Os trabalhadores gregos começaram, esta quarta-feira, um greve geral que vai durar dois dias, durantes os quais estão previstos vários protestos de modo a a pressionar os líderes da União Europeia que quinta-feira e sexta-feira se vão reunir em Bruxelas.

Esta é já a quarta greve geral que se regista este ano na Grécia contra políticas económicas na qual advogados, notários, farmacêuticos e médicos foram chamados a parar pelos principais sindicatos do país, tendo também os jornalistas aderido à greve.

«Assalariados e pensionistas têm aguentado sozinhos o peso da crise económica enquanto os delinquentes fiscais que a criaram estão a salvo», acusa o sindicato GSEE, que representa milhares de trabalhadores do setor privado, apelando aos seus membros para que na quinta-feira protestem para bloquear «medidas que dissipam tanto a sociedade como a economia».

Também os funcionários se juntam à mobilização e a associação dos comerciantes gregos apelou ao encerramento geral das lojas na quinta-feira, o segundo dia de greve que assinala o início da Cimeira Europeia, em Bruxelas.




lusa