Renato Seabra foi ontem ameaçado de expulsão da sala de audiências do Supremo Tribunal de Nova Iorque pelo juiz Daniel Fitzgerald, no julgamento do homicídio de Carlos Castro – de que o modelo é acusado –, depois de ter gritado perante os jurados.



"Se falar enquanto os jurados estão na sala, vou retirá-lo do tribunal", avisou o juiz, no retomar do caso após a interrupção de duas semanas devido ao furacão ‘Sandy' e às eleições norte-americanas.

Após a reprimenda, Seabra levou uma segunda advertência ao rir-se à gargalhada com a ameaça de Fitzgerald. William Barr, psicólogo chamado pela acusação, esteve novamente em tribunal.

Foi peremptório em afirmar que a insanidade de Renato tinha sido encenada e que este teve plena consciência dos seus actos. Barr afirmou que o modelo "mentiu a toda a gente", contrariando a tese da defesa.

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