A Polícia Judiciária do Porto não encontrou provas de que Bragança Fernandes, presidente da Câmara da Maia, e Silva Tiago, ‘vice’ da autarquia, tenham cometido qualquer crime.



Em causa estavam suspeitas de diversas irregularidvítor chiades, em 2009, que levaram a que os autarcas fossem investigados, mas no início deste ano a PJ enviou o relatório final para o Ministério Público, onde propõe o arquivamento.

A investigação a Bragança Fernandes e a Silva Tiago foi desencadeada através de uma denúncia anónima, que dizia que os autarcas tinham cometido várias irregularidades na admissão de pessoal e que tinham utilizado indevidamente o motorista e o carro oficial da autarquia.

Os dois arguidos foram alvo de intercepções telefónicas, que acabaram por conduzir a buscas domiciliárias. Não foi, no entanto, encontrado qualquer documento que indiciassem que houve crime. Os inspectores ainda apreenderam 63 mil euros na casa de Bragança Fernandes, mas a justificação dada foi considerada suficiente: tinha retirado o dinheiro da sua conta do BPN, depois de o escândalo no banco ter rebentado.

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