Accionadas mais de 730 mil viaturas de emergência em 2011


O Instituto Nacional de Emergência Médica accionou, em 2011, mais de 730 mil meios para responder a situações de urgência, representando um aumento de três por cento em relação ao ano anterior, anunciou hoje o INEM.

Dados do INEM divulgados hoje revelam que no ano passado foram accionados 730.250 meios, nomeadamente motas, ambulâncias, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros.

As ambulâncias de emergência médica lideraram as saídas, com 395.191 accionamentos (+0,4 por cento em relação a 2010), seguindo-se as ambulâncias de suporte básico de vida (126.137, mais 5 por cento), as ambulâncias postos reserva (115.698, mais 4 por cento), as ambulâncias de suporte imediato de vida (28.506, mais sete por cento) e as de suporte avançado de vida pediátrico (1.500, mais 7 por cento).

Os meios que registaram a maior subida de accionamentos foram as motas (2.745, mais 74 por cento relativamente a 2010), os helicópteros (1.247, mais 18 por cento) e as viaturas médicas de emergência e reanimação (59.226, mais 11 por cento).

Os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM, perante um pedido de socorro, via 112, para situações de emergência médica, seleccionam os meios mais adequados para enviar, com base na situação clínica da vítima, explica o Instituto em comunicado.

«Os meios de emergência do INEM destinam-se a prestar assistência em situações de risco de vida iminente ou quando está em causa uma função vital da vítima. Como tal, devem ser utilizados com rigorosos critérios, que neste caso são a situação clínica da vítima», acrescenta.

O INEM apela ainda à colaboração de todos os cidadãos, aconselhando que em caso de acidente ou doença súbita liguem para o 112 e informem de «forma simples e clara» sobre o tipo de situação, descrevendo as queixas e principais alterações observadas na vítima, a «localização exacta» onde se encontra e a existência de qualquer situação que exija outros meios para o local, como libertação de gases ou perigo de incêndio.


Lusa/SOL