Vale a pena reflectir, sobre o episódio de mais um assalto em moda, quem é como quem diz, a uma casa de compra e venda de ouro, em que é evidente a facilidade com que se aperta o gatilho de uma arma, apontada à cabeça de uma cidadã, que só não foi assassinada no seu local de trabalho, porque a arma encravou e o assaltante, sem perceber muito bem o que aconteceu, foge do local, levando o produto do assalto. Depois de ter furtado a existência em ouro que encontrou durante o saque e cerca de quatro mil euros em dinheiro, numa loja de compra e venda de ouro em Almada, o assaltante, um homem de 31 anos, assim sem mais, como se estivesse a mastigar uma pastilha, encostou a pistola à cabeça da funcionária da loja, olhou-a nos olhos e disse: "Tu lembras-te de mim, por isso eu mato-te", e premiu o gatilho. Para felicidade da vítima, a arma encravou e o disparo não aconteceu, o assaltante surpreendido, colocou a pistola entre as pernas, para tentar de perceber o que se passara. Foi então que aconteceu o tiro de surpresa, mas para o solo. O homem ainda olhou para a funcionária por segundos, mas pôs-se em fuga sem concretizar, o disparo que tinha destinado àquele cidadã, cujo único crime que esta cometeu, foi ter um emprego de altíssimo risco. Informa a Policia Judiciária, que o criminoso já foi detido, encontrando-se sob a alçada daquela polícia em Setúbal.