do WTCC em Macau.

    "Competir num estádio como o de Wembley é muito diferente daquilo que faço no resto do ano, e estou muito satisfeito por poder estar num segundo evento no Reino Unido este ano, depois da ronda britânica do WTCC em Brands Hatch", acrescentou o gaulês.

    Esta não será a primeira vez, no entanto, que Muller participa no ROC, tendo já competido por três outras vezes no passado.

    Fredrik Johnsson, president da IMP, empresa organizadora do evento, explicou que "o Yvan é um dos pilotos mais populares e admirados graças ao seu estilo agressivo e espectacular de pilotagem. Ele tem entusiasmado os espectadores por todo o mundo com uma garra que lhe irá assentar bem na pista da Corrida dos Campeões, assim como irá proporcionar aos espectadores mais espectáculo para desfrutarem".

    AS

  7. #577
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    Padrão "Rookies" de volta à equipa portuguesa para 2008/2009


    Armando Parente foi o primeiro "rookie" luso no A1GP
    A equipa portuguesa do A1GP e a FPAK reactivaram o projecto do A1 Team Portugal Júnior Team, já a partir da terceira jornada da competição.
    Armando Parente foi o primeiro "rookie" luso no A1GP -

    Os pilotos escolhidos para testarem durante a temporada de 2008/2009 na sessão de treinos livres para "rookies" foram Armando Parente (Campeão da ADAC Fórmula Masters), António Félix da Costa (vice-Campeão da Fórmula Renault NEC), Gonçalo Araújo e Bruno Serra (ambos pilotos da Fórmula Júnior FR2.0 em Portugal).

    Parente foi o primeiro a experimentar o carro do A1GP, "uma experiência fantástica para mim. A diferença é abismal do meu carro na F. Masters para este, um não tem nada a ver com o outro. Só em termos de potência, este tem quatro vezes mais cavalos, as rodas tem o dobro do tamanho, isso sem falar dos travões em carbono e da aerodinâmica".

    O piloto júnior fez um tempo de 1m53,272s, a dois segundos e meio de Danny Watts, embora tenha "tido cuidado para não estragar o carro. Fui evoluindo o carro de volta para volta, cometi alguns pequenos erros, mas dadas as circunstâncias fiquei muito satisfeito com o resultado".

    Luís Vicente, responsável máximo da equipa portuguesa, agradeceu "o apoio da Federação nesta iniciativa. Penso que temos o dever de auxiliar o crescimento de uma nova geração de pilotos, que estejam em posição de assumir a representação do país no futuro no A1GP".

    AS

  8. #578
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    Padrão Marco Andretti justificou aposta do seu pai


    A Andretti-Green Racing conquistou o seu primeiro grande resultado desde que assumiu o comando das operações do A1 Team USA, com Marco Andretti a subir ao pódio na Corrida Feature, no que foi apenas a sua segunda jornada na competição.

    Michael Andretti, director da equipa americana, havia justificado a aquisição da franchise ao antigo proprietário, Rick Weidinger, como uma oportunidade de oferecer mais quilómetros de testes aos pilotos regulares da sua equipa na IRL Indycar Series.

    O seu filho Marco justificou assim o investimento da equipa AGR neste projecto, pois apesar do acidente no início da Corrida Sprint, na Feature o Andretti mais novo manteve-se calmo, evitou erros e ganhou lugares à custa dos erros dos outros

    Com Rick Weidinger no leme, o A1 Team USA já havia conhecido algum sucesso, nomeadamente com um triunfo de Jonathan Summerton, mas Michael Andretti espera conseguir melhor, não só em termos de resultados, mas também de imagem, apostando nas participações do seu filho Marco e da sempre colunável Danica Patrick para despertar interesse no A1GP no seu país.

    AS

  9. #579
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    Padrão "Power boost" também nos treinos no A1GP

    A partir de Sepang, a organização do A1GP introduziu uma novidade nas qualificações, com o objectivo de introduzir um elemento de estratégia, sendo que as equipas têm agora uma "joker lap", podendo fazer uso do botão de "power boost" durante uma das quatro voltas disponíveis.

    Como apenas pode ser usado uma vez, cada equipa terá que decidir se deseja utilizar os 60 cv adicionais do motor Ferrari durante as sessões de treinos para a Corrida Sprint ou para a Corrida Feature. Ao contrário do que acontece em corrida, em que o sistema apenas está activo alguns segundos de cada vez, nos treinos o "power boost" funciona durante uma volta inteira.

    Em Sepang, esta potência adicional significa 10 km/h extra no final da recta da meta e uma diferença de um segundo a completar uma volta, mas significa também que um piloto pode notar faltas de motricidade na "joker lap", pois as afinações não são alteradas para lidar com o acréscimo de potência.AS

  10. #580
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    Padrão Lamborghini Gallardo Super Trofeo testaram em Vallelunga


    Os Lamborghini Gallardo Super Trofeo que a marca italiana vai colocar a competir num campeonato monomarca, já efectuaram o seu primeiro teste na pista italiana de Vallelunga, traçado perto de Roma.

    As expectativas da Lamborghini para este novo troféu foram colocadas bem alto, com a marca a referir que este novo campeonato "é o mais rápido troféu monomarca" da actualidade.

    A comprová-lo estão os dados técnicos dos Gallardo LP 560-4 que irão evoluir nas provas: motor V10 5.2l com injecção directa, debitando cerca de 570 cavalos e caixa robotizada de seis velocidades. Para lidar com a potência, este modelo irá contar ainda com tracção às quatro rodas. O carro conta ainda com configurações aerodinâmicas específicas, como o aileron de grandes dimensões ou os travões espececificamente melhorados.

    A primeira prova está marcada para o dia 2 de Maio de 2009, em Silverstone. Para aguçar o apetite aqui fica um pequeno vídeo apenas com algumas imagens do novo touro italiano.AS

  11. #581
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    Padrão WTCC considera inversões de grelha "variáveis"


    Os responsáveis do WTCC ponderam introduzir no Mundial de Turismo uma grelha invertida ao estilo do BTCC nas segundas corridas do programa.
    WTCC considera inversões de grelha "variáveis" -

    Actualmente, os primeiros oito classificados na primeira corrida são "invertidos", mas esse sistema encoraja os pilotos que estão perto dessas posições na primeira corrida, a manterem-nas, de modo a beneficiarem dessa situação na segunda contenda.

    Já no BTCC, o número de carros que são invertidos na grelha da segunda corrida, varia entre seis a dez. A proposta irá ser apresentada e discutida, esta semana em Paris na reunião da Comissão de turismos da FIA.

    Foi igualmente anunciado um conjunto de alterações aos regulamentos como por exemplo um novo limite à pressão do turbo, enquanto os carros homologados depois de Dezembro de 2006 serão aligeirados em 15kg. A medida beneficia os independentes, que correm com carros mais antigos, mas também os BMW oficiais, por terem sido homologados antes de 2007.AS

  12. #582
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    Padrão Equipa portuguesa na GP2


    Tiago Monteiro anunciou Ocean Racing Technology
    Tiago Monteiro anunciou há pouco a constituição da Ocean Racing Technology, uma equipa portuguesa que irá participar nos campeonatos GP2 Asia e GP2 Series.
    Tiago Monteiro anunciou Ocean Racing Technology -

    Para já, não foram revelados nomes de pilotos passíveis de integrar a equipa, mas Monteiro revelou que irá "testar" cinco ou seis pilotos na GP2 Asia, competição que contará com a nova equipa portuguesa já na próxima ronda do campeonato, no fim-de-semana de 5 e 6 de Dezembro no Dubai. Finda a GP2 Asia serão então escolhidos os pilotos que competirão posteriormente na GP2 Series, existindo a possibilidade de haver portugueses entre os eleitos, se bem que essa não é uma situação "obrigatória", antes sim uma mera hipótese.

    A localização da equipa ainda não se encontra definida, sendo Portimão uma das hipóteses aventadas.AS

  13. #583
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    Padrão Tiago Monteiro: "Projectar o potencial do desporto automóvel português além fronteira


    Como era esperado, Tiago Monteiro levou a bom porto as negociações para a aquisição da equipa BCN Competition da GP2 Series. O negócio ficou fechado esta semana e a nova equipa torna-se a primeira com capital 100% português a correr num campeonato internacional.

    Para Tiago este é um novo desafio no desporto automóvel, já que é a primeira vez que está envolvido numa competição enquanto gestor da equipa e não enquanto piloto:

    "É um passo que há muito queríamos dar, mas não pensávamos que viesse a acontecer tão cedo, mas a oportunidade surgiu e após encontrarmos a forma de financiar a operação, avançamos com as negociações A gestão de uma equipa é fascinante porque é preciso ter noções profundas do que acontece em pista mas também com uma orientação para o negócio. E a GP2 é o palco ideal já que está muito perto da Fórmula 1 e é uma competição com um reconhecimento cada vez maior. Acreditamos que este projecto será importante para projectar o potencial do desporto automóvel português além fronteiras", afirmou Tiago Monteiro.

    Tiago Monteiro quer título no WTCC

    Entretanto a preparação para o WTCC 2009 inicia-se já no mês que vem com os primeiros testes em Espanha e possivelmente em Portugal. Com mais um ano de contrato com a Seat, o piloto não exclui, no entanto, a possibilidade de realizar uma ou outra prova das Le Mans Series "caso o calendário o permita". Para 2009, um o objectivo é o título no WTCC.

    AS

  14. #584
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    Padrão Bernd Schneider: o senhor DTM


    O DTM é, talvez, o mais conceituado campeonato nacional de turismo do mundo. Vários pilotos de renome animaram as pistas da Alemanha (e arredores) durante as suas mais de duas décadas de existência, mas nenhum se destacou como Bernd Schneider.
    Bernd Schneider: o senhor DTM -

    Cinco vezes campeão, o alemão é o recordista de participações e de vitórias no DTM, com 223 corridas e 42 triunfos, coleccionando ainda 1747,5 pontos (segundo, atrás de Klaus Ludwig), 24 pole-positions e 60 voltas mais rápidas.

    Nascido em St. Ingbert, perto de Saarbrucken, em 20 de Julho de 1964, começou nos karts e nas fórmulas promocionais, chegando até à Fórmula 1. A sua primeira participação no DTM foi em Zolder, em 1986, quando ainda estava na F3, e até 1989 participaria apenas ocasionalmente no campeonato, sempre ao volante de um Ford Sierra.

    Sem perspectivas de permanecer na F1, Schneider foi recrutado pela Zakspeed para fazer a segunda metade da época de 1991, com um AMG-Mercedes 190E. As suas classificações nos pontos (incluindo uma subida ao pódio) abriram-lhe as portas para integrar a equipa oficial, em 1992, podendo finalmente mostrar o seu talento ao volante. No primeiro ano com a equipa, é terceiro no campeonato, posição que repete em 1993. Em 1995, atinge finalmente a consagração, tanto no DTM, como na sua nova iteração, o ITC (Campeonato Internacional de Turismo), que Schneider ganha também.

    No entanto, os custos subiram dramaticamente em 1996 e Schneider, derrotado no confronto directo com o campeão Manuel Reuter, teve que esperar até 2000 para renovar
    Bernd Schneider: o senhor DTM -
    o título. Durante o interregno do DTM, permaneceu ligado à Mercedes, pelo que não foi surpresa ter sido chamado para pilotar o novo CLK V8 quando o campeonato foi ressuscitado em 2000. Reunindo-se em pista com alguns dos seus velhos adversários, derrota-os com uma grande vantagem por dois anos consecutivos.

    Vice-campeão em 2002, vingou-se em 2003. Um período conturbado na sua vida pessoal afectou as suas prestações nos anos seguintes, mas Schneider conquistou mais um título, o quinto e últim o em 2006. Já com mais de 40 anos, continuou a ganhar corridas até 2008, quando optou por retirar-se da competição que o tornou famoso.

    Passagem pela Fórmula 1

    Tal como muitos jovens, Bernd Schneider começou a sua carreira nos monolugares, tendo inclusive conquistado o título alemão de Fórmula 3, em 1987, ao volante de um Dallara-VW da equipa Schubel.

    Em 1988, Schneider estreou-se na F1, ao volante de um Zakspeed. No entanto, apesar de ter ficado na equipa alemã por duas épocas completas, apenas se qualificou em oito corridas (a primeira das quais no México em 1988) e nunca pontuou.

    Em 1990, Schneider ainda esboçou um regresso à F1, como substituto ocasional na equipa Arrows, mas apenas se qualificou mais uma vez.AS

  15. #585
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    Padrão Armando Parente avalia possibilidades para 2009

    Depois do título na ADAC Fórmula Masters, Armando Parente avalia as suas opções para avançar com a sua carreira como piloto profissional. Como é habitual naqueles cujo objectivo final é a Fórmula 1, Parente pretende correr numa competição de monolugares em 2009, de preferência competitiva e com reconhecimento a nível internacional.
    Armando Parente avalia possibilidades para 2009 -

    Único português a conquistar um título internacional no automobilismo à geral, Armando Parente fechou com chave de ouro a sua primeira época completa em corridas de automóveis, com a vitória na Fórmula ADAC Masters, competição de monolugares realizada essencialmente na Alemanha, e que exibe na galeria de vencedores nomes como Timo Glock, Nico Rosberg e Sebastian Vettel, que já atingiram o objectivo de chegar à Fórmula 1, bem como Nico Hülkenberg e Christian Vietoris, que passaram pela equipa alemã do A1 Grand Prix.

    Agora, o piloto de Lisboa está já a pensar no próximo passo, para uma categoria mais competitiva e num carro mais potente. Hoje em dia, são muitos os campeonatos à disposição, pelo que Parente apresenta a sua avaliação de vários categorias existentes, desde as famosas Fórmula 3 à World Series by Renault, passando também pelas menos óbvias como a Fórmula Master ou a nova Fórmula 2 FIA.

    FÓRMULA RENAULT
    "O que me agrada mais na Fórmula Renault como escola de aprendizagem é que os carros são muito difíceis de conduzir, ao contrário do meu carro na ADAC ou do F3, que têm que se guiar na ponta dos dedos. Nos Renault, um piloto está sempre a lutar contra o carro, o que nos dá outro tipo de experiência. Hoje em dia, muitos pilotos que estão na F1 passaram pela F. Renault, e a Eurocup é uma das duas grandes escolas de pilotagem. Mesmo sem ter uma motorização muito grande, tem mais motor do que se pode considerar ideal para aquele chassis. Quanto mais uma pessoa luta com o carro, acaba por adaptar-se um pouco melhor quando evolui para carros mais potentes.

    Apesar de ser um campeonato competitivo mas mais acessível para se poder andar na frente, ganhar a Fórmula Renault NEC não tem tanto impacto como ganhar o Europeu. E para estar em condições de o fazer é preciso fazer também o NEC, para se acumularem quilómetros com o carro. Os que têm ganho a Eurocup nos últimos anos, ou seja, o Filipe Albuquerque, o Brendon Hartley e o Valtteri Bottas, têm participado em dois campeonatos ao mesmo tempo, o que dispara o orçamento para valores exorbitantes."

    FÓRMULA 3
    "Para mim, a opção mais realista é fazer a Taça Alemã de F3. Já conheço esta categoria, pois corria nos mesmos fins-de-semana que a ADAC Fórmula Masters. A minha equipa, a URD, está a ponderar dar o salto para a F3 alemã, e se estiverem dispostos a ajudar-me, acredito que seria possível reunirmos um orçamento que nos permita fazer este campeonato. Antes, quando me falavam da F3 alemã, eu torcia o nariz, mas agora sei que é extremamente competitivo, mesmo que não esteja ao mesmo nível que a Euroseries. Também já tem as mesmas marcas a fornecer motores, Mercedes e Volkswagen. Mesmo assim é preciso um apoio forte, pois mesmo aqui é preciso um orçamento três ou quatro vezes superior à ADAC.Infelizmente, na Euroseries estamos a falar de valores acima de meio milhão de euros para poder ganhar. O grande problema deste campeonato é que tenho que estar numa das duas ou três equipas de topo, com um motor de preparação oficial, para poder ser competitivo, caso contrário é praticamente impossível ganhar. Eles sabem que são as melhores equipas, e pedem valores exorbitantes. Como não gosto de fazer número, para não poder lutar pelo título prefiro não correr.
    O Campeonato Britânico continua a ser uma categoria competitiva, mas já há algum tempo que deixou de estar ao nível actual da Euroseries, situando-se um furo abaixo. Sobre o Campeonato Espanhol e o Campeonato Italiano de F3, não acho que valha a pena levar muito a sério. São bons apenas para ganhar rodagem, não têm impacto significativo nem se ganha nome se fosse campeão."

    FÓRMULA MASTER
    "A Fórmula Master tem motores mais potentes que a Fórmula 3, e fala-se que poderá passar a ser a GP3, abaixo da GP2 e acompanhando a Fórmula 1, pelo que acaba por ganhar algum interesse. Vi uma corrida o ano passado em Valência, quando fiz uma corrida de Fórmula BMW, e achei um campeonato muito bom, as corridas foram competitivas e os carros não aparentaram ter problemas. Sinceramente, não tenho grandes noções dos valores necessários para participar ou do retorno dado, mesmo acompanhando o WTCC, mas do pouco que vi, gostei."


    FÓRMULA 2
    "Engraçado, porque no outro dia, o meu pai falou-me disso, mas para ser sincero já há algum tempo que não tenho ouvido falar muito sobre o assunto. Sei que vai ser um novo campeonato, com custos controlados, e que as equipas não vão ter permissão para mexer nos carros, mas mesmo assim vou esperar para ver. Mesmo na F. Renault, onde os chassis e os motores são iguais, são sempre as mesmas equipas que estão à frente. Se houver possibilidade de os carros se manterem realmente iguais na F2, o que acho muito difícil, pode ser um campeonato bom para um piloto se destacar pelo seu valor e não por estar simplesmente na melhor equipa."

    WORLD SERIES BY RENAULT
    "Acho que seria um salto demasiado grande ir directamente para a World Series by Renault. Vê-se que os pilotos bons que chegam à World Series conseguem andar depressa imediatamente, mas não é fácil porque os carros têm mais aerodinâmica, são muito mais potentes e também mais difíceis de conduzir. Se surgisse a oportunidade, gostaria de aproveitar e tenho a certeza que conseguiria andar depressa, mas se calhar no início ia ter que me habituar, só conseguiria ser rápido para o final do ano."

    OUTRAS COMPETIÇÕES
    "Campeonatos como a Euro 3000, ou a Fórmula Palmer Audi, parecem ser giros para quem tiver dinheiro e quiser divertir-se com um monolugar, mas para mim não têm grande interesse. A Euro 3000 tem carros antigos e nenhum deles tem grande visibilidade, não fazem sentido para quem quiser seguir carreira como piloto."

    Conclusão
    "Numa primeira análise, a F3 alemã parece ser o passo mais correcto a dar. Já existem os contactos com a equipa, o orçamento parece ser-me dos mais acessíveis, os carros são competitivos e posso adaptar-me depressa ao carro, como fiz na ADAC. Se conseguisse um bom resultado, e houvesse interesse em alguma marca em apoiar-me oficialmente, então poderia passar para a Euroseries.

    A este nível a pressão é muita, e já não há aquela história de um ano para aprender e outro para ganhar, só pode fazer isso quem tem dinheiro. Quem não estiver nesta situação precisa de aproveitar as oportunidades para brilhar no primeiro ano. É difícil, mas se fosse para um campeonato desses teria que andar depressa desde o início."

    Paulo Manuel Costa

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