Monumentos e símbolos arquitectónicos de diversos países, como Alhambra, Torre de Tóquio ou Cristo Rei juntam-se à iniciativa Hora do Planeta e desligam as luzes às 20h30 de 26 de Março para alertar contra o aquecimento global.

O objectivo da Hora do Planeta, que será entre as 20h30 e as 21h30, é levar os cidadãos a desligarem as luzes, assinalando o seu compromisso com o planeta, partilharem histórias e acções que beneficiem a Terra, através da internet, e adoptarem comportamentos diários sustentáveis, como explica a WWF, a associação ambientalista promotora da iniciativa.

Gateway of India ou o Cristo Redentor, no Brasil, Torre Eiffel, em França, Ponte da Liberdade, na Hungria, a Sinfonia de Luzes de Hong Kong (maior luz permanente do mundo) são exemplos de pontos de referência mundiais que se associam à defesa do planeta, enquanto em Portugal a WWF refere centenas de monumentos de 40 cidades.

Em Lisboa, a Ponte 25 de Abril, as estações do Rossio e de Santa Apolónia, o Aqueduto das Águas Livres, o Teatro D. Maria II, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos estarão às escuras.

Àqueles «pontos de referência irão juntar-se a centenas de milhões de pessoas, de empresas, comunidades e governos, em todo o mundo, que desligarão as luzes durante a Hora do Planeta, transcendendo as barreiras de raça, religião, cultura, sociais, geracionais e da geografia, numa celebração global do compromisso com a protecção da única coisa que nos une a todos - o planeta», salienta um comunicado da WWF.

Nepal, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Vietname, Finlândia, África do Sul, Japão, China, Turquia, Hungria são outros países onde será visível a participação na iniciativa.

A rede da WWF/Hora do Planeta incentiva, desta forma simbólica, cidadãos e comunidades a «tomarem as rédeas» do seu destino e da protecção da terra, transmitindo aos responsáveis locais a necessidade de alterar comportamentos com vista a proteger a natureza.

A WWF é uma organização independente de conservação da natureza, com quase cinco milhões de membros e uma rede global activa em mais de 100 países.

Lusa/SOL