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  1. #526

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    Padrão Marcos Patronelli é o ganhador nos quadriciclos


    Marcos Patronelli confirmou o título entre os quadriciclos na 32ª edição do Rally Dakar. O argentino foi o sexto colocado na 14ª e última especial, disputada neste sábado entre Santa Rosa e Buenos Aires.

    Patronelli completou o percurso total em 64h17min44, ficando 2h22min59 na frente do seu irmão, Alejandro Patronelli. Juan Manuel Gonzalez Corominas foi o terceiro colocado na classificação geral. O vencedor do dia foi o polonês Rafal Sonik, com 1h45min27.

  2. #527

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    Padrão Guilherme Spinelli é o melhor brasileiro na 32ª edição do Dakar


    Foram precisos 8.560 km para que o piloto Guilherme Spinelli fizesse história no Rally Dakar 2010. Em todas as 32 edições da competição, foi a primeira vez que um brasileiro conquistou um resultado tão expressivo na sua segunda participação no maior e mais perigoso Rally do mundo. A Equipe Mitsubishi Brasil formada por Spinelli e pelo navegador português Filipe Palmeiro terminou o Dakar 2010 no seleto grupo dos 10 melhores times na categoria carros. A dupla cruzou a linha de chegada da 14ª especial entre Santa Rosa e Buenos Aires, em 13º lugar, em 1h24min50s, completando o Rally em 10º na classificação geral dos carros com o tempo de 53h23min41s. O carioca Guiga Spinelli foi o melhor brasileiro na competição e Palmeiro o segundo melhor português nos carros, atrás apenas de Carlos Souza, também da Equipe JMB Stradale, que ficou em sexto na geral. Al Attiayah (CAT)/ Gotschalk (ALE) venceu os 206km da última especial, com 1h19min42s, porém o título de campeão ficou com os espanhóis Sainz e Cruz, que fizeram as 14 etapas em 47h10min00s.

    "É sensacional conseguir terminar o maior Rally do mundo. Estou com a sensação de dever cumprido. Nós viemos para cá com o objetivo de terminar a competição. A nossa estratégia foi de fazer um Rally de 14 dias e não um Rally por dia. Queríamos muito chegar entre os 10 primeiros, o que acabou acontecendo", disse aliviado o piloto brasileiro Guilherme Spinelli.

    Essa é a segunda participação de Spinelli no Dakar. No ano passado, ele fez a sua estreia mas teve um incidente na 6ª etapa e acabou não completando a competição. Em 2010, apenas 187 times sobreviveram até a última etapa da maior aventura off-road do planeta, entre eles a Equipe Mitsubishi Brasil. Das 151 motos que começaram a competição, apenas 88 largaram para a 14ª etapa, dos 25 quadricículos, 14 partiram de Santa Rosa, dos 134 carros, 57 foram em direção a Buenos Aires e dos 52 caminhões, 28 sobreviveram à disputa até o último estágio. Dos 25 brasileiros que largaram na primeira etapa, apenas seis chegaram ao final da disputa.

    Concentração foi a palavra chave do início ao fim da 32ª edição do Dakar. Na última etapa, pilotos e navegadores encontraram pistas muito rápidas nos 206 km de trecho cronometrado entre Santa Rosa e Buenos Aires. A chegada da 14ª e última especial aconteceu em San Carlos De Bolívar e de lá, as equipes partiram para os 335 km de deslocamento final até à capital argentina. A última etapa teve 707 Km (166 km de deslocamento inicial, 206 km de especial e 335 km de deslocamento final).

    "Andamos praticamente o Rally inteiro entre os 10 melhores. O Mitsubishi Racing Lancer foi excelente em todas as condições de terreno que enfrentamos. Foi impressionante o desempenho do carro. Estamos com 100% do objetivo cumprido, o carro está inteiro, nós também estamos inteiros e ainda terminamos entre os 10 melhores do mundo. Foi tudo como o planejado: perfeito!", comemorou Spinelli.

    Na primeira competição internacional juntos, a dupla formada em outubro do ano passado, comemora o bom entrosamento dentro do Mitsubishi Racing Lancer.

    "Estou bastante satisfeito com esta parceria. Eu e o Guiga nos demos muito bem dentro do carro. Foi uma experiência muito interessante e juntos fizemos um ótimo rally. Nossa estratégia deu certo e estamos mesmo com a missão cumprida", festejou Filipe Palmeiro, atual vice-campeão Mundial de Rally Cross-Country, que participou pela quarta vez do Dakar.

    A dupla Spinelli/Palmeiro contou com o suporte de 50 pessoas da JMB Stradale, chefiada por Dominique Serieys. Este time francês é o maior vencedor da história do Dakar com 12 títulos, sendo sete consecutivos. Além do Mitsubishi Racing Lancer da Equipe MItsubishi Brasil, os outros quatros veículos da JMB Stradale foram pilotados pelos franceses Nicolas Misslin e Jean Polato, pelos portugueses Miguel Barbosa e Miguel Ramalho, pela dupla Orlando Terranova (ARG)/Pascal Maimon (FRA) e por Carlos Souza (POR)/ Matthias Baumel (FRA). Em sexto lugar na geral dos carros ficaram o português Carlos Souza e o francês Mattias Baumel, na nona colocação na classificação final vieram o argentino Orlando Terranova com o francês Pascal Maimon. Os portugueses Miguel Barbosa e Miguel Ramalho asseguraram a 12º posição e logo depois vieram os franceses Nicolas Misslin e Jean Polato, em 13º na geral.

    Amanhã (17/01) os grandes vencedores do Dakar poderão sentir mais uma vez o carinho do povo argentino pelo esporte. O pódio será montado no Obelisco, em Buenos Aires, e o público local apaixonado por velocidade poderá celebrar o término de mais um Dakar ao lado dos campeões. O início está previsto às 9h50min (horário local)

  3. #528

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    Padrão Russos dominaram nos caminhões


    Nenhuma novidade na disputa dos caminhões na 32ª edição do Rally Dakar. O trio russo Vladimir Chagin/ Sergey Savostin/ Eduard Nikolaev confirmou com sobras mais um título na famosa competição, o sexto no total.

    Com um tempo total de 55h04min47, os vencedores ficaram 1h13min08 na frente dos também russos Firdaus Kabirov/ Aydar Belyaev/ Andrey Mokeev, que foram campeões no ano passado e venceram quatro etapas em 2010, contra nove dos campeões. Neste sábado, a vitória foi do trio Ilgizar Mardeev/ Viatcheslav Mizyukaev/ Andrey Karginov, que cruzou 2min04s na frente de Wulfert Van Ginkel/ Richard De Rooij/ Willem Tijsterman.

  4. #529

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    Padrão Confira um perfil dos vencedores do Dakar entre os carros


    Os pilotos

    O campeão do Rally Dakar 2010, o espanhol Carlos Sainz, de 48 anos, é um veterano em ralis, categoria em que começou a competir há 30 anos. Além da vitória no Dakar, no ano passado, sua carreira inclui dois títulos de campeão mundial de rali, em 1990 e 1992 e um no campeonato mundial de rali cross-country, em 2007, entre dezenas de outros resultados importantes.

    Nasser Al-Attiyah, o segundo colocado, tem 39 anos e nasceu no Catar, onde foi campeão nacional de rali em 1990. Entre suas conquistas internacionais estão os campeonatos de rali para carros de série da FIA, em 2006, e o campeonato mundial de rali cross-country, em 2008.

    O carro

    O Race Touareg é um carro desenvolvido especialmente pela Volkswagen Motorsport para participar de ralis off road. Ele tem uma estrutura de tubos de aço e sua carroceria, feita de fibra de carbono, pesa pouco mais que 50 quilogramas.

    O carro é impulsionado por um motor Volkswagen TDI, turbodiesel, com cinco cilindros e 280 cv, acoplado a um câmbio seqüencial com cinco marchas. A tração é permanente nas quatro rodas e a suspensão, independente, conta com dois amortecedores em cada roda e tem curso de 25 cm.

    Em terrenos favoráveis, o Race Touareg supera os 200 km/h e, para conforto do piloto e navegador, mesmo nas regiões mais quentes, o carro conta com sistema de ar condicionado.

  5. #530

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    Padrão Destino do Rally Dakar é incerto a partir de 2011


    Terminada mais uma edição do Rally Dakar, agora fica a dúvida sobre onde acontecerá a tão famosa competição em 2011. “Já ouvimos várias suposições sobre onde será a próxima edição do Rally Dakar. Uma delas, que acredito que seja a mais coerente, é a de que a prova teria início em Mônaco e passaria pela Tunísia, Líbia e Egito. Já eu gostaria que a prova continuasse na América do Sul, pois os locais que percorremos são tão difíceis e variados quanto na África. Aliás, se eu fosse ‘abduzido’ e levado para o Deserto do Atacama, não saberia distinguir se era um deserto daqui ou o Saara”, comenta André Azevedo, brasileiro com mais experiência na maior prova off road do mundo.

    Em relação à América do Sul, André Azevedo arrisca um palpite. “Tenho um pressentimento que os organizadores do Dakar gostaram muito de realizar provas por aqui. Então imagino que eles possam fazer alguma etapa do Dakar Series, que são provas menores de seis ou sete dias, aproveitando já a experiência que adquiriram e ainda promovendo esta região”, concluiu.

  6. #531
    Avatar de florindo
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    Oct 2006
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    Padrão Santinho Mendes vai estrear prenda de aniversário em Portalegre

    Com 70 anos, o antigo campeão nacional de Velocidade, de Ralis, de Autocross e de Todo o Terreno, volta ao volante na Baja 500 de Portalegre. O Mitsubishi L200 é a prenda de aniversário dos seus filhos, José e Vítor Mendes, dupla em competição no Opel Astra Potro.
    Actualmente dedicado ao golfe, Santinho Mendes não esquece o prazer de conduzir. “Sinto-me em excelentes condições para correr e estou impressionado com a Mitsubishi que o Zé Manel preparou. Tem um excelente comportamento e acho que me vou divertir bastante. O objectivo é, primeiro que tudo, tentar chegar ao fim, mas não conto ir em ritmo de passeio.”

    Manuel Mendes, condutor do Opel Astra, declara a ambição de acabar no top10 nesta edição da Baja Portalegre, mas não esquece que o mais importante é a família. “A aposta da família nos desportos motorizados sempre foi grande e já há algum tempo que tinha pensado em fazer um carro interessante para que, nas comemorações dos 70 anos, o ‘chefe’ fizesse uma pausa no golfe. Ele já se tinha divertido imenso connosco nas 24 Horas de Fronteira e vamos repetir a participação este ano. Já fizemos umas correcções no Tigra, que no ano passado chegou a estar perto de terminar em 7º lugar.”

    O Jogo

  7. #532

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    Padrão TT - Todo o Terreno

    Elisabete Jacinto luta pela vitória na Africa Eco Race 2011
    Elisabete Jacinto ruma a África tendo como principal objectivo triunfar entre os camiões e, como outra das metas, terminar entre os dez primeiros da geral da Africa Eco Race 2011
    Entre os dias 28 de Dezembro e 9 de Janeiro, o Team Oleoban/MAN Portugal vai participar na 3ª edição do rali África Eco Race, competição organizada por René Metge e que irá percorrer as pistas de Marrocos, Mauritânia e Senegal, terminando no mítico Lac Rose, em Dakar. Para Elisabete Jacinto, este será o grande desafio da temporada, depois de a piloto portuguesa ter conseguido alcançar magníficos triunfos na Tunísia e em Marrocos.
    “Este tem sido de facto um ano excelente. A equipa conseguiu ultrapassar todas as dificuldades derivadas da juventude do nosso MAN TGS e está a trabalhar cada vez melhor. Isso permitiu-me encarar as duas competições que tiveram lugar na Tunísia e em Marrocos com sucesso”, afirmou Elisabete Jacinto.
    “Parto agora para o Africa Eco Race entusiasmada e preparada para enfrentar aquela que é, sem dúvida, a grande maratona africana. Vou consciente das grandes dificuldades que terei de enfrentar não só ao nível das características do percurso mas também ao nível das difíceis condições que esta prova pressupõe. Vou ter pela frente vários adversários, também eles empenhados em lutar pela vitória. O objectivo é rodar entre os três primeiros camiões tendo por meta a vitória e terminar entre os dez primeiros da classificação geral”, acrescentou.
    No Africa Eco Race 2011, Elisabete Jacinto irá ser navegada por José Marques, que vai ocupar o lugar que ao longo do corrente ano pertenceu ao belga Charly Gotlib. O mecânico Marco Cochinho será, como habitualmente, o terceiro elemento da tripulação do MAN TGS. Trata-se de uma equipa 100% portuguesa e apoiada pelo construtor germânico de camiões MAN.
    José Marques é um experiente navegador, conhecedor de África e que já participou várias vezes no Dakar. De salientar que Elisabete Jacinto é o piloto português com mais participações em provas africanas de todo-o-terreno. São quase três dezenas as competições que já disputou em África, onde a estreia teve lugar em 1997, no Rali da Tunísia, de moto.
    Última edição por benfas69; 09-01-2018 às 14:21.

  8. #533

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    Padrão Dakar 2011 - 19/12/2010

    Equipe Petrobras Lubrax repleta de novidades e pronta para o Dakar
    Quando todos se preparam para a chegada das festas de fim de ano, a Equipe Petrobras Lubrax esquenta os motores para mais uma participação no Rally Dakar, a sua 24ª. O maior desafio off road do mundo terá início no dia 1º de janeiro de 2011, em Buenos Aires, passará pelo Chile e retornará à capital argentina no dia 16, após cerca de nove mil quilômetros rodados.

    Para esta participação, a Equipe Petrobras Lubrax reservou novidades. A primeira delas é a mudança de categoria do piloto Jean Azevedo. Apenas nesta edição do rali, ele trocará o volante do carro pelo guidão da moto, e assim competirá com uma KTM 690.

    No lugar dele, entre os Carros, chegou o piloto Marlon Koerich, estreante no Dakar, mas experiente em provas brasileiras, como o Rally dos Sertões, onde venceu as edições de 2003 e 2005, nas categorias Production e Super Production, respectivamente.

    Marlon contará com o auxílio do navegador Emerson “Bina” Cavassin, que além dos ralis nacionais, também tem em seu currículo a participação no último Dakar, em janeiro de 2010. “Como sou estreante no Dakar sei que terei muitas surpresas pela frente. Ainda bem que terei o Bina ao meu lado, que já fez uma edição da prova”, ressaltou o piloto.

    A Equipe Petrobras Lubrax é conhecida por ser a única no mundo a competir o Rally Dakar em três categorias simultaneamente. Desta forma, está inscrita entre as motos, carros e caminhões.

    Na categoria Caminhões, os brasileiros André Azevedo e Maykel Justo continuarão a parceria no Dakar e terão como terceiro integrante o tcheco Mira Martinec, que também fará as funções de mecânico no decorrer do percurso. “O Mira conhece bem o caminhão que utilizaremos, o tcheco Tatra, e sua ajuda com certeza é de extrema importância, ainda mais por conta de algumas alterações que fizemos recentemente”, explicou o piloto André Azevedo, um dos fundadores da Equipe Petrobras Lubrax e referência no off road brasileiro.

    O caminhão Tatra recebeu algumas evoluções, visando maior competitividade no rali. São elas: troca de amortecedores, novos freios, redução de 900 quilos em seu peso total com a inserção de um baú mais leve e aros de alumínio nas rodas, e mudança do reservatório de combustível traseiro, melhorando o centro de gravidade do veículo.As etapas:
    01/01 – Buenos Aires / Victoria
    02/01 – Victoria / Córdoba
    03/01 – Córdoba / San Miguel de Tucumán
    04/01 – San Miguel de Tucumán / San Salvador de Jujuy
    05/01 – San Salvador de Jujuy / Calama – Chile
    06/01 – Calama / Iquique
    07/01 – Iquique / Arica
    08/01 – Dia de descanso em Arica
    09/01 – Arica / Antofagasta
    10/01 – Antofagasta / Copiapo
    11/01 – Copiapo / Copiapo
    12/01 – Copiapo / Fiambalá – Argentina
    13/01 – Fiambalá / San Juan
    14/01 – San Juan / Córdoba
    15/01 – Córdoba / Buenos Aires
    16/01 – Pódio de chegada em Buenos Aires.
    Última edição por barril; 03-01-2011 às 13:16.

  9. #534

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    Padrão Dakar’11: Cyril Esquirol com abandono prematuro


    O ex-campeão mundial de enduro, o francês Cyril Esquirol, foi a primeira vítima da 33ª edição do rali Dakar – Argentina/Chile ao cair da sua Honda 450 cerca do CP1. O francês foi prontamente assistido pelos médicos da organização que constataram que o piloto estava consciente, somente tinha contraído uma fractura na perna, e sem perigo de vida. De seguida, Esquirol foi levado no Helicóptero ao centro hospitalar da cidade de Cordoba para tratamento.
    Segundo consta, o problema surgiu numa curva com uma lomba e o piloto perdeu o controlo da moto.
    As chuvadas fortes que caíram tornaram o percurso extremamente escorregadio num dia que ligou as cidades argentinas de Vitória a Córdoba. Foram 192 quilómetros da especial cronometrada que tiveram com melhor tempo o português Ruben Faria. Contudo o algarvio sofreu uma penalização de um minuto por excesso de velocidade e desceu um lugar na classificação,tendo o seu ‘chefe de fila’ assumida a liderança.
    As etapas:
    01/01 – Buenos Aires / Victoria
    02/01 – Victoria / Córdoba
    03/01 – Córdoba / San Miguel de Tucumán
    04/01 – San Miguel de Tucumán / San Salvador de Jujuy
    05/01 – San Salvador de Jujuy / Calama – Chile
    06/01 – Calama / Iquique
    07/01 – Iquique / Arica
    08/01 – Dia de descanso em Arica
    09/01 – Arica / Antofagasta
    10/01 – Antofagasta / Copiapo
    11/01 – Copiapo / Copiapo
    12/01 – Copiapo / Fiambalá – Argentina
    13/01 – Fiambalá / San Juan
    14/01 – San Juan / Córdoba
    15/01 – Córdoba / Buenos Aires
    16/01 – Pódio de chegada em Buenos Aires.

  10. #535

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    Padrão Dakar’11: Ruben Faria venceu pela segunda vez consecutiva



    Ruben Faria (KTM) mostrou hoje que afinal, os portugueses não andam depressa só em território nacional. Nos primeiros 190 quilómetros cronometrados da 33.ª edição do Rali Dakar, a terceira na Argentina e Chile, o piloto de Olhão venceu a etapa disputada entre Vitória e Córdoba, na Argentina. Foi o segundo triunfo consecutivo de Ruben Faria (quarto no Dakar), que já vencera a derradeira especial do ano passado, a última com as 690cc Rallye. Agora foi o primeiro a vencer com as novas 450 Rallye no Dakar.Mas o algarvio mostrou muito mais. Desde logo, a propensão para brilhar nas primeiras etapas. Mas também o poderio da KTM, que parece pouco afectada pela alteração dos regulamentos, que acabou com as motos de 690cc que só a marca austríaca possuía. Foram quatro as máquinas laranja a terminar nos quatro primeiros lugares. Paulo Gonçalves (BMW), em quinto, a pouco mais de dois minutos do seu compatriota, foi o primeiro não-KTM.Ruben Faria repetiu o feito de 2007, quando venceu também a especial de abertura – em 2006 foi segundo, atrás do agora seu companheiro de equipa, Cyril Despres.“Era uma especial muito semelhante ao que estou habituado a encontrar em Portugal e estou muito contente por ter conseguido no final o melhor tempo. A especial adequava-se ao meu estilo de condução e senti-me muito confortável com a nova 450 e acabei por conseguir por me superiorizar a pilotos com estilos de condução muito diferentes”, disse Ruben Faria, que terminou com 29 segundos de vantagem sobre Després e 1m15s sobre Marc Coma (KTM).Para Paulo Gonçalves, este foi “um bom início” e o piloto de Esposende espera que “tudo corra bem à Bianchi Prata Vodafone”.
    Azar teve Hélder Rodrigues (Yamaha), que optou por um andamento mais tranquilo e foi 11.º. A sua assistência atrasou-se e o piloto de Sintra não pôde trocar os pneus com que fez os mais de 500 quilómetros de ligação. “Tive que arrancar para a etapa com pneus já demasiado gastos e por isso moderei bastante o andamento, nunca passei dos 155 quilómetros por hora. Consegui gerir a situação da melhor forma poupando o material e por isso estou satisfeito com o 11º lugar que alcancei. É verdade que perdi cinco minutos, mas mantenho a moral em alta porque o Dakar só está ainda a começar e posso recuperar o atraso nas etapas mais longas que aí vêm”, explicou o Estrelinha.
    A equipa Dakarteck foi toda bastante cautelosa e regular, sabendo de antemão que sendo a especial bastante curta, qualquer erro seria fatal e consequentemente a perda do grupo da frente. Pedro Oliveira foi 41º, Fausto Mota 69º e Rui Oliveira 73º classificados.
    “O objetivo está a ser cumprido. Imprimimos um ritmo regular ao longo de toda a etapa, e apesar de ter ficado mais atrás, as diferenças são pequenas e consegui andar perto dos meus colegas de equipa” disse o estreante nortenho, Rui Oliveira.
    Já Fausto Mota, bastante atento à prova comentou: ” Percebi que muitos pilotos estavam a ter problemas com os pneus devido ao calor. Se numa fase inicial achei que iria atacar, cedo percebi que a melhor opção seria ter um ritmo calmo e controlado. Ainda há muito Dakar pela frente, e o objectivo da equipa é chegar a Buenos Aires no dia 15 de Janeiro”.
    Quanto aos restantes, Pedro Bianchi Prata (BMW) manteve um bom ritmo e foi 37.º, enquanto João Rosa (Yamaha) foi 51.º.
    Amanhã disputa-se a segunda etapa, entre Córdoba e San Miguel de Tucuman, com 740 quilómetros, 300 deles ao cronómetro. Um traçado completamente novo, com a caravana a dirigir-se para o norte da Argentina. Mais uma vez, motos e autos vão ter parte da tirada separados. A organização promete muitos saltos para as motos e também muito sobe e desce para os carros, para alguém de algumas curvas cegas.
    Números…
    4
    Vitórias de etapas no Dakar conta já Ruben Faria, que venceu a segunda de 2006, a primeira de 2007 e a última de 2010. Para além da primeira etapa deste ano, que ontem se disputou.
    Classificações
    Motos
    1ª etapa
    1º Ruben Faria (KTM) 1h58m02s
    2º Cyril Després (KTM) a 29s
    3º Marc Coma (KTM) a 1m15s
    5º Paulo Gonçalves (BMW) a 2m18s
    11º Hélder Rodrigues (Yamaha) a 4m57s
    37º Pedro Bianchi Prata (BMW) a 15m45s
    41º Pedro Oliveira (Dakartek) a 17m26s
    51º João Rosa (Yamaha) a 22m15s
    69º Fausto Mota (Dakartek) a 26m15s
    73º Rui Oliveira (Dakartek) a 27m03s

  11. #536

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    Padrão Dakar’11: Ruben Faria sofre penalização e entrega comando a Despres!

    Ruben Faria acabou por perder a vitória que lhe foi atribuída na primeira etapa a relõgio. Não há dúvidas, o português foi sem dúvida o mais rápido, chegando mesmo a ultrapassar quatro pilotos de uma assentada na especial. No final, um total de 1h58m02 foi o tempo ‘gasto’ pelo oficial da KTM para percorrer os 192 quilómetros da especial situada entre Victoria e Córdoba.
    Apesar de deixar para trás Cyril Despres - para quem presta serviços de apoio neste Dakar - a vinte e nove segundos, e ainda outro dos favoritos a 1m15, o espanhol Marc Coma, Ruben Faria acabou por incorrer numa penalização por excesso de velocidade, que lhe foi somar um minuto ao tempo obtido na etapa do dia.“Não percebo muito bem o que se passou, não me recordo de ter cometido esse excesso, mas após algum tempo fui informado de que tinha excedido a velocidade num determinado ponto do percurso e juntamente com muitos outros pilotos acabei por ser penalizado e assim perdi a vitória. Depois do que fiz na pista fiquei aborrecido com isso, mas não havia nada a fazer.”
    Foram cerca de oito dezenas de pilotos a serem penalizados pelo mesmo motivo e no mesmo ponto do percurso e rapidamente se levantaram vozes acerca de um possível erro por parte do sistema de GPS que monitoriza todos os veículos em competição.
    “Era numa zona com muitas árvores e pode ter existido essa falha mas…” comentou Ruben Faria no ‘bivouac’ quando preparava a sua etapa de hoje, o terceiro dia de Dakar na estrada e segundo competitivo. Apesar do revés o olhanense mantinha no entanto a boa disposição e encontrava mesmo algo de positivo no facto de hoje ser o segundo na pista, atrás de Després.
    “Já sabia que hoje teria que perder dois minutos pelo menos para o Cyril para roda com ele, assim vou sair atrás dele e não perderei esse tempo logo inicialmente. Em termos tácticos é bem melhor esta situação, mas gostava de ter ficado com o primeiro lugar de ontem.”
    Desta feita, o português perdeu a liderança para Cyril Despres, estando agora na segunda posição, com vantagem de quinze segundos para Coma. Tudo está em aberto e muitos são os quilómetros ainda por percorrer até ao regresso a Buenos Aires.
    Classificações
    Motos
    1ª etapa
    1º Cyril Despres (KTM) 1h58m31s
    2º Ruben Faria (KTM) a 31s
    3º Marc Coma (KTM) a 1m15s
    5º Paulo Gonçalves (BMW) a 2m18s
    11º Hélder Rodrigues (Yamaha) a 4m57s
    37º Pedro Bianchi Prata (BMW) a 15m45s
    41º Pedro Oliveira (Dakartek) a 17m26s
    51º João Rosa (Yamaha) a 22m15s
    69º Fausto Mota (Dakartek) a 26m15s
    73º Rui Oliveira (Dakartek) a 27m03s

  12. #537

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    Padrão Dakar’11: Trio da Dakartek só pensa na chegada


    Após dois anos de interregno, a Dakartek está de volta às pistas. A equipa formada por Pedro Oliveira, com base nas Yamaha WR450F, parte cheia de ilusão, com o objectivo primeiro de mostrar ao mundo da competição o kit desenvolvido em Portugal especificamente para o Dakar.
    Escape, depósitos, carenagens e suporte de luzes e roadbook são as principais inovações, que permitem um peso mais baixo e uma melhor ergonomia do que os kits já existentes no mercado.
    O projecto nasceu da cabeça de Pedro Oliveira após a sua participação no Dakar de 2007, em África. Mas a anulação da prova no ano seguinte acabou por deixar o projecto como que suspenso, depois da participação inicial da própria Universidade de Aveiro no desenho das peças.Com o preço de 7500 euros, é possível ter à disposição um kit que torna uma normal moto de enduro numa arma capaz de enfrentar as agruras do Dakar. “Queremos mostrar que conseguimos fazer um kit resistente e melhor do que os existentes”, explica Pedro Oliveira, o mentor do projecto.
    Habitual piloto de enduro e TT, para além de empresário, Pedro Oliveira parte com o objectivo primeiro de terminar a prova. Mas uma classificação dentro dos 25 primeiros está perfeitamente ao seu alcance, até porque resistência, capacidade física e experiência na gestão de corridas não faltam. O problema será mesmo a navegação mas a recente participação no rali de Marrocos acabou por permitir treinar também esse aspecto.
    Mas desta vez Pedro Oliveira não vai sozinho. Para além da equipa de assistência, que inclui um camião, acompanham-no também Fausto Mota e Rui Oliveira, também empresários.
    O primeiro está há vários anos radicado em Espanha, onde participa regularmente em provas como a Baja Aragón, sem contar com participações no campeonato português de TT.
    Já Rui Oliveira está mais habituado ao outro lado do paddock, ou não fosse ele um dos mentores da CRN/Motofundador, equipa que tem dado cartas no Nacional de Enduro e que já conseguiu brilharetes no campeonato do Mundo da especialidade.
    O grande desafio para a equipa será terminar. Mas, mais do que isso, terminar sem problemas mecânicos.
    Mas para além destes três elementos, Pedro Oliveira vai contar com um aliado de peso: Hélder Rodrigues. O piloto de Sintra vai utilizar as carenagens da Dakartek e ajudar na divulgação deste produto made in Portugal. A pensar na Argentina.
    Os últimos desenvolvimentos técnicos do kit foram testados no rally de shamorock, em Marrocos, em mais de dois mil quilómetros nas areias africanas.

  13. #538

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    Padrão Rali Dakar… Uma tradição em palavras!


    O Rali Dakar é considerado o maior e mais dura prova de Todo-o-Terreno do mundo. Inicialmente, a prova decorria entre a Europa e a África, com a maior parte das edições a terminar nas praias da capital senegalesa, Dakar, depois de uma árdua passagem pelo deserto do Saara. Desde o seu início, o Dakar é já um ‘habitué’ que começa com regularidade anual e começo sempre na primeira semana de cada ano. Nele competem as categorias de automóveis, motos e camiões. A história e o percurso… O Dakar teve a sua primeira edição em 1979, iniciada na altura a 26 de Dezembro de 1978, exactamente um ano após Thierry Sabine, fundador do Dakar, se ter perdido no deserto, aquando a sua participação no rali Abidjan-Nice, de moto e decidir que seria um bom sítio para um rali regular. Por alguns anos o rali iniciava-se sempre em Paris e terminava em Dakar, interrompendo-se por um dia pela travessia marítima do Mediterrâneo. Devido a razões políticas, de segurança, patrocínios entre outros factores, nos últimos anos o rali Dakar tem variado tanto no país de partida como de chegada. Antes da viragem para terras sul-americanas, tanto em 2006 como no ano seguinte, os participantes partiram de Portugal, rumo a Dakar, por ocasião do Lisboa-Dakar. Em 2008, devido a possíveis ameaças terroristas, o evento não teve partida.
    Curiosidades…
    No primeiro Paris-Dakar, de 1978, dos 170 participantes que saíram de Paris, apenas 69 chegaram a Dakar. Em média, o evento reúne cerca de 500 veículos, entre carros, motos e camiões.
    O percurso tem mudado a cada ano. Em 2003, o rali largou de Marselha, na França, passou pela Espanha, Tunísia e pela Líbia até chegar a Sharm El Sheikh, às margens do rio Vermelho, no Egipto.
    Em 2009 foi a primeira vez que o rali Dakar se disputou na América do Sul. Depois do cancelamento em 2008, ficou decidida a mudança de continente para aumentar os níveis de segurança. Em 2010, o Dakar voltou a ser na Argentina e no Chile. Muito se tem especulado relativamente a um possível regresso do rali a terras africanas, mas, apesar da probabilidade de que a competição volte para o continente de origem ser bastante significativa, apostar na continuidade de permanência na América do Sul não deixa de ser uma possibilidade.
    O cancelamento da edição de 2008…
    A 4 de Janeiro de 2008, um dia antes do seu início, a edição desse mesmo ano foi cancelada devido à suposta falta de segurança na Mauritânia, onde dias antes quatro turistas franceses haviam sido assassinados. Surgiram também ameaças da rede terrorista Al Qaeda e, apesar do governo da Mauritânia discordar da falta de segurança, a ASO não validou a partida e os prejuízos foram notáveis em todos os sentidos.
    Os vencedores…
    Ano Vencedor
    1979 Cyril Neveu, Fra (Yamaha)
    1980 Cyril Neveu, Fra (Yamaha)
    1981 Hubert Auriol, Fra (BMW)
    1982 Cyril Neveu, Fra (Honda)
    1983 Hubert Auriol, Fra (BMW)
    1984 Gaston Rahier, Bel (BMW)
    1985 Gaston Rahier, Bel (BMW)
    1986 Cyril Neveu, Fra (Honda)
    1987 Cyril Neveu, Fra (Honda)
    1988 Edi Orioli, Ita (Honda)
    1989 Gilles Lalay, Fra (Honda)
    1990 Edi Orioli, Ita (Cagiva)
    1991 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1992 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1993 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1994 Edi Orioli, Ita (Cagiva)
    1995 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1996 Edi Orioli, Ita (Yamaha)
    1997 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1998 Stephane Peterhansel, Fra (Yamaha)
    1999 Richard Sainct, Fra (BMW)
    2000 Richard Sainct, Fra (BMW)
    2001 Fabrizio Meoni, Ita (KTM)
    2002 Fabrizio Meoni, Ita (KTM)
    2003 Richard Sainct, Fra (KTM)
    2004 Joan Roma, Esp (KTM)
    2005 Cyril Despres, Fra (KTM)
    2006 Marc Coma, Esp (KTM)
    2007 Cyril Despres, Fra (KTM)
    2008 Cancelado
    2009 Marc Coma, Esp (KTM)
    2010 Cyril Despres, Fra (KTM)
    2011 em números…
    430 inscritos (mais 68 do que em 2010)
    183 motos (mais 32)
    33 quads (mais 8 )
    146 carros (mais 12)
    68 camiões (mais 16)
    51 nacionalidades (mais 11)
    13 mulheres inscritas
    136 estreantes
    20 anos (idade do mais novo)
    69 anos (idade do mais velho)
    14 etapas (13 especiais)
    9500 quilómetros
    11 portugueses
    190 países vão emitir imagens da prova
    156 jornalistas acreditados
    70 canais de televisão
    57 fotógrafos
    23 000 pequenos almoços vão ser servidos
    100 000 litros de água fornecidos

  14. #539

    Registo
    Apr 2007
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    Padrão Equipa Bianchi Prata em bom ritmo na primeira etapa do Dakar

    Os pilotos da Equipa Bianchi Prata entraram com o pé direito em 2011 e no Rali Dakar: Paulo Gonçalves obteve o sexto lugar e Pedro Bianchi Prata alcançou o 33º lugar
    O verdadeiro e lendário desafio teve início este domingo. Durante as próximas duas semanas, os pilotos terão de ultrapassar vários obstáculos nos mais diversificados pisos e nas mais adversas temperaturas. A primeira etapa do Rali Dakar Argentina-Chile 2011 contou com 192 quilómetros de especial. A ligação, de 566 quilómetros, estabeleceu-se entre as localidades de Victoria a Córdoba. O trajecto com faixas estreitas, algum piso montanhoso e técnico foi o que os pilotos tiveram de superar.
    Os pilotos da Equipa Bianchi Prata entraram com o pé direito em 2011 e no Dakar: Paulo Gonçalves obteve o sexto lugar e Pedro Bianchi Prata alcançou o 33º lugar. Ambos referiram que optaram por não arriscar nesta primeira etapa, pois o rali é longo, tendo Paulo Gonçalves manifestado a sua determinação após a etapa: “Alcancei um óptimo lugar apesar de não ter arriscado muito. O rali é muito longo e vão haver etapas mais decisivas e árduas que esta”.
    Pedro Bianchi Prata reforçou qual é o objectivo da equipa no Dakar sul-americano: “Foi um dia muito duro, tivemos de acordar às 3:20 da manhã. Foram cerca de 12 horas em cima da moto. Devido ao meu número (32) ser alto, apanhei muito pó e preferi não arriscar nada. Estou contente com o resultado do Paulo. Estamos no início do Rali Dakar, ainda faltam muitas etapas, o nosso objectivo é um lugar no pódio”.
    A segunda etapa do Rali Dakar 2011 vai ligar as cidades de Córdoba a San Miguel de Tucuman com uma especial cronometrada de 300 quilómetros.
    Última edição por barril; 03-01-2011 às 22:32.

  15. #540

    Registo
    Apr 2007
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    Padrão Dakar’11: Ruben Faria é quinto com Despres a vencer 3ª etapa


    O terceiro dia da 33ª edição do rali Dakar-Argentina Chile apresentou uma especial cronometrada totalmente inédita e que ligou Córdoba a San Miguel de Tucumán, na Argentina.
    Foram pistas com muitos saltos, curvas bastantes apertadas a chamar atenção à navegação onde o francês da Cyril Despres, em KTM, levou a melhor nos 300 quilómetros cronometrados com 3h19m11s, menos 1m49s que o segundo classificado do dia.
    Ruben Faria, que tinha ganho o dia anterior e desceu ao segundo posto devido a penalização por excesso de velocidade, demorou mais 5m42s que o seu ‘chefe de equipa’. O piloto algarvio foi o melhor luso seguido pelo piloto de Esposende, Paulo Gonçalves, que obteve o oitavo melhor tempo da etapa.

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