A hora de almoço estava a aproximar-se e a lenha que Manuel Santos colocou no fogareiro teimava em arder lentamente. Por isso, o homem de 34 anos resolveu pegar num bidão de diluente e regar as chamas para aumentar a combustão. A explosão foi imediata e atingiu-o num braço. A mãe, de 74 anos, estava atrás e sofreu queimaduras na face. Rosa e o filho, residentes na rua do Godinho, em Maceda, Ovar, foram levados para a Unidade de Queimados do Hospital de S. João, Porto, com queimaduras graves. Não correm risco de vida.



A hora de almoço estava a aproximar-se e a lenha que Manuel Santos colocou no fogareiro teimava em arder lentamente. Por isso, o homem de 34 anos resolveu pegar num bidão de diluente e regar as chamas para aumentar a combustão. A explosão foi imediata e atingiu-o num braço. A mãe, de 74 anos, estava atrás e sofreu queimaduras na face. Rosa e o filho, residentes na rua do Godinho, em Maceda, Ovar, foram levados para a Unidade de Queimados do Hospital de S. João, Porto, com queimaduras graves. Não correm risco de vida.

"Quando ouvi o estrondo da explosão percebi logo que algo de muito grave se passava e corri em direcção à casa. Ainda vi o Manuel com o braço em fogo e atirei-lhe água para cima. Foi horrível", explicou ao Correio da Manhã o vizinho Manuel Alberto. "Com o susto, ele correu para a porta da cozinha, onde estava a mãe, e as chamas atingiram-na na cara", acrescentou . "Ela gritava muito, com dores, mas, com alguma sorte, o fogo não lhe atingiu os olhos", contou Manuel Alberto.

Relembrando um fogo que atingiu a casa de Rosa ‘D’Arminda’, como é conhecida a mulher, em 2000, os vizinhos chamaram de imediato os bombeiros.

Assim que chegaram ao local, os socorristas dos bombeiros de Esmoriz estabilizaram as vítimas e transportaram-nas ao Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira. Contudo, ao início da tarde, Manuel e Rosa acabaram por ser transferidos para o Hospital de S. João, na cidade do Porto, onde ficaram internados.

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