Guilherme de Oliveira Martins disse ontem, na Semana Social, no Porto, que "o crédito fácil tornou-se uma perigosa armadilha em que muitos caíram".



Numa conferência sobre ‘A reforma do Estado e a doutrina social da Igreja’, o presidente do Tribunal de Contas afirmou que "os défices do Estado não podem ser imputados aos gastos sociais", lembrando que "a economia é para as pessoas".

De resto, Guilherme Oliveira Martins alertou para o facto de os tempos do dinheiro barato fazerem parte do passado.

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