O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa rejeitou, mais uma vez, uma certidão do processo Face Oculta. Quase dois anos depois de Paulo Penedos ter sido constituído arguido, naquele departamento, por suspeitas de tráfico de influências, o DIAP vem dizer que afinal a investigação compete a Aveiro.



O processo foi novamente enviado para Carlos Filipe, procurador que está afecto aos processos relacionados com o caso Face Oculta. Estão em causa suspeitas de tráfico de influências. O Ministério Público alega que o advogado usou o facto de ser filho do presidente da REN para prestar serviços jurídicos a empresas de renome e obter decisões favoráveis. Por sua vez, Paulo Penedos remeteu para o processo os documentos que demonstram que continua a exercer as mesmas funções, embora o pai já tenha abandonado a presidência da REN há três anos.

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