Macarrão acusou o seu amigo de infância, Bruno, ex -guarda-redes do Flamengo, de ter planeado a morte, em 2010, da modelo Eliza Samúdio, que exigia que o futebolista lhe reconhecesse o filho.



Os dois e mais três arguidos começaram segunda-feira a ser julgados em Contagem, Minas Gerais. Ontem, num longo depoimento, Macarrão confessou que foi buscar Eliza ao Rio de Janeiro e a levou, junto com Bruno e outros arguidos, para Minas Gerais. E disse ainda que a modelo foi de livre vontade, perante a promessa de Bruno do reconhecimento do filho. Dias depois, Macarrão conduziu então Eliza até um homem que os aguardava num carro preto, no qual estavam mais dois homens. A partir daí, disse, nunca mais a viu.

Macarrão, que por colaborar com a justiça poderá ter redução de pena, recusa identificar o homem do carro preto como sendo o ex-polícia Bola, alegado executor de Eliza.

Esta acusação poderá complicar a defesa de Bruno, que quarta-feira conseguiu adiar o julgamento para Março.

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