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  1. #1966
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    Padrão O rato que vale 6,9 milhões de euros

    Para preservar o rato de Cabrera, imposições ambientais implicam a construção de três viadutos no IP8.

    Mede entre 11,6 e 13 centímetros, tem pêlo comprido castanho-amarelado. Dá pelo nome científico Microtus cabrerae e a sua preservação vai custar cerca de 6,9 milhões de euros, correspondentes a um centésimo do investimento total numa estrada no Alentejo. Mas, ao contrário do que aconteceu este ano em Trás-os-Montes, onde quiseram atribuir a este rato minúsculo as culpas pela desistência da construção de uma estrada, aqui a via vai mesmo avançar.

    No projectado IP8, perto de Santiago do Cacém, os requisitos do Ministério do Ambiente implicam a construção de três viadutos sobre as colónias de ratos de Cabrera, o único roedor que só existe na Península Ibérica e espécie considerada prioritária pela directiva Habitats (ver caixa no final do texto).

    Num troço de 15 quilómetros, entre Roncão e Grândola Sul, dois dos viadutos projectados têm 200 metros de comprimento e o outro 175. Os três têm uma largura de 30 metros e serão construídos a uma altura do solo entre um mínimo de 2,5 metros e um máximo de 13 metros.

    Tomando por base um preço de construção de €400 por metro quadrado, serão gastos cerca de 6,9 milhões de euros - valor estimativo adiantado ao Expresso por duas empresas do sector.

    E quem paga? "O condicionamento da estrada à salvaguarda desta espécie protegida partiu de outro Governo, logo, os custos também", disse fonte oficial do Ministério do Ambiente. "A alteração das propostas associadas emanaram da Estradas de Portugal e não do Ministério ou do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade", acrescentou a mesma fonte. O custo destas medidas será, tal como todo o projecto, suportado pelo promotor do projecto, Estradas de Portugal, uma empresa estatal, "já que as mesmas são condição essencial para o seu desenvolvimento". No fundo, pagamos todos.

    "Não tenho dados para saber se os três viadutos se justificam. Um é importante porque serve de ensaio. Os outros dois têm de ser vistos no local", explica António Mira, professor de Biologia na Universidade de Évora e especialista em roedores.

    É preciso saber se a estrada constitui uma barreira e se a existência de alcatrão impede o atravessamento por parte do roedor. "A estrada tanto é causa de morte para o rato de Cabrera como refúgio", salienta António Mira. "Muitas vezes é na berma que existe espaço não ocupado pela agricultura, coberto por vegetação alta e onde a valeta permite uma maior humidade do solo, condições favoráveis para o Cabrera", acrescentou. Por outro lado, considera que os viadutos de pouco servirão se durante as obras não forem tomados os cuidados necessários para não destruir os habitats. Por isso, considera que deveriam ser ensaiadas "pequenas translocações de animais para parcelas de habitat que estejam próximas".

    A separação das colónias de roedores pelo efeito barreira das estradas e a não comunicação entre os indivíduos são causa de declínio, adverte. Uma opinião secundada por Samuel Infante, presidente do núcleo da Quercus de Castelo Branco. Sem conhecer a fundo o processo, Infante admite que as medidas mitigadoras propostas para o IP8 possam ter alguma "desproporcionalidade" se disserem apenas respeito ao rato de Cabrera.

    O IP8 foi integrado na concessão do Baixo Alentejo, adjudicada a 31 de Janeiro deste ano ao consórcio Estradas da Planície, composto pela Edifer, Conduril, Tecnovia e as espanholas Dragados e Iridium. São 334 km de estradas entre Sines, Beja, Castro Verde e Évora, dos quais 124 km são de construção nova e terão portagem. O investimento total na concessão é de ¤690 milhões. "Estes aspectos ambientais são dados habituais nos projectos de infra-estruturas desde há vários anos e a proposta que apresentámos considerava-os", disse fonte do consórcio. "Porque nesta fase decorrem os trabalhos de finalização do projecto de execução, só depois do este estar concluído e aprovado poderemos confirmar se o projecto inicial se manteve", acrescentou.


    Expresso

  2. #1967
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    Padrão Jovem agride a mãe à facada

    Ílhavo: Militares da GNR também foram agredidos
    Jovem agride a mãe à facada

    Um rapaz de 22 anos agrediu ontem, na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, a mãe, com uma faca de cozinha, depois de esta se ter recusado a dar-lhe mais dinheiro para a droga.

    As discussões, dizem os vizinhos, têm-se repetido nos últimos tempos, mas ainda não tinham chegado ao ponto de ontem. Por volta da 01h00, perante o não determinado da progenitora, o jovem, João Valente, partiu para a agressão, golpeando--a na cabeça.

    "Ouvi pratos e copos a partirem-se e muitos, muitos gritos", disse ao CM um vizinho, que optou por manter o anonimato por receio das represálias, já que o rapaz é tido na zona como "muito violento".

    A própria patrulha da GNR, chamada ao local pelos vizinhos, acabou também agredida, a murro e pontapé. No entanto, os militares detiveram o rapaz, que, segundo dizem, "estava totalmente descontrolado".

    "Infelizmente, já não é a primeira vez. Quando ele vem cá, é quase sempre isto: gritos, coisas a partir. Uma pessoa até tem medo", desabafou uma moradora do nº 15 da rua de São João, acrescentando que "ontem à noite nem consegui dormir com o barulho e com o medo".

    Alguns moradores do prédio disseram mesmo ao CM que, "por causa destes barulhos constantes", estão a pensar mudar de casa.

    Abordada pelo nosso jornal à saída de casa, a vítima, Otília Valente, conhecida por ‘Tila’, optou por não prestar declarações, sendo bem visível a ligadura que lhe cobria o lado direito da cabeça. Mãe de três filhos, Otília vive com os dois mais novos, de 9 e 18 anos. À hora de fecho desta edição o agressor estava a ser ouvido no Tribunal de Ílhavo.

  3. #1968
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    Padrão 25 anos por duplo homicídio

    Sentença: Mandou matar a mulher nas Alcáçovas e abateu o cúmplice a tiro
    25 anos por duplo homicídio

    Para o Tribunal de Évora as provas apresentadas em julgamento não deixaram dúvidas. David Silva mandou matar a mulher, em 2007, nas Alcáçovas, e eliminou o cúmplice que contratou para o crime em França. Pelos crimes de homicídio qualificado e de profanação de cadáver foi ontem condenado a um cúmulo jurídico de 25 anos de prisão – a pena máxima permitida em Portugal.

    Na leitura do acórdão, marcada pela ausência do principal arguido devido à greve dos guardas prisionais, a presidente do colectivo de juízes referiu que David planeou "metodicamente" os crimes e "agiu com frieza". O seu pai e tio foram condenados a penas de multa de 110 dias (770 euros) e 100 dias (600 euros), respectivamente, pela co-autoria na ocultação do cadáver do cúmplice. Para o tribunal terão agido "na emoção do momento".

    O primeiro crime remonta a 28 de Agosto de 2007. Por não aceitar o divórcio, David contratou (por 25 a 35 mil euros) o francês Dominique para matar a mulher, Francisca. Depois de lhe partir o pescoço, o francês remexeu o interior da casa simulando ter sido um assalto.

    Em Outubro, em França, David disparou dois tiros contra a cabeça de Dominique. Para se desfazer do corpo, colocou-o num bloco de cimento e enviou-o para Portugal dissimulado entre lareiras. Enterrou-o num pinhal perto do Bombarral. David foi detido pela PJ em Janeiro de 2008.

    "NÃO SE PODE APLICAR UMA PENA MAIOR"

    David foi condenado a 23 anos e quatro meses de cadeia pelo homicídio da mulher; a 19 anos pelo assassinato do cúmplice; e a um ano e oito meses pela profanação de cadáver. Apanhou a pena máxima prevista na lei portuguesa: 25 anos de prisão. Se fosse julgado em França ou Estados Unidos teria de enfrentar uma pena mais dura.

    "Em Portugal não há possibilidade de aplicar uma pena maior", disse na leitura da sentença a presidente do colectivo de juízes, Elisabete Valente. Para a magistrada, o arguido é "capaz de passar por cima de todos para atingir os fins". A Defesa vai decidir sobre um eventual recurso "depois de uma leitura detalhada do acórdão."

  4. #1969
    Avatar de cRaZyzMaN
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    tivesse aproveitado e morto mais uns criminosos, que tinha muito por onde escolher que apanhava o mesmo
    Não respondo a pm's com dúvidas, por isso excusam de mandar!

  5. #1970

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    Padrão Absolvição de ortopedistas acaba com expulsão da vítima

    Dois ortopedistas do Hospital de São João, no Porto, foram esta quarta-feira absolvidos do crime de ofensas graves à integridade física de um paciente. A decisão não foi unânime entre o colectivo de juízes e provocou muitos protestos da alegada vítima, refere a Lusa.

    O acórdão do colectivo de juízes do Tribunal de São João Novo, dirigido por William Themudo, teve o voto de vencido da juíza auxiliar Maria José Matos.

    O paciente, que se constituiu assistente no processo, começou a protestar em plena sala de audiências, jurando que o caso «não ficará assim». Joaquim Freitas acabou por ser levado pela polícia para fora das instalações judiciais. A sua representante legal, Graciosa Piterz, adiantou ser «muito provável» apresentar recurso.

    O caso é de Abril de 2000, quando Joaquim Freitas, de 37 anos, ficou com lesões permanentes por corte de um nervo, facto que o Ministério Público atribuía a violação das «leges artis», ou seja, ao desrespeito da prática médica geralmente aceite.

    Na avaliação do MP, que o tribunal rejeitou, a interna Isabel A. P. e o graduado da equipa de ortopedia António J. M. teriam falhado na segunda de três intervenções cirúrgicas a que Joaquim Freitas foi submetido ao não isolarem o nervo cubital, que acabou por ser cortado.

    O paciente ficou com sequelas na mão e braço direitos, que o impedem de trabalhar e mesmo de realizar algumas tarefas rotineiras. Pedia uma indemnização que ascendia a 198 mil euros.

    No entanto, o tribunal considerou não ter ficado provada a tese do MP, usando pareceres de peritos que entenderam que, nas circunstâncias em causa, não seria obrigatório o isolamento do nervo cubital. Tratou-se, assim, de um incidente operatório, «sempre possível» e alheio à vontade dos arguidos.

    A moldura penal para o crime de ofensas à integridade física grave oscila entre os dois e os dez anos de cadeia.
    TVI24

  6. #1971

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    Padrão Pena suspensa para mulher que matou e congelou o filho

    Uma mulher que estrangulou e congelou o filho recém-nascido porque estava deprimida foi condenada a quatro anos de pena suspensa, informa a agência Lusa.

    O tribunal de Gaia condenou Adelaide S. a três anos e seis meses pelo crime de infanticídio e um ano pelo crime de ocultação de cadáver o que, em cúmulo jurídico, resulta numa pena de quatro anos de prisão com pena suspensa por igual período. A arguida fica ainda obrigada a ser acompanhada por psiquiatra e reinserção social.

    A arguida estava inicialmente acusada pelo Ministério Público de homicídio qualificado, mas o tribunal decidiu-se por uma alteração não substancial dos factos já que não ficou provada a premeditação do crime ou a ocultação da gravidez.

    Provou-se que a arguida «mantinha um estado de isolamento com negação da realidade», «estava deprimida», com «dificuldade de lidar com pessoas» e sintomas de «angústia», referiu o juiz durante a leitura do acórdão.

    «Tapou a boca e o nariz do bebé»

    Ficou ainda provado que a 15 de Fevereiro de 2008, Adelaide S. sentiu contracções, foi à casa de banho e «com a ajuda da mão retirou o feto do útero», disse o juiz. Em seguida «tapou a boca e o nariz do bebé» o que levou à «morte por asfixia», acrescentou. O cadáver do recém-nascido foi depois escondido no congelador para «ser confundido com um qualquer alimento», referia um ponto da acusação, dado, esta quarta-feira, como provado.

    A arguida não esteve, esta quarta-feira, presente na leitura do veredicto por se encontrar internada no hospital depois de, na segunda-feira, ter dado à luz mais um filho.

    Adelaide S. tinha já três filhos à data dos factos: uma menina de três anos e dois meninos com 8 e 15 anos.

    À saída, o advogado de defesa, Rui Seara, considerou os quatro anos de prisão suspensos «uma pena mais do que razoável mediante o que foi provado».
    TVI24

  7. #1972

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    Padrão Queda de poste mata trabalhador

    Um homem, com 36 anos, morreu anteontem à noite ao tentar amarrar um cabo a um poste de iluminação na EN14, junto às pirâmides,no centro da Maia. O poste cedeu e caiu na estrada. A vítima deixa um filho recém-nascido.

    O trabalhador, residente na Maia, estava em cima de um escadote a tentar amarrar ao poste de iluminação um cabo do sistema de som das Festas do Concelho, que decorrem até dia 13 no centro da cidade. Fazia o serviço para uma empresa que ficou encarregue de fazer a montagem do sistema de som da festa, em troca de publicidade, adiantou ao JN fonte da organização das festas.

    O poste cedeu porque "estava podre, a base estava completamente oxidada", referiu a mesma fonte, que esteve no local pouco depois do acidente. O JN tentou contactar a EDP, mas não conseguiu obter uma resposta.

    Quando os meios de socorro chegaram ao local, o trabalhador já estava morto. Permanecia a dúvida se a morte foi provocada pela queda ou por electrocussão.

    Segundo a mesma fonte, dois ou três carros ainda passaram por cima do poste, sem danos de maior. Um deles era conduzido por uma médica que, apercebendo-se do acidente, parou e tentou socorrer o trabalhador, mas já não conseguiu reanimá-lo. O alerta foi dado para o 112 às 23 horas.

    A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Pedro Hispano, uma ambulância do INEM da Maia e os Bombeiros de Moreira da Maia chegaram ao local em poucos instantes, mas já não houve nada a fazer. A vítima, que acabara de ser pai há dias, foi posteriormente transportada para o Instituto de Medicina Legal do Porto. A autópsia determinará a causa da morte. Ontem de manhã, ainda se viam no local as marcas do acidente. O escadote usado para subir ao poste permanecia caído sobre os arbustos que ladeiam a EN14, no sentido Porto/Maia. O poste já tinha sido removido do local.

    Os momentos após o acidente foram presenciados por dezenas de pessoas que estavam na Avenida Visconde de Barreiros, no centro da Maia, a participar nas festas da cidade. "Estava muita gente na rua. De repente, ouviu-se um estrondo e quando olhámos por cima da ponte [viaduto sobre a EN14] vimos o rapaz no meio da estrada, já sem reacção", contou ao JN, um vendedor de uma barraquinha de pipocas.

    JN

  8. #1973

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    Padrão Atiraram contra outros polícias

    A chamada anónima caiu na esquadra da Mina às 23h00 de anteontem, deixando os agentes da PSP da Amadora em alerta. Alguém, cujo número de telemóvel está a ser investigado, disse que o grupo que atingiu a tiro os dois polícias no bairro Santa Filomena, domingo à tarde, está arrependido, mas que entretanto fugiu para Espanha. ‘Dick’ e ‘Passarinho’ são dois dos elementos do gang suspeito: em casos anteriores, em Oeiras e na Agualva, Cacém, já tinham disparado sobre outros polícias.


    A PSP e a Polícia Judiciária procuram cerca de cinco elementos do grupo, contra o qual têm também de reunir prova – que se juntam aos dois assaltantes da ourivesaria da Trofa, anteontem, enquanto foragidos à Justiça por crimes violentos nos últimos dois dias.

    No caso do bairro Santa Filomena, em que os agentes da PSP Sérgio Sousa e Joaquim Batista foram feridos, a polícia levou vários suspeitos à esquadra logo na noite de domingo. Ao que o CM apurou, foi-lhes feito um teste de detecção de resíduos de pólvora nas mãos, para apurar se dispararam armas de fogo, cujo resultado de laboratório deve ser conhecido a qualquer momento.

    Mas o nome do grupo de ‘Dick’ e ‘Passarinho’ foi rapidamente ventilado nos corredores da PSP e da PJ de Lisboa. No mês de Janeiro estiveram em vários assaltos a pastelarias e cafés em Belas, conforme o CM avançou ontem – e os casos mais graves chegaram em Abril. Terão sido eles a disparar contra agentes da PSP nas bombas da Repsol de Barcarena, Oeiras, na sequência de um assalto frustrado; e num ataque armado à pastelaria Pão d’Anta, na Agualva, Cacém, a vítima de um disparo de caçadeira foi também um polícia, o marido da proprietária do estabelecimento.

    Um elemento do grupo foi entretanto preso pela secção de roubos da PJ, mas os restantes continuaram activos e a roubar. No que diz respeito a ‘Dick’, saiu da cadeia em Setembro de 2007, na sequência da entrada em vigor do actual Código de Processo Penal, por excesso de prisão preventiva.

    Tem 20 anos, é de ascendência angolana e sempre viveu no bairro de Santa Filomena. Foi apanhado pela PSP em 2006, por roubos diversos, e, libertado pela lei no ano seguinte, partiu para Inglaterra. O perigoso assaltante voltou a Portugal em Agosto de 2008, coincidindo com o pico de crime violento nos concelhos da Amadora e de Sintra. Quanto a ‘Passarinho’, é considerado o mais perigoso do gang – hábil com armas de fogo. Neste grupo, que a polícia acredita se o autor do atentado à PSP, há ainda ‘Mandioca’ e ‘Pescas’.

    LADRÕES CONTINUAM EM FUGA

    Tiago Gomes, um dos ladrões que no assalto à ourivesaria da Trofa, anteontem, foi baleado no ombro, está detido pela Polícia Judiciária. As autoridades continuam ainda à procura dos dois dos cúmplices, que estão a monte. Já o dono da ourivesaria, Fernando Vilaça, apesar de ter agido em legítima defesa, foi constituído arguido por ter disparado contra os ladrões.

    PORMENORES

    'MANDIOCA' INTERNADO

    ‘Mandioca’ é o apelido de outro dos elementos do gang suspeito da emboscada aos agentes Sousa e Batista, na Amadora. O jovem de 17 anos saiu do reformatório no ano passado, onde cumpriu pena de internamento por roubos violentos.

    BEM ARMADOS

    A PSP e a Polícia Judiciária trabalham em conjunto para localizar e prender o grupo de assaltantes que no domingo atacou a polícia. Não há para já um retrato fiel da "capacidade de fogo" dos fugitivos, mas sabe-se que estarão bem armados. "Fizeram assaltos com caçadeiras e pistolas", referiu ao CM fonte policial.

    ENTREVISTA: "PARA ELES SOMOS ALVOS A ABATER" (Joaquim Batista, agente atingido)

    Correio da Manhã – Como estão a ser os dias a seguir ao atentado?

    Joaquim Batista – Dormi mal na noite a seguir, as imagens não me saíam da cabeça. Ainda tenho dores no corpo todo. Tive sangue a jorrar da cabeça como água. É também complicado ver um colega naquela situação. Nunca vou esquecer.

    – Depois disto pensa em regressar?

    – Não quero voltar para a esquadra da Amadora. Só se for para visitar amigos. Espero que quem decida tenha sensibilidade.

    – Mas porquê?

    – Penso que não tenho condições, até porque poderia exercer a minha função com excesso de autoridade.

    – Mas quer continuar polícia?

    – Sim, sem dúvida, mas queria estar perto da família e da namorada e por isso voltar para o Porto [é natural de Valongo].

    – Quando patrulham os bairros problemáticos da Amadora, já vão condicionados?

    – Temos de ir com os olhos bem abertos. Para eles somos os inimigos e os alvos a abater. Não nos têm qualquer respeito. É frequente nós passarmos e cuspirem para o chão.

    – Faltam meios?

    – As patrulhas deviam ter três elementos para haver mais segurança. Neste caso, um carro melhor poderia ter feito a diferença.

    NOTAS

    SANTA FILOMENA: BAIRRO CALMO

    Depois da violência contra a PSP no domingoà tarde, e do consequente cerco policial, o bairro de Santa Filomena regressou à calma. O Corpo de Intervenção está atento a distúrbios.

    FERIDO: POLÍCIA OPERADO

    O agente Sérgio Sousa poderá não recuperar, na totalidade, a visão do olho esquerdo. Atingido por chumbos do disparo dos assaltantes, o polícia vai ser operado amanhã e segunda-feira.

    DESÂNIMO: SOUSA APREENSIVO

    Familiares, amigos e colegas do agente Sérgio Sousa têm-no visitado no Hospital dos Capuchos. Todos o notam "desanimado" e "apreensivo quanto ao futuro profissional na PSP".

    Henrique Machado/Miguel Curado/J.C.M.

  9. #1974

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    Padrão Três membros da ‘rede do aeroporto’ multados

    O tribunal da Maia aplicou esta quarta-feira penas de multa a três dos 19 arguidos num processo por desvios de artigos no aeroporto Francisco Sá Carneiro, tendo os restantes sido absolvidos, informou fonte judicial, não revelando outros pormenores.


    Entre os arguidos encontravam-se trabalhadores da TAP e efectivos da Brigada Fiscal da GNR, que estavam acusados por crimes de corrupção, furto e receptação de artigos desviados no aeroporto, entre 2001 e 2004.

    De acordo com a acusação do Ministério Público, os arguidos terão conseguido arrecadar mais de 150 mil euros com o esquema.
    CM

  10. #1975

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    Padrão Modelos usados em revistas gay

    Dois fotógrafos, um português e um suíço, fotografaram jovens modelos portugueses, garantindo que as fotografias seriam para a sua projecção no mundo da moda. No entanto, as imagens dos jovens foram usadas com outros fins. As imagens têm sido publicadas em revistas gays no Brasil e em França, acompanhadas de anúncios de ofertas de cariz sexual, com um número de telefone de valor acrescentado.
    CM

  11. #1976

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    Padrão Indivíduo incendeia viatura

    A Polícia Judiciária deteve ontem um homem por, presumivelmente, ter incendiado uma viatura que viria a atingir um imóvel no Estoril.

    O indivíduo, de 39 anos de idade, solteiro, empregado de armazém, foi detido como presumível autor de um incêndio numa viatura que viria a atingir um imóvel, no Estoril.


    Os factos ocorreram no passado dia 3 de Maio, durante a noite, e foram motivados por vingança de ordem pessoal.
    msn

  12. #1977

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    Padrão Cena de terror no parque do casino

    Os irmãos John, 31 anos, e Norberto, 27, acompanhados pelo primo Nuno, de 30 anos, residentes na freguesia de Santa Bárbara de Nexe (Faro), queixam-se de terem sido selvaticamente agredidos no parque de estacionamento do casino de Vilamoura por um grupo de cerca de vinte indivíduos. "Pensei que nos iriam matar à pancada", confessa ao CM John que, por receio, esconde a cara e o apelido.


    Feridas na cara e na cabeça das vítimas demonstram a violência das agressões de que foram alvo
    O incidente ocorreu no domingo cerca das 05h30 quando os três amigos saíam da discoteca Black Jack, no casino de Vilamoura. "Meia dúzia de indivíduos começou a meter-se connosco e a insultar-nos", conta John, que garante não ter ripostado.

    Isso, no entanto, não impediu que, num ápice, se vissem rodeados por mais elementos do grupo. "Apareceram dois carros e vimo--nos cercados por duas dezenas de brancos, negros, brasileiros e portugueses, que nos agrediram a soco e pontapé", conta.

    "Foi uma agressão gratuita mas na aflição disponibilizámo-nos logo a dar-lhes os nossos haveres, pedindo-lhes apenas que não nos batessem", diz a vítima.

    Rapidamente, ficou sem a carteira com documentos e cerca de cem euros. "Durante as agressões faziam questão em aterrorizar--nos. Diziam que não iríamos sair vivos dali", diz John.

    Enquanto os três familiares, ensanguentados, com as roupas rasgadas, as cabeças partidas e diversos hematomas por todo o corpo, tentavam proteger-se, as duas raparigas que os acompanhavam pediam socorro no casino (ver caixa). "Só com a chegada da GNR acabou o nosso pesadelo", diz John, que jura tão depressa não voltar "a sair à noite".

    REFORÇO DA GNR FOI SALVAÇÃO

    Os elementos do grupo agressor não atacaram as duas raparigas que acompanhavam as três vítimas, ignorando a sua presença.

    As jovens começaram por gritar por socorro e depois foram procurar ajuda. "Contactaram os GNR que estavam à porta do casino que lhes disseram que estavam a efectuar serviço gratificado, pelo que não podiam sair do local, mas que iam pedir reforços", afirma John.

    Passado algum tempo, chegou o Corpo de Intervenção, o que originou a debandada do grupo. "Deviam ter elementos de vigilância nos acessos. Pouco antes da chegada da força, acabaram as agressões e debandaram", explica.

    Uma busca efectuada nas redondezas não permitiu às autoridades detectar os suspeitos.
    CM

  13. #1978
    Avatar de cRaZyzMaN
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    Se eles autorizaram tirar a foto é tramado
    Não respondo a pm's com dúvidas, por isso excusam de mandar!

  14. #1979

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    Padrão Está preparado para votar no partido pirata?

    O Partido pelos Animais (PPA) e do Partido Pirata Português (PPP) são dois movimentos políticos alternativos que querem chegar ao Parlamento. Inspirados em partidos alternativos estrangeiros, estas novas formações políticas dizem que merecem ser ouvidos na AR para «conseguirem alterar» a legislação.

    Paulo Borges, um dos coordenadores do PPA, explicou ao tvi24.pt que o partido nasceu através de várias petições pelos animais. «Houve várias pessoas que se conheceram por terem sido os primeiros subscritores de varias petições pelos animais», afirma, referindo-se aos colegas António Santos, Pedro Oliveira e Fernando Leite.

    O PPA português tem como inspiração o holandês. «Se é possível num país como a Holanda será possível em Portugal. Estamos a aprender com eles» avança Paulo Borges, acrescentando que «em breve irá uma coligação do partido português à Holanda para ver como as coisas se processam».

    Por sua vez, o PPP explica que «a ideia surgiu a um dos actuais responsáveis que em meados de 2007, que ao procurar as notícias diárias encontrou uma sobre a oficialização do Partido Pirata Espanhol».

    Através do exemplo espanhol, e após a tentativa de reactivação de um fórum, surge «em 2009 já na faculdade, após algumas conversas com colegas, e com a colaboração dos mesmos, (...) um novo movimento que visa a criação do partido». O PPP encontra-se em fase de «criação de grupos de trabalho do movimento e consequentemente a eleição de alguns representantes».

    Contribuir para uma sociedade mais justa

    Com objectivos parecidos, os dois partidos lutam por uma sociedade mais justa. O PPA afirma que quer «contribuir para uma sociedade mais justa e mais preocupada com o meio ambiente e com os animais», depois de terem chegado «à conclusão que não chegava o trabalho feito pelas associações civis e que é necessário uma associação politica para defender os direitos animais e ambientais».

    Por seu lado, o PPP refere que «a medida passa obviamente pela legalização da pirataria», visto considerarem que «cada vez mais o comum cidadão é ignorado pelos seus representantes» e que «o direito a ser ouvido está a desaparecer».

    Paulo Borges refere que o PPA «tem como questão fundamental a vida animal e a questão ambiental, tendo por base motivos éticos e ambientais».

    O PPA pretende que o Código Penal português reconheça os animais com um ser vivo e não como um objecto. «Matar um cão ou partir uma cadeira é a mesma coisa e é preciso alterar a legislação nesse ponto», diz o coordenador, acrescentando que «a legislação portuguesa está bastante atrasada e isso contrasta com a sensibilidade popular existente no país», lembra.

    «Segundo o Código Penal português um animal é um objecto. Não é reconhecido como ser vivo. Não se lhe conhece o direito de não sofrer despropositadamente», explica, dizendo que tem de «ter em conta que o homem ao agredir a natureza está-se a agredir a si próprio».

    Objectivo: modificar legislação

    O PPP, cujo «grande objectivo é modificar a legislação vigente sobre a propriedade intelectual que não corresponde mais à realidade actual, estando desligada da evolução tecnológica e das novas tendências da sociedade», pretende «defender as nossas causas junto dos restantes partidos e dos órgãos de soberania que nos regem».

    «Se não formos ouvidos teremos de ser nós a legislar este assunto, pedindo aos portugueses que acreditam ser necessário esta mudança que nos escolham como seus representantes», avança o partido.

    As medidas do PPP passam pela «legalização da pirataria», considerando como «verdadeiro problema» a criminalização de «toda uma geração em nome do lucro de uns poucos».

    «A partilha não deve ser mais vista como um problema mas sim como algo benéfico para a cultura e para a sociedade em geral, pois é isso que ela é», relembra o partido.

    Para que estes dois partidos consigam um lugar no parlamento e dar voz às suas «causas» falta apenas criar uma «maior base de apoio».
    TVI24

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