A juíza Marixa Rodrigues, que preside no Tribunal de Contagem, estado brasileiro de Minas Gerais, ao julgamento do ex-guarda-redes Bruno, impediu ontem uma manobra do arguido para adiar o julgamento, negando-lhe o pedido para destituir a defesa.

A juíza Marixa Rodrigues, que preside no Tribunal de Contagem, estado brasileiro de Minas Gerais, ao julgamento do ex-guarda-redes Bruno, impediu ontem uma manobra do arguido para adiar o julgamento, negando-lhe o pedido para destituir a defesa.

Bruno, acusado da morte da sua ex-amante Eliza Samúdio, pediu que os seus dois advogados, Rui Pimenta e Francisco Simim, fossem destituídos, alegando discordar da estratégia de um deles e porque o outro defendia também a sua ex-mulher, Dyanne, o que prejudicava ambos. Mas a juíza indeferiu o pedido, afirmando não aceitar manobras para adiar o julgamento, e decidiu que Dyanne e o ex--polícia ‘Bola’ irão ser julgados à parte. Assim, estão agora em tribunal apenas Bruno, o seu amigo ‘Macarrão’ e a sua ex-namorada Fernanda Castro

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