Os advogados de Dominique Strauss-Kahn, antigo director do FMI, alcançaram ontem um acordo financeiro que pôs fim ao processo civil interposto por uma empregada de um hotel nova-iorquino que o acusou de violação.

O juiz Douglas McKeon não requereu a presença do socialista francês, tendo apenas a queixosa comparecido em tribunal. Apesar de se desconhecer o montante do acordo, o ‘Le Monde’ noticiou, a 30 de Novembro, que DSK pagaria "seis milhões de dólares" à alegada vítima.

Os factos remontam a Maio do ano passado, quando Nafissatou Diallo, de 33 anos, se queixou de ter sido forçada por DSK a sexo oral numa suite do hotel Sofitel, em Nova Iorque. O ex-patrão do FMI, de 63 anos, admitiu ter mantido uma "relação sexual inapropriada" com Diallo, mas garantiu que foi consensual. A acusação penal foi arquivada a 23 de Agosto, mas já antes Diallo tinha avançado com um processo cível.

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