Isaltino Morais, que depois de esgotados todos os recursos deverá entrar na cadeia a qualquer momento, para cumprir os dois anos a que está condenado pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, está no Gabão, país sem acordo de extradição com Portugal, porque o Tribunal de Oeiras não acautelou na medida de coacção aplicada que, além de ter prestado o termo de identidade e residência no processo, o presidente da câmara local tivesse também de entregar o passaporte à Justiça.



Ontem, a propósito da notícia do CM sobre a viagem de Isaltino a acompanhar a selecção nacional de futebol, o autarca reagiu afirmando ser "do conhecimento das autoridades" as suas viagens ao estrangeiro em funções ou "a título privado".

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