1. #1

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    Padrão Agente da PSP atropelado mortalmente no Túnel do Grilo

    Um agente da divisão de trânsito da PSP foi hoje atropelado mortalmente quando dava apoio à segurança nas obras que decorrem no Túnel do Grilo, arredores de Lisboa, disse à Lusa fonte da PSP.

    «O agente da divisão de trânsito estava de serviço ao pé das obras que decorrem junto ao Túnel do Grilo, quando foi atingido mortalmente por um carro», disse à Lusa o oficial de dia do Comando Geral da PSP.

    De acordo com a mesma fonte, o acidente ocorreu às 02h50 de hoje.

    Diário Digital / Lusa

  2. #2

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    Padrão Polícia atropelado

    Eduarda Correia adivinhou a tragédia mal os dois colegas do marido apareceram à porta de casa, no Seixal, ontem às 07h00. O marido, Guilhermino Lopes Correia, agente da Divisão de Trânsito da PSP em Lisboa há perto de 20 anos, saiu de casa na sexta-feira à noite para um serviço gratificado nas obras do túnel do Grilo, no IC17, mas acabou por morrer atropelado por um jipe. O acidente aconteceu horas depois da transferência para a PSP da fiscalização das principais estradas das cidades de Lisboa e Porto.




    Segundo uma testemunha, o condutor fez uma ultrapassagem a alta velocidade e não viu os dois polícias. Atropelou Guilhermino e a violência da pancada fez com que a vítima fosse projectada até ao separador central. O agente, de 46 anos, bateu com a cabeça e não resistiu à violência do embate. O colega escapou por pouco: ao ver o carro desgovernado só teve tempo de saltar para cima do carro-patrulha. O condutor, de cerca de 40 anos, não apresentava taxa de álcool no sangue e disse aos agentes que tinha adormecido ao volante. Guilhermino foi logo auxiliado por duas pessoas que viram o acidente e que referem que a assistência médica só chegou quarenta minutos depois ao local do acidente.

    Os familiares estão inconsoláveis: "Não sei o que pensar. O meu marido era muito cuidadoso. Antes de sair de casa, disse que não se ia esquecer do colete e das joelheiras reflectoras para os condutores o verem melhor. Parecia que estava a adivinhar o pior", disse em lágrimas Eduarda, que agora se vê sozinha com os dois filhos menores do casal: Hugo, de 17 anos e Nuno, de 9.

    "SINTO MUITAS SAUDADES DO CHEIRINHO DO PAI"

    Os familiares do agente Guilhermino Lopes Correia estão a passar o pior momento das suas vidas. O filho mais velho não voltou a falar desde que soube da morte brutal do pai e até foi levado para a casa de uma das tias. Nuno, de apenas nove anos, está em casa com a mãe e não pára de olhar para a fotografia de Guilhermino. "O mais pequeno estava na cama e ainda me disse: ‘Tenho saudades do cheirinho do pai.’ Não sei o que vai ser de mim sem o meu marido. Ele era o meu pilar e adorava os filhos. Era tudo para eles. Não merecia o que lhe aconteceu", desabafa Eduarda.

    O agente Correia, como era tratado, tinha três irmãos e a mãe, de 89 anos, que vive em Paio Pires. Eduarda já foi contactada pelos colegas do marido que expressaram a sua solidariedade. De acordo com a lei, a família terá direito a uma indemnização correspondente a 250 vezes o salário mínimo nacional.

    CM

  3. #3

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    Padrão Polícias estão revoltados com morte de colega


    Guilhermino Lopes Correia tinha quase 20 anos de experiência na PSP. Deixa a mulher e dois filhos

    Os colegas de profissão de Guilhermino Lopes Correia, agente da Divisão de Trânsito da PSP, estão revoltados com a morte trágica do colega, sábado de madrugada no IC17, quando prestava um serviço gratificado nas obras do túnel do Grilo.


    Recorde-se que o profissional com quase vinte anos de experiência não resistiu ao embate violento de um jipe que seguia a alta velocidade e que não se apercebeu do corte da estrada quando fazia uma ultrapassagem. Apesar das tentativas de reanimação, o agente de 46 anos morreu no local do acidente, não resistindo aos graves ferimentos provocados pelo embate com o separador central.

    Ao que o CM apurou o funeral do polícia realizar-se-á amanhã e o corpo será sepultado em Paio Pires, onde o agente Correia nasceu e ainda vivem a mãe e o irmão. Guilhermino Correia vivia no Seixal juntamente com a mulher os dois filhos ainda menores: Hugo, de 17 anos, e Nuno, de nove.

    CM

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