Seis menores do sexo masculino, com idades entre os 12 e os 14 anos, foram esta sexta-feira presentes a tribunal em Mookgophong, província sul-africana do Limpopo, e acusadas do homicídio e agressão sexual de outras três crianças.



Dando cumprimento aos requisitos da lei sul-africana, os seis arguidos não foram identificados e ninguém foi autorizado a ocupar a galeria pública do tribunal durante a audiência para proteger a identidade dos arguidos.

As autoridades apenas divulgaram uma fotografia dos suspeitos do triplo homicídio na qual aparecem de costas para a câmara.

Segundo um porta-voz da polícia da província do Limpopo, as três vítimas (uma rapariga e os seus dois primos) foram encontradas mortas em meados de agosto numa zona arborizada nas imediações de Mookgophong, com os pés e mãos amarrados.

Seguindo várias pistas, as autoridades acabaram por deter na quinta-feira os seis suspeitos.

A polícia não revelou quais são as prováveis causas deste triplo homicídio, que está a chocar a opinião pública sul-africana, mas admitiu que a vítima, de 12 anos, foi violada antes de ser morta.

"Os três foram mortos com golpes desferidos com pedras, que foram encontradas, cobertas de sangue, junto dos corpos", disse o brigadeiro Hangwani Malawuzi.

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