Mais de mil consumidores alertaram para 1146 zonas de perigo no País. Até 8 de Fevereiro, 763 já tinham sido resolvidas. Um quarto continua à espera de solução. Porque o problema da sinistralidade rodoviária não se esgota aqui, contamos com a sua participação.


Em 31 de Maio de 2006, lançámos o projecto "Vamos acabar com os pontos negros nas estradas" em conjunto com a Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M). Objectivo: permitir aos cidadãos denunciar as deficiências da via pública e às entidades competentes a sua reparação. Para isso, disponibilizamos, no nosso sítio na Net, um formulário de denúncia. Nele, o consumidor identifica a via, descreve a falha detectada e pode anexar fotografias que a ilustram. Caso não tenha acesso à Net, peça-o por telefone (808 200 145) ou na delegação da DECO mais perto de si, e envie-o para Rua Artilharia 1, n.º 79, 4.º, 1269-160 Lisboa. Contamos com a sua voz e comprometemo-nos a pressionar e responsabilizar as autoridades para corrigirem os pontos negros do País.

Desde o início deste projecto até Fevereiro de 2008, recebemos 1146 denúncias. Destas, obtivemos resposta para 837 e 763 já foram resolvidas ou estão em vias de o ser, estando as restantes 111 à espera de mais elementos. De todas as queixas recebidas, 272 não obtiveram qualquer resposta das entidades responsáveis.

Os distritos com maior número de denúncias são Lisboa, Porto e Setúbal. É nas localidades que os consumidores apontam as maiores críticas ao estado e sinalização das infra-estruturas rodoviárias e pedonais. As vias urbanas perfazem quase metade dos pontos negros indicados pelos consumidores. Com quase um quarto das denúncias, a degradação das infra-estruturas é o defeito mais recorrente em todos os distritos do País.

Fonte:DECO