Miguel Relvas rejeita em absoluto ter tido qualquer comportamento ilícito na gestão do dossier das privatizações da REN e da EDP e acusa o diário Público de estar a promover uma campanha contra a sua honra.
Em comunicado, o gabinete do ministro dos Assuntos Parlamentares diz que «é fácil constatar o objectivo do jornal Público», explicando que a notícia hoje publicada pelo diário da Sonae mais não é do que uma forma de «denegrir, injustificada e gratuitamente, a honra, a consideração e a imagem» de Miguel Relvas.
Por isso mesmo, Relvas considera que tudo o que tem sido escrito no Público sobre si não passa de «especulações e insinuações, sem rigor e sem objectividade nas notícias veiculadas».
Para a assessoria de Relvas, as notícias são «esvaziadas de conteúdo», mas ainda assim «susceptibilizam, pela forma como são intituladas, aparências falsas do seu pretenso envolvimento em actuações irregulares e/ou ilícitas».
Na nota enviada às redacções, a assessoria de imprensa de Miguel Relvas frisam, aliás, o facto de a própria notícia do Público deixar claro que o ministro dos Assuntos Parlamentares «é de todo e em absoluto estanho à mais ligeira suspeita, sequer, de qualquer intervenção ilícita no quadro das privatizações da EDP e da REN».
O mesmo comunicado sublinha que não está em curso qualquer processo ou investigação a Relvas.
«Acresce que há breves dias, concretamente em 1 do corrente mês de Outubro, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal do Ministério Público, informou de que 'não corre qualquer processo-crime neste DCIAP contra V.Exª' (Miguel Relvas)», lê-se na nota enviada pelo gabinete do ministro.

Fonte: SOL