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  1. #61
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    Padrão Miguel Barbosa na luta pelos pontos

    A quarta etapa do Rali Transibérico ligou Badajoz a Évora, com os pilotos a terem pela frente uma dupla passagem por um Sector Selectivo de 205 quilómetros, com partida e chegada a Mora, passando pelas clássicas zonas de Brotas, Couço, Foros do Arrão e Montargil.

    A dupla da Vodafone Liberty Seguros Team, Miguel Barbosa/Miguel Ramalho era a quarta equipa na estrada, na sequência do bom desempenho na etapa de ontem, onde foram os melhores portugueses. Hoje, não conseguiram repetir a proeza de ontem e foram os segundos melhores portugueses, numa luta renhida pelo comando do Nacional.

    Durante a manhã o piloto do Vodafone Liberty Seguros Team cedeu pouco mais de 40 segundos para o seu rival mais directo na corrida pelo título. "Sinto que nas zonas rápidas e de mau piso perco tempo, mas o carro não permite fazer melhor. O objectivo é minimizar as perdas. O piso estava muito escorregadio, sobretudo na parte final, o que dificultou ainda mais a nossa tarefa, pese embora fosse exactamente nessa altura em que recuperámos tempo", disse Miguel Barbosa.

    A tarde prometia ainda maiores dificuldades, pois o piso estava naturalmente mais degradado. As previsões confirmaram-se e o tri-campeão nacional não conseguiu evitar uma saída de estrada. "Estava muito difícil e acabámos por ter uma saída e batemos numa árvore. O carro ficou um pouco danificado e tivemos que parar para tirar a arvore que veio agarrada e para reparar uma barra que estava a bloquear o andamento. Não foi o dia ideal, mas conseguimos ser segundos".

    Quando falta mais um dia de competição, o piloto do Proto Dessoude tem como meta minimizar o azar que o obrigou na primeira etapa ao abandono: "Sabíamos que não seria uma prova fácil para nós e logo no primeiro dia ficou ainda mais complicado, porque não terminámos, o que nos vai custar muitos pontos no fim da corrida. Contudo, amanhã vamos atacar, para tentar diminuir o prejuízo".

    O Rali Transibérico termina amanhã no Estoril, depois dos pilotos cumprirem duas passagens por um Sector Selectivo de cerca de 145 quilómetros ao redor de Beja.AS

  2. #62
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    Padrão Filipe Campos em 3º, lidera entre os portugueses

    Ao fim de quatro dias de competição e mais de mil quilómetros disputados ao cronómetro, a dupla Filipe Campos/Jaime Baptista é a equipa portuguesa melhor classificada no Rali Vodafone Transibérico, ocupando um brilhante terceiro lugar. Os pilotos estão assim em excelente posição para assumirem a liderança do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, com essas contas a condicionarem a estratégia para a derradeira etapa de amanhã, dia em que a formação do BMW X3cc vai evitar correr riscos. Em bom plano estiveram os colegas de equipa Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor, ao recuperarem nove posições em relação à etapa da véspera...

    A um dia do termo da única prova europeia que integra o calendário da Taça do Mundo FIA de Ralis de TT, os concorrentes ainda terão de enfrentar dois sectores selectivos na zona de Beja. No fundo, 330 quilómetros em que a dupla Filipe Campos/Jaime Baptista vai procurar conservar a posição de melhor português, "dada a importância do resultado para as contas do campeonato". Apesar de, na classificação absoluta, ocuparem uma brilhante terceira posição, os pilotos admitem que "não vai ser fácil manter o Stéphane Peterhansel atrás de nós. É um risco que não devemos correr, ainda que uma subida ao pódio de uma prova da Taça do Mundo represente um enorme orgulho. Mas vamos a ver como as coisas correm..."

    Como reconhecem Filipe Campos e Jaime Baptista, a quarta e penúltima etapa do Rali Vodafone Transibérico (disputada na região de Mora) decorreu sem grandes incidentes: "No primeiro sector selectivo, o único problema de que fomos vítimas foi o mau comportamento do carro nos pisos mais escorregadios, com a suspensão a revelar-se bastante dura". Para o segundo sector selectivo, "a situação não se alterou, mas até ataquei nos primeiros quilómetros, de modo a conseguir uma boa vantagem sobre o Miguel Barbosa. Quando o vi parado abrandei o ritmo, mas mesmo assim não consegui evitar uma ligeira saída de estrada, sem consequências na viatura".

    Quanto aos colegas de equipa, Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor, mérito para o facto de, em relação à etapa da véspera, terem ascendido da 23ª à 14ª posição, o correspondente ao oitavo lugar entre os portugueses. Contudo, a dupla do BMW X3cc não teve um dia propriamente fácil, nomeadamente no primeiro sector selectivo, "devido ao persistente embaciamento do vidro. Por diversas ocasiões fomos mesmo obrigados a parar, mas como o problema ficou parcialmente resolvido na assistência ao final da manhã, durante a tarde as coisas correram melhor".

    Em termos competitivos, a derradeira etapa de amanhã é composta por dois sectores selectivos de 165 quilómetros cada, disputados na região de Beja.

    AS

  3. #63
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    Padrão Ex-Escort de Kankkunen ainda vence

    Mats Jonsson averbou a sua oitava vitória no último South Swedish Rally ao volante de um Ford Escort WRC com 10 anos de idade. O carro era um dos Escort de "fábrica" guiado em tempos por Juha Kankkunen e uma das unidades oficiais que melhores resultados conseguiu quando "viu" a luz do dia, em 1998.

    Aos 50 anos, Jonsson adquiriu este carro, em Inglaterra e acabou por vencer a terceira prova do campeonato nacional sueco, 50,9s à frente do Ford Focus WRC guiado por Jonas Wigren, enquanto o melhor Grupo N foi Robin Sandberg, com um Mitsubishi que fechou o pódio.

    Patrick Flodin optou por não estar à partida do Jim Clark Rally para também participar na prova sueca, mas, sem sorte, desistiu ao volante do Toyota Corolla WRC com que alinhou devido a problemas hidráulicos.

    Na prova que correspondeu, efectivamente, à primeira jornada do "nacional de ralis" sueco (as duas primeiras foram anuladas devido à falta de neve) participou ainda Simon Jean Joseph, que levou o Citroen C2 R2 Max ao quarto lugar entre os carros de duas rodas motrizes.

    Martin Holmes

  4. #64
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    Padrão Luc Alphand perto da vitória

    Luc Alphand, em Mitsubishi Pajero Evo, está a uma especial de assegurar a vitória no Rali Transibérico. Na segunda posição está classificado Nasser Al-Attiyah (BMW X3 CC), na frente de Filipe Campos (BMW X3 CC), que se prepara para alcançar nesta prova um magnífico pódio.

    Muito bem classificado está igualmente Helder Oliveira (Nissan Pathfinder R51), pois é quarto, ainda com uma vantagem a rondar os dez minutos para Stéphane Peterhansel. Deverá ser suficiente, caso o francês não decida atacar forte.

    Leonid Novistsky (BMW X3 CC) é sexto na frente do "solista" Ricardo Leal dos Santos (BMW X5). Pedro Grancha (Nissan Navara) é oitavo, e a encerrar o topo 10 estão Ilya Kuznetsov (Mitsubishi Pajero) e Rodrigo Amaral (Bowler Wildcat). Edgar Condenso (Isuzu D-Max) é 11º e líder do T2.AS

  5. #65
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    Padrão Luc Alphand vence Transibérico

    Luc Alphand terminou há pouco a derradeira especial do Rali Transibérico, onde confirmou a vitória na prova. O piloto francês limitou-se a levar o Mitsubishi Pajero até ao final evitando as armadilhas, não arriscando nada, assegurando assim mais uma vitória para o seu pecúlio, e pondo termo a uma série de anos sem vitórias para a Mitsubishi. Curiosamente, a última vez que um Pajero Evo venceu aqui, foi em 2004 pelas mãos de...Carlos Sousa.

    Nasser Al-Attiyah em BMW X3 CC foi segundo, na frente de Felipe campos, em carro igual. Para o piloto português este foi um excelente resultado, com o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno a ganhar grande animação com os resultados que se extraem desta prova, já que os números estão agora bastante mais equilibrados.

    Depois de quatro mudanças de comandante ao longo de igual número dias, a quinta etapa, acabou por ser tranquila, com os pilotos a pensarem mais em chegar ao fim. Luc Alphand era o líder no começo do dia e só um azar muito grande poderia retirar o triunfo ao francês, pois tinha mais de 30 minutos de vantagem sobre Nasser Al-Attiyah, pelo que limitou-se a controlar a corrida e tornar-se no primeiro piloto da Mitsubishi a vencer o Transibérico, uma vez que a derradeira vitória de uma máquina da casa dos três diamantes remonta a 2004, altura em que a prova se chamava Baja Vodafone 1000.

    Se Alphand não teve dificuldades em garantir o triunfo, Al-Attiyah também não teve grandes problemas em segurar a segunda posição, embora o piloto do Qatar tivesse furado durante a manhã e visto a transmissão posterior do BMW X3 ceder durante a tarde.

    Pontuação total para Filipe Campos

    Filipe Campos cumpriu na perfeição a missão a que se propôs à partida do Transibérico, somando o máximo de pontos possível, 23, aproveitando da melhor forma os problemas de Miguel Barbosa, que hoje voltou a abandonar, depois de já o ter feito na quinta-feira,
    conseguindo ainda um pódio que ambicionava, mas que considerava muito difícil.

    Hélder Oliveira em quarto

    Espectacular foi a prova de Hélder Oliveira, que na estreia com a Nissan Pathfinder conseguiu um fantástico quarto lugar, na frente de Stephane Peterhansel. A estrela da Mitsubishi cometeu um erro pouco comum, saindo de estrada no primeiro Sector Selectivo de sexta-feira, deixando de poder sonhar com a vitória, limitando-se depois a ganhar lugares
    e continuar os testes para a BF Goodrich.

    Aliás, tirando a vitória, a marca japonesa terá poucos motivos para sorrir, pois Juan Roma ficou fora dos 20 primeiros, devido à quebra da correia do alternador na etapa de sábado, numa altura em que parecia ser o principal candidato à vitória.

    Tranquila foi a corrida de Leonid Novistsky, que numa toada certa e sem exageros chegou ao sexto posto. Ricardo Leal dos Santos foi o sétimo, embora não tenha evitado alguns percalços, como dois furos, que no caso de um piloto a solo representam mais 20 minutos no tempo total da corrida. Pouca sorte também para Pedro Grancha, que perdeu um lugar no top 5, quando a transmissão dianteira cedeu no dia de ontem, originando a seguir um problema de travões, com o homem da Nissan a perder mais de uma hora na primeira passagem pela especial de Mora. No último dia atacou e foi o melhor português na etapa, o que lhe permitiu somar 17 pontos no total do Transibérico.

    Depois de ter atacado durante dois dias, o fim-de-semana serviu para Edgar Condenso gerir a vantagem e somar uma importante vitória para o palmarés.

    A oposição foi ficando pelo caminho, pelo que no final o piloto da Isuzu D-Max terminou com mais de 40 minutos de vantagem para Jorge Simões o segundo classificado, numa corrida que foi marcada pela chuva e lama e onde as principais estrelas internacionais não se coibiram de dar os parabéns à organização pelo excelente nível organizativo do evento.

    AS

  6. #66
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    Padrão Mitsubishi regressou às vitórias

    Caiu o pano em mais uma edição do Transibérico, com a Mitsubishi a por termo a um jejum que já durava há quatro anos. Luc alphand foi o "último" dos Mitsu Boys a passar pelo comando e o único que logrou "aguentar-se" até final.

    Entre os portugueses, fabulosa prova de Filipe campos, que sai de Lisboa no comando do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, fruto dos resultados que logrou conseguir ao longo destes dias de prova. Destaque final para Edgar Condenso, que venceu o T2.

    Fique com as declarações finais dos pilotos, no final da derradeira especial.

    Stéphane Peterhansel: "Foi um bom resultado para a equipa, mas não para mim, por um erro que cometi na sexta-feira perdi uma hora e todas a hipóteses de lutar pela vitória. A organização está de parabéns, a esse nível foi magnífico".

    Nasser Al-Attiyah: "Foi pena ao km 50 ter ficado sem tracção atrás, pois a transmissão traseira partiu, ainda assim tentei defender o 2º lugar, diverti-me imenso. Foi uma corrida fantástica, com uma organização exemplar, espero voltar".

    Luc Alphand: "Tenho que agradecer à Mitsubishi e à organização por esta prova fantástica. Hoje só tive que gerir sem cometer erros, sem correr riscos. O grande mérito da equipa foi fazer uma prova sem percalços. Gosto muito das provas portuguesas e estou feliz com esta vitória, já que nos últimos dois anos nunca consegui".

    Joan Roma: "Foi pena o que aconteceu ontem, estava numa posição que me permitiria ganhar a corrida. Estou triste, mas a corridas são assim. Este motor diesel está muito bom e por isso estou optimista para o futuro".

    Krysztof Holowczyc: "Hoje foi melhor, a prova é fantástica tem excelente organização, talvez a melhor de todas as que já fiz. Foi pena os problemas que fui tendo ao longo dos dias que não me permitiu desfrutar a a corrida como queria".

    Filipe Campos: "Tinha dito que queria estar no pódio, mas não achava possível. Com o avançar da corrida comecei a achar que seria possível e aqui estamos. Hoje foi um dia mais tranquilo e sem problemas, acabámos por conseguir somar alguns pontos e liderar o Campeonato Nacional. Vai haver muita luta até ao fim do campeonato, o que vai ser divertido, assim as corridas têm mais graça."

    Miguel Farrajota: "Diverti-me ao máximo, mas como furei à tarde acabei por perder muito tempo a mudar a roda porque o macaco não funcionou a 100%. Estou a gostar muito do carro, quando tiver as afinações ideais vai ser um carro muito competitivo".

    Ricardo Leal dos Santos: "Estou muito satisfeito, embora não tenha sido fácil com a chuva e lama, estas condições não são ideais para o meu carro. Ao longo de toda a corrida furei duas vezes, o que representam sempre algunsminutos. Num dos dias optei por pneus de lama o que não foi a melhor escolha".

    Hélder Oliveira: "Foi fantástico terminar no 4º lugar. Hoje fiz tudo para garantir este lugar, sem correr riscos. A Tecnosport está de parabéns e o meu navegador fez um trabalho fantástico ao longo de toda a corrida".

    Pedro Grancha: "Hoje correu muito bem, ganhar a etapa aos portugueses era o objectivo. Se não tivesse tido problemas ontem, certamente seria 4º da geral e 2º dos portugueses, o que tinha sido fantástico. Ainda assim, foi um bom resultado para o campeonato, ainda que chegar ao título não seja fácil".

    Edgar Condenso: "O objectivo está cumprido, ganhar o T2. O balanço é portanto positivo. Imprimi um andamento rápido nos primeiros 2 dias, e depois foi só gerir. O carro é fantástico, não trocámos uma única peça ao longo da prova, e acho que seria possível fazer mais uma prova já de seguida".

    AS

  7. #67
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    Padrão Filipe Campos é o novo líder do CPTT

    A dupla Filipe Campos/Jaime Baptista foi a equipa portuguesa melhor classificada no Rali Vodafone Transibérico, com a subida ao derradeiro lugar do pódio a premiar uma actuação brilhante. Um resultado que permite aos pilotos do BMW X3cc ascenderem à liderança do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno.

    Quanto aos colegas de equipa, Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor, mérito para o facto de terem vencido as adversidades inerentes a uma prova com cinco dias de competição e quase 1.500 quilómetros disputados ao cronómetro, terminando no sétimo lugar entre os pilotos que lutam pelo "Nacional".

    Na segunda prova aos comandos do BMW X3cc, a dupla Filipe Campos/Jaime Baptista relançou a candidatura ao título nacional, já que na sequência do brilhante terceiro terceiro lugar - primeiro entre os portugueses! - em que terminou o Rali Vodafone Transibérico, os pilotos ascenderam à liderança do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, com três pontos de vantagem sobre o mais directo opositor. Um excelente resultado para a formação, com a particularidade desta ter sido a quarta vez (uma no lugar mais alto) que Filipe Campos subiu ao pódio da prova.

    À chegada ao Estoril, depois de cinco dias de competição e quase 1.500 quilómetros disputados ao cronómetro, muitas vezes sob condições atmosféricas bastante adversas, a dupla Filipe Campos/Jaime Baptista não escondeu a satisfação por acompanhar duas das maiores referências do todo-o-terreno mundial, no pódio: "É um resultado que nos enche de orgulho, mas que só foi possível conquistar pelo excelente trabalho desenvolvido pelos técnicos da X-Raid, dada a competitividade e fiabilidade revelada pelo BMW X3cc". Na realidade, como fazem questão de reconhecer os pilotos, "apenas sofremos os percalços inerentes a uma prova tão extensa e dura, nomeadamente umas saídas de estrada e um problema com um tubo de vácuo do turbo".

    Mas para além do terceiro lugar final, a conquista da tão almejada posição de melhores portugueses teve, desta feita, um significado ainda mais especial, pelo facto de ter permitido que Filipe Campos e Jaime Baptista ascendessem à liderança do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno. "Felizmente concretizámos esse objectivo, porque iniciámos a prova com essa esperança. Esta época queremos sagrar-nos campeões, pelo que para as restantes jornadas apostamos na vitória".

    Apesar da conquista de um positivo 13º lugar final - sétimo entre os pilotos portugueses que lutam pelo Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno - o resultado final da dupla Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor até podia ter sido mais expressivo, não fossem alguns percalços e uma penalização de duas horas. No entanto, por ironia do destino, foi na ligação para o pódio do Estoril que a formação apanhou o maior susto, quando o BMW X3cc ficou imobilizado com problemas de bateria. Devido à intervenção dos técnicos da X-Raid, os pilotos lograram prosseguir, com o lisboeta a reconhecer que "conquistámos o resultado possível, em função das circunstâncias. O mais importante é que terminámos a prova, acumulando quilómetros e experiência que vão ser determinantes no futuro".

    CLASSIFICAÇÃO FINAL: 1º Luc Alphand/G.Picard (Mitsubishi Pajero Evo), 16h25m28s; 2º Nasser Al-Attiyah/T.Thorner (BMW X3cc), a 35m46s; 3º Filipe Campos/Jaime Baptista (BMW X3cc), a 45m57s; ...13º Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor (BMW X3cc), a 4h14m55s; etc...
    AS

  8. #68
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    Padrão Higgins domina BRC e Boland vence à geral

    O tri-Campeão nacional inglês de ralis, Mark Higgins trocou o novo MG Super 2000 com que iniciou a temporada britânica de ralis por um "velho" Subaru Impreza e ganhou a segunda ronda do British Rally Champioship, o Jim Clark Memorial Rally.
    A prova disputada em asfalto e de classificativas muito rápidas contava também para o Global Group Tarmac (campeonato irlandês de asfalto) onde é permitida a presença de WRC.

    Por isso não foi de estranha que, à geral, tenha sido um WRC a vencer, no caso o Subaru Impreza de Eammon Boland que bateu Tim McNulty num carro idêntico e Gareth MacHale num Ford Focus WRC. Com a presença de WRC, Higgins não conseguiu melhor que averbar a quarta posição em termos absolutos, no seu Impreza de Grupo N.

    À prova não faltaram incidências, a começar pelo líder do campeonato inglês, Guy Wilks que viu o seu carro arder quando era segundo depois de um problema no depósito de combustível. Por dificuldades também passou Philip Morrow que tinha já capotado na primeira curva do rali e que terminou a prova ainda no primeiro dia depois de um princípio de incêndio no Mitsubishi Lancer.

    David Higgins é que acabou por perder a quinta posição para o MG S2000 de Stuart Jones no último troço quando perdeu a direcção assistida do seu Subaru Impreza que apresentava também problemas de caixa de velocidades. Ainda assim, o sexto lugar conquistado pelo irmão mais novo de Mark Higgins foi suficiente para passar a liderar o campeonato com um ponto de vantagem sobre Stuart Jones.

    Classificação

    1º Boland/Morrissey (Subaru Impreza WRC) 2h03m30,1s
    2º McNulty/O' Donell (Subaru Impreza WRC) 2h03m34,1s
    3º G MacHale/Murphy (Ford Focus WRC) 2h04m27s
    4º M Higgins/Kennedy (Subaru Impreza N) 2h07m57s
    5º Jones/Bull (MG ZR S200) 2h10m23s
    6º D Higgins/Thomas (Subaru Impreza N) 2h11m04,7s

    Martin Holmes

  9. #69
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    Padrão Organizadores italianos querem contar com o Campeão Nacional

    Bruno Magalhães provável em Sanremo

    Existem boas probabilidades de Bruno Magalhães estar presente na próxima edição do Rali Sanremo, antepenúltima etapa do Intercontinental Rally Challenge.

    A deslocação a Itália surge bem encaminhada depois de conversações mantidas entre alguns responsáveis da Peugeot Sport Portugal e a comitiva da prova transalpina presente no Vodafone Rali de Portugal que era liderada por Sergio Maiga, antigo e prestigiado navegador e agora proeminente responsável do Automobile Club Sanremo.

    Do encontro entre as partes resultou que o interesse é mútuo pois tanto a filial portuguesa da marca do leão quer aproveitar toda a experiência obtida na deslocação de 2007 bem como os organizadores italianos fazem questão de contar com aquele que é tido como um dos pilotos mais rápidos do IRC na sua lista de inscritos. Em favor do Campeão Nacional surge o facto dos promotores da prova disputada na Riviera contarem com um orçamento acrescido pois festejam em 2008 a 50ª edição do evento.

    O reduzido programa na série promovida pela Eurosport Events desejado em 2007 pela estrutura dirigida por Carlos Barros não está ainda colocado fora de hipótese pois, para além da presença nos "obrigatórios" Vodafone Rali de Portugal e Rali Vinho Madeira, a deslocação às Asturias é também possível. Tudo dependerá das propostas concretas dos organizadores italianos e espanhóis bem como do eventual acréscimo de apoio por parte dos patrocinadores nacionais.

    João Freitas Faria

  10. #70
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    Padrão BF Goodrich escolhe de cinco

    As regras para a escolha dos próximos pilotos do BF Goodrich Drivers Team surgirão alteradas já na próxima tirada do Intercontinental Rally Challenge que tem lugar em Ypres. Todos aqueles que sucederão a Miguel Campos no Peugeot 207 S2000 da Kronos Racing apoiado pela BF Goodrich sairão dum lote de cinco, e não mais de três candidatos, escolhidos entre pilotos locais.

    Os promotores desta iniciativa acreditam que o êxito desportivo e mediático que constituiu a prestação de Miguel Campos em Portugal servirá como catalisador nas restantes quatro participações agendadas. Para o Ypres Rally, a BF Goodrich recebeu 54 inscrições em que constam pilotos de renome como o veterano Patrick Snijers ou Bruno Thiry.

    AS

  11. #71
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    Padrão Sical Challenge Team novamente no "Top Ten" da Taça do Mundo

    Rodrigo e Duarte Amaral terminam Transibérico na nona posição

    Depois de uma boa prestação no Rali da Tunísia, a dupla da Sical Challenge Team voltou a dar estar em bom plano na segunda ronda deste campeonato. Desta feita no Rali Transibérico, que depois de 5 dias de grande competição, chegou hoje ao final com Rodrigo e Duarte Amaral a subirem ao nono posto da classificação geral.

    Mais um excelente resultado da dupla da Sical Challenge Team, que viu assim premiado todo o esforço empregue ao longo dos quase 1500 quilómetros cronometrados que compunham esta dura prova da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno: "Foi uma prova extremamente dura e com adversários de grande nível. Apesar da muita chuva e lama, situações que não estou acostumado a encontrar em África, e que foram uma constante ao longo de todas as etapas, acabamos por conseguir um excelente resultado, principalmente se tivermos em conta os níveis de preparação das máquinas dos nossos adversários", começou por contar Rodrigo Amaral muito satisfeito com a nona posição conseguida aqui em Portugal.

    Optando por uma toada mais calma nos primeiros dias de prova de forma a poupar a mecânica do seu pequeno Bowler, Rodrigo Amaral foi paulatinamente aumentando o seu ritmo: "Julgo que foi a estratégia mais correcta a seguir. Sabíamos que não dispúnhamos de um carro tão competitivo como a maioria dos nossos adversários, pelo que optámos pela fiabilidade do nosso Bowler, que acabou por dar frutos. As classificativas eram muito traiçoeiras e qualquer incidente poderia deitar por terra as nossas ambições, aliás como ficou comprovado pela quantidade de acidentes e desistências ao longo de todos os dias de prova".

    "No início do rali, julgámos ser possível terminar entre os 15 ou 20 primeiros, pelo que este resultado foi extraordinário. Terminar nos 10 primeiros numa prova pontuável para a Taça do Mundo e com a qualidade de pilotos e máquinas que estavam presentes nesta prova é muito bom e nos dá ainda mais motivação para evoluirmos", concluiu Rodrigo Amaral que soma já um 10.º e um 9.º lugar em provas da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno. AS

  12. #72
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    Padrão Nuno Inocêncio forçado a abandonar

    Depois de um excelente início de corrida, onde se cotou como um dos mais rápidos pilotos nacionais, o vice campeão de Portugal Nuno Inocêncio, aos comandos do Mitsubishi Pajero DiD inscrito pela Red Line LG Art Cool, foi forçado a abandonar a meio do sexto sector selectivo do Rali Vodafone Transibérico competição pontuável para a Taça do Mundo numa altura em que registava o 12º tempo absoluto e o quinto entre os pilotos nacionais.

    "A quarta etapa até começou bem. O piso estava muito degrado por causa da enorme carga de água que caiu durante a noite. Pela manhã manteve-se o mau tempo alternando com abertas. Passámos pela Ribeira do Couço sem a menor dificuldade mas tivemos de ultrapassar carros que estavam a ser rebocados. O nosso ritmo era excelente mas com o passar dos quilómetros comecei a aperceber-me que algo não estava bem com o meu navegador que começou a vomitar sem parar de tal forma que não houve outro remédio se não abandonar a corrida e levá-lo ao hospital. Alguma coisa que comeu e não estava em condições terá estado na origem deste incidente que nos colocou, infelizmente, fora de prova" salienta Nuno Inocêncio.

    A próxima participação da equipa Red Line LG Art Cool está marcada para Setembro, quando em Portugal se disputar a segunda jornada das Dakar Series.AS

  13. #73
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    Padrão Helder Oliveira: "Tentei abstrair-me da pressão"

    Helder Oliveira foi um dos destaques na derradeira etapa do Rali Vodafone Transibérico, prova portuguesa incluida na Taça do Mundo de Todo o Terreno. Pilotando a Nissan Pathfinder da equipa Tecnosport (Nissan Itália) o piloto de Barcelos conseguiu segurar a quarta posição final, apesar do forte ataque do piloto da Mitsubishi, Stéphane Peterhansel. Helder Oliveira averbou o 7º tempo na 5ª etapa a 15 segundos do BMW X3 de Filipe Campos.

    "Ao longo de todo o dia tentei abstrair-me da pressão que é estar a defender uma posição prestigiante contra um piloto de renome sabendo, todavia, que o mais importante era conseguir terminar a corrida e para isso o melhor era evitar correr riscos. A minha equipa de tempos funcionou muito bem e fui percebendo, com o passar dos quilómetros, que iria conseguir os meus intentos andando bastante depressa, mas sem ter de exceder os limites de segurança. Estou muito satisfeito com o carro que a Tecnosport colocou à minha disposição mas penso que a minha retribuição também os surpreendeu pela positiva. É mais um excelente resultado internacional para o meu palmarés e só espero que ajude a abrir portas para uma presença condigna no próximo Dakar". salientou o piloto de Barcelos.

    Depois desta prova Helder Oliveira vai estar arredado das competições durante alguns meses pois vai ser operado aos ligamentos cruzados do joelho.AS

  14. #74
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    Padrão Trio da Mitsubishi proporciona emoções fortes


    Luc Alphand, Stéphane Peterhansel e "Nani" Roma proporcionaram emoções fortes ao grupo de jornalistas convidado a estar presente num evento de "co-drive" realizado hoje no Pinhal Novo. O trio da Mitsubishi não necessitou de muito para impressionar os "novos" co-pilotos, já que o andamento dos Pajero Evo é já por si só... impressionante.

    Mesmo assim, os pilotos da marca japonesa deram uma pequena amostra do que é tripular um dos modelos mais avançados e competitivos entre os todo-o-terreno e, principalmente, da forma física necessária para aguentar uns reduzidos quilómetros.

    O AutoSport foi conduzido por Stephan Peterhansel que, apesar de estar num evento "amigável", não deixou de mostrar todas as suas aptidões e ritmo impressionantes. O sucesso deste evento, organizado pela Mitsubishi Portugal, estava, no final, bem estampado na cara dos participantes.

    Sem dúvida um privilégio único.

    AS

  15. #75
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    Padrão Evolução do piloto da Ford foi perceptível a "olhos vistos"

    "É interessante verificar como Latvala mudou a sua capacidade mental tão depressa"

    Quem seguiu de perto o Rali da Sardenha percebeu que Jari-Mari Latvala está "outro piloto". Quanto à sua rapidez já não existiam dúvidas, mas a isso juntou agora uma muito maior consistência, e menor propensão para erros. O próprio navegador de Jari-Matti Latvala, Mikka Antilla, referiu que até ele próprio ficou surpreendido com a evolução da forma de guiar do seu piloto nesta prova, dizendo mesmo que nunca o tinha visto guiar assim. Afinal o que mudou em Latvala? Fomos perguntar a Martin Holmes.

    "Falei com Antilla sobre isso e ele disse-me que tem muito a ver com o trabalho de Christof Treier, o treinador pessoal de Jari-Matti. É interessante verificar como Latvala pode mudar a sua capacidade mental tão depressa. Basta ver o tempo que Hirvonen demora a "acordar" de manhã, enquanto o Latvala é rápido desde que "sai da cama"!".

    AS

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