O sargento-ajudante da GNR Joaquim Leitão, antigo comandante da Polícia Municipal de Vila Nova de Famalicão, começa a ser julgado na quarta-feira por peculato e falsificação de documentos.



O militar é acusado de, enquanto chefe da Polícia Municipal, ter desviado dinheiro de serviços policiais, perdoado multas de estacionamento a autarcas e amigos, e de ter passado com o carro na via verde sem pagar.

Além disso, Joaquim Leitão, que actualmente chefia a secretaria da GNR de Barcelos, é acusado de ter falsificado um documento com o objectivo de se manter no cargo de comandante da Polícia Municipal.

É que, por ordem do Comando Geral da GNR, devia abandonar funções ao fim de três anos como comandante. Para se manter no cargo, terá forjado um documento que o autorizava a manter-se em funções, o que levou o presidente da câmara, Armindo Costa, a mantê-lo mais um ano à frente da polícia. O autarca é agora uma das testemunhas de acusação.

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