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    Padrão [Relato] Os Espíritos da Colónia

    Os Espíritos da Colónia


    Nome: Telma
    Local da Ocorrência: Portugal, numa colónia
    Data da Ocorrência: verão 2005
    Pessoas envolvidas: Amigos da Telma


    "Tudo isto se passou de verdade, mesmo eu que não sou nada medrosa fiquei com medo, então é o seguinte, nas férias de verão do ano passado fui passar um mês numa colónia com uns amigos, divertimo-nos muito, mas a certa altura começámos a ficar acordados à noite, porque não nos dava o sono de tanto calor que estava, mais ou menos na terceira semana nós começámos a passar noites a falar à lareira e a cantar, as coisas do costume, mas de repente uma amiga minha a Cátia decidiu fazer uma coisa que já pensava fazer há muito tempo, um jogo com um copo, ela queria saber o nome do rapaz que ia namorar com ela, então perdemos o medo e fizemos a vontade a ela, eu sempre pensei que aquilo fosse tanga, mas afinal eu estava enganada, então decidimos começar, pomos todas a mão em cima do copo e começámos:

    - Por favor se estiveres ai diz-nos o nome do rapaz que vai namorar comigo disse a Cátia. Ai para grande espanto nosso o copo se mexeu de verdade sem ninguém o fazer mexer, foi ter à letra L, depois à letra U, depois à letra I, e por fim à letra S, ela ficou toda contente, porque era o rapaz que ela também gostava o Luís, mas ao contrário dela nós estávamos com medo: - Tu não reparaste pois não? - Perguntou a Joana, uma amiga nossa. - No quê? - Disse a Cátia. - O copo mexeu-se sozinho ninguém lhe tocou. - Disse a Joana. - Sim reparei, mas deu resultado. - Disse a Cátia. - Mas pensando melhor é assustador.

    Até ai tudo bem, apesar de o pessoal ficar com medo, mas o pior veio depois, fomo-nos todos deitar, mas ai começou a ficar clima muito pesado, os outros acabaram por adormecer, mas eu pressentia algo parecia que não estávamos sozinhos, havia mais alguém ali.

    Logo os meus pensamentos se tornaram reais, algo me batia na parte de baixo da cama, estremeci, meus braços paralisaram, incapazes de abrir a luz do candeeiro, foi então que vi algo, mas só uma mancha, uma grande mancha preta ao lado da cama da Cátia, algo me chamava, olhei para o lado e não vi nada, depois alguém abriu a luz, de repente deixei de ver a mancha ao pé da cama da Cátia, o Raul tivera aberto a luz, deixámos os 2 a luz aberta até adormecermos, dormimos o resto da noite descansados.

    No dia seguinte acordámos muito bem, e decidimos ficar mais uma noite a fazer coisas, fizemos uma coisa meia estranha, que estava escrita num grande livro que lá na colónia se encontrava, fomos buscar o copo com água e pusemos no beiral da janela do lado de dentro, se a água ficasse preta era porque ali havia espíritos ou almas, (no fim disto quem sofreu foi o meu cão zulu)...

    Depois à noite vimos que a água tivera ficado preta (realmente assustador) e seguimos com o evento. O passo seguinte era pegar num x-acto e ir ate à mata, numa arvore fazer um grande X com o x-acto e deixar escorrer essa água pelo X, e se o X ficasse cor de sangue era porque o evento tinha sido bem sucedido, fizemos isso e o X ficou mesmo vermelho de verdade, depois como o meu cão Zullu estava lá e não sabia daquilo, ele baixou o focinho e lambeu grande parte da agua, depois fomos para a colónia.

    Deitámo-nos todos bem sossegados e adormecemos passado um pouco a meio da noite algo toca à campainha, eu e a Cátia pegámos num candeeiro a óleo e fomos abrir a porta, estava uma noite linda de lua cheia, mas ninguém se encontrava à porta (ate hoje ainda não sabemos quem é que bateu aquela porta), depois algo de estranho se passou, ouvimos o Zullu a uivar, eu e a Cátia fomos lá atrás da casa onde ele estava preso, ele estava a fazer uma força suprema para se libertar, ficou com os olhos vermelhos de raiva parecia um lobisomem, algo de estranho se passava com ele, fomos lá com um grande pau, ele deu cabo desse pau, mordeu-o todo, nós cheias de medo fomos chamar o resto do pessoal, o Leonardo teve a coragem de lá ir ao pé dele, o Zullu passou-se e mordeu-o bem forte, o Zullu nunca tivera sido assim violento, nunca tivera rosnado a ninguém, estranho demais, talvez algo o possuísse, nunca fiquei a saber, só sei que o resto dos dias que lá tive foram como se estivéssemos no inferno, ficámos super tristes, tínhamos de cuidar do Leonardo, mas o mais estranho é que o cão apareceu sem nenhum arranhão nem nada, morto de manha nesse dia em que ele tivera atacado o Leonardo, terá sido aquela água que o tivera possuído, até agora ninguém o sabe, mas de uma coisa posso ter a certeza, aquele cão tivera sido possuído, mas o que eu adorava mesmo saber era quem foi tocar à campainha aí sim, ficou o grande mistério desta história toda.

    Desde aí continuaram a acontecer-me coisas estranhas na minha vida, mesmo em minha casa as vezes à algo de estranho que acontece, pessoal acreditem que isto aconteceu, eu vi tudo e os meus amigos também eles podiam dizer tudo à vossa frente pois nós nunca mais fomos os mesmos, vivemos com medo, muito medo, mas talvez eles sejam bons e nos ajudem em algo."


    Observações: Isto acontece muitas vezes por causa de fazerem isto sem saber. Tenho amigos que já o fizerm, eu pessoalmente nunca fiz. Mas no fim da sessão é necessário "mandar" o espirito com quem se fala embora para nao ficar ali. É preciso cuidado, não se faz nada sem saber.



    Fonte: Experiencias Directas Com Factos Paranormais - Os Espíritos da Colónia
    Última edição por edu_fmc; 10-09-2008 às 02:07.



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