Como é já habitual há vários anos, a Microsoft disponibiliza todas as segundas terças-feiras de cada mês uma pack de actualizações referente aos seus produtos, tais como o Windows, o Office, entre outros. O Microsoft Malicious Software Removal Tool é uma das aplicações que é disponibilizada e que pode ser transferido através da página do Centro de Transferências da Microsoft ou então através do Windows Update. Sem dúvida uma importante ferramenta na «caça» a software malicioso e prejudicial ao nosso nosso sistema.

Estarmos protegidos é meio caminho para evitar dores de cabeças, mas penso que a grande maioria dos nossos leitores já o sabe. A apresentação esporádica de ferramentas gratuitas de protecção tornou-se uma obrigação, por isso é que o Microsoft Malicious Software Removal Tool já faz parte do nosso quadro de honra.



Para os que ainda não conhecem, trata-se de uma poderosa ferramenta disponibilizada pela Microsoft com o objectivo de verificar e eliminar software malicioso (incluindo o Blaster, Sasser e o Mydoom, entre outros mais recentes de igual forma perigosos) protegendo assim o seu computador de infecções por software indesejado.



O software não requer instalação pelo que basta apenas correr o executável e escolher entre uma análise rápida, uma análise completa ou uma análise personalizada. A verdade é que se recomenda uma análise completa que, embora seja um processo mais moroso, garante uma maior eficácia na procura de software indesejado.



Quanto à análise personalizada, a única diferença reside no facto de a pesquisa se centrar numa determinada do sistema pasta definida por nós mesmos.



Para efeitos de teste e apresentação optei pela análise rápida que demorou pouco mais de alguns escassos minutos.



Tratando-se de uma máquina «minimamente» limpa e com algumas medidas de segurança, o relatório da análise rápida não podia ser mais favorável: «Não foi detectado software malicioso».



No final podemos inclusive dar uma vista de olhos no relatório criado no pós-pesquisa e análise. Mais simples é quase impossível.

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