Dezenas de pessoas assistiram ontem, no Tribunal de Tondela, à segunda sessão de julgamento da florista acusada do homicídio de uma tia, que terá asfixiado.



A diligência de ontem demorou poucos minutos, uma vez que o presidente do colectivo de juízes teve uma indisposição. Para a arguida, Cidália Calheiros, de 49 anos, o adiamento representa "uma angústia acrescida", pois deseja "que tudo se resolva o mais depressa possível", porque está "farta de ser enxovalhada". A vítima, Cília de Sousa, de 69 anos, tinha "várias escoriações na face e nos braços". Para o Ministério Público, há indícios de que "o pescoço terá sido apertado" e de que "morreu engasgada".

Na primeira sessão do julgamento, a arguida ficou em silêncio e foram ouvidos os inspectores da PJ e a médica- -legista, que disse "não poder afirmar, com certeza, a causa da morte".

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