1. #1
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    Padrão Fogo posto num prédio em Queluz mata três pessoas



    Três pessoas morreram hoje vítimas de um incêndio num prédio da Rua de Timor, em Queluz, provocado por um indivíduo que já se entregou às autoridades, disse à Lusa fonte da PSP.
    Segundo a mesma fonte, o homem suspeito de estar na origem do incêndio entregou-se na esquadra da PSP na Mina, concelho da Amadora.
    Os bombeiros foram chamados às 7h10 de hoje devido a um fogo que deflagrou no elevador do prédio, adiantou à Lusa o segundo comandante da corporação de Queluz, Luís Santos.
    O responsável acrescentou que os três cadáveres - um homem de meia-idade e duas mulheres que deverão ser mãe e filha - foram descobertos dentro do elevador, depois de o incêndio ter sido extinto e serão, alegadamente, familiares do indivíduo que apresentou na esquadra.
    No local, a combater o fogo, estiveram 10 bombeiros, apoiados por quatro veículos, dois dos quais ambulâncias.
    A Polícia Judiciária já foi chamada ao local para iniciar as investigações, tendo, entretanto, chegado uma equipa de apoio do INEM, que irá prestar apoio psicológico a alguns familiares dos mortos, que se encontram nas imediações.


    Fonte: Lusa/SOL






  2. #2
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    Padrão Uma das vítimas já tinha sido ameaçada e andava com segurança privado

    Uma das vítimas do triplo homicídio que ocorreu esta manhã em Queluz (Amadora) já tinha sido ameaçada de morte pelo suspeito do crime e andava há cerca de um ano com um segurança privado, disse hoje fonte da PSP.
    «Há cerca de um ano houve uma chamada feita para a polícia, de uma senhora que hoje morreu, a dizer que andava a ser ameaçada de morte com arma pelo suspeito», contou a fonte à Lusa.
    De acordo com a mesma fonte, «nesse dia, a polícia foi à zona, conseguiu encontrar o suspeito, revistou o carro, o suspeito autorizou também uma busca à casa e não foi encontrada arma nenhuma». A fonte disse ainda que as «ameaças a esta senhora tiveram início há cerca de dois anos», tendo a vítima contratado um segurança privado «que a acompanhava sempre há cerca de um ano» e que acabou também por ser uma das vítimas mortais.
    Na origem do triplo homicídio estarão quezílias sobre heranças e partilhas, indicou.
    Segundo vários moradores no local, o suspeito morava no mesmo prédio de uma das vítimas e é cunhado dela.
    Vários moradores adiantaram também à Lusa que o que provocou o homicídio terá a ver com questões de heranças relativas a duas clínicas: uma de fisioterapia e uma de análises clínicas, propriedade da família.
    Em declarações à Lusa, um dos funcionários de uma das clínicas afirmou que pediu anonimato «o suspeito foi sócio-gerente das duas clínicas mas desavenças com a sócia levaram-no a ser destituído do cargo de gerente, deixando de auferir o ordenado. Ele estava impedido pelo tribunal de entrar nas clínicas».
    Por seu lado, o morador do prédio Anderson Alves disse à Agência Lusa ter percebido vários gritos e barulho dentro do elevador, seguido de um incêndio e terá alertado os bombeiros por volta das 6h30. «Ouvi um barulho dentro do elevador e os gritos das pessoas. Pensava que era só um incêndio e chamei os bombeiros a essa hora», contou Anderson Alves.
    O fogo causou a morte de três pessoas - um homem de meia-idade e duas mulheres, mãe e filha - e o alegado homicida entregou-se na esquadra da Mina, Amadora, de acordo com fontes dos bombeiros e da PSP.
    Vários moradores adiantaram ainda que os implicados – o alegado criminoso e as vítimas - viviam no mesmo prédio, sendo que o suspeito era familiar das mulheres, enquanto o homem que morreu era o segurança contratado.
    Chamados cerca das 7 horas, os bombeiros encontraram os três cadáveres dentro do elevador, depois de extinto o fogo, tendo já sido chamada a Polícia Judiciária para iniciar as investigações.
    Às 11h45 ainda se encontravam no local vários bombeiros e polícias, assim como duas viaturas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
    Dentro do edifício estão dois técnicos forenses e a Polícia Judiciária a investigar o triplo homicídio.

    Fonte: Lusa/SOL




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