O Ministério Público atenuou ontem as responsabilidades de Guilhermina Rego, vereadora da Câmara do Porto, num caso de fraude fiscal em empresas do seu universo familiar, que está a ser julgado no Tribunal de Gaia.



"Haverá dúvidas quanto à sua participação", admitiu o procurador, nas alegações finais do processo em que Guilhermina e mais 21 arguidos estão a ser julgados sob a acusação de terem lesado o Fisco em cinco milhões de euros, através de um esquema de facturas falsas. "Mas também tem algum envolvimento", concluiu o procurador.

Guilhermina tinha assento na administração da empresa que estaria no centro do esquema, mas diz que a gestão era feita por dois irmãos.

cm