Ministério Público (MP) afastou ontem a acusação de que o grupo de dois portugueses e dois irlandeses, que foram apanhados em Olhão a traficar armas, tenha ligações a uma facção dissidente do Exército Republicano Irlandês (IRA).

No terceiro dia do julgamento, que está a ter lugar no Tribunal de Olhão, o MP pediu penas de prisão efectivas para Paulo Guerreiro, António Mestre, James Rice e Conor Sheehan, mas apenas pelo tráfico ilegal de armas.

Segundo a investigação da Polícia Judiciária, estas armas seriam para ser usadas numa marcha protestante na República da Irlanda. A sentença é lida dia 4 de Janeiro, às 13h50, no Tribunal de Olhão.

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