As autoridades timorenses garantiram hoje que as campanhas de perfuração de petróleo e gás nas suas águas, requeridas pela italiana ENI e pela indiana Reliance, só avançarão se foram observados «os padrões de segurança mais elevados».

A organização não governamental timorense La'o Hamutuk havia colocado reservas às perfurações, em especial do bloco K, atribuído à Reliance, criticando o estudo de impacto ambiental apresentado por subestimar os riscos.

Aquela ONG salientou ainda que «o poço exploratório da Reliance será perfurado pela Transocean, a mesma empresa que esteve envolvida no derrame da BP em Macondo, no Golfo do México», e que em maio «foi forçada a suspender uma perfuração na própria Índia, devido a problemas técnicos».

Diário Digital / Lusa