A cantora Dulce Pontes foi ontem uma das últimas passageiras da carreira aérea Lisboa/Bragança/Lisboa e lamentou a interrupção deste serviço público.



"Penso que o número de passageiros – são 10 mil por ano, mais do que o Metro de Almada – justifica a continuidade desta viagem", defendeu a artista que viajou de Lisboa para Bragança no último voo da carreira aérea, que está suspensa por tempo indeterminado. O número de passageiros do Metro Sul do Tejo é de 30 mil por dia, segundo a auditoria do Tribunal de Contas de Novembro de 2011, que revela um custo por passageiro para o Estado de 28 cêntimos. O voo entre Lisboa e Trás-os-Montes custava aos cofres do Estado 200 euros por passageiro (dois milhões de euros/ano).

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