Mais de 300 toneladas de azeite, distribuídas por 17 contentores e prontas a serem exportadas para o Brasil e Canadá, não saíram ontem do território nacional devido à greve dos trabalhadores portuários.



Este é apenas um exemplo de um dos fornecedores – que, para evitar "represálias", preferiu não se identificar – afectados por uma paralisação que, segundo o sindicato dos trabalhadores, se poderá prolongar para lá de Outubro.

O apelo a uma requisição civil dos trabalhadores, feito pelas associações empresariais, é, segundo o secretário de Estado Marques Guedes, "uma bomba atómica que não está em cima da mesa". O governante pediu ainda "sensatez" no sentido de se "perceber a importância das exportações no contexto actual do País".

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