Mário Carreira, coordenador do dispositivo da Direcção-Geral de Saúde (DGS) para a monitorização dos serviços de urgências, afirmou, esta segunda-feira, que está a chegar ao fim a primeira fase epidémica da gripe A em Portugal.

«O que é mais provável que venha a acontecer é que, depois desta onda epidémica que está a terminar, venha a haver uma outra, à semelhança do que ocorreu nos outros países, com uma vantagem: os outros países, quando iniciaram a segunda onda epidémica, não tinham vacinas. Portugal, neste momento, está preparado para evitar ou diminuir a probabilidade de ocorrência de uma segunda onda epidémica», explicou o especialista em declarações à Rádio Renascença.