Euforia na chegada a Figo Maduro

Eram cerca de 1.200 adeptos do Sporting, segundo as estimativas da própria polícia, que aguardavam a chegada da equipa leonina da Ucrânia.

Entre cânticos e tochas acendidas - e gritos avisando que nem a chuva que caía os fazia demover -, entraram em estado de euforia assim que o autocarro da equipa se avistou ao fundo da rua de acesso ao aeroporto de Figo Maduro.

Uma alternativa às instalações da Portela, já usada na chegada Manchester, que facilita muito o trabalho do corpo de intervenção e dos spotters presentes (não mais de duas dezenas) no local.

Faltavam 20 minutos para as sete da manhã, quando o autocarro do Sporting, no qual vinha a equipa e o presidente Godinho Lopes, acabou engolido pela multidão, que acabou por fazer demorar a equipa mais de 20 minutos, para gáudio dos adeptos e até dos próprios jogadores quem, apesar de não terem saído do autocarro, levantaram-se dos bancos e andaram a saltar no corredor do autocarro ao som cânticos dos adeptos.

O que só fez aumentar o entusiasmo dos que, à chuva, não deixaram de apoiar a equipa em mais uma eliminatória ultrapassada na Liga Europa, agora já com a presença assegurada nas meias-finais, na qual irão defrontar o Athletic de Bilbao.

Aliás, um dos vários cânticos entoados foi precisamente «A Bilbao eu vou».

Rui Patrício, por ter defendido o penalty que segurou o empate no encontro, foi um dos mais aplaudidos e animados pelos adeptos, mas também se ouviu o nome de Diego Capel, Marat Izmailov, Matías Fernández e, claro, do treinador Ricardo Sá Pinto, que se mostrou sempre sensibilizado pelo forte apoio que os adeptos fizeram questão de mostrar.

Foi já com o sol a iluminar por entre as nuvens carregadas que o autocarro conseguiu iniciar vagarosamente a sua marcha, sendo perseguido por um grupo de uma centena de adeptos até à sua entrada no início da Segunda Circular, numa iniciativa de apoio que ocorreu sem incidentes.

Veja as fotos de Rui Raimundo/ASF:

A Bola