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  1. #916

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    Padrão Raikkonen considera interromper sua carreira após a morte do pai


    Kimi Raikkonen interrompeu as conversas sobre seus planos para a temporada 2011 após a morte de seu pai Matti.

    O jornal finlandês Iltalehti relatou que o piloto, que estaria considerando uma troca de equipe no Campeonato Mundial de Rally, pode até mesmo encerrar sua carreira no automobilismo.

    Relatos afirmam que Raikkonen tinha uma relação bastante próxima com seu pai, que apoiou o início de carreira de seus filhos e morreu subitamente aos 56 anos dois dias antes do Natal.


    "Desde a morte de Matti Raikkonen, todos os planos de Kimi estão congelados", confirmou o navegador do finlandês no WRC, Kaj Lindstrom. "Esperamos que ele permaneça no rally. As chances de sucesso são muito melhores no segundo ano do que no primeiro, porque você não precisa aprender tudo o tempo todo".

  2. #917

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    Padrão Africa Race: Elisabete Jacinto atrasa-se na luta pela vitória

    Portuguesa não conseguiu travar o Tatra do checo Tomaz Tomecek, que aumentou a sua vantagem na liderança dos camiões

    Elisabete Jacinto terminou na segunda posição, nos camiões, a oitava etapa do Africa Eco Race, considerada a mais dura desta grande maratona africana e manteve idêntica posição na classificação geral. A piloto portuguesa não conseguiu travar o Tatra do piloto checo Tomaz Tomecek, que desta forma aumentou a sua vantagem na liderança dos camiões. Na classificação conjunta carros e camiões, Elisabete Jacinto mantém a sétima posição numa corrida que tem um novo lider: Jean Louis Schlesser, num Buggy.
    “Esta foi a especial mais difícil e mais física de todas. Foi uma especial duríssima. Tivemos de passar imensas zonas de pedra, fizemos zonas de trial super difíceis, numa delas não havia qualquer caminho e para a passar foi preciso andar sistematicamente a bater nas pedras. Deve haver alguns estragos por baixo do camião” começa por explicar a piloto portuguesa.
    “O nosso MAN TGS é camião de série que não foi feito para competir. Foi criado para carregar carga nas estradas. Mas nós conseguimos fazer dele uma excelente máquina de competição que, infelizmente, aqui está em desvantagem. Eu consegui passar o Tatra, se não me engano, umas três vezes. Sou mais rápida do que ele na pista, tal como ele é mais rápido do que eu na areia e nestas zonas de trial. Mas estou muito orgulhosa com o que fiz hoje, apesar de ter perdido algum tempo. Há dois anos não teria terminado esta etapa”, acrescentou a piloto portuguesa.
    Nos automóveis, Jean Louis Schlesser «roubou» a liderança a Jerôme Pelichet, que hoje perdeu mais de meia hora para o gaulês e, com isso, o comando da prova.
    Bruno Oliveira e Manuel Rosa, em Bowler Wildcat, seguraram o oitavo lugar da geral, apesar de terem sido apenas 12º na tirada cronometrada.

  3. #918

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    Padrão Rali Torrié 2011 apresentado esta terça-feira

    A estrutura do Rali Torrié 2011, que abre o Campeonato de Portugal de Ralis, não vai variar muito em relação à edição do ano anterior, voltando ao modelo de dois dias utilizado em 2009


    No arranque do novo ano de 2011, arrancou também oficialmente a edição deste ano do Rali Torrié, com a apresentação oficial da prova que abre o Campeonato de Portugal de Ralis, que teve lugar esta terça-feira no auditório do Instituto Superior de Engenharia do Porto.
    Na plateia reuniram-se convidados, praticantes, clubes e Comunicação Social, mas a apresentação pôde ser vista em todo o mundo a partir da Internet, com um “webcast” em tempo real para quem não quis deixar de acompanhar de perto esta apresentação.
    A estrutura do rali não vai variar muito em relação à edição do ano anterior, voltando ao modelo de dois dias utilizado em 2009, com início no sábado dia 26 de Fevereiro na Póvoa de Lanhoso, que culminará no final da etapa com a tradicional super-especial urbana da “Terra do Ouro”, e no domingo rumará mais a Norte, para Vieira do Minho, onde terminará ao início da tarde com mais uma classificativa bem dentro da localidade.

    O Targa Clube propõe assim um rali com um percurso total de 267 quilómetros, sendo que 135 quilómetros serão disputados contra o cronómetro. A estrutura das restantes classificativas sofre pequenas alterações, com a introdução de duas novas variantes ao percurso de anos anteriores, nomeadamente Sanguinhedo/Oliveira e Pinheiro/S.Pedro.
    Os membros da comissão organizadora usaram da palavra para comunicarem as suas expectativas quanto à edição vindoura, e no caso particular dos presidentes de câmara dos dois concelhos anfitriões, para lançarem o habitual apelo ao público para que usufrua da oferta turística da região, nomeadamente ao nível da hotelaria e da excelente gastronomia da região que se pretende promover e incentivar, assumindo que, apesar da actual conjuntura, a importância do evento para a promoção da região é inegável e que esperam manter o apoio para o futuro.
    Já por parte da Torrié, “naming sponsor” do rali, foi revalidada a aposta no patrocínio ao desporto motorizado como ferramenta de comunicação que reforce os valores que pretendem ver associados à sua marca, tais como a inovação, o sucesso e a competitividade, características indissociáveis dos desportos motorizados e que esta marca de café pretende ver transpostos para si através dos ralis.

    Após estas intervenções, surgiu um dos momentos altos do evento, não directamente ligado ao Rali Torrié, mas motivado pelo anuncio formal por parte de Ângelo Pinto da Fonseca da FPAK, da abertura das cinco provas continentais de ralis (Rali Torrié incluído) à participação de viaturas não homologadas, o que poderá seguramente vir a contribuir para o engrossar das listas de inscritos e aumento do interesse desportivo das provas, sendo esta uma iniciativa de vários clubes organizadores, entre os quais o Targa Clube, que foi para já aceite pela FPAK e aguarda a divulgação em breve do seu regulamento definitivo.
    Assim o Rali Torrié, que já englobava o Campeonato de Portugal de Ralis e o Campeonato de 2 Litros/2 rodas motrizes bem como o Regional de Ralis Nordeste, poderá ver a sua elegibilidade aumentada para abraçar a estreia desta nova “taça” que será definida nos próximos dias. Rubens Pinheiro, director do rali, teve a seu cargo a apresentação formal da prova após esta comunicação surpresa, embora na plateia as conversas estivessem já mais centradas na novidade atrás referida.
    O clube do Porto vai assim para a 41ª prova com a sua chancela no escalão principal dos ralis nacionais, no ano em que celebrará 44 anos de existência, sendo esta a 5ª edição sob a designação Rali Torrié.
    O Targa Clube colocou também online uma página de Internet renovada, mas que fornecerá os conteúdos habituais ao serviço de praticantes e público em geral, e agora disponibilizando online os boletins de inscrição e acreditação de Órgãos de Comunicação Social, visando melhorar os seus processos administrativos e contribuir para a sustentabilidade poupando o tradicional suporte de papel.

  4. #919

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    Padrão Açores TT Team sobe ao segundo lugar do Troféu Wildcat

    Optando por poupar a mecânica do QT Wildcat, a dupla lusa manteve o oitavo lugar na classificação geral dos automóveis e ascendeu ao segundo posto do Troféu Wildcat na Africa Eco Race

    Bruno Oliveira e Manuel Rosa, aos comandos do QT Wildcat, ascenderam, esta quarta-feira à segunda posição no Troféu Wildcat, competição que nesta terceira edição do Africa Eco Race conta com a participação de nove equipas (6 Bowler e 3 QT). A formação inscrita pelo Açores TT Team alcançou o 12º lugar na etapa considerada mais difícil de toda a corrida e manteve o oitavo lugar absoluto conquistado no dia anterior.
    “Era de facto uma etapa muito dura, mas a nossa estratégia continua a dar prioridade à protecção da mecânica. Somos dos pilotos estreantes temos de nos defender. Fizemos tudo com muita cautela, não corremos riscos e o certo é que com isso, dia após dia o nossa posição na tabela classificativa vai melhorando”, explicou Bruno Oliveira, no final da etapa.
    Esta quinta-feira será mais um dia sem ligações, com a partida a ter lugar do bivouac de Guelb Agantour e a chegada a acontecer no bivouac de Tenadi. A especial não pode ser classificada de fácil, dadas as suas características: zona plana rolante, vales arborizados, erva de camelo (fácil) e muitas dunas. Assim sendo vai ser necessário inteligência, reflexão e observação do terreno, o único meio de ganhar tempo sem negligênciar a navegação fora de pista. É ainda necessário ter prudência na abordagem às dunas, muitas vezes quebradas.

  5. #920

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    Padrão Dani Sordo confirmado na Mini no WRC 2011

    Indo ao encontro das notícias avançadas nos últimos tempos, a Mini confirmou finalmente o espanhol Dani Sordo como piloto da nova equipa do WRC 2011, juntando-se assim a Kris Meeke

    O espanhol Dani Sordo, ex-colega de equipa na Citroen do campeão mundial Sébastien Loeb, vai pilotar um Mini no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) de 2011, conforme anunciou esta quarta-feira a equipa, que regressa este ano à competição, confirmando assim a notícia que o LusoMotores havia avançado há algumas semanas.
    Após ter terminado uma ligação de cinco anos com a Citroen, durante a qual nunca conseguiu contrariar a supremacia do piloto francês, Dani Sordo optou pela estreante Mini, na qual terá como colega de equipa o britânico Kris Meeke.
    “Tem existido muito interesse neste regresso ao Mundial por parte da Mini, pelo que fazer parte desta nova equipa representa uma grande oportunidade para mim. Estou certo de que a Mini tem um grande futuro no desporto. Estou ansioso por trabalhar com o Kris Meeke, com quem já tive um teste com muito sucesso na Sardenha em Novembro passado”, afirmou Dani Sordo, de 27 anos.

  6. #921

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    Padrão Africa Race: Elisabete Jacinto com dificuldades em mudar um pneu

    Piloto portuguesa está cada vez mais longe da liderança nos camiões, estando agora a quase três horas do checo Tomas Tomecek

    A piloto portuguesa Elisabete Jacinto está cada vez mais longe da liderança da categoria dos camiões no África Eco Race, depois de hoje perder quase duas horas para o líder da categoria da prova de todo-o-terreno. Elisabete Jacinto gastou mais 1:41.01 horas do que o checo Tomas Tomecek (Tatra) para completar os 380 quilómetros cronometrados entre Guelb Agantour e Tenadi, na Mauritânia.
    Tomecek reforçou a liderança da classificação geral, na qual passou a deter 2:56.45 horas de vantagem sobre Elisabete Jacinto, que ocupa o segundo lugar, também com grande vantagem sobre o terceiro, o belga Noel Essers.
    “A especial estava a correr bem até voltarmos a encontrar daquela areia muito mole. Como temos que baixar muito a pressão, a certa altura um dos pneus saiu da jante e tivemos que parar para voltar a colocá-lo no lugar. Só que, de cada vez que colocávamos as almofadas de ar o camião começava a cair para o lado”, começou por explicar a piloto portuguesa, que acrescenta. “Nós que normalmente colocamos um pneu na jante em 10 minutos, no máximo 15, estivemos quase duas horas parados no mesmo sítio a cavar até termos o pneu suspenso. Podia ter sido uma especial muito boa mas, infelizmente, perdemos imenso tempo porque tivemos que cavar um buraco enorme. De resto fomos sempre a andar sem problemas nenhuns”.
    O estreante Bruno Oliveira, em Bowler Wildcat, terminou no sétimo lugar nos automóveis, a 1:08.48 horas do vencedor, o belga Stephane Henrard (Buggy), subindo ao sétimo posto da geral, liderada pelo francês Jean-Louis Schlesser (Buggy).
    A 10.ª etapa do rali África Race realiza-se na sexta-feira, com partida e chegada a Tenadi, na extensão de 232 quilómetros cronometrados.

  7. #922

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    Padrão Açores TT Team mantém sexto lugar do Africa Eco Race

    Com a derradeira especial do Lac Rose a não contar para a classificação final, Bruno Oliveira e Manuel Rosa confirmaram já ser os melhores estreantes na prova e ser segundos no Troféu Wildcat

    A dupla Bruno Oliveira/Manuel Rosa, aos comandos do QT Wildcat, conquistou, este sábado, uma notável sexta posição no Africa Eco Race. Embora ainda falte disputar a especial do Lac Rose, o tempo aí efectuado não entra para a classificação final, pelo que só algum contratempo na ligação até Dakar poderá impedir a formação inscrita pelo Açores TT Team de festejar este magnifico resultado. A equipa lusa, que realizou o oitavo tempo da especial deste sábado, alcança ainda o segundo lugar no Troféu Wildcat e o prémio para a melhor formação estreante.

    “Foi duro até ao fim. Hoje voltámos a ter muitas travessias de dunas mas com calma e rigor conseguimos fazer mais uma etapa limpa. Só queremos festejar em Dakar porque é aí que a prova acaba mas não posso deixar de salientar que a estratégia utilizada funcionou. Poupar o carro para chegar ao fim e evitar todos os problemas iria dar um bom resultado. E deu muito mais do que alguma vez tínhamos imaginado”, salientou Bruno Oliveira, no final da etapa.

  8. #923

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    Padrão Elisabete Jacinto em missão de resgate no Africa Eco Race

    O camião de Noel Essers tombou na dunas e foram necessários quatro camiões e 4 horas para o colocar em pé, tendo a classificativa do Africa Eco Race sido neutralizada nesse período

    Depois de sexta-feita ter sido privada da vitória por ter falhado um Way Point, Elisabete Jacinto, acompanhada de José Marques e Marco Cochinho, teve este sábado um dia diferente no Africa Eco Race. Ao quilómetros 27 do sector selectivo estava poisado o helicóptero do director de prova, René Metge, que “requisitou” todos os camiões ainda em prova, para uma missão de resgate do MAN de Noel Essers, que havia tombado nas dunas.
    “Tenho sempre um medo enorme que isto nos aconteça. Um carro é muito fácil colocar em pé, mas um camião é obra. Muito nós cavámos, porque ele estava numa posição muito complicada. Só quando chegou o camião vassoura é que finalmente fomos bem sucedidos”, começou por explicar a piloto portuguesa.
    “Apesar das 4 horas perdidas isso não vai ter influência na classificação já que assim que parámos accionámos o botão verde do sentinel e fizemos o mesmo quando arrancamos. É como se estivéssemos neutralizados. Sei que fiz menos sete minutos que o Tomecek, mas só quando forem feitos os acertos e que sei se fui mesmo a mais rápida. Seria excelente para colmatar a vitória que ontem acabámos por deixar escapar”, acrescentou.
    Este domingo os concorrentes terão a recompensa de todos os seus esforços durante quase duas semanas: o Lac Rose. Será um grande momento de profunda alegria para todos aquele que souberam evitar as armadilhas desta grande maratona, depois de alguns quilómetros na praia, a chegada e o pódio.

  9. #924

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    Padrão Elisabete Jacinto fecha Africa Eco Race com vitória na etapa

    Na derradeira etapa da Africa Eco Race 2011, Elisabete Jacinto bateu Tomecek por 13 segundos, alcançando o segundo lugar final entre os camiões e o sétimo da classificação geral da prova

    A etapa deste domingo, que ligou Kebemer a Dakar, ao longo de 23 quilómetros, não podia ter corrido de melhor forma para Elisabete Jacinto. A piloto lusa reconquistou a primeira posição nesta última etapa e alcançou o sétimo lugar à geral, em mais uma edição do Africa Eco Race, que terminou no mítico Lac Rose, lugar que serviu de cenário para o pódio.
    “Hoje foi a última etapa de um grande rali. Apesar da etapa de hoje não contar para a classificação final, por ser uma especial de convívio entre os participantes, posso dizer que se tratou de um rali difícil, mas excelente. Este Africa Eco Race foi muito difícil para nós, mas considero que foi muito bem conseguido, foi um Dakar à moda antiga, com um enorme espírito de entreajuda. Considero que há situações a melhorar, mas alcancei o segundo lugar na categoria dos camiões e ainda subi ao pódio em sétimo lugar à geral. Estou muito feliz por isso, pelo desempenho de toda a equipa e também porque houve etapas muito boas para nós.
    Elisabete Jacinto prepara-se agora para regressar a Portugal. A piloto portuguesa deverá aterrar no aeroporto de Lisboa já no próximo dia 11 de Janeiro.

  10. #925

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    Padrão Dupla lusa em sexto e Schlesser vence Africa Eco Race 2011

    A Africa Eco Race 2011 teve como vencedor, nos carros, o incontornável Jean Louis Schlesser, enquanto a dupla do Açores TT Team terminou no sexto posto e em segundo no Troféu Wildcat

    O experiente piloto francês Jean Louis Schlesser venceu a Africa Eco Race 2011, que terminou este domingo no Lac Rose, em Dakar, nos automóveis, enquanto a dupla portuguesa inscrita pelo Açores TT Team, composta pelos pilotos Bruno Oliveira e Manuel Rosa, aos comandos de um QT Wildcat, ficou no sexto posto entre os carros e no oitavo lugar da classificação absoluta.
    O checo Tomas Tomecek foi o vencedor em camiões, apesar de a portuguesa Elisabete Jacinto ter vencido a derradeira etapa do rali, que não contou para a classificação final. Conforme o LusoMotores já havia anunciado, a piloto lusa terminou a dura prova de todo-o-terreno africana em segundo lugar nos camiões e em sétimo lugar na classificação geral. Nas motos, a vitória pertenceu ao francês Willy Jobard.

    Cumprida a 12ª e última etapa da terceira edição do Africa Eco Race, a dupla constituída por Bruno Oliveira e Manuel Rosa festejou ainda, além do magnífico oitavo lugar à geral e do sexto posto entre os automóveis, a segunda posição no Troféu Wildcat e o prémio para a melhor formação estreante em prova.
    “Adorei a etapa de hoje. Os 12 quilómetros que fizemos hoje [domingo] à beira-mar foram indescritíveis. Foi a concretização de um sonho entrar no Lac Rose. As classificações já estavam decididas e estamos muito felizes com o resultado desta prova que considero duríssima, mas com um percurso fantástico e com paisagens inigualáveis. A estratégia foi poupar o carro para chegar ao fim e evitar todos os problemas. Confesso que termino este Africa Eco Race com um respeito enorme por todos os pilotos e navegadores que fazem corridas em África porque, de facto, não é nada fácil”, referiu Bruno Oliveira.
    Após uma participação extremamente positiva no Africa Eco Race 2011, Elisabete Jacinto e a dupla Bruno Oliveira e Manuel Rosa regressam a Portugal esta terça-feira, aterrando no aeroporto de Lisboa pelas 6:50, no voo proveniente de Dakar.


  11. #926

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    Padrão Rali de Portugal: Pagamentos a bombeiros regularizados

    Comandante Distrital de Operações de Socorro de Faro confirma a regularização dos serviços prestado pelos bombeiros no Rali de Portugal

    O Comandante Distrital de Operações de Socorro de Faro reconheceu hoje que o Automóvel Clube de Portugal tem pago "tardiamente" os serviços prestado pelos bombeiros no Rali de Portugal, mas sublinhou que os relativos à última edição "já foram regularizados".
    "Pelo que sei, essa situação já está regularizada. O Automóvel Clube de Portugal (ACP) pagou ontem (segunda feira) a todos os bombeiros do Algarve", afirmou Vaz Pinto, acrescentando que a situação dos colegas do Alentejo também deve estar resolvida.
    O Comandante informou que recebeu na segunda feira um e-mail do ACP a dar conta da realização da transferência com as verbas que ainda se encontravam em dívida pelo trabalho prestado pelos bombeiros do Algarve no Rali de Portugal de 2010, prova que pontuou para o campeonato do mundo (WRC).
    Rali de Portugal: bombeiros ameaçam não comparecer
    Questionado sobre se estava excluída a possibilidade de os bombeiros algarvios não prestarem serviço na próxima edição da prova, Vaz Pinto respondeu que essa hipótese não foi equacionada.
    "Garantidamente nunca esteve em causa a comparência na próxima edição. Isso foi apenas falado por uma corporação", acrescentou.
    No domingo, um elemento dos voluntários de Castro Verde disse à Lusa que os bombeiros poderiam “não ir ao Rali de Portugal” de 2011 se não recebessem os pagamentos pelo serviço prestado na última edição.
    Segundo Filipe Susana, a situação afectava entre 20 a 30 bombeiros no distrito de Beja, estando na mesma posição os colegas do Algarve.
    Em causa estavam entre 120 a 130 euros por cada bombeiro, correspondentes ao pagamento de 10 euros por hora, que devia ter sido efectuado ao fim de sete dias úteis pelo ACP, segundo a mesma fonte, frisando que também a GNR estaria na mesma situação e só o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) teria sido pago.
    “Nós também não recebemos um milhão, em falta do Instituto do Desporto. Assim que recebermos será tudo pago, obviamente”, garantiu na altura fonte do ACP, indicando que a situação estava “em vias de resolução”.

  12. #927
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    Padrão Kimi Raikkonen com equipa própria no mundial de ralis




    Kimi Raikkonen confirmou a participação na nova temporada do mundial de ralis com a inscrição de uma equipa própria, com a designação «ICE 1 Racing Team».

    Kaj Lindstrom será o navegador do finlandês que volta a apostar nos ralis e o carro escolhido será o novíssimo Citroen DS3 WRC, o mesmo que será utilizado por Sebastien Loeb, Sebastien Ogier, Petter Solberg, entre outros.

    De acordo com o site oficial do WRC, a inscrição da equipa foi feita pouco antes do fim das inscrições para esta temporada. O jornal «Turun Sanomat» assegura que a equipa de Raikkonen vai participar em, pelo menos, dez das 13 provas que compõem o calendário da próxima temporada.

    A nova temporada do mundial de ralis WRC arranca já a 10 de Fevereiro com a realização do Rali da Suécia.

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  13. #928
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    Padrão Bruno Magalhães pronto para o Rali de Monte Carlo



    Um ano depois, Bruno Magalhães está de volta ao Rali de Monte Carlo, para a edição que assinala o centenário da mítica prova que arrancou em 1911 e passou a definir, desde então, a história dos ralis. A edição de 2011 deste desafio épico tem um total de 1.341,75 km, dos quais 337,06 km são percorridos em 13 provas de classificação, e estará na estrada a partir de quarta-feira (dia 19) de manhã até à madrugada de sábado (dia 22).

    Esta será a segunda vez que Bruno Magalhães vai representar as cores nacionais neste rali, sendo agora acompanhado por Paulo Grave, que está de regresso à competição, após três anos de ausência. O co-piloto substitui Carlos Magalhães no banco do lado direito do 207 Super 2000 da Peugeot Sport Portugal.

    O Rali de Monte Carlo assinala o começo da quinta época do IRC (Intercontinental Rally Challenge), onde, no ano passado, Bruno Magalhães terminou em quinto lugar, após ter realizado 9 das 12 provas.

    Para a equipa portuguesa trata-se do primeiro desafio do ano, onde Bruno Magalhães e Paulo Grave terão pela frente mais de 30 máquinas da mesma categoria (Super 2000), o que deixa antever uma luta muito cerrada para melhorar o sétimo lugar alcançado no “Monte Carlo” de 2010.

    Para o piloto da Peugeot Sport Portugal “é uma grande satisfação poder voltar a participar no Rali de Monte Carlo, e no ano em que a prova assinala o centenário da sua primeira edição, com uma lista de inscritos de tão vasta qualidade que, atrevo-me a dizer, é a melhor lista de sempre. Por outro lado, esta é uma prova “ingrata”, na qual o resultado final pode depender, em muito, da escolha acertada dos pneus. Numa região onde as condições atmosféricas estão em permanente mudança torna-se difícil saber qual é a melhor opção depneus para realizar cada classificativa”.

    O objectivo de Bruno Magalhães “é mostrar que evoluí e que estou a andar mais depressa, muito embora saiba que esta prova é muito traiçoeira, onde tanto se pode sair da estrada na primeira como na última curva.”

    “Mas recuso-me a fazer qualquer projecção em termos de resultados porque a lista de inscritos não tem comparação possível com a do ano passado, quando fui sétimo à geral”.

    Quanto à troca de ocupante do banco do lado direito do seu Peugeot 207, com Paulo Grave a regressar à competição, “é uma situação que não me preocupa, apesar do tempo de paragem do Paulo, pois sempre funcionámos muito bem e de todos os ralis que ele fez apenas cinco não foram comigo, pelo que estou tranquilo”.

    Carlos Barros: “Objectivo é terminar nos pontos”

    Para o Director Desportivo da Peugeot Sport Portugal, Carlos Barros, “o objectivo é terminar nos pontos, que agora são atribuídos até ao décimo lugar, a exemplo do que se passa no “Mundial” e fazer melhor do que no ano passado, tanto mais que é a segunda vez que lá vamos. Sabemos que a concorrência é mais forte, que é uma prova com características muito especiais, face à instabilidade das condições atmosféricas, mas vamos confiantes.”

    Segundo Carlos Barros, “o 207 Super 2000 teve algumas evoluções, depois de em San Remo termos utilizado um motor mais evoluído, o Spec 3, mas vamos dispor, ainda, de uma caixa optimizada, de travões mais eficazes e mais leves e de amortecedores desenvolvidos, especificamente, para Monte Carlo.”

    E para se ter uma ideia das dificuldades que a dupla portuguesa da Peugeot vai enfrentar, basta lembrar alguns dos inscritos: Juho Hanninen, que defende o título, Jan Kopecky, Freddy Loix, o piloto com mais vitórias em provas do IRC, Nicolas Vouilloz e Andreas Mikkelsen alinharão em Skoda Fabia. Petter Solberg, Bryan Bouffier, François Delecour, Stéphane Sarrazin, Guy Wilks, Toni Gardemeister, Giandomenico Basso e Thierry Neuville estarão na ‘armada’ Peugeot 207. Henning Solberg estará ao volante do Ford Fiesta e Per Gunnar Andersson e Chris Atkinson, em Proton Satria Neo.

    Programa do Rali:
    1.ª ETAPA - Quarta-feira, 19 de Janeiro
    09h00 – Partida – Valence
    10h05 – 1.ª PEC – Le Moulinon – Antraigues (36,87 km)
    11h40 – 2.ª PEC – Le Burzet – St. Martial (41,06 km)
    14h11 – 3.ª PEC – St. Bonnet Le Froid 1 (25,22 km)
    16h20 – 4.ª PEC – St. Bonnet Le Froid 2 (25,22 km)

    2.ª ETAPA - Quinta-feira, 20 de Janeiro
    11h00 – Partida – Valence
    12h23 – 5.ª PEC – St. Jean en Royans – Font d’Urle 1 (23,05 km)
    13h04 – 6.ª PEC – Cimetiere de Vassieux – Col de Gaudissart 1 (24,13 km)
    16h07 – 7.ª PEC – St. Jean en Royans – Font d’Urle 2 (23,05 km)
    16h48 – 8.ª PEC – Cimetiere de Vassieux – Col de Gaudissart 2 (24,13 km)

    3.ª ETAPA - Sexta-feira, 21 de Janeiro
    06h30 – Partida – Valence
    09h08 – 9.ª PEC – Montauban sur L’Ouvèze – Eygalayes (29,89 km)
    13h53 – Chegada – Monte Carlo
    19h15 – 10.ª PEC – Moulinet – La Bollène Vésubie 1 (23,41 km)
    19h58 – 11.ª PEC – Lantosque – Lucéram 1 (18,81 km)
    23h25 – 12.ª PEC – Moulinet – La Bollène Vésubie 2 (23,41 km)

    Sábado, 22 de Janeiro
    00h08 – 13.ª PEC – Lantosque – Lucéram 2 (18,81 km)
    01h30 – Chegada – Monte Carlo
    Nota – Hora francesa (menos uma hora em Portugal)

    O Rali de Monte Carlo na televisão:

    Os amantes dos ralis, e em particular do Rali de Monte Carlo, vão ter a possibilidade de acompanhar a par e passo o desenrolar da prova, uma vez que o Eurosport vai efectuar uma intensa cobertura em directo das 13 provas de classificação que integram o traçado da competição.

    São estes os horários das transmissões, de acordo com a hora portuguesa:

    Quarta-feira, 19 de Janeiro
    09h00 – 10h00 – 1.ª PEC – Eurosport 2
    10h30 – 11h45 – 2.ª PEC – Eurosport 2
    13h00 – 14h00 – 3.ª PEC – Eurosport
    15h00 – 16h15 – 4.ª PEC – Eurosport
    18h45 – 19h15 – Resumo do dia - Eurosport

    Quinta-feira, 20 de Janeiro
    11h15 – 13h00 – 5.ª PEC e 6.ª PEC – Eurosport 2
    15h00 – 16h45 – 7.ª PEC e 8.ª PEC – Eurosport
    18h30 – 19h00 – Resumo do dia – Eurosport

    Sexta-feira, 21 de Janeiro
    17h45 – 19h45 – Resumo da 9.ª PEC; Transmissão da 10.ª PEC e 11.ª PEC – Eurosport
    22h00 – 00h00 – 12.ª PEC e 13.ª PEC – Eurosport

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  14. #929
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    Padrão Hélder Rodrigues: «Sinto-me preparado para vencer o Dakar'2012»

    Português ambicioso para próximo ano

    O piloto português Hélder Rodrigues disse esta quarta-feira acreditar que pode ganhar o rali Dakar'2012, depois do terceiro lugar conquistado este ano na prova que decorreu na Argentina e no Chile.

    "Se tiver um bom projeto, um bom trabalho durante o ano, um bom acompanhamento, sinto-me preparado para vencer, para andar na frente", disse.

    À chegada ao Aeroporto de Lisboa, onde o esperavam cerca de meia centena de pessoas, Hélder Rodrigues lembrou que "o objetivo é trabalhar o ano inteiro, para no próximo Dakar estar bem, em forma, para lutar por um lugar melhor que este ano".

    "É esse sempre o meu objetivo. Mas ainda estamos no início do ano, ainda não sei o projeto que vou ter e que vou conseguir. A meio do ano, já terei uma melhor noção, mas vou começar já a trabalhar para melhorar no próximo ano", afirmou.

    Hélder Rodrigues partiu para o penúltimo dia da prova na quarta posição, a mesma alcançada em 2009, mas problemas na moto do chileno Francisco 'Chaleco' Lopez permitiram-lhe ser o primeiro português a subir ao pódio do Dakar.

    "Em 2010 perdi o pódio por uma coisa insignificante na moto, um filtro de gasolina. Felizmente, neste Dakar isso passou-se com outra pessoa e ganhei o pódio no último dia. Mas acreditei sempre, lutei sempre até ao fim", afirmou.

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  15. #930

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    Padrão TT: UMM Alter, Nissan Terrano e Suzuki Jimny de regresso ao nacional

    Motor Clube de Guimarães pretende fazer regressar os «velhinhos» UMM Alter Turbo, Nissan Terrano II a Diesel e Suzuki Jimny ao campeonato de todo-o-terreno

    Uma nova competição está a ser promovida pelo Motor Clube de Guimarães em colaboração com as suas parcerias, e demais Organizadores de provas do Campeonato, e pretende dar corpo a uma participação de novos e antigos pilotos, com custos controlados para os UMM Alter Turbo, Nissan Terrano II a Diesel e Suzuki Jimny, que alinharam nos últimos Campeonatos. Integram esta nova Taça as cinco provas integradas no Campeonato de Portugal de Todo o Terreno abiaxo descritas.
    Os custos de participação serão controlados e muito baixos, pois as inscrições são baixas. Não será obrigatório o dispositivo de segurança “Hans” nem o sistema “GPS/GSM, e os fatos e os cintos de segurança não necessitam de estar homologados.
    As equipas aderentes a esta Taça, e irão realizar somente parte do percurso das provas, sendo o custo das inscrições de 300 euros por prova mais o seguro.
    Esta será uma forma de se participar no TT, com alguns dos veículos que estão parados e animaram os últimos Campeonatos, andando alguns deles em lugares pontuáveis, e trazendo nova animação às jornadas do Campeonato Nacional que bem necessitam.
    Da parte dos Organizadores, está ainda em aberto a possibilidade de outros veículos mais recentes poderem participar se houverem interessados, devendo neste caso ser pensada uma nova forma de pontuação, para não se criar grandes diferenças e desmotivações desnecessárias.
    Serão admitidos a participar na 1ª Taça TT Pré-Classic, única e exclusivamente veículos da marca UMM, modelo Alter Turbo, com as originais motorizações turbo diesel, fabricados entre 1989 e 1995, de Marca Nissan, modelo Terrano II, com motorização turbo diesel fabricados até 1999 e de Marca Suzuki, modelo Jimny, versão a gasolina 1.3 JLX produzidos até 2002.
    Provas pontuáveis:
    Abril 16 e 17 - Ervideira Rali TT
    Junho 25 e 26 - Rali TT Serras do Norte
    Setembro 03 e 04 - Baja Cidade de Beja
    Outubro 01 e 02 - Rali Terras da Raia
    Outubro 27 e 29 - Baja 500 Portalegre

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