Os trabalhadores do sexo representam 2% dos 5,5 milhões de população activa: "Serão cerca de cem mil os que trabalham na prostituição, striptease, linhas eróticas ou em filmes pornográficos", avançou ao CM, Luís Mendão, presidente do Grupo Português de Activistas sobre o Tratamento VIH/sida.



Luís Mendão integra a rede de associações que ontem em Lisboa divulgaram a campanha ‘Trabalho Sexual é Trabalho'. O movimento reclama direitos laborais para uma actividade que, segundo Alina Santos, investigadora da Agência Piaget para o Desenvolvimento, "é marginalizada e não permite ter reforma ou subsídio de desemprego".

cm