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  1. #121
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    Padrão João Monteiro dominou de fio a pavio

    João Monteiro liderou a prova do CAA de princípio a fim, vencendo quatro das cinco especiais que compunham a prova. A forte pressão de Luís Mota e de José Neves não incomodaram. A vitória deste último na derradeira PEC não chegou a contrariar o pódio que já vinha delineado desde o segundo troço.

    António Lampreia apostou tudo na última PEC e bateu Pedro Leone, ficando a pouco mais de um segundo deste na classificação geral. Reconvertido aos ralis, Pedro Leone consegue, a cada prova que passa, tirar mais partida do seu Cosworth. Relembra-se que, ainda em 2007, Leone participava no Campeonato de Portugal de Todo o Terreno.

    Conforme o próprio admitiu, Gil Antunes procura a vitória na Taça 2 Rodas Motrizes. Os resultados até agora confirmam que o piloto está no bom caminho para validar esse título, tendo no rali de Vila do Bispo controlado a concorrência mais perigosa de Vasco Tintim.

    Na classificação do Campeonato Regional de Ralis do Sul, Luís Mota lidera com 37 pontos, segue-se Gil Antunes e António Lampreia com 29 pontos, Pedro Leone com 25 e Bruno Andrade com 23.

    No Rallye Mix, a nota de destaque vai para Pedro Afonso, numa Yamaha WR, que após dominar os quatro primeiros troços, partiu a corrente no último. O filho da terra não conseguiu a vitória que o público numeroso lhe reclamava. Carlos Costa acertou o passo a partir da segunda PEC e aproveitou bem o azar mecânico de Pedro Afonso, vencendo a prova de Vila do Bispo. Nuno Mateus e Paulo Lourenço fecham o pódio.

    O primeiro quad ficou em quinta posição na classificação geral. Bruno Mineiro e Pedro Neto são, respectivamente, segundo e terceiro da prova, que continua a marcar a diferença pela inclusão de motos e quads.

    A próxima etapa do Campeonato Regional de Ralis do Sul e do Rallye Mix é em Castro Marim a 27 e 28 de Setembro.AS

  2. #122
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    Padrão Senhor feliz, senhor contente

    Mesmo se o hino nacional não se fez ouvir, as prestações de Bernardo Sousa e Armindo Araújo na terceira etapa do Mundial de Produção receberam nota extremamente positiva, especialmente pelos resultados. Um segundo e um terceiro lugares, respectivamente, mostraram que os dois portugueses não abandonaram ainda a corrida pelo título, apesar de, e em particular para o jovem piloto madeirense, essa não ser declaradamente a sua prioridade neste ano de estreia. E se o primeiro garantiu o pódio ainda na estrada, já Armindo teve ainda que esperar pela posterior desclassificação de Martin Rauam para festejar com o madeirense no palanque final.

    Sobreviver à Acrópole

    Se a prova foi madrasta para os WRC, que dizer então dos carros de Produção, mecanicamente muito mais fragilizados? A verdade é que qualquer um dos dois pilotos portugueses sabia que só andando uns "furos" abaixo do ritmo ideal poderia aspirar a uma classificação meritória à chegada a Tatoi. Curisosamente, um pressuposto que esteve perto de ser colocado de lado quando, no último dia de prova, os dois portugueses partiram separados por apenas 41,2s entre si e com o líder da prova, Andreas Aigner, ainda... à vista! Defender ou atacar, eis a questão?

    Até então, qualquer um dos dois não tinha ficado isento de problemas nas duas primeiras "etapas". O Mitsubishi Lancer de Armindo Araújo foi o primeiro a dar "parte fraca" (numa altura em que era quarto), quando o motor sobreaqueceu e obrigou o piloto a parar num troço para substituir o filtro de ar. Depois, no segundo dia, foi o braço de direcção do Lancer inscrito Ralliart Itália que não aguentou o massacre das especiais gregas e o ex-Campeão Nacional teve que reduzir o ritmo já na parte final do segundo dia, comprometendo ligeiramente a recuperação que estava já a protagonizar. Por essa altura, Bernardo Sousa tinha também já um bom rol de histórias para contar nomeadamente as vividas no segundo dia, quando ficou troço sem intercomunicadores num troço, penalizou depois 10 segundos após parar numa ligação para trocar pneus e viu ainda o diferencial traseiro perder a sua eficácia no derradeiro troço desse dia.

    Defesa em vez de ataque

    Com a última "etapa" a ser decisiva, Bernardo Sousa acabou por ser mais eficaz no "braço de ferro" lusitano, mesmo se beneficiou do abandono de Mirco Baldacci (problemas de sobreaquecimento) e depois da exclusão na "secretaria" de Martin Rauam (por ilegalidade detectada nos travões do seu Mitsubishi) para se fixar no segundo lugar final, num dia em que foi obrigado a refrear o ritmo após recuar duas vezes uma roda ao bater em duas pedras distintas.


    Por seu lado, Armindo Araújo, que partia bastante motivado para trepar ainda mais na classificação, cedo acabou também por perceber que dificilmente poderia chegar mais à frente, pelo menos, sem beneficiar do azar alheio ou, neste caso, da posterior desclassificação de Rauam. É que as novas suspensões Tein que estreava na prova e que, até então, tinham suportado bem a dureza das classificativas, deixaram, pura e simplesmente, de funcionar com a degradação dos pisos, forçando o piloto a entrar em "modo de segurança" para conseguir preservar a terceira posição e segurar atrás de si o japonês Fumio Nutahara.

    Bis para Aigner

    Numa prova onde oito dos dez primeiros classificados guiaram Mitsubishi (o melhor Subaru foi Naren Kumar), onde também Nasser Al-Attiyah e Juho Haninnen passaram pela liderança e onde quase nem se ouviu falar de Jari Ketomaa (líder da campeonato até do arranque da prova), ficou para a história o segundo triunfo consecutivo de Andreas Aigner. O austríaco passou também a liderar as contas do PWRC, onde Bernardo Sousa é agora quarto e Armindo Araújo sexto (mas com menos uma prova).

    FPM

  3. #123
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    Padrão Polónia candidata-se ao WRC


    O Campeonato da Europa de Ralis volta à estrada apenas duas semanas depois de se ter disputado o Croatia Delta Rally. Disputado entre os dias 6 e 8, o Rali da Polónia é a quarta prova daquela competição mas também um dos IRC Supporter Event deste ano e forte candidata ao campeonato mundial da especialidade. Nesse contexto, os organizadores polacos inseriram no evento várias alterações já prevendo a sua promoção e mantêm as boas classificativas de terra na zona de lagos e floresta de Mazunia, nordeste do país.

    Apesar de todos esses estatutos, o Rajd Polski tem uma lista de inscritos algo pobre quando comparada com a das últimas edições. Na lista de favoritos surgem os habituais animadores do campeonato local, Krzystof Holowczyc, Michal Koscuiszko e Bryan Bouffier, todos em Peugeot 207 S2000, mas também os protagonistas do Europeu. Volkan Isik em Fiat Punto S2000 e Michal Solowow em Peugeot 207 S2000 enfrentam uma grande armada de Mitsubishi Lancer IX onde pontificam Corrado Fontana, Luca Betti e Tomasz Czopik entre outros.AS

  4. #124
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    Padrão Sébastien Loeb: "Evoluímos nos pisos de terra mais duros"

    Verdadeira maratona dos tempos modernos disputada à velocidade de um "sprint", o Rali da Acrópole, sétima jornada do Campeonato do Mundo de Ralis terminou com a vitória de Sébastien Loeb/Daniel Elena ao volante do Citroën C4 WRC. Com este sucesso a dupla retomou o comando da classificação reservada aos pilotos:

    "Há muito tempo que não conhecíamos um domingo tão calmo. Depois da etapa complicada de Sábado, o domingo foi verdadeiramente tranquilo. Andámos suficientemente rápido para conservar a concentração, gerindo os pneus e o carro para chegarmos ao final. Esta vitória é importante, veio confirmar a nossa c. O trabalho efectuado pela equipa Citroën para adaptar o nosso C4 WRC aos pneus Pirelli em todas as circunstâncias deu frutos. Gostei da maneira como nos impusemos no rali com os pisos mais difíceis da temporada. Permitiu-nos recuperar a liderança do Mundial de Pilotos e estar mais perto do primeiro lugar do Campeonato de Marcas. Por isso o balanço do fim-de-semana só pode ser positivo, onde a competitividade do nosso C4 WRC e a boa gestão dos pneus Pirelli, foram determinantes."AS

  5. #125
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    Padrão Petter Solberg: "Novo Subaru veio para vencer"

    Petter Solberg regressou aos bons resultados e está entusiasmado com o novo Subaru Impreza WRC 2008, que estreou na Grécia, com o piloto norueguês a referir acreditar que o carro "Veio para vencer"

    "Penso que este carro irá vencer ralis, seguramente. Todos esperávamos um carro assim competitivo, e apesar de novo nota-se que tem muito potencial. Portanto, estamos de volta, contem connosco. Para além disso estou seguro que vamos evoluir já que não corri riscos, rodei sempre com margem, portanto o segundo lugar foi muito bom."

    já o responsável máximo da Subaru, David Richards, mostrou-se satisfeito com a decisão de terem estreado o carro numa das provas mais difíceis da temporada: "Aprendemos muitas lições que nos darão boas indicações para a segunda metade da temporada", referiu.


    AS

  6. #126
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    Padrão David Richards "Estamos preocupados com as regras de 2009"

    David Richards não escondeu que a Subaru está a preparar uma entrada em grande em 2009, estando apostando na criação de uma equipa "B", o mesmo é dizer, em inscrever quatro Impreza WRC2008 no Mundial do próximo ano.

    "Estamos preocupados com as regras de 2009. Não só o número de ralis será reduzido de 15 para 12, como também só poderemos ter quatro mecânicos a trabalhar nos carros. Isto cria-nos enormes dificuldades. Nos últimos anos, temos feito cerca de 40 participações por época e, se seguíssemos as regras de 2009, teríamos que ficar pelas 24, o que não é do nosso agrado", referiu o "patrão" da Prodrive.

    Aliás, ainda segundo o mesmo responsável, "sabemos que a Citroen também está preocupada com este problema. A nossa solução passa por avançar para as equipas satélites, porque é a única maneira de manter os postos de trabalho na equipa e não despedir pessoas no final deste ano", assumiu.

    Assim, a Subaru será a terceira equipa a constituir formações "B", depois da Citroen apoiar os C4 de Aava e Rautenbach (ainda que estes carros corram na estrutura da PH Sport, e, portanto, gozem de relativa autonomia face à Citroen Sport) e a Ford garantir o apoio directo às formações da Stobart e Munchi's. Em relação a pilotos que possam ser integrados na nova equipa, não faltam nomes, mas Richards já deixou claro que, pelo menos um deles, "gostava que fosse inglês"...AS

  7. #127
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    Padrão Toni Gardemeister: "Rali provou que estamos no bom caminho e a progredir"

    Pela terceira vez este ano, os dois Suzuki oficiais chegaram ao fim, com Toni Gardemeister a quedar-se pela nona posição e Per-Gunnar Andersson a ficar à porta do "top ten". Mas, mais uma vez, e naquela que foi a verdadeira "odisseia grega", os SX4 continuaram a sentir muitos problemas de motor e também alguns de travões, o que voltou a impedir que nenhum dos pilotos conseguisse fazer registos de cronómetro capazes de deixar os adversários de boca aberta.

    Após as alterações efectuadas pela equipa ao seu SX4 WRC, Toni Gardemeister mostrou-se muito satisfeito com o trabalho. O seu único grande problema foi a poeira que encontrou nos troços: "Tivemos um bom dia, apesar da poeira ter sido um problema sério em algumas das especiais. Com o tempo muito quente e sem vento, o pó mantinha-se no ar. Felizmente senti-me muito à vontade com o carro e o motor pareceu-me muito bom. Este rali provou que estamos no bom caminho e a fazer bons progressos" referiu Toni Gardemeister.AS

  8. #128
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    Padrão Lisboa-Dakar talvez em 2010 ou 2011

    Na expectativa de que o Dakar regressará em 2010 ou, o mais tardar, em 2011 ao continente africano, a realização do Pax Rally 2008 "surge da vontade de manter o elo com os nossos parceiros, nomeadamente a ASO", como reconheceu João Sachetti, director de Comunicação da João Lagos Sports, para quem "é importante que quando o Dakar regresse a África se possa recuperar a largada a partir de Lisboa".

    Coincidência ou não, há quem garanta que os Jogos Santa Casa estarão actualmente a negociar com a ASO a possibilidade de manter o Euromilhões como "main sponsor" do Argentina-Chile 2009, isto na perspectiva do Dakar regressar a África e voltar a partir de Portugal.

    A partida do Dakar já teve lugar em muitos locais distintos, entre França, Espanha, mas estes últimos anos em Portugal elevaram muito o significado da partida, pois muito mais do que inócuos prólogos, Lisboa foi sempre o ponto de partida para etapas duras, competitivas, excelentes aperitivos para um percurso com a entrada em África por Marrocos.

    AS

  9. #129
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    Padrão O ano zero do Pax Rally

    Depois do Rali da Europa Central, disputado em Abril passado na Hungria e Roménia, é agora a vez de Portugal propor a sua prova de compensação a todos aqueles que se viram penalizados financeiramente pela anulação do último Lisboa-Dakar, entre pilotos, equipas, patrocinadores, organizadores, e autarquias, mesmo se a ideia da Lagos Sports é projectar este conceito a anos vindouros.

    Com a curiosa designação de Pax Rally 2008, estará na estrada entre os dias 10 a 14 de Setembro, ligando Lisboa a Portimão, prometendo acolher a elite nacional e internacional das equipas do todo-o-terreno, estando praticamente garantidas as presenças das equipas oficiais da Mitsubishi, Volkswagen e X-Raid/BMW, numa prova aberta a carros, motos e quads (só os camiões estarão excluídos).

    Dando continuidade à parceria iniciada há já três anos com a Amaury Sport Organization, e pese embora as divergências que surgiram logo após o cancelamento do Lisboa-Dakar 2008, a João Lagos Sport associa-se agora à Escuderia de Castelo de Castelo Branco (já que a FPAK exigiu um clube detentor do respectivo alvará federativo) para organizar "um rali que valorize a modalidade e projecte a imagem de Portugal no Mundo", como salientou Joana Lemos, presidente do Comité Executivo da prova, na cerimónia de apresentação oficial do Pax Rally, realizada terça-feira passada no Cinema São Jorge, em Lisboa.

    Percurso variado

    Preocupando-se em oferecer um percurso variado e que privilegie os vários estilos de pilotagem, a organização planeou um figurino com cinco etapas que perfazem cerca de dois mil quilómetros, metade dos quais em sectores cronometrados, com duas especiais inéditas, uma outra já utilizada no Lisboa-Dakar 2007 e outras duas recuperadas da prova deste ano.

    Fugindo à repetição da partida no Centro Cultural de Belém, será o histórico Parque Eduardo VII, bem no centro da capital, a acolher agora o pódio de partida, na manhã do dia 10 de Setembro, um dia depois dos tradicionais procedimentos administrativos e técnicos.

    A primeira jornada incia-se com um percurso de ligação a rondar a centena e meia de quilómetros, transportando os concorrentes para lá do rio Tejo, já nas franjas da Beira Baixa, onde terá lugar uma especial cronometrada com 220 km, atravessando os concelhos de Mação, Vila do Rei e Oleiros, terminando o dia em Castelo Branco. Dali sairá a segunda e mais longa etapa deste rali, com 450 km (230 de especial) rumo à planície ribatejana e ao Alto Alentejo, contornando o Parque Natural do Tejo até à chegada a Benavente, local de saída da terceira tirada, que percorrerá os terrenos da Lezíria ribatejana e do Campo de Tiro de Alcochete, em 190 km cronometrados, num percurso idêntico ao da primeira etapa do (anulado) Lisboa-Dakar 2008.

    A quarta etapa, a 13 de Setembro, partirá de Alcochete rumo a Portimão, passando pelo litoral alentejano, num percurso de 500 quilómetros, 290 dos quais contra o relógio, com pisos arenosos e rápidos, no reatar daquela que foi considerada em 2007 uma das mais duras etapas do Dakar. Para terminar, a curta e rápida especial de 65 km, também ela semelhante ao do figurino do último Lisboa-Dakar, com partida e chegada em Portimão, onde terá lugar a coroação dos vencedores.

    As etapas do Pax Rally 2008

    Data Partida/Chegada Especial
    10/9 Lisboa/Castelo Branco 220 km
    11/9 Castelo Branco/Benavente 230 km
    12/9 Benavente/Alcochete 190 km
    13/9 Alcochete/Portimão 290 km
    14/9 Portimão/Portimão 65 km
    AS

  10. #130
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    Padrão Delecour estreia-se no TT

    Seguindo o exemplo de outros pilotos que fizeram carreira nos ralis, François Delecour prepara a sua passagem para o todo-o-terreno, cumprindo a sua estreia na disciplina no próximo Transoriental de René Metge, com partida a 12 de Junho, em Saint Petersburg, na Rússia, e chegada 17 dias depois a Pequim, na China, para um total de 10.726 km, dos quais 3.713 em percurso cronometrado.

    Vice-Campeão do Mundo de Ralis em 1993 e antigo piloto oficial da Ford, Peugeot e Mitsubishi, Delecour chegou a participar num Dakar em 1989, então guiando um dos carros de assistência rápida de Ari Vatanen. "É o passo lógico na minha carreira", reconheceu o francês, que cumprirá o baptismo nesta nova disciplina num Buggy V8 de duas rodas motrizes inscrito pelo Team SMG de Philippe Gache. "É um desafio suplementar, na medida em que estou mais habituado aos 4x4 tradicionais. Em todo o caso, é um carro 'exótico', muito competitivo e agradável de conduzir", garantiu Delecour, que nesta prova terá terá o experiente Jean- Pierre Garcin como navegador.

    AS

  11. #131
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    Padrão Helder Oliveira foi operado ao joelho esquerdo

    Helder Oliveira foi operado na passada semana, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, ao joelho esquerdo devido a uma lesão no ligamento cruzado anterior. A cirurgia, realizada pelo Dr. Mário Bessa antigo médico do Futebol Clube do Porto, foi bem sucedida e, neste momento, Helder Oliveira encontra-se em período de recuperação que poderá durar entre quatro a seis meses.

    A operação estava já prevista mas foi adiada para que o piloto pudesse participar no Rali Vodafone Transibérico. Depois de ter averbado o quarto lugar na única prova portuguesa a contar para a Taça do Mundo de todo o terreno, Helder Oliveira aspira agora a uma participação no Dakar sul americano. Desta forma, e no sentido de conseguir angariar mais apoios, o piloto espera em Setembro estar totalmente recuperado para disputar algumas das provas agendadas no calendário do todo o terreno nacional.AS

  12. #132
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    Padrão Novo Subaru acima das expectativas

    Um dos momentos mais aguardados na prova grega aconteceu na quarta-feira que antecedeu o arranque do rali, quando a Subaru apresentou oficialmente aquele que se espera seja o último WRC a ser homologado pela FIA segundo as actuais regras dos World Rally Cars: o Impreza WRC2008, baptizado com o nome de código S14.

    Trata-se do primeiro Impreza WRC "hatchback" e que terá, ao que tudo indica, 30 meses de vida útil (até à extinção dos actuais WRC) e que corresponde também ao 13º World Rally Car a receber uma homologação FIA.

    Novo praticamente de uma ponta à outra (à excepção do motor, que manteve a sua bem nascida arquitectura de quatro cilindros opostos, acrescentado mais 50 Nm de binário), a versão 2008 do Impreza apresenta um chassis maior que permite um ganho de 10 cm na distância entre eixos, mas que, apesar de tudo, ainda fica a 5 mm do recordista Ford Focus.

    Ao nível do sistema de travagem, os discos AP são agora maiores graças à forma das novas jantes BBS. Por outro lado, a BOS continua a ser o fornecedor ao nível dos amortecedores que foram totalmente revistos face aos utilizados na versão anterior e que tantas "dores de cabeça" deram aos responsáveis da Prodrive. Quanto à aerodinâmica, Christophe Chapelain, o principal responsável por esta área dentro da equipa, preocupou-se, sobretudo, em aumentar o apoio aerodinâmico traseiro através da construção da enorme asa que ajudará também a aumentar a velocidade de passagem em curva. Finalmente, no que toca à transmissão, o seu design é também novo, o que permitiu reduzir o peso do conjunto, sem, no entanto, alterar a posição face ao motor.

    Depois de uma prova cujos resultados ultrapassaram até as melhores expectativas, David Richards mostrou-se plenamente satisfeito, garantindo que "encaramos este evento como um longo teste e este acabou por exceder as nossas melhores expectativas, até porque fomos sempre aprendendo mais e mais...". Opinião idêntica no final tinha Petter Solberg, para quem o novo carro acabará "por ser tornar vencedor, logo depois de evoluir um pouco mais, num caminho que deverá ser feito passo a passo". AS

  13. #133
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    Padrão Citroen contra a regra do pneu único

    A equipa Citroen Total acabou por ser das mais prejudicadas em termos de resultados devido à adopção da regra do pneu único, combinada com o explosivo "cocktail" apresentado pelas duras especiais gregas.

    Daniel Sordo, por exemplo, perdeu o comando na parte final do segundo dia, depois de furar duas vezes e ser obrigado rodar com um pneu completamente desgastado, numa situação que Olivier Quesnel, director da equipa, classificou de perfeitamente desnecessária se as regras fossem outras.

    Na óptica do "patrão" da Citroen Sport, "as nossas instruções e os melhores esforços dos nossos pilotos para gerir os pneus não foram suficientes para evitar estragos. Isto volta a levantar a questão da validade de haver apenas um tipo de pneu para um rali específico e, particularmente, num tão duro e difícil como o da Grécia".

    A este facto acresce ainda a impossibilidade de serem efectuados mais rasgos nas borrachas, o que poderia ajudar a aumentar a aderência, obrigando os pilotos a correrem menos riscos. Sem dúvida, uma questão a pensar em próximos Conselhos Mundiais.AS

  14. #134
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    Padrão Fomos saber se o Rali da Grécia é demasiado duro

    "Se ganhar o rali não é demasiado duro, se perder, deverá sê-lo..."
    As pedras durante todo o rali não perdoaram. Este não é um rali para alguém que se preocupe com a "saúde" dos carros e, mais ainda, se esse for o seu carro.

    Mas será que isto é um problema para as equipas oficiais? Os "patrões" das principais formações não têm problema em entrar neste debate. Afinal, é ou não este rali demasiado duro? Malcolm Wilson, da BP Ford Abu Dabhi, considera que, "a avaliar pelos danos, o rali deste ano foi mais duro do que o normal. Mas é difícil dizer se é demasiado duro. Actualmente, acho que os danos advêm não do estado dos pisos, mas da interdição de usar "mousses" nos pneus.

    Antigamente, com este sistema os pneus aguentavam muito mais, pois absorviam-se muito mais os impactos. Agora a sua construção é mais dura e os carros acabam por absorver muito menos os impactos, o que os faz detriorar com o passar dos quilómetros". Para Olivier Quesnel, da Citroen Sport, as dúvidas são maiores: "Às vezes parece que é demasiado duro, outras não.

    Talvez a estrada seja exageradamente dura para os privados, mas não sei exactamente o que dizer! Venha perguntar-me isso quando o rali tiver terminado e eu tiver a folha das classificações na mão". Evidentemente, se ganhar, o rali não será demasiado duro, se perder o rali deverá sê-lo...

    E o que pensará Daniel Elena, o navegador de Sébastien Loeb, sobre isto? "Sim, é duro". Mais do que outro qualquer? "Talvez o Chipre fosse pior". Mas, na verdade, nem uma palavra sobre o antigo Rali Safari, onde Loeb ainda participou por uma vez.AS

  15. #135
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    Padrão FLASH NEWS do Rali da Grécia

    Dani Sordo queixou-se de problemas de tracção no Rali da sardenha, mas a equipa concluiu que isso se deve ao seu estilo de condução, já que o carro é exactamente igual ao de Sébastien Loeb, que não reportou qualquer problema dessa índole.

    Entre os 13 carros oficiais presentes, os dois Citroen C4 e os dois Focus da equipa BP eram os mais antigos, sendo que a Citroen alinhou com o chassis que utilizou no México e a Ford com os chassis com que correu na Argentina. A Subaru era a única equipa que apresentava chassis totalmente novos.

    Tirando a Subaru, que apresentou um carro totalmente novo, a Suzuki foi a única a apresentar novidades na Grécia. Os dois SX4 WRC tinham montados cárteres mais resistentes com uma protecção de borracha instalada debaixo do depósito.

    Apesar das evoluções, o SX4 de Gardemeister não evitou diversos problemas de motor, levando o piloto quase ao desespero no troço mais longo e rápido do primeiro dia: "Vim completamente a fundo, a arriscar tudo e, mesmo assim, perdi quase um minuto para os mais rápidos!".

    Nasser Al-Attyiah não vai a casa há quatro meses...

    Depois de ter participado no último Rali Vodafone Transibérico, há semana e meia, Nasser Al-Attyiah voltou a marcar presença no Rali da Grécia para realizar a prova do PWRC, sendo, de resto, um dos principais protagonistas. Contudo, o piloto que trocou o BMW X3 da X-Raid pelo Subaru Impreza STI não disfarçou o cansaço deixando escapar que "incrivelmente não vou a casa, no Qatar, desde o Rali da Suécia!". Que é como quem diz, há praticamente quatro meses!

    Num rali duríssimo, não faltaram queixas quanto à dimensão das pedras encontradas na estrada. Henning Solberg foi um dos pilotos mais críticos chegando a referir que "as pedras aqui são tão grandes como os mais modernos televisores ou as máquinas de lavar!".

    A Ford colocou a correr os mesmos Focus WRC07 do Rali da Argentina para Mikko Hirvonen (SUA) e Jari-Matti Latvala (STZ), e também para Khalid Al Qassimi (PXN, o seu carro da Jordânia e Sardenha). Os carros vão ter novas homologações para o Rali da Finlândia e nesta prova grega a Ford realizou várias alterações (secretas) nos carros de forma a melhorar o equilíbrio geral do carro.

    Da Subaru ficou a saber-se que os chassis utilizados por Petter Solberg (08003) e Chris Atkinson (08004) são, como a própria referência deixa perceber, o terceiro e quarto carro construídos. Os dois primeiros, são os carros que têm servido para testes. A equipa testou durante cerca de 4.200km antes da estreia. Solberg e Atkinson testaram os seus carros em Chateau Lastours na semana anterior à prova grega. AS

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