A família de Michael Jackson, que morreu no passado dia 25 de Junho, ofereceu um grande jantar depois do enterro do «rei da pop», na quinta-feira passada. A reunião de mais de 150 amigos e familiares aconteceu no «Villa Sorriso», em Pasadena, nos EUA.

De acordo com o site TMZ, os irmãos, pais e filhos do cantor intitularam a festa, uma prática norte-americana comum após a sepultura dos mortos, de «Celebração da Vida» e teria seguido para o restaurante italiano imediatamente a seguir à cerimónia, que decorreu no cemitério de Forest Lawn, em Glendale, em Los Angeles.

Um dos irmãos do músico, Randy Jackson, teria feito a reserva há alguns dias, devido às «facilidades oferecidas», esclareceu um porta-voz da família, cujo nome não foi divulgado, adianta o portal.

O histórico cemitério, onde estão sepultados nomes como Marilyn Monroe, Walt Disney ou Clark Gable, foi encerrado pelas autoridades, que quiseram garantir que o funeral decorria sem problemas. A cerimónia teve a presença de apenas familiares e amigos próximos do «rei da pop». A circulação foi limitada nas ruas próximas ao local e no espaço aérea da região, sendo que helicópteros da polícia, com tecnologia de infra-vermelhos, começaram a controlar a área na noite de quarta-feira, para garantir que nenhum intruso conseguisse entrar. Cães, agentes à paisana e seguranças particulares também se mantiveram a patrulhar a área.

O património do astro vai suportar as despesas relativas ao enterro, mais de dois meses depois após a sua morte, as quais estão a ser consideradas «extraordinárias», determinou quarta-feira um juiz de Los Angeles, Mitchell Beckloff, que autorizou os actuais administradores do património do cantor a pagarem os custos.

Beckloff decidiu, assim, a favor de Katherine Jackson, mãe do cantor, que não resistiu a uma paragem cardíaca, devido a uma overdose de Propofol, um anestésico muito forte, que deveria apenas ser usado em ambiente hospitalar, tendo os administradores John Branca e John McClain aceite esse encargo.
D/D