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  1. #316
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    Padrão Rallye Centro de Portugal: Após PE 6

    Bruno lidera, Porsche de Mex já abandonou
    Realizadas que estão seis especiais, já se pode concluir que a única questão que pode colocar em causa a vitória de Bruno Magalhães é mesmo a fiabilidade, já que não foi preciso muito tempo para perceber que o piloto da Peugeot está bem mais "à frente" em termos de competitividade que os seus adversários, pelo que só algum contratempo mecânico ou outro tipo de azar pode fazer com que no final do dia de amanhã a Peugeot não festeje o título do seu piloto.

    No final da dupla passagem pelos troços do Pinhal de Leiria e a super-especial da Marinha Grande, Magalhães lidera com uma vantagem de 36.5s sobre José Pedro Fontes, que depois do pião - e conseqüente perda de 20 segundos - impôs a sua rapidez e o seu carro à concorrência, excepção feita, claro está à equipa oficial da Peugeot.

    Adruzilo Lopes desceu à terceira posição, mas permanece na liderança do Grupo N, até porque Fernando Peres já ficou pelo caminho, com problemas na caixa de velocidades do seu Mitsubishi, que se evidenciaram logo desde a super-especial, o mesmo sucedendo a Mex Machado dos Santos, cujo Porsche 997 traiu o seu piloto ao imobilizar-sena especial quatro, igualmente devido a problemas de caixa. Para quem queria ir ver o Porsche na estrada amanhã, esqueça, que nesta prova não há SuperRally.


    Com estes resultados, Adruzilo posiciona-se muito bem na luta pelo título do Grupo N, que já lidera com quatro pontos de vantagem para Peres, podendo juntar ainda os que conseguir nesta prova.

    Na luta dos diesel, Pedro Leal comanda com grande à vontade, até porque Francisco Barros Leite estréia aqui um novo Leon TDI, e para além da juventude do carro, tem de "aprendê-lo", já que é bem diferente do Ibiza.


    Classificação


    1º Bruno Magalhães 20:07.2

    2º José Pedro Fontes 00:36.5

    3º Adruzilo Lopes 00:42.2

    4º Vitor Pascoal 00:55.9

    5º Pedro Meireles 01:12.9

    6º Pedro Leal 01:19.7

    7º Barroso Pereira 01:22.7

    8º Carlos Matos 01:33.3

    9º Paulo Antunes 01:39.9

    10º Isaac Portela 01:57.7

    11º Francisco Barros Leite 02:04.7

    12º Luis Cardoso 02:10.1
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  2. #317
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    Padrão Principais adversários já abandonaram


    Bruno Magalhães cada vez mais líder
    Bruno Magalhães, no Peugeot 207 S2000 começou o segundo dia do rali Centro de Portugal ao ataque, vencendo as primeiras três especiais do dia e ampliando consideravelemnte a vantagem para o segundo classificado, que é agora Vitor Pascoal.

    Também num Peugeot 207 S2000, Pascoal está já a 1m53 de Magalhães, tendo beneficiado dos azares de José Pedro Fontes primeiro, e de Adruzilo Lopes, depois, para chegar à vice-liderança.

    Fontes abandonou na primeira especial do dia, com problemas mecânicos, o mesmo sucedendo a Lopes na nona especial, deixando caminho livre para Pascoal.

    Pedro Meireles, em Subaru Impreza, é agora o terceiro, logo à frente de Pedro Leal, num Fiat Stilo Multijet.

    Tempos no final da PE9:
    1 Bruno Magalhães 47m10.7s
    2 Vitor Pascoal 49m03.7s +01m53.0
    3 Pedro Meireles 49m28.5s +02m17.8s
    4 Pedro Leal 49m48.3s +02m37.6s
    5 Barroso Pereira 49m56.9s +02m46.2s
    6 Carlos Matos 50m14.6s +03m03.9s
    7 Paulo Antunes 50m57.9s +03m47.2s
    8 Luis Cardoso 52m02.6s +04m51.9s
    9 Paulo Louro 51m39.9s +04m59.2s
    10 Carlos Costa 52m45.2s +05m34.5s

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  3. #318
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    Padrão Vitória no Rali do Nacional

    Alexandre Camacho volta a vencer na Madeira

    Alexandre Camacho, em Peugeot 207 S2000, venceu o Rali do Nacional, na Madeira, depois de uma longa batalha travada com Miguel Nunes (Peugeot 206 S1600).

    Miguel Nunes ainda passou pelo comando, tendo aí permanecido durante duas especiais (entre a segunda e a quarta) mas, no final, o maior poderio do 207 veio ao de cima, com Alexandre Camacho a subir à liderança, de forma definitiva, na quinta especial.

    No lugar mais baixo do pódio ficou António Nunes, também num Peugeot 206 S1600, mas já a mais de um minuto e meio de distância de Camacho.

    Em quarto ficou José Camacho (Peugeot 206 S1600), logo à frente de João Magalhães (Mitsubishi Lancer Evo. IX).

    A dupla composta por Elvio Caíres e Paulo Freitas, em Citroën Saxo Kit Car, venceu a categoria destinada ao Open de Ralis da Madeira.


    1 Alexandre Camacho / Pedro Calado 51:11,6
    2 Miguel Nunes / José Camacho 52:00,9 +00:49,3
    3 António Nunes / Jorge Gonçalves 52:51,1 +01:39,5
    4 José Camacho / Luis Faria 53:12,2 +02:00,6
    5 João Magalhães / Jorge Pereira 53:16,1 +02:04,5
    6 Rui Fernandes / João Pimenta 53:35,4 +02:23,8
    7 João Ferreira / João Paulo 54:24,8 +03:13,2
    8 Luis Serrado / Johnny Santos 54:27,4 +03:15,8
    9 João Moura / Marco Freitas 55:30,9 +04:19,3
    10 João Silva / Vitor Martins 56:18,5 +05:06,9
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  4. #319
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    Padrão Bruno Magalhães é Bicampeão


    Bruno Magalhães, ao volante de um Peugeot 207 S2000 foi o vencedor do Rali Centro de Portugal, conquistando o seu segundo título no Campeonato nacional de ralis.

    O segundo dia da prova acabou por ser facilmente dominado por Magalhães, na medida em que todos os seus mais fortes adversários foram sendo afastados vítimas de problemas mecânicos diversos, como sucedeu a Adruzilo Lopes ou a José Pedro Fontes. Aliás, com o abandono prematuro do piloto da Fiat, Magalhães garantiu o título desde logo.

    Com isso, o piloto do Peugeot apenas teve de controlar o seu ritmo e levar o carro até final, já que Vítor Pascoal, que terminou em segundo, não teve andamento para o incomodar.

    "Hoje rodámos para garantir a vitória, porque título sem vitória não seria festa", afirmou o jovem piloto.

    "Estou muito feliz pela conquista do título de Campeão, mas este título é fruto de um trabalho conjunto e não apenas meu: carro, equipa técnica e o apoio precioso de todos os patrocinadores. Esta conquista é para todos eles", dedicou Magalhães no final da prova.

    Pascoal acabou por ser um dos principais beneficiados pelas desistências dos seus adversários, trepando diversos lugares na classificação até se estabelecer na segunda posição, por sua vez já com quase um minuto de vantagem para o terceiro, Pedro Meireles, em Subaru Impreza.

    Carlos Matos, num Renault Clio S1600, ficou em quarto, à frente de Barroso Pereira, em Fiat Punto S2000.

    1 Bruno Magalhães 01h16m44.4s
    2 Vitor Pascoal +02m39.7s
    3 Pedro Meireles +03m37.0s
    4 Carlos Matos +04m39.0s
    5 Barroso Pereira +05m11.3s
    6 Pedro Leal +05m25.5s
    7 Paulo Louro +05m54.8s
    8 Paulo Antunes +06m27.3s
    9 Luis Cardoso +07m38.0s
    10 Francisco B. Leite +09m31.2s
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  5. #320
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    Padrão José P. Fontes: "O carro estava bem e nada indiciava o que sucedeu"

    A participação de José Pedro Fontes terminou de forma inesperada no início da segunda etapa. O Fiat Grande Punto S2000 tripulado por José Pedro Fontes e António Costa, partindo na segunda posição, arrancava para o dia final da prova do CAMG determinado a lutar para recuperar tempo, quando se viu forçado a abandonar devido a um problema com o motor do Punto S2000.

    Logo no início da sétima Prova Especial de Classificação uma súbita avaria de motor forçou ao abandono: "Infelizmente fomos impedidos de continuar a recuperação devido a um problema no motor. Saímos do parque, o carro estava bem e nada indicava o que viria a acontecer pouco depois de arrancar", resumiu José Pedro Fontes resignado com a má sorte que afectou a equipa nesta prova.

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  6. #321
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    Padrão Adruzilo Lopes: "São coisas inesperadas que fazem parte das corridas"

    O campeonato de Produção ficou exactamente na mesma depois do Rallye centro de Portugal, já que tanto Adruzilo Lopes, que comanda com quatro pontos de avanço para Fernando Peres, ficaram pelo caminho, permitindo que fosse Pedro Meireles a levar de vencida o Agrupamento em Pedrógão, deixando tudo em aberto para as duas últimas provas do Campeonato de Portugal de Ralis.

    Entre a segunda e a oitava especial de classificação, Adruzilo Lopes e José Janela impuseram um bom ritmo, dominando o Grupo N e chegando inclusivamente ao 2º lugar da classificação geral, por duas vezes durante a prova, isto já depois de Peres ter ficado de foram devido a problemas com a caixa de velocidades do seu Lancer.

    Para Adruzilo Lopes, o azar acabou por lhe bater à porta, pois o pneumático da frente esquerda descolou a tela lateral, acabando por saltar da jante, o que levou o Subaru a um fatal deslize para a berma, acabando por recuar o respectivo triângulo da suspensão, facto que obrigou ao abandono. Após uma prova limpa até ao oitavo troço cronometrado, Adruzilo Lopes acabou inesperadamente por abandonar a prova, devido à deficiência de um pneu.

    "Lamento sinceramente o sucedido. Estávamos no 2º lugar da geral e a liderar o Grupo de Produção. Um resultado demasiado importante para os nossos objectivos. Até essa altura, o carro teve sempre um bom comportamento, e só uma ocorrência desse género poderia contrariar uma prova bem sucedida. São coisas inesperadas, mas que também fazem parte das corridas. Continuamos na frente do Grupo N e os nossos objectivos estão intactos", afirmou Adruzilo Lopes.AS

  7. #322
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    Padrão Bruno Magalhães: "Este título é fruto de um trabalho conjunto"


    Ao vencer o Rali Centro de Portugal, Bruno Magalhães conquistou o título de Bicampeão Nacional de Ralis. Para sagrar-se campeão, bastaria ao piloto oficial da Peugeot Total terminar esta prova à frente do seu adversário mais próximo, mas Bruno Magalhães abrilhantou o título com nova vitória.



    Após ter terminado a primeira a etapa do Rali na liderança, Bruno Magalhães viu muito cedo os seus objectivos concretizados, com a desistência prematura do piloto da Fiat, e principal adversário, José Pedro Fontes: "Estou muito feliz pela conquista do título de Campeão, mas este título é fruto de um trabalho conjunto e não apenas meu: carro, equipa técnica e o apoio precioso de todos os patrocinadores. Esta conquista é para todos eles", disse Bruno Magalhães.

    Testes à chuva

    Com o Campeonato "resolvido", a dupla da Peugeot Total optou por fazer uma gestão do seu andamento, evitando riscos em demasia: "Hoje rodámos para garantir a vitória, porque título sem vitória não seria festa. Optámos depois por ir para a estrada com soluções de afinações distintas para percebermos o comportamento do carro em diferentes situações. Aliás, a chegada da chuva permitiu que pudéssemos avaliar o 207 S2000 em piso molhado, uma vez que este ano rodou pouco nessas condições.", afirmou o piloto.

    Domínio total

    A conquista do ceptro a dois ralis do final do campeonato espelha bem o domínio da equipa oficial da Peugeot Portugal no Nacional de Ralis deste ano. Bruno Magalhães soube sempre tirar o melhor partido do seu Peugeot 207 S2000 e, a prová-lo, nas contas para o Nacional venceu seis ralis e alcançou a pontuação máxima possível.

    No seio da equipa Peugeot Total a satisfação por esta conquista era notória: "O Bruno está de parabéns e merece este título por tudo o que tem feito ao longo da temporada. Resta-nos agora continuar a lutar para revalidar o título de Marcas, o nosso segundo objectivo da época. Faltam ainda duas provas e vamos continuar a lutar pelas vitórias", disse Carlos Barros, Director Técnico e Desportivo da Peugeot Total.

    AS

  8. #323
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    Padrão Armindo estreou Lancer Evolution como "0"

    Num rali que já venceu por três vezes (2003/05/06), Armindo Araújo regressou ao activo no CPR, mas apenas para desempenhar, e mais uma vez, as funções de carro "0".

    Desta vez, porém, a oportunidade foi também para tomar o primeiro contacto com o novo Mitsubishi Lancer Evolution.

    Um contacto que ajudou o piloto a perceber o que poderá esperar do seu futuro carro de competição que está já a ser construído na Ralliart Itália: "O carro que aqui utilizei era totalmente de série, mas já deu para ficar com a impressão que tem uma boa base, apesar de ter uma caixa automática muito rápida que não vamos transferir para a versão de competição", explicou.

    De qualquer modo, daqui a duas semanas, o piloto já deverá ter o seu "Evo 10" pronto para testar em Itália, só depois decidindo se o estreará ou não no Rali de Gales/GB, a última prova do Mundial de Produção deste ano.AS

  9. #324
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    Padrão Porsche foi o foco das atenções


    Para muitos considerado como o principal cabeça de cartaz da prova organizada pelo CAMG, o Porsche 997 GT3 de Mex Machado e Paulo Babo acabou por sair do cenário do jogo demasiado cedo, mesmo se deixou excelentes indicações competitivas e ainda melhores do ponto de vista promocional.

    Uma das transmissões do carro alemão cedeu logo na quarta especial, colocando logo aí um ponto final na prova da equipa "Porsche by Team Beta", numa altura em que Mex procurava ainda descobrir os limites do carro que tinha colocado na quinta posição da geral, depois de já ter rubricado dois quartos tempos.

    Para o piloto portuense, "foi pena, mas deu para perceber que o carro é muito exigente e tem um potencial enorme quando eu o"tratar por tu". Antes de desistir, estava a jogar à defesa porque não podia furar e por isso fiquei com a ideia que o Porsche poderá vir a discutir facilmente os pódios. Os S2000 curvam mais depressa, têm mais motricidade, mas travam ao mesmo tempo que o Porsche e têm depois menos aceleração".

    De resto, acrescenta o piloto, "só tive pena de não continuar para poder agradecer na estrada o incrível apoio de todo o público e também a forma como toda a equipa trabalhou".

    Agora, Mex tem praticamente assegurado os ralis de Mortágua e Casinos do Algarve, apontando já baterias para a próxima temporada: "Nesta altura, ainda não sabemos como vai ser, mas há vários cenários, tudo dependendo se houver ou não disponível o "kit" de terra da Oreca. Caso não haja, existe a possibilidade de fazermos o asfalto com o Porsche e a fase de terra com um outro carro a definir".

    AS

  10. #325
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    Padrão Piloto do Abarth Grande Punto conquista segunda vitória consecutiva

    Basso foi o mais forte em Sanremo
    Giandomenico Basso, em Abarth Grande Punto, venceu a sua segunda prova consecutiva no IRC, desta feita no Rali de Sanremo, depois de ter conquistado o seu primeiro triunfo da temporada na ronda anterior, em Espanha.
    Para o piloto italiano, este parece ser o regresso em definitivo às boas prestações, enaltecendo, no final da prova, a fiabilidade e a rapidez do seu carro nas estradas de Sanremo.

    Em segundo lugar ficou Nicolas Vouilloz, em Peugeot 207 S2000, o que permitiu à marca francesa arrecadar o título de construtores a duas provas do fim. A prova do francês esteve longe de ser fácil, uma vez que à entrada do último dia ocupava apenas a quarta posição, atrás do seu companheiro de equipa, Freddy Loix.

    Contudo, problemas com o carro do belga facilitaram a tarefa de recuperação de Vouilloz, com o francês a ultrapassar depois Luca Rossetti na penúltima especial para chegar ao segundo lugar. Para Rossetti, o terceiro lugar final acabou por ser um excelente resultado, na medida em que lhe permitiu garantir o seu primeiro título no Campeonato Italiano de Ralis.

    Quanto a Loix, problemas de transmissão nas derradeiras especiais fizeram-no descer para o quinto lugar final, atrás de Renato Travaglia, que foi quarto.

    A categoria destinada aos 2WD foi ganha pelo Honda Civic Type-R R3 de Alessandro Bettega, numa dobradinha dos carros japoneses.

    Com estes resultados, Vouilloz passa a ter 18 pontos de vantagem sobre o segundo da tabela de pilotos, que é agora Basso, com 42 pontos.

    O IRC tem regresso marcado para o fim-de-semana de 23 a 25 de Outubro, com o Rali de Valais. AS

  11. #326
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    uma so palavra ......exelentes

  12. #327
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    Padrão Filipe Freitas em busca do "vice na Madeira


    Com Alexandre Camacho já consagrado, por antecipação, Campeão da Madeira de Ralis de 2008 depois de ter dominado a época em toda a linha, o Rali Porto Santo Line, sétima e penúltima prova da temporada, tem como principal ponto de interesse a possível definição do segundo classificado absoluto do Campeonato da Madeira "Coral" de Ralis.

    Se no que toca à vitória Camacho não deixa de ser o favorito, já no que toca ao despique pelo segundo posto teremos seguramente animado duelo entre Filipe Freitas e Miguel Nunes. Freitas é o actual segundo classificado no Campeonato, com mais quatro pontos que Nunes, e a apenas sete pontos de garantir o vice-campeonato tudo fará para tentar colocar um ponto final nesta luta já na prova do Sporting Clube Santacruzense. Contudo, resta saber até que ponto os resultados conseguidos por ambos os pilotos na última jornada poderão afectar as prestações nesta ronda.

    Freitas ficou a zeros no Rali do Nacional, enquanto Nunes averbou o segundo posto pela segunda vez esta época. Freitas vai certamente tentar vingar o desaire, enquanto Nunes tentará melhorar a prestação face o resultado que se seguiu ao seu primeiro segundo lugar este ano, que foi um nulo no Rali do Marítimo.

    Mas a prova do S.C. Santacruzense não se limitará ao campeonato mais importante da Pérola do Atlântico, já que faz também parte do calendário do Campeonato da Madeira Júnior (Ralis), um particular onde está ainda tudo em aberto. Atendendo às presentes classificações, João Silva lidera com mais 6 pontos que João Moura, ambos com duas vitórias, mas este último com um nulo e um segundo posto, em oposição aos dois segundos lugares que completam o conjunto de resultados do primeiro. Sendo também aqui a penúltima prova da época, a ronda Santacruzense apresenta-se repleta de motivos de interesse no que toca ao Campeonato, mas também no que respeita à definição do terceiro posto da classificação. É certo que dificilmente haverá algum tipo de decisão definitiva no final desta jornada, mas com apenas um ponto de diferença entre André Silva e João Nóbrega, a ronda promete luta intensa.

    O Rali Porto Santo Line será composto por um total de 106,86 km, dos quais 59,02 serão efectuados contra o cronómetro ao longo de sete Especiais de Classificação, com a primeira a ser a Super Especial de 1,8 km, a disputar a partir das 21h30 de dia 17 de Outubro. As restantes seis Classificativas têm lugar no sábado, dia 18, a partir das 11h22, hora de partida para a Serra de Fora I / Coral, até às 16h51, hora marcada para a cerimónia de pódio.

    AS

  13. #328
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    Padrão Pedro Peres atrás da liderança em Loulé


    O Campeonato Open de Ralis está de malas aviadas e de caminho ao Algarve para o Rali de Loulé, oitava ronda da temporada e a prova onde o Campeão Nacional Pedro Peres pode, pela primeira vez este ano, assumir a liderança da competição.

    Depois de um início de temporada pouco positivo, Peres está, desde a primeira ronda de Terra, a passar por um excelente momento de forma, somando por vitórias todas as provas decorridas desde o Rali de Arganil. Enquanto isso, Jorge Santos, o único com pontos somados em todas as jornadas já disputadas, tem como tarefa defender o mero ponto de vantagem que o coloca na primeira posição. Uma tarefa que, atendendo aos mais recentes resultados dos dois primeiros, se antevê difícil para o ainda líder da classificação.

    Enquanto isso, mais atrás, a prova do Clube Automóvel do Algarve deverá apresentar também interessante luta pelo terceiro posto da geral. Com apenas dez pontos a separar o terceiro do quinto classificado, João Ruivo, vencedor da primeira ronda do ano, terá de fazer aos ataques de Luís Mota (a cinco pontos) e de Aníbal Rolo. O vice-Campeão de 2007, Mota, também tem estado longe do nível de prestação a que nos habituou na época transacta, com alguma falta de consistência e longe dos usuais segundos postos do ano passado, mas deverá apresentar-se motivado no Algarve, já que tem agora o pódio do campeonato bem mais perto. Já quanto a Rolo, o líder do Campeonato de Portugal de Clássicos - Ralis, deverá estar mais preocupado precisamente com este particular, ainda assim não deverá enjeitar qualquer oportunidade que lhe surja pela frente para subir na geral.

    Olhando agora precisamente às máquinas mais antigas, que também competem nesta jornada da agremiação algarvia, Rolo não deverá ter tarefa fácil pela frente caso queira manter o primeiro posto da tabela classificativa. Com apenas um ponto de margem sobre José Sousa e dez sobre Joaquim Santos, o líder do Campeonato ainda não logrou um triunfo à geral nesta temporada e é certo que tudo tentará para o conseguir nesta visita aos troços do Sul do País. Ainda assim, Rolo é o piloto mais consistente de todo o campeonato, com pontos somados nas seis rondas já disputadas e com um quarto posto como pior resultados. De todas as formas, com o Rali de Loulé a ser a penúltima prova do ano, todos os pontos serão importantes.

    Além de Sousa, que já ganhou por três vezes este ano, e do terceiro classificado Santos, que venceu a última ronda, Frederico Ferreira, com duas vitórias já no seu quadro de resultados e em quarto da geral, poderá ter também palavra a dizer na corrida pelo triunfo a Sul.

    Mário Mendes lidera com muita...tranquilidade

    Mais tranquila antevê-se a luta nas categorias dos Clássicos - Ralis. Nos Clássicos 71, Mário Mendes lidera com significativa tranquilidade, dados os 19 pontos de vantagem que detém sobre José Pedrosa. Uma diferença que lhe permite garantir o ceptro já nesta ronda, bastando para tal levar a melhor sobre o rival. Quanto aos H74, o panorama é ainda mais favorável ao líder da tabela. Com mais 30 pontos que Vítor Torres, António Segurado pode mesmo dar-se ao luxo de se deixar bater pelo seu rival e, ainda assim, garantir o título. Mais quente será certamente a luta pela terceira posição, com Rui Azevedo e Paulo Azevedo a somarem, ambos, 20 pontos. Também às portas do ceptro está o líder dos Históricos. Aníbal Rolo é o único com pontos somados em todas as provas já disputadas e com mais 19 pontos que José Sousa tem apenas de o bater para garantir o ceptro. Já Sousa terá também de prestar atenção aos intentos de Joaquim Santos, que o segue a oito pontos.

    Luís Mota com vantagem nos VSH

    Mas a prova do Clube Automóvel do Algarve não fica totalmente apresentada se não se falar também do Campeonato Regional de Ralis Sul (VSH), um particular onde a vantagem está do lado de Luís Mota, que soma mais nove pontos que Pedro Leone, enquanto este é seguido de perto por António Lampreia, a dois pontos, e Gil Antunes, a três. Diferenças que deixam antever muita animação na luta pela segunda posição do campeonato.

    O Rali de Loulé será composto por um total de 208,65 km, dos quais 68,8 serão disputados ao cronómetro ao longo de sete Especiais. A prova tem início no sábado, dia 18, com a Super Especial de 1,7km a partir das 20h30. No domingo a acção inicia-se às 9h00, com a partida para a segunda Especial, terminando às 13h58.AS

  14. #329
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    Padrão Petter Solberg fica na Subaru em 2009


    Petter Solberg revelou ao website norueguês vg.no, que irá permanecer na Subaru em 2009, sendo que esta notícia deverá terminar com a especulação existente sobre a possibilidade do Campeão do Mundo de Ralis de 2003, poder ser substituído pelo jovem Andreas Mikkelsen.

    Ao que parece, e apesar de ser uma informação não confirmada, a Mikkelsen, foi, isso sim, oferecido um lugar na equipa, que colocaria assim a correr um terceiro carro oficial.

    Um dos grandes problemas que a Subaru e por inerência Petter Solberg teve a ver com os amortecedores que equipavam os seus carros, mas pelos vistos a nova parceria da Prodrive com a Ohlins, deixou todos felizes.AS

  15. #330
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    Padrão François Duval ainda sem programa para 2009


    Apesar das boas prestações nos recentes ralis da Catalunha e Córsega, Francois Duval desconhece se lhe irá ser proposto um programa para 2009 no Mundial de Ralis.

    O seu gestor de carreira está a trabalhar no sentido de assegurar um "budget" que lhe permita "dialogar" doutra forma com possíveis interessados, se bem que a sua conotação como piloto essencialmente de asfalto não deverá ser grande argumento:

    "Não sei se os recentes resultados ajudarão muito, e já sei que é difícil assegurar um programa para todo o campeonato. De qualquer modo, se ficar classificado nos quatro ou cinco primeiros no Japão - ndr, Gigi Galli ainda está a recuperar do seu acidente - isso irá demonstrar que também ando bem na terra. O rali vai ser novo para todos, mas a verdade é que não tenho feito muitos ralis de terra, pelo que não será fácil. ", referiu.AS

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