O assassínio de Eliza Samúdio, em 2010, terá custado 1850 euros ao ex-guarda-redes do Flamengo Bruno, a quem a modelo exigia o reconhecimento de um filho e pensão de alimentos.



Harry Castro, delegado do Ministério Público que tem a seu cargo o processo, afirma que Bruno pagou ao ex-polícia Marcos Aparecido dos Santos, o ‘Bola’, para executar a mulher que o atormentava. O assassino, ainda segundo o delegado, terá, no entanto, ficado muito tempo à espera do pagamento, pois o Flamengo, onde Bruno era titular absoluto, tinha problemas financeiros e atrasou o pagamento do elevado ordenado do atleta.

Entretanto, em mais um dos muitos episódios surrealistas que têm rodeado este caso, o advogado do guarda-redes, Lúcio Adolfo, anunciou que Bruno se tinha suicidado na prisão para pouco depois desmentir o suicídio.

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